sexta-feira, 27 de maio de 2011

Confederate, a marca; Wraith, a máquina

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Para quem nunca ouviu falar, a Confederate é uma empresa norte-americana que produz, não simplesmente motos, mas verdadeiras máquinas sobre duas rodas. De suas mais famosas produções, vamos sacar qual é a da B120 Wraith (difícil pronunciar, mas é algo como "ur-eif"), um tornado de classe 5. São 126 cv de potência, gerando torque de 130 pés-libra por segundo (se seu organismo tivesse essa potência, seria capaz de diluir algo como 151 kilocalorias por hora! Quão bom seria não nos preocuparmos com massas e doces e comida demasiada...) Mas, vamos ao que interessa, certo?

A B120 pode alcançar 185 mph, ou o equivalente a 297,7 km/h, mas, o que mais impressiona, mesmo, são seu visual - ao mesmo tempo, inovador, esportivo e agressivo -, o acabamento de primeira qualidade e sua exclusividade, pois, não é em qualquer lugar que veremos uma moto dessa estirpe.
Seu tanque é pequeno, cabendo somente 11,35 lts de combustível, mas não é uma moto feita para viajar e, sim, para curtir o final de semana e dar umas bandas com os amigos. Mas, nada o impediria de pegar um pedacinho de bom asfalto para abusar do acelerador da B120.

O preço sugerido dessa belezinha, nos EUA, é de cerca de 90 mil dólares, pois é uma máquina completamente feita a mão e exclusiva. Para rodar com uma máquina dessas em terras tupiniquins, além de ter que pagar, no mínimo, uns 200 mil reais, ainda teríamos que passar por burocracias intermináveis, até que a moto fosse aceita para circular. Se bem que, dá até dó colocar uma B120 na maioria das ruas e avenidas das cidades brasileiras que, vergonhosamente, ainda são boas para equinos.






Link para a Confederate:

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Suzuki B-king 2011: Um conceito se torna realidade!

Texto extraído do site GPS Suzuki, concessionária autorizada da marca.

A revolucionária GSX1300 B-King da Suzuki é agora uma produção nacional da J Toledo Suzuki Motos do Brasil para todos os apaixonados por motos. Assim, ocorreu uma diminuição no valor final desta poderosa máquina, tornando o sonho de tê-la mais próximo de ser realidade.

Apresentada ao público pela primeira vez como moto-conceito, a B-King é tão surpreendente e singular que estabeleceu uma revolução de estilo no Salão das Duas Rodas de Tóquio em 2001. Seis anos depois, o conceito tornou-se realidade.
Com design inovador, esta máquina tem toda a tecnologia de uma Suzuki. Cada vez que um cliente olha para a B-King, tem o prazer de uma nova descoberta. Cada um de seus componentes foi projetado com a intenção de oferecer algo novo e interessante.
Suas peças foram desenhadas com a incorporação de um motivo comum para formar uma imagem integrada ao final. O motivo selecionado foi o pentágono, elegido pelos criadores da Suzuki para representar os conceitos "forte e poderoso" e" avançado e inovador ". O motivo do pentágono concebe os fatores principais da B-King comercial: a imagem poderosa do modelo de exposição original desta máquina e os avanços tecnológicos que se incorporaram a ela nos seis anos transcorridos desde o Salão de Tóquio.
O pentágono também pode se juntar a um quadrilátero e um triângulo. Nesta moto o quadrilátero simboliza "força e estabilidade" e o triângulo simboliza uma imagem "avançada e refinada".
A B-King lançada como modelo comercial é sem dúvida idêntica a moto-conceito exposta no salão de Tóquio. Uma vez que sua imagem reporta fielmente uma imagem atrevida, nova e robusta do modelo exposto, o design desta moto reflete a evolução dos conceitos de desenho e tecnologia da Suzuki.
A Suzuki testou a B-King nas auto-estradas alemãs para aperfeiçoar seu motor e a pilotou em sinuosas estradas do sul da França para afinar a dirigibilidade. Mas você não precisa falar uma língua estrangeira para saber o que isso significa: poder e desempenho.

O motor imponente da B-King, com 1340 cc, quatro cilindros em linha, 16 válvulas, DOHC e injeção eletrônica de combustível, foi desenvolvido com a mais alta tecnologia da Suzuki e com a mesma excelência da linha "GSX-R", já consagrada nas pistas de corrida.
Esta máquina apresenta transmissão de seis marchas e um Limitador de Retorno de Torque Suzuki (SCAS), operado hidraulicamente. O SCAS reduz a quantidade de força necessária no manete para acionar a embreagem e suaviza os trancos nas reduções de marcha, contribuindo para o aumento do conforto e segurança do piloto.
Independentemente do estilo de pilotagem, a B-King impressiona. A GSX1300 B-King conta com um sistema digital de seleção de modo de pilotagem (S-DMS ? Suzuki Drive Mode Selector), que permite ao piloto selecionar o modo de pilotagem de acordo com sua preferência ou sua necessidade. O modo "A" fornece uma resposta rápida a aceleração e máxima potência do motor, enquanto o modo ?B? fornece uma resposta mais suave a aceleração e reduz a potência do motor, ideal para pilotagem em pistas sinuosas ou dias chuvosos.

O Módulo de Controle do Motor (ECM) provido de um poderoso computador de 32 bits e 1024 KB de memória, controla o Sistema de Dupla Válvula de Borboleta Suzuki (SDTV - Suzuki Dual Throttle Valve). Esse sistema proporciona um melhor desempenho, para que se obtenha máxima eficiência na combustão, resposta à aceleração além da diminuição no consumo de combustível.
Um radiador de formato curvado de grande capacidade é acompanhado de duas ventoinhas elétricas de 160 mm, garantindo um controle preciso da temperatura de funcionamento do motor.
A B-King, assim como toda a linha de motocicletas Suzuki, conta com um sistema de Injeção de Ar na Saída de Escape (PAIR - Pulsed Secondary Air Injection), controlado pelo ECM. Este sistema injeta ar fresco da caixa do filtro de ar na saída do escape, permitindo a combustão dos hidrocarbonetos não queimados. Além disso, a B-King possui um catalisador de grande capacidade no sistema de exaustão, juntamente com um sensor do oxigênio. Esses sistemas reduzem as emissões de poluentes ao meio ambiente. Devido a essas tecnologias, a B-King atende ao padrão EURO 3/ PROMOT 3.
Sua suspensão dianteira KYB de alta qualidade tem garfos invertidos com modernos ajustes de pré-carga da mola, força de retorno e compressão. A suspensão traseira KYB é igualmente ajustável e trabalha com uma balança articulada tipo link.
O eficiente sistema de freio foi concebido exclusivamente para esta moto. Nele, o motivo do pentágono é sutil, visto apenas por certo ângulo. O freio dianteiro tem pinças Nissin montadas radialmente com quatro pistões opostos. Um cilindro mestre radial melhora a sensibilidade do piloto no acionamento do manete de freio. Os dois discos flutuantes do freio dianteiro medem 310 mm de diâmetro e 5,5 mm de espessura. A pinça deslizante de pistão único do freio traseiro opera sobre um disco de 260 mm.
Um painel especialmente projetado e construído no módulo do farol é centrado em torno de um tacômetro analógico com um visor LCD à direita.  Este tem velocímetro, indicador da marcha engatada, relógio, hodômetro total, hodômetros parciais, intervalos de manutenção, tempo de pilotagem, velocidade média, nível de combustível, temperatura do motor e o modo de Seleção de Pilotagem S-DMS. Além disso, possui indicadores de seta, injeção eletrônica, temperatura do líquido de arrefecimento, pressão de óleo, neutro e uso do farol alto.
O piloto poderia passar horas apreciando os refinados detalhes da B-King. O suporte das pedaleiras com formato suave, interruptor de ignição montado no tanque, pintura cromada e a textura de cada peça são alguns dos muitos detalhes com excelente acabamento.
A GSX1300 B-King nacional está disponível nas cores preta, cinza e branca a R$ 52.900,00 (*). Para obter mais informações, entre em contato com a Central de Vendas GPS Suzuki pelo telefone (011) 2485-4900, mande um e-mail  vendas@gpssuzuki.com.br ou acesse o site www.gpssuzuki.com.br.

(*) Valor de tabela sujeito a alteração sem prévio aviso.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Dafra importará MV Agusta

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A marca tupiniquim Dafra, que já importa seus motores e peças das chinesas Loncin, Lifan e Zongshen, passará a montar, em suas instalações em Manaus, alguns modelos da MV Agusta, a serem comercializados no Brasil até o final do ano.
A notícia, para o mercado brasileiro, não podia ser melhor: elas chegarão em maior quantidade, garantindo melhores preços e garantia de reposição de peças. Para a marca italiana, o Brasil é um país cada vez mais integrado ao mercado de motos maiores, inclusive, as esportivas, que fazem a cabeça de muitos jovens.
Por outro lado, o consumidor pode ficar um tanto receoso ou, ao mesmo tempo, esperançoso. O fato é que há reclamações a respeito da marca Dafra, em relação a peças e também ao seu próprio funcionamento e estrutura. Por um prisma, isso pode dificultar a aproximação do consumidor com a joint venture feita com a marca italiana. De outro, a MV Agusta pode dar um up no imaginário coletivo, fazendo com que os fãs da marca vejam que a Dafra mudou, já não é mais a mesma marca que rendeu até mesmo um vídeo, distribuído largamente na internet, que satiriza o comercial feito para a TV.
Com a junção das duas marcas, a MV Agusta F3, como a do modelo acima,
poderá estar rodando em nossas ruas até o início de 2012. Vivas à iniciativa Dafra.

O que resta ao consumidor é esperar e torcer para que a parceria dê realmente certo. Nós, motociclistas, só temos a ganhar.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Kzuki, Jialing, Loncin, Zongshen... Invasão chinesa no Brasil

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Ultimamente, temos visto uma invasão não só de produtos de pequeno porte, como também de automóveis e motocicletas oriundos de terras chinesas. Marcas de nomes engraçados, às vezes, difíceis de se lembrar, vão surgindo em forma de montadoras e revendedoras dessas marcas. E, nas ruas, a invasão continua, já que hoje é muito comum nos depararmos com as chinesinhas. Isso é sinal de boa aceitação, senão, de preços compatíveis com a realidade do bolso do brasileiro (pelo menos, da maioria). Em se tratando de concorrência, ótimo, porque isso faz baratear também os custos das marcas mais famosas, se elas não pretenderem entrar em colapso. Mas, e em termos de manutenção? É fácil encontrar peças de reposição por aqui? A revenda é garantida? Essas motos são realmente boas? Foi o que o Louco por Motos tentou descobrir.

Kzuki Motos
A Kzuki chegou ao mercado brasileiro por volta de 2009 trazendo, primeiramente, minimotos, motos off-road e quadriciclos, entre 50 e 250 cc. Mais recentemente, a marca trouxe para as terras tupiniquins modelos urbanos para o dia a dia, com 150 cc, e esportivas de 250 cc. De acordo com os comentários de clientes dessa marca, tratam-se de motos ágeis e econômicas, perfeitas para os trechos urbanos. Seus modelos esportivos puxam muito da Kawasaki e, suas customs, rebuscam o classicismo das Harleys maiores (mas, acabam pecando, devido, evidentemente, às proporções). Ainda de acordo com proprietários de algumas destas marcas, se as motos trouxerem algum problema de fábrica, a assistência é garantida e, se for o caso, trocam a peça na hora. Isso quer dizer que a marca preocupa-se com seu cliente. O problema é que sua rede não é lá tão grande, o que dificulta para aqueles que desejam comprar uma Kzuki, mas mora longe de uma concessionária. Em todo o estado de São Paulo, , por exemplo, há um representante na cidade de Americana. No Espírito Santo, apenas um em Venda Nova dos Imigrantes. Mas, é em Minas Gerais que a Kzuki conta com mais representantes: Belo Horizonte, Pará de Minas, Manhuaçu, Itaúna, Betim, Contagem, Passos, Conselheiro Lafayete, Alfenas, Conceição do Mato Dentro, Uberlândia, Ouro Preto, Bom Despacho, Caratinga e Paraopeba (informações tiradas do próprio site). Se você não mora ou está longe de uma dessas localidades, não pense em comprar uma moto a qual não terá assistência na hora que realmente precisar.

Modelos mais recentes da Kzuki no Brasil. Motores de 150 a 250 cc,
feitos especialmente para trechos urbanos.

Loncin Motos
A Loncin é quem fornece a tecnologia e as peças para a montagem das novas Amazonas (leia sobre as antigas Amazonas clicando aqui), no Brasil. Além de ter comprado os direitos do uso do nome, a Loncin fez algumas modificações necessárias para que a Amazonas pudesse acompanhar o mercado e tornar-se mais competitiva. E está fazendo sucesso. A marca é representada pela AME Amazonas. Outra moto que a Loncin trouxe para o mercado tupiniquim, e que já enfrentava o chão mexicano, foi um modelo de 600 cc, novidade até mesmo para o mercado chinês, que costuma trabalhar em cilindradas menores. A moto, do tipo naked, promete dar trabalho para marcas de mais renome, haja vista a economia que os motores chineses proporcionam. Para se ter ideia, o modelo LX250h, de 250 cc e que roda no México, faz 40 km com apenas um litro de gasolina (há de se considerar, também, que por incrível que pareça, a gasolina mexicana é melhor do que a nossa, fator este que influencia muito no consumo e na performance dos motores). Não foi encontradas informações a respeito da assistência técnica para essa marca no Brasil, apesar de haver representantes oficiais da Amazonas em: Curitiba-PR, Vitória da Conquista-BA, Taguatinga-DF, Uberlândia-MG, Parnaíba e Teresina-PI, Belém-PA, Formosa-GO, Santos-SP, Volta Redonda-RJ e outras localidades. Assim mesmo, cai no mesmo problema da Kzuki, isto é, falta muito ainda para a marca prestar serviços em grande parte do país.
Modelo de 250 cc da Loncin: econômica, bonita, mas, com assistência
técnica ainda a desejar, em termos de localização.
Zongshen
A CR Zongshen já chegou fazendo barulho, mas em silêncio. É que, numa negociação sem a necessidade de holofotes, a chinesa negociou com a Kasinski, adquirindo 100% do capital da brasileira. Desde 2009, os proprietários de kasinskis estão, na verdade, sobre motores com carimbos chineses, mesmo que ainda fabricados no Brasil. Hoje, a Kasinski conta com diversos pontos de serviços e assistência técnica e, até onde é sabido, a marca tem respeitado seu consumidor, mesmo porque precisava ter seu naco de participação no mercado de duas rodas. No entanto, a Zongshen traz para nosso país a sua própria marca adesivada no tanque, pelo menos, por enquanto. Talvez, em algum tempo, ou a Kasinski muda de nome, ou a Zongshen adaptará seu nome para a marca brasileira.
A ZS 250 GS é promessa da Zongshen para o mercado brasileiro.
Modelo de 600 cc, bem semelhante à GTR 600 da Kasinski

Jialing
A marca já é conhecida por nós por meio da Traxx, que importa a tecnologia chinesa e aplica nas motocicletas que comercializam por aqui. Em termos de assistência técnica, a Jialing ainda engatinha no Brasil, já que as revendas Traxx ainda não se dissiparam tanto por aqui. Em relação às Traxx, infelizmente, devo dizer que boa parte de seus proprietários tem reclamado bastante: as motos de 250 cc, por exemplo, em menos de um ano apresentam problemas graves, como quebra espontânea do escape (normalmente, na posição da solda de emenda), ruídos excessivos, enfim, não a acham tão confiável. De fato, isso não é um problema só da Traxx, mas, de muitas marcas orientais. Há quem diga que são produtos descartáveis - realmente, é difícil imaginar uma dessas motos funcionando bem daqui a 10, 12 anos, como funcionam as Hondas e Yamahas da vida.
Jialing 600 cc: será que dará trabalho ao mercado ou ao proprietário?
A invasão chinesa ainda se completa com outras marcas (no Brasil, já são 30, ao todo): Guangdong, Shineray, Zhejiang, Chituma e Panyu são algumas delas. Esperemos, contudo, qualidade e não quantidade, porque, sabe-se bem, o Brasil é um lugar de contrastes: ao mesmo tempo que exige qualidade, não oferece tanta (é só notar a situação das nossas avenidas, ruas, rodovias e outras vias).

quarta-feira, 4 de maio de 2011

KTM 690 Enduro R: pronta para qualquer desafio


Se você consegue dizer “Hard Enduro” o que você quer mesmo dizer é “LC4”. Os modelos KTM LC4 sempre deixaram sua marca nessa categoria.
Peso baixo, ótima performance, tecnologia off-road reforçada e a última palavra em confiança sempre foram seus valores primordiais e o que é necessário para fazer da 690 R a maravilhosa motocicleta que ela é.
Exuberantes 275 mm de curso de suspensão desconsideram até o maior dos buracos. Competentes pneus Pirelli MT21 padronizados garantem tração confiável desde a partida. Graças às recém-desenvolvidas mesas “triple clamp” as curvas ficaram mais precisas e a 690 Enduro R da linha 2011 está mais ágil do que nunca. Componentes funcionais de alta qualidade cheios de detalhes bem pensados agüentam facilmente qualquer contato com o solo. Então há o motor, que para um monocilíndrico é altamente refinado, rodando
suavemente até no tráfego da cidade graças à sua injeção eletrônica sofisticada e controle “ride-by-wire” e possui poder de sobra para rodar em estradas secundárias. Finalmente, três mapeamentos diferentes permitem ao piloto ajustar a resposta do motor para a situação atual. Resumindo – para onde você for, esta motocicleta vai junto.
- Tipo de motor: monocilíndrico, 4T.
- Cilindrada: 654 cc
- Partida: elétrica
- Transmissão:  6 marchas, corrente
- Capacidade do tanque: aprox. 12 L
- Peso aprox.: 138,5 kg (sem combustível)
- Motor dinâmico LC4 monocilíndrico de 4 tempos, injeção eletrônica, eixo balanceador, embreagem APCT com sistema anti-travamento, 6 marchas.
- Potência máxima: 46 kW/62 cv, emissões: Euro 3
- Escapamento de aço inoxidável com catalisador
- Quadro de aço em treliça, tanque traseiro auto-sustentável
- Suspensão WP totalmente ajustável; curso dianteiro e traseiro de 275 mm
- Freios Brembo de alta qualidade
- Pneus esportivos Pirelli MT 21 aro 21 e aro 18, perfeitos para off-road
- Gráficos esportivos – Agora com mesa “triple clamp”, que proporciona curvas mais precisas e muito mais agilidade.

Seguro de vida a Motoboys

 
A partir de agora, motoboys do Estado Rio têm direito a um seguro de vida, contra acidentes pessoais e danos causados por terceiros, no valor mínimo de R$ 50 mil. O direito está assegurado pela Lei 5.952, publicada ontem no Diário Oficial. A determinação vale tanto para as empresas que têm frota própria de motoqueiros quanto para aquelas que terceirizam o serviço de entrega.
A lei que foi sancionada pelo governador Sérgio Cabral passou pela Assembléia Legislativa do Rio (Alerj) em 2009. O então projeto de lei, de autoria do deputado Paulo Melo (PMDB), previa que os entregadores que usam bicicletas, conhecidos como bike boys, teriam que receber de seus empregadores um kit de equipamentos de segurança – composto por capacete, colete para favorecer a visualização, dispositivos de iluminação, sinalização dianteira, traseira, lateral e nos pedais da bicicleta, campainha e espelho retrovisor. Esse benefício, entretanto, ficou fora do texto final, publicado ontem no Diário Oficial.
A fiscalização do cumprimento da lei ficará sob responsabilidade do DETRAN. As empresas que não cumprirem a determinação e não fizerem o seguro para os motoboys estão sujeitas a punições estipuladas pelo Código de Defesa do Consumidor.

Mercado de motos registra alta

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A frota nacional de motocicletas cresceu 409% entre 2000 e 2010 e hoje conta com 16,5 milhões de unidades. Nesses dez anos, segundo Abraciclo associação que reúne os fabricantes de motocicletas, o Nordeste foi à região que correspondeu pela maior expansão do mercado, com 540%. No entanto, é no Sudeste em que se concentra o maior número de motos. Só no estado de São Paulo conta com mais de 6,7 milhões, o que corresponde a 41% da frota nacional. Os motociclistas paulistas são seguidos pelos mineiros ( 11% e um total de 1.866.148 motos) e paranaenses (6% com 1.071.174 veículos). A região Centro-Oeste tem pouco mais de 9% das vendas de motos no país.
As otimistas previsões de entidade para 2011 são de comercializar 2 milhões de unidades no atacado. Ou seja, 9,5 a mais em relação ao ano passado. Aliás, a produção deverá ter um incremento da ordem de 13,3% e atingir a marca de 2.060.000 de unidades fabricadas no pólo industrial de Manaus (AM).
Contudo, após o turbilhão gerado pela crise econômica mundial, no final de 2008, o setor das duas rodas vem obtendo resultados positivos. No primeiro trimestre de 2011º segmento teve um aumento de 23% nas vendas (atacado) e de 32% na produção de motocicletas. De acordo com a entidade, as vendas das fábricas para as revendas tiveram um aumento de 5% comparado a fevereiro e de 2,5% ante o mês de março de 2010. O setor de duas rodas produziu 533.082 unidades fabricadas e registrou 32,6% de crescimento. Segundo a Abraciclo, o segmento de duas rodas já apresenta índices semelhantes aos obtidos na época pré-crise, em 2008.
 
Fonte: Jornal Correio do Estado – Campo Grande-MS.