quarta-feira, 30 de setembro de 2009

A Kawasaki comemora os 25 anos da Ninja

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As Kawasaki Ninja estão há 25 anos no mercado, como motos lendárias, sinônimo de alto desempenho e líderes da categoria. A primeira delas, lançada em 1984, na verdade sucedeu outro sucesso da Kawasaki, na sua linha Z. A GPz900R foi o primeiro modelo batizado como Ninja nos Estados Unidos, e já nasceu como a Moto do Ano.

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Estreando a marca Ninja, ela reescreveu os livros de recordes de motocicletas, como a mais rápida do mundo. Seu quadro tipo diamond,carenagem completa e outras características vindas dos modelos de competição, com vários refinamentos ao longo dos anos, deram a ela a condição que desfruta hoje em dia, de motos únicas, distintas e radicais.
A Ninja nasceu com o primeiro motor Kawasaki com refrigeração líquida, DOHC, 16 válvulas, 4 cilindros (na época a potência máxima era 115 CV; hoje, 188 cv). Com uma velocidade máxima de mais de 250 km/h e capaz de correr de 0-400 metros em 10,552 segundos, há 25 anos atrás.
Agora, alguns modelos Ninja chegaram ao mercado brasileiro, pela Kawasaki Motores do Brasil. Estão nas concessionárias autorizadas as tetracilíndricas ZX-6R e ZX-10R, com poderosos motores de 600 e 1000 cc, e a Ninja 250R, uma bicilíndrica projetada para o uso cotidiano, urbano, uma atraente alternativa, econômica, ecológica e potente, na categoria 250 cilindradas. Motos que estão na fronteira tecnológica
mundial.
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Para comemorar os 25 anos, o Sr. Shinichi Tamba, o novo presidente da divisão Consumer Products & Machinery, da Kawasaki Heavy Industries, preferiu se dirigir aos concessionários da marca, lembrando que “Desde que me juntei a Kawasaki, há 37 anos, a maior parte do meu tempo foi gasto no desenvolvimento, testes e concepção de novos modelos. Como todos vocês sabem, desde os tempos primórdios quando a Kawasaki começou a produzir motos, foram introduzidos inúmeros modelos no mercado. Vários deles ajudaram a moldá-lo e alguns são reflexos de uma nova era na história do motociclismo.
2009 marca o 25o aniversário de um desses modelos, a Ninja. Para muitos, inclusive, os nomes Ninja e Kawasaki são sinônimos. Essa imagem forte não foi criada da noite para o dia, foi promovida por multidões de fãs da Kawasaki, como todos vocês, para quem a marca Ninja detém um significado especial. Como ex-engenheiro motociclístico, o fruto deste trabalho, capaz de impactar suas vidas, aquece meu coração. Então, eu acredito firmemente que agora é minha missão reforçar ainda mais a marca Ninja e introduzir mais modelos que exalem o caráter único da Kawasaki. Estou certo de que todos vocês têm muitas lembranças de suas experiências com as motos. E elas são a minha esperança de que, de novo, através de modelos enriquecedores de vida, possamos continuar a construir juntos uma grande memória.

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Salão Duas Rodas 2009

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Acontecerá entre os dias 7 e 12 de outubro próximos a décima edição do Salão Duas Rodas, versão 2009. O evento será novamente no Pavilhão de Exposições do Anhembi e promete muitas novidades para este ano.
Os horários de funcionamento são:
De 07 a 11/10 (quarta-feira a domingo) - das 14 às 22 hs.
Dia 12/10 (segunda-feira) - das 11 às 19 hs.
Os ingressos podem ser adquiridos antecipadamente através do site, havendo descontos para motoclubes, caravanas e visitantes convencionais. Os valores são:

COMPRA ANTECIPADA ONLINE
Adulto - a partir de 13 anos R$ 20,00/pessoa
Menores - de 5 a 12 anos R$ 12,00/pessoa
Caravanas/Grupos - mín. 30 integrantes (em São Paulo - Capital) e 15 integrantes (demais regiões) R$ 12,00/pessoa
Motoclubes - mín. 5 integr, identificados. R$ 12,00/pessoa

COMPRA NA BILHETERIA DO EVENTO
Adulto - a partir de 13 anos R$ 25,00/pessoa
Menores - de 5 a 12 anos R$ 12,00/pessoa

ENTRADA GRATUITA
Crianças - De 0 a 4 anos entrada gratuita

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quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Motos poluem mais

Uma notícia não muito animadora para nós, motociclistas. Segundo testes feitos ao longo de alguns anos, entre veículos de quatro e duas rodas, chegou-se à conclusão (prática) de que as motocicletas poluem mais o ambiente e são mais prejudiciais à camada de ozônio do que carros. Segundo o presidente da Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares), Moacyr Alberto Paes, o nível de emissão de poluentes de motos pode chegar a até seis vezes mais do que o nível dos carros.
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As motos podem ser responsáveis por grande parte da emissão de gases danosos ao meio-ambiente.



Isso se explica pelo seguinte fator: espaço. A moto, apesar de possuir um motor bem menor do que o do carro e consumir muito menos combustível, não possui tantos filtros e nem tratamento de escape quanto o outro. Mesmo as motocicletas que contam com catalisador, como a Yamaha Fazer 250, por exemplo, dentre outras, ainda liberam quantidades além do que seria esperado. Além disso, a preocupação com os motores dos carros começou bem antes, obrigando os fabricantes a trabalharem mais cedo nessa questão, do que as até então despreocupantes emissões feitas pelos veículos de duas rodas. O Promot (Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares) determina limites de níveis de emissão, que devem ser respeitados por qualquer um. Consulte a tabela do Promot clicando aqui. Se quiser saber a quantas anda sua motocicleta, dirija-se a uma concessionária de sua marca, ou procure um posto do INMETRO.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

H-D Electra Glide Ultra Limited FLHTK 2010

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Antevendo o mercado para 2010, a Harley-Davidson tem trabalhado bastante para inovar e tornar cada vez mais desejada sua linha de produção. Exemplo disso é manter na estrada uma de suas maiores crias, a Electra Glide Ultra Limited, ou FLHTK. Trata-se de uma máquina da classe touring, com motor de 1690 cc e um conjunto de elementos que deixam qualquer apaixonado (ou não) por motos boquiaberto.
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A nova Electra 2010: apaixonante e potente.


Foto: divulgação

A mudança mais importante foi em seu motor: antes, utilizava-se o modelo Twin Cam 96, que foi substituído pelo novo Twin Cam 103, que desenvolve 10 porcento a mais de torque do que seu antecessor, com 6 polegadas a mais na câmara. A expressão "Twin Cam" refere-se ao motor que apresenta duas árvores de cames montadas na cabeça do motor, uma para comandar as válvulas de admissão e uma para accionar as de escape. É também conhecido pelas siglas DOHC (double overhead camshaft). Esse motor é alimentado por injeção eletrônica ESPFI (Electronic Sequencial Port Fuel Injection) e dotado do ETC (Electronic Throttle Control), que ajuda a controlar a passagem de combustível, sem a necessidade de usar o afogador para ligar a motocicleta em determinadas situações.
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O painel da FLHTK 2010: luxuoso e completo.



Em seu painel são identificados, além do velocímetro (em milhas, pois ainda não foi lançada no Brasil), o conta-giros, marcadores de combustível, voltagem da bateria e nível de óleo. Faz parte desse painel um sistema de áudio Harman/Kardon, com CD/MP3 player e intercomunicador. As caixas acústicas possuem 80 watts de potência cada e estão localizadas logo à frente do guidão, na altura das manetes.
Aliado ao luxo, a ergonomia de seu banco "única-peça" e de dois níveis de altura - um para o piloto e outro para o passageiro - oferece total conforto para ambos, mesmo em longas viagens (para as quais essa moto foi muito bem projetada). No caso dos passageiros, estes podem ter ajustadas suas pedaleiras, para adaptarem-se de acordo com o tamanho de suas pernas. Afinal, é uma moto de viagem, correto? Seu tanque de 22,7 litros oferece autonomia média, já que, devido ao seu consumo, uma média de 14 km/l, é também razoável, podendo navegar tranquilo por volta de 320 km. Essa é uma das novidades na nova Electra Glide, que a diferencia da sua versão anterior.
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Cuidado: CGzeiros na estrada!

Acabo de retornar de uma viagem de 2700 km (ida e volta), onde fui para o Encontro Nacional do Forasteiro's Motoclube e o qual reuniu 22 motocicletas e um triciclo. Sobre o encontro, falo depois, porque, o assunto, agora, é segurança na pilotagem.
Sinceramente, eu desconheço (ou prefiro não pensar a respeito) o porque da maioria dos motociclistas que pilotam CGs tem a péssima mania de ficar acelerando aquele "motorzinho" quando estão do lado de motos maiores. Será que estão chamando para um pega ou somente provocando quem não está nem aí pra eles? Fazer graça, então, é batata, pois, assim que o sinal fica verde, o cara pensa que está dentro de um cockpit de um carro de corrida e sai na doida, esperando que a moto maior fique para trás. Amigo, só fica porque piloto de moto grande não tem a mínima intenção de apostar corrida com você. Fica, porque sabe que, antes mesmo de passar para a segunda marcha, estará ultrapassando a "sua" moto.
Voltando dessa viagem que comecei a falar a respeito, próximo a Belo Horizonte, na BR-040, o trânsito estava um verdadeiro caos, já que era final do dia 7 de setembro, onde boa parte daquele pessoal estava retornando para casa, depois de um final de semana prolongado, devido ao feriado. Fazíamos um trem com 7 motores, entre eles, Shadow 600, Savage 650, Sportster 883, Heritage Softail 1450, Hornet 650, Triciclo equipado com motor de VW Santana e, por fim, uma Mirage 250 que, apesar do motor, anda muito bem na estrada. Percebi que havia um motoqueiro, com garupa em uma CG 150, vez ou outra passava por nosso trem, como se estivéssemos em uma disputa pelo primeiro lugar. Nisso, uma outra CG, onde estava um casal, levava na boa sua corrida, mas também com certos riscos para ambos. Em dado momento, a CG com os dois rapazes teve de frear e a moto do casal encheu a traseira da primeira, arremessando seus ocupantes contra a traseira de um Gol (comentário de um amigo: "os caras da CG pareciam adesivos colados na traseira do Gol"). O casal da moto de trás, evidentemente, também caiu em meio a um trânsito de dar inveja a muitas "marginais" espalhadas pelas grandes cidades. A boa é que, entre feridos, não houve nenhum morto, a não ser a responsabilidade de quem pilota esses motores menores.
Amigo CGzeiro, todo cuidado é pouco. Dentre as motos, é a que mais tem venda, mas é a que mais traz transtornos e tristezas, quando se envolve em um acidente. E, pelo amor que você tem a si mesmo, não ache que está parecendo o "rei da cocada preta" quando ultrapassa motos maiores. Não é esse o espírito motociclístico e não é competindo na estrada que vamos chegar ao nosso destino. E, se você não curte sua vida, simples, procure uma ponte e salte: assim, não comprometerá a vida de terceiros.
Para finalizar, trate também de não entrar em um trem composto por motos e membros de um motoclube. Isso não é permitido, devido às regras da maioria dos M.C.'s, onde temos que seguir em linha e em velocidade constante. Se qualquer estranho ao M.C. tenta fazer parte desse trem, só irá atrapalhar. Respeite isso e tudo ficará bem entre as partes.
Respeite também sua vida e a dos outros. Isso é essencial para a boa convivência.
Maktub.