quinta-feira, 25 de março de 2010

A Trail verde da KTM

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De um tempo para cá, quando os governos começaram a mostrar preocupação com o meio ambiente, as motocicletas caíram na lista negra dos maiores colaboradores de poluição aérea do planeta. Na verdade, uma motocicleta não libera mais gás carbônico (CO2) que um carro, mas colabora também para a emissão de outros componentes tóxicos, como o monóxido de carbono (CO), o hidrocarboneto, óxidos de nitrogênio e de enxofre (em contato com o ar e resultado de impurezas do combustível). O que veio melhorar essa emissão de compostos nada amigáveis foram as modificações que as motocicletas mais modernas passaram a ter, como o motor flex e o catalisador exclusivo.
Contudo, algumas empresas tem feito diferente: a KTM, por exemplo, uma das maiores empresas motociclísticas da Europa, apresentará, em maio, durante o Salão de Tóquio, sua "moto verde". Trata-se de um protótipo, codinome Freeride, com corpo de motocicleta off-road, equipada com motor elétrico. O objetivo da KTM, segundo seus diretores, é justamente mostrar que liberdade e prazer de pilotar não querem dizer "descuidar-se da natureza". Agora, é esperar para ver a reação do mercado e, claro, do público, que é a parte mais interessada.
Após o Salão, o blog voltará a falar sobre essa moto, com mais informações e fotos.

Honda PCX 125i: 50 km/l

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Com o mercado das scooters cada vez mais melhorado e concorrido, a Honda resolveu inovar com o lançamento da PCX 125i, que já está sendo produzida na fábrica da Tailândia para começar a ser exportada para o resto do mundo.
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A nova scooter da Honda possui visual arrojado e futurístico.



A maior novidade desta nova scooter é seu sistema de ignição, que é cortado após 3 segundos sem tracionar. Em caso de o piloto estiver parado no semáforo, por exemplo, o motor se desligará automaticamente, retomando seu giro com uma simples tocada no acelerador. Este sistema já está presente também em alguns automóveis e, no caso da scooter da Honda, o fabricante promete um aumento na economia de combustível, podendo chegar aos 50 km/l. Faz sentido, já que, por ser um motor de pequena cilindrada, não é tão exigido na tomada da ignição. A PCX 125i é movida por um motor 4 tempos monocilíndrico de 124,9 cm3, combustível alimentado por injeção eletrônica e refrigerado a líquido.
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O assento possui dois níveis e tornou-se mais ergonômico: garantia de conforto.



Outra inovação pode ser observada no assento: com dois níveis e maior ergonomia, proporciona mais conforto ao piloto e ao passageiro. As rodas de liga leve ganharam novo diâmetro: possuem, agora, 14 polegadas, o que melhora bastante o comportamento da scooter em terrenos irregulares. Os freios são mistos, sendo a disco com diâmetro de 240 mm na dianteira, e a tambor com 130 mm de diâmetro na traseira. As paradas estão mais firmes e mais seguras.
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No painel da PCX 125i, misto de analógico e digital: o passado e o presente juntos.



A suspensão dianteira, telescópica convencional, é composta por tubos de 31mm de diâmetro e 100mm de curso. Já a suspensão traseira tem dois amortecedores, ambos com 75mm de curso. 
O painel da PCX possui tela de cristal líquido, mas o marcador de velocidade é analógico. O tanque de combustível comporta 6,2 litros, o que, conforme a informação do fabricante, possui uma autonomia (invejável a grande parte dos veículos em duas rodas) de mais 300 km. Com o tanque cheio, ela chega apesar 124 kg. Por ser um veículo essencialmente urbano, tem outra comodidade, que são o descanso lateral e o central, facilitando o estacionamento.
Com visual quase futurístico, mas sem exageros, pára-brisa e seu grande farol dianteiro, que puxou um pouco a aparência da nova sport touring VFR 1200F, a PCX 125i deverá agradar a muita gente.
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Abaixo, foto da uma PCX modificada, incluindo alforjes laterais para transporte de objetos.

quinta-feira, 18 de março de 2010

A Nova Super Ténéré

A versão com motor 750 fez um sucesso muito grande na década de 90, especialmente, pelas conquistas que teve nas edições do Paris-Dakar. O nome, Ténéré, foi dado em homenagem a um dos trechos mais perigosos do famoso rally: o deserto de Ténéré, situado mais ao sul do Saara.
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Da antiga 750 cc, a nova XT1200Z herdou o nome e a fama, mas, esta última é outra moto.


Mas, este ano, a Yamaha revelou aquela que será a sucessora da 750: a XT1200Z Super Ténéré, dotada de motor dois cilindros paralelos de 1.199 cm³. Ela também tem torque avançado de 11,6 kgm @6.000 rpm: muita força em baixa ou média rotação. Neste modelo, os engenheiros também primaram por deixá-la mais ágil e precisa nas estradas, mesmo nas mais sinuosas. A moto, em relação à sua antecessora, ficou mais confortável e prática para o carona e para a bagagem. Os quesitos segurança e versatilidade ficaram por conta da tecnologia aplicada na sua produção.
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Muita tecnologia, muito conforto e segurança: itens importantes da nova Ténéré.


A nova Super Ténéré veio para brigar no mercado com a já bem sucedida BMW GS1200, outra big-trail de respeito. Alguns detalhes técnicos, inclusive, foram "chupados" da alemã pela japonesa, tais como: controle de tração, transmissão por eixo-cardã e freios ABS. Detalhes como estes resultam em maior conforto e prazer em pilotar. A nova Ténéré ainda conta com dois faróis dianteiros, banco mais largo para piloto e carona, pára-brisas regulável, malas laterais (alforjes) com acabamento em alumínio, tal qual sua concorrente. E, finalmente, chegamos às diferenças entre as duas: a motorização.
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A iluminação dianteira conta com dois faróis potentes e visualmente bonitos, mas "chupados" de sua concorrente direta, a BMW GS1200.


Enquanto na BMW o motor possui cilindros opostos, os da Super Ténéré são paralelos, o que resulta em maior compactação dos blocos, no torque garantido tanto em baixa como em alta rotação, além de potência de sobra. A Ténéré é refrigerada a líquido e trabalha sob o sistema de duplo comando de válvulas (DOHC), com duas velas por cilindro e é alimentado por injeção eletrônica. Em termos de potência, são cerca de 110 cv @7500 rpm. 
Na big-trail japonesa, ainda foi adequada a aceleração eletrônica, sistema este batizado pela Yamaha de YCC-T (Yamaha Chip Controlled Throttle), que tem um feedback mais preciso ao girar a manopla do acelerador. Como tudo isso não bastasse, o motor da Super Ténéré XT1200Z conta com dois "modos de funcionamento": Sport, para uma pilotagem mais agressiva, e Touring, para as tocadas mais amenas, como nas viagens em terrenos mais tranquilos, por exemplo.
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Os alforjes laterais são feitos em alumínio e dão maior proteção à bagagem do viajante.

O sistema de tração da Ténéré é pura tecnologia: Traction Control System, ou TCS, criado para evitar derrapagens da roda traseira em terrenos muito escorregadios ou de baixa aderência. Este sistema possui três níveis de funcionamento: o nível 1, ou TCS1, é o convencional e funciona em qualquer ocorrência de derrapagem da roda traseira. O outro, TCS2, de ação "retardada", permite que a traseira escape em situações de pilotagem mais agressiva, nas aventuras off-road. Com dois discos na dianteira e um na traseira, ela ainda é dotada de freios ABS unificados que, segundo a própria Yamaha, um dos sistemas mais avançados de freios já desenvolvido pela japonesa.
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Freios ABS unificados, contando com dois discos na dianteira e um na traseira, garantem freadas justas e sem derrapagem. Além disso, a Ténéré conta com a tecnologia TCS, de controle de tração.


O quadro da Ténéré 1200 foi construído com base em aço, no lugar do alumínio, por proporcionar mais força ao conjunto, o que é tremendamente indispensável em cenários off-road pesados. A medida do pneu dianteiro é de 110/90 R19 e o traseiro é de 150/70 R17 e, apesar de as rodas serem raiadas, permitem que se use os pneus sem câmara.
O tanque é de 23 litros, uma quantidade razoável, haja vista a finalidade principal da moto. Isso quer dizer que o piloto tem muito combustível para praticar ou mesmo aventurar-se em qualquer terreno. Em suma, uma super moto para grandes aventuras.
A Super Ténéré deve estrear as ruas agora no mês de março, mas, por enquanto, somente na Europa. Em breve, deverá estar rodando na América do Norte para, só então, cair nos terrenos tupiniquins. Nos resta esperar um pouco mais, então.

Especificações Técnicas

MOTOR: Dois cilindros paralelos, DOHC, refrigeração líquida, 4 válvulas - 1.199 cm³ 
DIÂMETRO X CURSO:  98,0 x 79,5 mm
TAXA DE COMPRESSÃO: 11,0 : 1
POTÊNCIA MÁXIMA: 110 cv a 7.250 rpm 
TORQUE MÁXIMO: 11,6 kgm a 6.000 rpm 
CÂMBIO: 6 marchas
QUADRO: Tipo espinha dorsal em tubos de aço
TRANSMISSÃO FINAL: Eixo cardã
ALIMENTAÇÃO: Injeção eletrônica de combustível
SUSPENSÃO DIANTEIRA: Garfo telescópico invertido, com 190 mm de curso
SUSPENSÃO TRASEIRA: Monoamortecida, com 190 mm de curso
FREIO DIANTEIRO: Dois discos em forma de margarida com 310 mm de diâmetro
FREIO TRASEIRO: Disco simples margarida de 282 mm de diâmetro
PNEU DIANTEIRO: 110/80-19
PNEU TRASEIRO: 150/70-17
COMPRIMENTO: 2.250 mm
LARGURA: 980 mm
ALTURA: 1.410 mm
ALTURA DO ASSENTO: 845-870 mm
DISTÂNCIA ENTRE EIXOS: 1.540 mm
TANQUE DE COMBUSTÍVEL: 23 litros 
PESO EM ORDEM DE MARCHA: 261 kg
CORES: Azul e branca

quinta-feira, 11 de março de 2010

Sons Of Anarchy: seriado para quem tem colhões.


 Sons of Anarchy, ou Filhos da Anarquia, em português, é um seriado exibido pelo canal fechado FX. Foi lançado em meados de 2008 e é escrito e dirigido por Kurt Sutter (o mesmo de "The Shield").
Na trama, um motoclube, que leva o nome da série, encabeçado por Clay (Ron Pearlman, que fez o vermelhão Hellboy) mantém a ordem na pequena cidade de Charming, comprando a polícia e os moradores com favores e um certo tipo de proteção. Os integrantes são traficantes de armas e têm todas as suas ações cobertas pelo xerife local. Mas, como as coisas sempre acontecem, problemas de ordens pessoais e sociais vão aparecendo, e todos os personagens, de uma forma ou de outra, vão ganhando seu espaço, mostrando seus dramas, suas raivas, seus lados positivo e negativo.
No entanto, é um seriado para quem tem colhões e, logicamente, para quem curte violência explícita na telinha. Há violência, há tiros e sangue, há discórdias e muito mais. Motociclistas de todo o Brasil (e do mundo): se vocês ainda não viram S.O.A., não sabem o que estão perdendo. Vale a pena cada minuto.

Poster de lançamento da série, com o personagem Jax e seu colete.

Para saber mais:




terça-feira, 9 de março de 2010

Honda DN-01: uma motocicleta como você jamais viu!

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Esta, sim, é diferente. Tanto que, no próprio site da Honda, ela é referenciada como de estilo próprio, sendo, talvez, uma mistura das categorias esporte, touring e estradeiras. Estamos falando da Honda DN-01, a única motocicleta crossover de que se tem notícia.
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DN-01, da Honda: uma das motos mais bonitas já lançadas no mercado.



Dotada de um estilo único, a DN-01 oferece ainda uma posição de pilotagem invejável a outras motocicletas estradeiras, além de detalhes que deixam qualquer rider boquiaberto e louco para experimentá-la. Para começar, foi adotado nesta motocicleta o sistema de transmissão automática, definido pela empresa como Human-Friendly Transmission (HFT). Este novo sistema, inventado para suas motocicletas, utiliza a "transmissão mecânico-hidráulica infitamente variável", da própria Honda, numa configuração compacta e leve, ideal para motocicletas. Fácil de operar, a HFT permite uma notável sensação de conforto na pilotagem, com resposta direta e eficiência na transmissão. O piloto pode escolher entres os 6 diferentes presets para conduzir a moto, dependendo do terreno e das circunstâncias em que vai pilotá-la. Por exemplo: colocando o HFT na posição "D", o piloto não terá que se preocupar com passar marchas; já a posição "S" permite que ela seja pilotada no modo "Sport", na qual o controle passa para as mãos, ou melhor, para os pés do piloto. E a DN-01, exibida no 40° Motor Show de Tokyo, foi a primeira motocicleta a utilizar esse sistema.
As pedaleiras da DN-01 não são como as convencionais e tiveram influência direta das melhores cruisers do mercado: no local, seus pés são confortavelmente colocados em "plataformas", aos invés das barras arredondadas. O sistema de freios, também uma novidade e tanto, foi criado para trazer ainda mais segurança e firmeza nas frenagens: ambos os freios, traseiro e dianteiro, são combinados entre si para prover ainda mais força nas rodas e nas paradas, principalmente, aquelas de urgência. E, como se não bastasse, ainda são equipados com ABS (Anti-lock Breaking System), sistema anti-travamento e derrapagem.
A suspensão traseira é do tipo Pro-Arm®, que distribui uniformemente o equilíbrio e o peso da motocicleta, garantindo mais suavidade em terrenos acidentados. O Pro-Arm® também exige baixa manutenção, além de ter inlcuído uma sustentação de peso reduzido e maior câmera de exaustão.
A DN-01 é ainda equipada com o PGM-FI, sigla para Programmed Fuel Injection. Ele faz com que a distribuição de combustível seja mais eficiente e melhore a resposta do motor, assegurados por 12 injetores de alta-performance. Ufa!
E tem mais: o motor em V é de 680 cc, refrigerado a líquido e conta com 4 válvulas por cilindro. Sua ignição é tecnologia pura: digital transtorizada com avanço eletrônico. Isso resulta em partida rápida em qualquer clima e muito menor desgaste no motor de partida.
Visualmente, a motocicleta é uma verdadeira musa da beleza. É o tipo de moto que chama a atenção por onde passa ou para. Não há como não notar essa maravilha da Honda. O design é exclusivo e ela vem, de fábrica, em uma de duas cores: preta ou vermelho-doce-escuro.
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A DN-01 vem nas cores preta e vermelho-doce.



O preço dela, nos EUA: cerca de US$ 14500. No Brasil, não ficaria por menos de R$ 60 mil.

Imagens:
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O requintado e sofisticado painel digital da DN-01.


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Super-visual: esportivo e agressivo, ao mesmo tempo.

sábado, 6 de março de 2010

Conforto e desempenho na nova KAWA GTR 1400

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Em se falando de motores verdadeiramente potentes, a Kawasaki nunca parou. Com a GTR 1400, uma tour de 4 cilindros, 1.352 cc, 152 cv e muito, muito conforto, muita segurança e alto desempenho, especialmente, para longas viagens, a marca mostra que continua andando bem à frente. Na verdade, o lançamento desta super-tour foi feito em 2007, mas a Kawasaki não parou de trabalhar nos detalhes da motocicleta.
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A Kawasaki 1400 GTR. Uma gran-tour perfeita para longas viagens.


Segundo os engenheiros que a desenvolveram, trata-se de uma motocicleta cheia de especialidades e ingredientes "kawasaki", líder de classe em performance e força, um novo marco no esporte-touring.
Seu motor é baseado no já tecnológico ZZR1400, regulado para torques médios e baixos, o que lhe confere uma força significativa. Refrigerado a líquido, possui 16 válvulas com a tecnologia Variable Valve Timing (Temporizador Variável de Válvula), que determina alto torque em baixas e médias rotações. Esta característica é uma atualização do motor que lhe deu base. Sua retomada de velocidade é algo espetacular: o motor se esforça e gira muito bem nas mais altas rotações.
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Motor ZZR1400: tecnologia VVT, da Kawasaki, 16 válvulas e quatro cilindros em linha.


Graças ao seu sistema de injeção de combustível, a resposta obtida pelo regulador de pressão é única, leve e macia. Ou seja, o piloto não sente a "pancada" do motorzão durante a pilotagem.
Suas linhas elegantes contam com bagageiros e um pára-brisas amplo e de altura regulável, características indispensáveis a motocicletas de sua categoria. O painel de instrumentos, além de mostrar velocidade e outras informações convencionais, ainda apresenta o consumo médio e a pressão dos pneus. Em sua própria ignição, há instalado um sistema anti-furto, o que garante ao proprietário maior segurança ao deixá-la estacionada em locais não muito bem quistos. Uma das curiosidades exclusivas está em seu tanque: o que se vê é um falso tanque, pois o verdadeiro encontra-se embaixo do primeiro, e possui capacidade para 22 litros. Autonomia razoável, já que esta motocicleta deve fazer entre 10 e 12 km/litro: isto resulta em 200 a 264 km, em velocidade controlada (até 110 km/h).
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O sistema de transmissão está ligado à suspensão: denominado Tetra-Lever, a resposta parece ser de uma super esportiva.


A ignição da GTR conta com um novo sistema de reconhecimento de chave, o que dispensa ter que colocá-la e girá-la no "miolo" para funcioná-la. Basta que o comando esteja no bolso e, ao aproximar da moto, seus sistema de partida é desbloqueado e ela entra em funcionamento.
A transmissão é por cardã e a máquina possui câmbio de 6 marchas. Opcionalmente, o interessado pode pagar um pouco mais para ter o ABS total em seus freios, para evitar derrapagens e quedas desnecessárias e indesejadas, evidentemente. Como uma boa turística, a GTR está equipada com um sistema de transmissão final por veio (fila). O sistema de transmissão está ligado ao sistema de suspensão, apelidado de Tetra-Lever. Com quatro pontos de articulação, esta estrutura adapta a sua forma e posicionamento para responder às necessidades de uma condução desportiva, diluindo os defeitos típicos de uma transmissão por "veio", que normalmente é menos suave na ação e menor capacidade de tração.
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Pra você, leitor de Louco por Motos: wallpaper da GTR 1400. Clique com o botão acionado na imagem e, em seguida, com o botão auxiliar do mouse: no menu, clique em"Definir como papel de parede".



Suas maiores concorrentes são: a BMW K1200 GT, a Honda Pan-European e a Yamaha FJR 1300 AS, ainda não disponíveis no Brasil. Na pontuação geral dada pelos testes comparativos feitos pela revista Motociclismo, de Portugual, a GTR 1400 ganhou a batalha, até mesmo no quesito custo x benefício.
Se desejar ver o vídeo da GTR 1400, clique no link abaixo:

http://www.youtube.com/watch?v=NU6CStaPY9U


Nos EUA, ela recebeu o nome de Concours 14. Linda, não acha?


Boas viagens e ótimas estradas a todos.

terça-feira, 2 de março de 2010

Das Antigas: Honda CB 360

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Produzida entre os anos de 1974 a 1976 para ser sucessora da CB 350, a Honda CB 360 era uma motocicleta de dois cilindros em linha e seis marchas, que fez muito sucesso entre os aficcionados da época. Chamava a atenção por já possuir partida elétrica e pedal. Ainda hoje, faz a cabeça de uma grande quantidade de motociclistas que se amarram em raridades.
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CB 360: um marco na história da Honda.


Ela seguiu os passos de sucesso da sua antecessora 350 e chegou a suscitar idéias para a produção da CB 350F, bem como da CB 400F, ambas na mesma década. Seu motor alcançava torques altos e ela se deslanchava muito bem com seu câmbio de 6 marchas. Possuía tanque com capacidade para 11 litros de gasolina, pesava cerca de 178 kg e potência de 34 cv @ 9000 rpm. Alcançava 164 km/h.
Contudo, só não fez mais sucesso devido a alguns pequenos problemas, se comparada a outros modelos:
a - manobrabilidade;
b - performance inferior ao da 350F;
c - perdeu mercado para a Yamaha RD 350.
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Publicidade acerca de CB360G, de 1974.



Hoje em dia, é um tanto raro vermos uma CB 360 rodando pelas ruas, principalmente, em bom estado. Mas, mesmo assim, ela merece um espaço aqui no Louco por Motos, não só pela sua beleza e raridade, como também por ter marcado época, apesar de ser produzida por apenas 2 anos.

Veja o vídeo com esta incrível motocicleta no link abaixo:

http://www.youtube.com/watch?v=qnj0Y5PFvTw

Motoabraços.