sábado, 18 de fevereiro de 2012

Triumph Bonneville 2012: modernidades de uma lenda.

Quem já não ouviu falar na marca Triumph, fabricante de motocicletas? Pelo menos, no meio motociclístico, posso apostar que todos ouviram, ao menos, o nome. E do modelo Bonneville, criada nos anos 50, e que foi uma máquina de tirar o sono dos mais afoitos da época? E ainda hoje, mais de 50 anos depois, a Bonneville ainda enlouquece corações e mentes.

Pode-se dizer, com certeza, que é um dos mais famosos nomes do motociclismo. Uma lenda que mantém excelência em sua engenharia desde que foi lançada pela primeira vez, no mercado inglês. A Triumph, para quem ainda não sabe, foi criada em 1887 e funcionou até o ano de 1902. Retornou ao mercado na década de 90 e tornou-se rapidamente um objeto de desejo em boa parte do mundo.
Em relação à Bonneville, ela tornou-se um ícone de rebeldia e independência naquela época, e agora, mais moderna, ainda carrega esse apelo, com seu estilo baixo e motorzão de 850 cc. Quando foi lançada, nos anos 50, o motor era de apenas 65 cc e já fazia um sucesso estrondoso!
No coração, o motor 865cc paralelo é alimentado por injeção-eletrônica, o que faz com que sua partida seja rápida, suave e precisa, além, é claro, de capacitá-la aos padrões de proteção ambiental.  Nesse sentido, o que intriga é que o corpo dos tradicionais carburadores foi empregado na estrutura da moto para disfarçar o regulador de pressão, usado na injeção. Essa estratégia foi utilizada a fim de se “manter”  o estilo clássico da moto, sem confundi-lo com o moderno.
Seu novo chassi oferece suavidade na pilotagem e, ao mesmo tempo, agilidade, facilitado também, em parte, pelas rodas de liga-leve de 17”, e baixa altura do banco em relação ao chão. Essas características fazem com que ela possa ser pilotada tanto por jovens quanto por pessoas mais experientes, sem perder seu estilo e sua classe.
Uma vasta gama de acessórios estão disponíveis para a Bonneville. O motociclista poderá deixar sua Triumph ao seu estilo. 


Recall dos quadriciclos TRX 420 da Honda


São Paulo, 13 de fevereiro de 2012 – A Moto Honda da Amazônia Ltda., pautada por seu princípio de respeito aos clientes, convoca os proprietários dos quadriciclos modelo TRX 420, conforme os chassis listados na tabela abaixo, a comparecerem a uma concessionária Honda habilitada em quadriciclos, a partir de 27 de fevereiro, para substituição do braço superior da suspensão dianteira direita.
Em algumas unidades poderá haver o rompimento de uma das soldas do componente, afetando a dirigibilidade do veículo, com risco de colisão e/ou queda.
VersãoTRX 420 FOURTRAX - ANO/MODELO 2011
DEATÉ
4x2 (TM)9C2TE3400BR0002769C2TE3400BR000398
4x4 (TM)9C2TE3500BR0022459C2TE3500BR002829

No endereço www.honda.com.br/recall/motos é possível confirmar os chassis envolvidos na ação preventiva.
A relação de concessionárias habilitadas em quadriciclos pode ser obtida na Central Exclusiva de Atendimento pelo 0800-701-3432 (de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h) ou no endereço www.honda.com.br/concessionarias (selecionar “Estado”, “Cidade” e “Segmento”: quadriciclos).

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Que moto comprar?

Cada um tem um estilo de vida, concorda? Da mesma forma, cada motociclista tem seu estilo predileto, manda melhor em determinado tipo de moto (outros poucos dominam qualquer máquina), enfim, criam uma "identidade" com a categoria a qual sua moto pertence. Até aí, tudo bem.
O mais difícil, acredite, é quando o motociclista quer mudar seu estilo - o que não é raro. Ou ele fica completamente perdido no início, ou cai de cara em um estilo que, logo vê, não era aquele que pensava ser, ou fazer parte. Tudo bem, e daí? Basta vender a moto que comprou por engano e compra outra. Mas, além disso, há algo mais: nosso cérebro, à medida que o tempo passa, vai se acostumando à novidade, e tudo passa a fazer um novo sentido. Porque motociclismo é paixão. O coração passa a bater diferente, num compasso mais louco, motivado pela adrenalina que o andar sobre duas rodas e um motor oferecem.
Quando o motociclista se acostuma com sua máquina, ela passa a ser, não mais um veículo em sua posse, mas sim, uma extensão de seu próprio corpo. O motociclista até sente, em alguns casos mais do que em outros, todas as perfeições e imperfeições do terreno, da estrada em que ele anda. Pois, sua moto dá continuidade à coluna vertebral (ou o contrário, dependendo do ponto de vista).  O contato com o chão parece ser - e geralmente é - mais próximo, o que o torna um elemento cercado de vento e liberdade mas, ao mesmo tempo, um frágil objeto da irresponsabilidade.
Sim, pilotar uma moto é a pura sensação de prazer, mas exige muito mais respeito por parte do motociclista do que ele próprio imagina. Esse respeito, traduzo, está na responsabilidade que o motociclista deve possuir, bem como na vontade que ele tem de viver - sem falar, na possibilidade de atingir e/ou ferir os corações de terceiros para sempre. Mas, não estamos aqui para falar sobre isso.
O importante, meu caríssimo companheiro motociclista, é que você saiba curtir cada km de sua vida sobre duas rodas. Temos, sem sombra de dúvida, muito mais agilidade no trânsito do que os motoristas de veículos maiores; temos, com mais certeza, ainda, um grau de liberdade muito maior em viagens por rodovias afora, maior contato com os elementos da natureza, do que quem viaja de carro ou ônibus e caminhões. Devido a isso, e por isso ser tão gostoso - e, posso dizer, não é pra qualquer um -, é que devemos aproveitar da melhor forma possível, com o máximo de respeito pela máquina, pelas vias e, principalmente, por nós mesmos.
Não importa o seu estilo, ou a categoria de sua motocicleta: meu caro, você é um cara único sobre sua moto. Conduza-a de maneira a trazer-lhe sempre satisfação e nunca o contrário. Sentir o vento na cara, ouvir o barulho do motor, tudo isso é prazeroso e faz querer mais! Se não se satisfizer com uma determinada categoria de moto, compre outra, de outro estilo. Experimente. Viva. E um motoabraço!