terça-feira, 24 de novembro de 2009

VW GX3: triciclo-conceito da Volks

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Primeiro, é algo inusitado na história do motociclismo: a alemã Vokswagen, a partir de sua filial norte-americana, lançar um triciclo. E coloque triciclo nisso!
Trata-se, por enquanto e desde 2006, de um protótipo desenhado e produzido pela VW, que foi apresentado no Salão de Los Angeles naquele mesmo ano.
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Foto 1. Vista superior do GX3: impressiona.



Equipado com motor 1.6 do Lupo GTI de quatro cilindros, desenvolve potência de até 125 cavalos e torque de 112.5 ft-lbs e pesa 570 kg. Alcança os 100 km/h em apenas 5,7 segundos e sua velocidade máxima chega aos 200 km/h. Câmbio manual de 6 marchas.
Diferente de outros modelos de trikes, o GX3 tem o piloto e o passageiro sentados lado a lado, o que dá um pouco mais a sensação de se estar dirigindo um conversível, não um triciclo.
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Foto 2. Interior: os bancos do piloto e passageiro ficam dispostos lado a lado, diferente dos trikes tradicionais. Já o painel é simplificado, mas muito atraente.



O projeto do GX3 já nasceu atípico: duas rodas na dianteira (215/45 R17) e uma na traseira (315/30 R18). As dianteiras são controladas por um eixo duplo de direção, o que traz uma sensação indescritível de conforto e dirigibilidade. Enquanto a frente lembra a de um carro, o eixo traseiro ainda é de uma motocicleta, mesmo usando roda e pneu de alto gabarito. A tração, diga-se de passagem, é traseira e feita por corrente de aço.
O exterior do trike da VW é muito atratente, com certeza, porém, vemos a falta de, pelo menos, um pára-brisas em material especial, que ajudaria bastante na proteção do piloto e do passageiro. Evidentemente, esse material não seria vidro. Alguns críticos chegaram a falar em capota, mas, isso tiraria o bólido da categoria de triciclos para a de um automóvel de 3 rodas.
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Foto 3. A tração é traseira e por corrente. Já a direção é controlada pelas rodas dianteiras.



A possibilidade de produção em série do GX3 foi considerada especulação, já que a Volks americana disse que isso dependeria do respaldo do público. Mais tarde, foi verificado que, para produzir o trike comercialmente, não poderiam vendê-lo pelos módicos US$ 17 mil inicialmente comentados. A companhia também teria mencionado que encontraria também alguns problemas referentes a responsabilidades legais, no que concerne à segurança, e decidiu pela impossibilidade de produção do GX3. O que é uma pena, pois, hoje em dia, já se vê rodando um trike semelhante, desenhado pela Bombardier, o Spyder Roadster (este custa em torno de R$ 70 mil, disponível também no Brasil).
Para os aficcionados, lembrem-se: "a esperança morre com a gente."
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Foto 4. Olhando assim, por trás, é uma pena pensar que a VW apenas desperdiçou tempo num projeto que, com certeza, atrairia milhares de adeptos e fãs incondicionais. Inclusive, esse redator que vos escreve.



Assista ao vídeo de testes do VW GX3:

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Kawa Ninja 250

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Lançada em maio de 2009, a Kawasaki Ninja 250, à primeira vista, deixou incautos alguns olhares, que se confundiam e se faziam perguntar: "a Ninja mudou de tamanho?".
Eu não diria "mudar", mas ela ganhou uma nova versão, menor em tamanho físico e também em potência, mas conseguiu manter a graça esportiva de sua matrona de 1000 cc.
Com suas carenagens mais parecidas com a ZX-6R (versão de 600 cc), a pequena notável não tem decepcionado. A Ninja 250R possui motor de dois cilindros paralelos de 249 cm³ com duplo comando de válvulas no cabeçote (DOHC), oito válvulas e câmbio de seis marchas, provendo uma potência de até 33 cv a 11000 rpm e torque de 2,24 kgf·m a 8200 rpm. Nada mal para uma 250 cilindradas.
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Foto 1. O visual da Ninja 250 não perde em nada das superesportivas de maior cilindrada.



Partida elétrica e injeção eletrônica fazem da pequena ninja uma motocicleta de resposta rápida e econômica. Seu quadro, tubular do tipo diamond e de alta elasticidade, proporciona segurança e firmeza em retas e curvas. Ela pesa apenas 152 kg e seu tanque tem capacidade para 17 litros.
Já apelidada de "Ninjinha", a 250R veio para o Brasil a fim de disputar mercado com a já existente Comet GTR 250, da Kasinski, até então, a única motocicleta com características esportivas. Segundo o fabricante, a Ninja 250 é perfeita tanto para o dia-a-dia como para passeios fora da cidade.
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Foto 2. A "Ninjinha! oferece segurança e tem potência nas cidades ou nas estradas.



Disponível nas cores verde, preta e vermelha, a Kawasaki Ninja está à venda nas concessionárias a partir de R$ 15.550,00 (mod. 2009). Se você ainda não tem como possuir uma 600 ou 1000 cc, vale a pena dar uma chegadinha lá e fazer um test-drive. E boa sorte!

Mais fotos da Kawasaki Ninja 250R


Foto 3. Disco de freio dianteiro: 290 mm em forma de pétala, com pistão duplo.



Foto 4. O farol duplo permite que você veja e seja visto, além de trazer um ar agressivo a essa esportiva.


Foto 5. Painel analógico, com conta-giros, velocímetro e indicador de combustível.

MV Agusta F4 1000 Tamburini

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O nome vem de seu engenheiro de projetos, Massimo Tamburini, que diz ser essa a máquina de seus sonhos: "O sonho de todo engenheiro projetista é tornar a mais bonita motocicleta esportiva do mundo na mais rápida, a mais exclusiva, poderosa e mais requisitada do mercado. Este era meu sonho, também."
Tamburini é responsável pelo belo design de uma das motos mais velozes e realmente bonitas colocadas no mercado. E foram apenas 300 unidades produzidas. Estou falando da MV Agusta F4 1000 Tamburini, a motocicleta da foto abaixo.

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Foto 1. A MV Agusta Tamburini: apenas 300 unidades produzidas para o mundo inteiro.




O motor da F4 1000 Tamburini é equipado com a tecnologia TSS (Torque Shift System), baseado no conceito da geometria de influxo variável. Essa tecnologia, oriunda da Formula 1, está sendo aplicada pela primeira vez na história do motociclismo. O resultado é um motor de resposta imediata, desde o mais baixo ao mais alto nível de torque, que é de 11.5 Kgm.f a 9000 rpm, isto é, 1000 rpm abaixo da versão "S" desta mesma moto.

Esta performance é devida ao uso de perfis do came, que são mais orientados a trilhas do que a estradas. Para quem não sabe, o "came" é uma peça giratória dentro do motor que permite o movimento alternado entre algumas peças, como engrenagens e bielas.

Plaqueta de ouro 18

O cockpit da Tamburini é adornado com uma plaqueta de ouro 18k, no qual está impresso o número de série (de 001 a 300). Seu tacômetro possui fundo branco e caracteres em preto e está do lado de um painel digital, onde ficam o velocímetro, o cronômetro e outras informações dadas digitalmente.
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Foto 3. Nessa imagem, vemos parte do tacômetro e do painel digital da MV Agusta F4 1000 Tamburini e sua mesa dourada.



Especificações técnicas

Motor tipo - 4 cilindros, 6 marchas, 16 válvulas
Velocidade máx. - 306,7 km/h
0-100 km em - 3,1 s
Cilindradas - 1000
Potência máx. - 172.8 HP
Capac. do tanque - 20,9 litros (reserva: 4 lts)
Pneus dianteiros - 120/65 R17
Pneus traseiros - 180/55 R17 ou 190/50 R17
Preço - 43000€ ou R$ 111.374,00 (na europa)

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Vídeo da MV Agusta F4 1000 Tamburini



Painel de fotos da Tamburini

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Motorrad Concept 6, da BMW

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Em se tratando de motos esportivas, mas ainda um conceito do fabricante, a BMW Motorrad Concept 6 parece não decepcionar em nenhum ponto. Em termos de tecnologia, é a última palavra.
A BMW já usava, em seus maravilhosos carros, a tecnologia de 6 cilindros em linha que, agora, foi transferida para este modelo em duas rodas, resultando numa máquina acima de qualquer suspeita. Sua engenharia é, sem dúvida, um patamar para as motos do futuro.

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Fig. 1. Esquema gráfico do motorzão da Concept, com seus 6 cilindros alinhados.



Sua aparência geral remete-nos às motocicletas da "velha guarda", na época do Cafe Racer, mas com uma pegada futurística. Seu chassi foi baseado nos da série "K", da própria BMW, o que garante tratar-se de uma motocicleta de grande estabilidade e dirigibilidade.

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Foto 2. A Concept 6 tem uma aparência que lembra as motos de corrida nos tempos do Cafe Racer.



Força. Em termos de potência, a Concept 6 esbanja força. Possui torque de 130 Nm ou algo como 13,2 kgf.m/s a apenas 2000 rpm, isto é, um potencial dinâmico sem comparação no segmento.

Supremacia e dinamismo. Trabalhando na Concept 6, os engenheiros da BMW Motorrad têm, por conseguinte, focado na função técnica e na qualidade e, em particular, no elemento emocional, colocando juntos o homem e a máquina. A regra geral da BMW é que uma motocicleta não deve seguir apenas as leis da funcionalidade, mas também estimular a emoção em todas as suas facetas. Em outras palavras, a máquina deve ser simplesmente excitante.

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Foto 3. O painel da Motorrad Concept 6: tecnologia de ponta.



Veja um dos vídeos da Concept 6 abaixo:



Outras imagens da Concept 6:







Como se trata de uma moto conceito, não está disponível o mercado e, portanto, não há nem mesmo estimativa de preço, infelizmente. Mas, esperemos, pois a BMW promete colocar no mercado motocicletas baseadas neste conceito. É esperar pra ver.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

OCC constrói Chopper inspirada em Eragon

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Bom, a notícia não é nova, mas vale a pena falar a respeito, principalmente, porque este blog é voltado aos apaixonados por motos e liberdade. Aliás, este tópico é também válido para fãs de cinema, pois tem tudo a ver.
Uma encomenda chegou ao trio Paul Sr., Paul Jr. e Mike, da Orange County Choppers (OCC), diretamente dos estúdios da Twentieth Century Fox: uma chopper inspirada no filme Eragon, de 2006, dirigido por Stefen Fangmeier e estrelado por Jeremy Irons, John Malkovich e Edward Speelers. O filme, para quem não assistiu, é uma história de cavaleiros e dragões, heróis e vilões em uma época fantasticamente elaborada pela mente criativa do autor do livro que lhe deu origem, o escritor Christopher Paolini.
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Fotos 1 e 2. A chopper-dragão, baseada no filme Eragon.






A motocicleta, nas mãos da galera da OCC, não seria menos fantástica, também. Ao aceitarem o desafio, botaram as mãos na massa (ou melhor, nos tornos, nas chapas de aço e nas demais matérias-primas que possibilitariam uma obra-prima).
Ninguém menos que o ator Jeremy Irons, às vezes, acompanhado por Speelers, passaria a visitar o power-trio freqüentemente, até que a chopper ficasse pronta para rodar.
A inspiração, no entanto, partiu de vários objetos enviados à OCC pela Fox, além de várias conversas com os atores, bem como a sessões e sessões do próprio filme.
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Foto 3. Jeremy Irons em outro estúdio: o da OCC, enquanto conversava com os American Choppers.



Elementos, como: o visual do dragão de Eragon, machados, espadas, adagas, bumerangues, enfim, tudo o que fosse possível utilizar como fonte de inspiração, foram utilizados na construção da "chopper-dragão". E o resultado pode ser visto nas fotos deste post, como também no vídeo do link abaixo.

http://www.youtube.com/watch?v=NJXyNEwHsYA&NR=1

Devemos parabenizar os caras, mesmo. Ou, como se diz por aí, "pagar pau", porque os caras da OCC são realmente verdadeiros profissionais no assunto.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

10 Motos Mallukas!!! Parte I

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É de se admirar os proprietários de motocicletas que fazem personalizações cada vez mais malucas. É claro, o nível de personalização está diretamente linkado à situação financeira do motociclista, mas, originalidade e resultado final dependerão muito mais do nível criativo do proprietário do que o tamanho de seu bolso.
Alguns dos modelos aqui apresentados tratam-se de motos-conceito, ou aquelas fabricadas industrialmente, mas que podem estar no mercado futuramente.
Conheça alguns modelos:

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Fig. 1. Daytona Hubless, uma chopper com motor 1450 cc, cujas rodas não possuem raios, mas um sistema que as prende a partir de seus próprios aros.



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Fig. 2. Chopper Bike-Orange Black, construída pela Orange County Choppers Motorcycles (OCC). Encararia??



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Fig. 3. Kettenkrad, um híbrido de motocicleta com tanque de guerra. Uma moto tipo "todo-terreno" (all terrain), mas que leva o pensamento lá pelos idos de 1939-1945, durante a II Guerra Mundial.



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Fig. 4. Uma moto-monstro muito doida, com certeza. Criatividade, aqui, não faltou.



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Fig. 5. Não sei se você reparou, mas não é a gata que está segurando a moto. É a moto, com o tripé, que está segurando a gatinha. Saca só a largura desse pneu. Deve ser de, no mínimo, 600 milímetros.



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Fig. 6. Valkyrie Rune, da Honda. 1800 cc, 120 cv @ 5000 rpm e cerca de R$ 150 mil. Interessado? É mundialmente comercializada.



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Foto 7. Huge Bike, literalmente, uma Moto Imensa. Não é pra qualquer pessoa, pelo menos, abaixo de 1,99 m de altura. :))



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Foto 8. Sobre esta, não me perguntem nada, por favor. Nem me arrisco a falar do que se trata, a não ser que é uma chopper loucona pra car$%#¨&¨!



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Foto 9. O que você acha dessa V-24? É mole???



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Foto 10. Para finalizar esse post... que tal esta motoquinha equipada com um moderno sidecar? Teria duas finalidades, também?




Mais motos malucas em breve. Valeu!!

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Triumph Rocket III Classic: bruta!

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Bruta. Essa é a palavra correta para descrever essa cruiser, que é considerada a moto com motor de maior potência do planeta. Afinal, são 2.294 cilindradas e 142 cv de potência a 6000 rpm!!

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Foto 1. A Triumph Rocket III Classic: bruta.




A moto, já grandona por natureza, possui 2,5 mts de comprimento e pesa nada menos que 320 kg. A brutalidade da garota não pára por aqui. De torque, a Rocket III chegou a 20,4 kgf.m a 2500 rpm. Força para não acabar mais. Para se ter idéia, um único cilindro dessa moto tem mais força que um motor de 750 cc (764,6 cc, para ser mais exato).
Junto a essa brutalidade toda que seu motor de três cilindros em linha oferece, vem o conforto. Ela conta com eixo-cardã, garfo telescópico invertido na suspensão dianteira e a traseira é duplamente amortecida. Em testes realizados na Rocket III, o piloto disse nem sentir direito a pilotagem, em velocidade cruzeiro de 120 km/h. Nem parece que você está pilotando uma motocicleta.
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Foto 2. O maior motor do planeta, com 2.294 cc



Possui 5 marchas e é alimentada por injeção eletrônica multiponto sequencial, trazendo melhor resposta nas chamadas, atrelada a uma certa economia de combustível. Seu tanque tem capacidade para 24 litros, ideal para as viagens - curtas a longas - pelas estradas brasileiras. Em velocidade cruzeiro entre 100 e 120 km/h, ela faz algo como 16 km/l. Ideal em qualquer viagem.
Os pneus possuem as seguintes medidas: na dianteira, originalmente, um Metzeler ME 880 150/80 aro 17; na traseira, o mesmo Metzeler medindo 240/50 e aro 16. Os freios são a disco nas duas rodas: na dianteira, disco duplo de 320 mm de diâmetro e cáliper de quatro pistões; na traseira, um disco de 316 mm de diâmetro e cáliper de dois pistões.
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Foto 3. Uma das melhores estradeiras já fabricadas.



O valor de uma motoquinha dessas é também um pouco mais forte que o normal: R$ 62.900 à vista. Ela já foi mais cara, encostando nos 90 mil reais. Animador, por outro lado.
Para quem curte estradas, está aí uma moto perfeita. E não deixa a desejar, pois trata-se de uma Triumph.
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Foto 4. Conforto, segurança, força e velocidade. Essa é a Triumph Rocket III Classic

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Kawasaki Voyager: ontem e hoje

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Aqueles que chegaram a conhecer as poucas importadas existentes no Brasil, em meados dos anos 80, certamente, vão se lembrar da "touring" Voyager X-11, da Kawasaki.
Na verdade, ela foi fabricada entre 1986 e 1991, mas, poucos brasileiros tiveram o prazer (e a possibilidade) de possuir uma, naquela época, devido, principalmente, pelo valor que ela chegava aqui, pois, motos importadas, principalmente as de média e alta cilindrada, não eram para qualquer um.
A X-11 (foto 1) possuía motor 1200 cc e já era uma touring respeitada.

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Foto 1: A Kawasaki X-11 1200 cc



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Os novos modelos da Voyager, como este da foto 2, vêm com motor 1700 cc e, supreenda-se, equipada com iPOD de até 8 GB! Isso quer dizer que o piloto, além de seus MP3 favoritos, poderá ver também seus vídeos prediletos (não enquanto pilota, pelo amor de nossas famílias!). O valor dessa gracinha pode chegar aos quase 60 mil reais (preço com impostos brasileiros). Porém, esta edição é limitada e deve chegar somente a 400 unidades na Europa.

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Foto 2: modelo 2010 da Kawasaki Voyager.

I MotoFest de Ipameri-GO

Pode-se considerar um sucesso o I MotoFest de Ipameri-GO, realizado pela prefeitura local e com a organização da maravilhosa Carla, juntamente com João "Motoshow".
Nós, integrantes do Forasteiro's Motoclube, facção Goiânia, estivemos presentes e pudemos conferir, de perto, uma das melhores festas que já participamos: povo acolhedor, comerciantes honestos (não alteraram os preços de nada, acreditem!) e uma paz que só motociclistas sabem compartilhar.
A viagem entre Goiânia e Ipameri, de 190 km, foi perfeita: estradas muito bem conservadas, postos e paradas muito bacanas, enfim, tudo muito bom. Evidentemente, como foi o primeiro evento dessa categoria na cidade, alguma coisa faltou, mas, somente para olhos acostumados a encontros dessa estirpe. Nada a reclamar, pelo contrário, só alegria.
Parabéns à Carla, ao João e à prefeitura de Ipameri.
Aguardem as fotos em um próximo post.