domingo, 25 de dezembro de 2016

BMW S 1000 XR: uma verdadeira motocicleta 3 em 1

A BMW acaba de lançar um modelo “3 em 1” no mercado. Trata-se da BMW S 1000 XR, uma motocicleta com a dinâmica das esportivas, o conforto das tourings e a versatilidade de uma adventure. A S 1000 XR é a primeira motocicleta esportiva de aventura produzida pela BMW, resultado desta combinação de estilos.



Motor

Seu motor de 4 tempos é um convite à estrada: são 999 cilindradas com potência, 4 cilindros em linha, 16 válvulas com duplo comando, 160 hp a 11.000 rpm e torque máximo de 112 Nm (ou 11,42 kgfm) a 9.250 rpm. A refrigeração do motor é mista, ou seja, líquido e óleo.
O tanque tem capacidade para 20 litros e, levando em consideração a autonomia dessas motos crossover, pode rodar cerca de 340 quilômetros sem abastecer.

A BMW trabalhou o motor da S 1000 XR para deixá-lo mais linear e favorecer o torque, o que a diferencia da S 1000 RR, que tem uma proposta mais esportiva (com 199 cv de potência, contra os 160 da XR).

Suspensão eletrônica

Ela conta com mapeamento de potência, em três modos: Rain, Road e Dynamic. Assim, é possível ter respostas da moto em diferentes condições de pilotagem. Ela também vem equipada com o sistema Dynamic ESA, que permite controlar os modos de condução, gerenciando a distribuição de potência do motor com um simples apertar de botão.
É possível, ainda, ao piloto controlar as ações dos freios ABS, deixando-o mais, ou menos, ativo, característica que proporciona à S 1000 XR muito mais segurança, especialmente, nas curvas, quando se tornar necessário frear a moto.


Em resumo, as suspensões da XR oferecem conforto, até mesmo em estradas ruins e cheias de buracos. Oferecem ótima estabilidade em curvas, como se fosse uma esportiva (aliás, não fosse o visual dela, seria fácil pensar que você está pilotando uma esportiva, ao invés de uma crossover).
Facilidades e Tecnologia
A BMW S 1000 XR vem equipada com:
- Piloto Automático e Riding Mode Pro
- Aquecedor de manoplas
- Controle Eletrônico de Suspensão Dinâmico (Dynamic ESA)
- Suporte para GPS

É para a terra?

Não, exatamente. Afinal, meter uma moto de mais de 70 mil reais na terra beira à sacanagem, certo? (rsrsrs) Bom, falando sério, a proposta da BMW não é a de fazer da XR uma aventureira, não mais que seu estilo. De qualquer forma, se precisar rodar em estrada de terra, ela vai bem, também, desde que o piloto tenha bom senso e não exagere.
Suas rodas são de 17 polegadas, o que ajuda um pouco em terrenos de chão. Porém, o aro ideal para isso é de 19 ou 21 polegadas.


Conclusão

Uma das reclamações dos pilotos em relação à S 1000 XR é a vibração sentida nas mãos, especialmente, em altas velocidades. Isso remete um pouco às esportivas, mas não chega a ser incômodo.



Visual impecável, tecnologia de ponta, motorzão que responde com fineza (e esperteza), a BMW S 1000 XR atinge bem seus objetivos, que é ser uma estradeira de respeito com o conforto das aventureiras.
O preço sugerido, por volta de R$ 70 mil, realmente, não é seu chamariz, mas, quem consegue comprá-la, tem nas mãos não só uma motocicleta, mas uma “3 em 1” muito bela, potente e que adora viajar.


domingo, 4 de dezembro de 2016

Indian Springfield no Brasil

A maior concorrente da Harley-Davidson, a Indian Motorcycles, aportou no Brasil há pouco mais de um ano, trazendo modelos fantásticos, como a Scout, Chieftain, Roadmaster, Chief Classic e a Chief Vintage, cada qual a seu tempo. Foi muito pra galera, já que os preços delas por aqui não são tão animadores. Mas, enfim, tem o seu naco de mercado, caso contrário, não viria para terras tupiniquins.






 Para 2017, uma novidade: a Indian Springfield, que também passará a ser montada em Manaus. Ela competirá com a Road King, da Harley, de forma renovada e com um novo motor, denominado Thunder Stroke 111, de 1.811 cc e com o peculiar visual clássico da maioria das Indians.

Particularidades

A Indian Springfield, apesar de remeter ao clássico, conta com tecnologia atual e equipamentos que visam o auxílio ao piloto, focando na segurança e no conforto de quem está sobre ela. Portanto, itens como: acelerador eletrônico, indicador de pressão dos pneus no painel, freios ABS, keyless start (partida sem chave), pedaleiras de passageiro ajustáveis e outros mimos fazem dessa obra motociclista um objeto de desejo. Sem falar, claro, na inigualável sensação de pilotar uma touring.

Motor

O propulsor V2 de 1.811 cc da Springfield gera 16,47 Kgfm de torque e potência de... curiosamente, o fabricante não informa a potência desse motorzão. Mas, podemos imaginar que sejam algumas boas dezenas de cavalos (por favor, quem souber e quiser informar nos comentários, agradeço). :)



Chassi e Dimensões

Ela utiliza o mesmo chassi da Indian Chief, sendo um pouco mais leve do que sua irmã mais velha, devido à falta das carenagens existentes na Chief.
A suspensão dianteira, do tipo telescópica, possui tubos de 46 mm e curso de 119 mm de dupla mola. A traseira é do tipo monoamortecedor, com 114 mm de curso, com possibilidade de ajustes na pré-carga e na compressão.
Freios ABS a disco, ambos de rotor flutuante, com 300 mm de diâmetro, sendo um na dianteira e dois na traseira, oferecem frenagem confiante e segura. Os pneus de fábrica são Dunlop® Elite 3 130/90B16 73H  (frente) e Dunlop® Elite 3 Multi-Compound 180/60R16 80H (traseiro).



Preço

Bom, agora, vem a parte mais amarga para o consumidor brasuka: o preço. A Springfield vem em duas cores, sendo estas as características principais na diferença dos preços entre estes modelos. A de cor preta custará R$ 91.900,00 e, a bicolor (cinza e vermelha), R$ 94.900,00. Por nada, não, mas essas tintas cinza e vermelha são caras, não??? :)
No mais, a certeza é de que essa motocicleta faz qualquer proprietário se esquecer dos problemas do mundo e ser muito feliz. Imagine-se. :)
Assista também ao vídeo ilustrativo do motor Thunder Stroke 111.

Motoabraço, pessoal!!








segunda-feira, 14 de novembro de 2016

DRAGSTER F3 800 RC: mais uma brutalidade da MV Agusta

A italiana MV Agusta é famosa por trazer ao mercado motocicletas monstras, geralmente, esportivas potentes, com visual agressivo, que remetem a motos contendo força e velocidade bem casados. Um exemplo disso é sua tão adorável e reconhecida linha Brutale.
Uma outra linha, a F3, que já contava com os motores 675 e 800, agora ganha uma versão Reparto Corse*, que traz algumas novidades, tais como: os mesmos adesivos vinis usados nas Superbikes e Supersports (vermelhos, brancos e verdes), peças em fibras de carbono, aquecedores de pneus e rodas em aro 17" com detalhes em vermelho. Assim, surge a MV Agusta Dragster F3, ainda nas duas versões de motores.

Elas foram apresentadas na EICMA 2016 (exposição internacional de motocicletas, que ocorre anualmente em Milão, na Itália). No entanto, talvez, para manter um ar de "exclusividade", a MV produziu somente 350 unidades desta moto, sendo 100 unidades do motor de 675 cc e as demais 250, do motor de 800 cc. Ambas trazem os mesmos visuais das motos dos pilotos Jules Cluzel e Lorenzo Zanetti, pilotos campeões pela marca MV Agusta.


A F3 675 RC produz 128 hp a 14400 rpm e 7,24 kgfm a 10.900 rpm. Já a F3 800 RC produz 148 hp a 13000 rpm e 8,97 kgfm a 10.600 rpm.
Eletronicamente, essas motos são equipadas com uma plataforma de última geração, denominada MVICS (Motor & Vehicle Integrated Control System, ou Sistema de Controle Integrado Veículo e Motor, em português). Esse sistema permite ao piloto gerenciar de forma efetiva a performance da moto, disponibilizando quatro mapeamentos - três predefinidos e um personalizado pelo próprio piloto -, com 8 níveis de tração.



Em homenagem às várias voltas e corridas vencidas pela MV Agusta em competições internacionais, um kit com acessórios especiais foi incluído nessas 350 réplicas. Uma coleção única de partes especiais - incluindo um suporte da placa e uma capa para o banco - são montadas a mão pela histórica fábrica Schiranna para aumentar a competitividade das F3 RC. Também estão incluídos outros mimos, como capa exclusiva para a moto, roda traseira idêntica à da moto de pista, além do certificado de garantia de exclusividade, presente em cada uma das F3.
Sem data para chegar ao Brasil - se é que vem -, seu preço é salgado até mesmo para os padrões europeus: 19.490 euros (em reais = 71.099, em nov/16).










*Reparto Corse - em italiano, quer dizer algo como "equipe de corrida", e trata-se de um padrão criado - a partir das ideias de marqueteiros - para referir-se a motocicletas próximas às de competição, com basicamente as mesmas características. Resultado disso: encarecimento da moto. :) 

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

SOBRE ALTERAÇÕES NA CARACTERÍSTICA ORIGINAL DA MOTO

E aí, motors?! Todos muito bem, graças à boa Natureza? :)

O post de agora é relacionado às regras na mudança de características de seu veículo, de acordo com o Detran.
Vivemos em um país que cresce mais com a grana das multas aplicadas todos os dias do que com o que produz (por isso, não cresce... rsrsrs). Enfim, todo cuidado é pouco. Atento aos regulamentos.

Alteração de Características - Alteração de Cor Predominante

Autorização Prévia:
Para a mudança de cor predominante do veículo há necessidade de Autorização Prévia do DETRAN/PR.

Clique aqui para visualizar a taxa de Autorização Prévia


Para obtenção desta autorização são necessários os seguintes documentos:

  • Certificado de Registro de Veículo - CRV;
  • Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo - CRLV;
  • Vistoria e decalque do chassi para confirmação dos dados.
Se Pessoa Física:
  • Documento de Identificação Oficial com Foto;
  • CPF do proprietário.
Se Pessoa Jurídica:
  • Documento de Identificação Oficial com Foto e CPF do representante legal;
  • Comprovante de poderes;
  • Cartão CNPJ da empresa.

Registro da Alteração:

Após realizada a alteração de cor predominante do veículo, há necessidade de registrá-la junto ao DETRAN/PR, através de um processo de Alteração de Características do Veículo.

Documentos Necessários:

  • Certificado de Registro de Veículo - CRV;
  • Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo - CRLV (original e fotocópia);
  • Vistoria e decalque do chassi para confirmação dos dados;
  • Comprovante de residência (Clique e conheça as Normas do DETRAN/PR);
  • Nota Fiscal de Prestação de Serviço (ou Declaração do particular que promoveu a modificação, com firma reconhecida);
  • Cópia da Autorização Prévia para Alteração de Características (ou recolhimento da multa, caso não tenha solicitado a Autorização Prévia).

Se Pessoa Física:

  • Documento de Identificação Oficial com Foto;
  • CPF do proprietário.

Se Pessoa Jurídica:

  • Documento de Identificação Oficial com Foto e CPF do representante legal;
  • Comprovante de poderes;
  • Cartão CNPJ da empresa.

Clique aqui para visualizar as taxas e complementações.

terça-feira, 28 de junho de 2016

Fazer 150 UBS e Factor YBR 125i, as novas guerreiras da Yamaha

Grande galera! Tudo muito bem?

O mercado das utilitárias de baixa cilindrada, mas não menos guerreiras e "topam-qualquer-parada", vai ficar bastante agitado a partir deste mês de junho, com o lançamento da Fazer 150 UBS e da Factor YBR 125i, da Yamaha. As duas já são ano 2017.
A Nova Yamaha Fazer 150 UBS 2017.

A nova Fazer traz novidades no sistema de freios, que agora vêm unificados. Neste sistema, como acontece com a Honda CG 160 CBS, a força da frenagem é distribuída proporcionalmente entre a traseira e a dianteira da moto, evitando a derrapagem. O motor segue monocilíndrico, com 149,3 cc de cilindrada, capaz de gerar 12,4 cavalos de potência a 7.500 rpm e 1,295 kgf.m de torque a 5.500 rpm. Ela vem com o preço sugerido de R$ 9.590,00.
Visual da nova Factor YBR 125i é mais moderno que o da Factor 150.

Já a Factor YBR 125i traz consigo a injeção eletrônica como novidade. Além disso, essa versão traz um novo visual à moto, que ficou bem mais atraente que a sua irmã de 150 cilindradas. O motor da nova Factor tem 124,9 cm³ e produz 11,1 cv de potência máxima, a 6.000 rpm e 1,16 kgf.m de torque na mesma rotação. Preço sugerido: R$ 7.390,00.

Ambas possuem 3 anos de garantia de fábrica. 

Motoabraço e até a próxima.


quinta-feira, 16 de junho de 2016

Yamaha Scrumbler SCR 950: em breve, nas ruas, estradas, rodovias...

A Yamaha resolveu inovar, introduzindo um novo modelo em sua linha heritage esportiva (sport heritage, como eles mesmos a chamam): a SCR 950. Por enquanto, ela será vendida somente nos EUA, a partir do mês de julho próximo, a um preço sugerido de US$ 8.700 (oito mil e setecentos dólares), algo em torno de R$ 30.450,00 (sem os impostos).
Estilo retrô parece um mix da DT 250 com a Bolt 900.


Inspiração

Ela é inspirada no modelo Bolt, uma cruiser de respeito que a Yamaha também vai tirar de linha. Também? Por quê? Porque a Midnight Star também vai pro saco será tirada de linha. Mas, olhando bem, especialmente, nas laterais, é possível rebuscar um famoso modelo da Yamaha, a DT 250. Misturando este modelo com a Bolt, você pensará que a SCR é um mix das duas. Na verdade, tem um pouco de cada uma, sim. E foi proposital, já que os engenheiros yamahanos queriam mesmo pisar nas áreas da nostalgia, no vintage total.

Guidão alto e largo faz com que a moto pareça leve.


Motor

Enfim, produziram uma moto com motor V-Twin com inclinação de 60º e 4 válvulas por cilindro (8 válvulas, portanto), de 58 polegadas cúbicas e 942 cc reais, refrigerado a ar, com taxa de compressão de 9.0:1. O motor foi desenhado para prover força e torque final superiores, ideal para todo o tipo de via. A força é enviada para a roda traseira através da movimentação final da correia. O sistema de injeção duplo é sofisticado e entrega uma excelente resposta do regulador de pressão.

Motor de 942 cc não deixa nada a desejar na SCR 950,


Ergonomia

A SCR 950 fornece ao piloto uma posição confortável e, ao mesmo tempo, o deixa pronto para enfrentar qualquer tipo de terreno, sem que ele perca o controle do guidão. O próprio guidão, largo e um pouco mais alto que o normal, faz com que o piloto sinta a moto mais leve, bem o contrário do que ela parece ser. Seu assento é liso e alongado, e está sobre um pára-choque de estilo vintage. Para quem vai na garupa, certamente, não sentirá muito conforto, mas é possível, sim, levar a gata para passear. [Tá bom, você é mulher e se sentiu isolada, agora. Vai que você quer levar o "gato", né? Sem problema, então. Pode levá-lo.]

Painel digital simplificado, mas com várias informações.

Quadro resistente

O quadro é de berço-duplo com geometria esportiva, feito para dar mais dinâmica e segurança ao piloto, seja nas retas ou nas curvas, nas estradas boas ou nas ruins. O motor é preso rigidamente ao quadro, de forma a fornecer um feedback positivo ao piloto.

Transmissão por correia dentada oferece pouquíssima manutenção.


Não sabemos quando é que a SCR 950 irá aportar em terras onde políticos sacaneiam o povo tupiniquins, mas, se a resposta dos consumidores americanos for positiva, é bem possível que tenhamos o modelo por aqui em, no máximo, 2 anos. Até lá, claro, o mercado, assim como o vento, toma direções diferentes.

Na sequência, fotos e um vídeo promocional. Motoabraço!









Veja o vídeo promocional da Scrumbler:


2017 Yamaha SCR950 por sportrider

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Recalls. Atenção!

Olá, galera motociclista!! Tudo nos conformes?

Então, o assunto de agora é recall. O recall (ou "rechamada", no português literal), serve para que as montadoras - por meio das concessionárias parceiras - possam recuperar alguma cagada algum defeito originado durante a fabricação de peças ou montagem dos veículos (regra pra motos, carros, caminhões, aviões, bicicletas, velocípedes etc).
Yamaha XTZ Crosser 150: chassi pode se partir. Troque-o logo!


Um dos importantes recalls deste ano é da Yamaha, anunciado no último dia 16 de maio. Só do modelo CROSSER XTZ 150 foram 46.196 chamadas. Isso, para substituir os chassis das motos, cuja fabricação foi feita com tanto esmero, que corre o risco de se partir (e o piloto ficar a "deus dará"). Portanto, se você possui uma Crosser XTZ 2015, confira abaixo se sua moto está na lista (pelo número do chassi informado) e corra até a concessionária mais próxima, o mais rápido possível.
Recall 2016
Moto: Yamaha XTZ Crosser 150
Problema relatado: Chassi pode se partir
Chassis envolvidos:
Crosser ED: 9C6DG2510F0000101 a 9C6DG2510F0037696
Crosser E: 9C6DG2520F0000101 a 9C6DG2520F0008800


Outros modelos, números de chassis e problemas relatados:

BMW 650 GT. Problemas com freios.
Moto(s): BMW C 600 Sport e C 650 GT
Problema: Freios. Atrito entre o tubo flexível do freio e a suspensão dianteira pode causar vazamento do fluido de freio. Com isso, o sistema de freios pode falhar. Atingiu 187 unidades.
Chassis envolvidos:
C 600 Sport: de ZZ51928 até ZZ55652
C 650 GT: de ZZ75205 até ZZ75416





Honda VFR 1200X: eixo cardã dando pau é foda, numa moto como esta
Moto(s): Honda VFR 1220F e VFR1200X
Problema: Eixo cardã.  Com chamadas desde dezembro de 2015. Atingiu 489 unidades.
Chassis envolvidos:
VFR 1200F
Ano/modelo: 2010 a 2013
Chassis de finais de: AK000002 a DK300032
Produção: de 08/12/2010 a 19/03/2013 VFR 1200X Crosstourer
Ano/modelo: 2012
Chassis de finais de: CK000004 a CK000123
Produção: de 05/07/2012 a 15/04/2013



Moto(s): Suzuki V-Strom 1000
Problema: Desligando em movimento. Problemas no sistema elétrico podem provocar dificuldade na partida ou desligamento da moto em movimento. Atingiu 799 unidades.
Chassis envolvidos: 9CDVU51AAEM100001 até 9CDVU51AAGM100799


Moto(s): Suzuki DL1000, B-King, GSX-1300R, Bandit 650, Bandit 650s, GSX-650F, Bandit 1250, Bandit 1250S, GSX-R750, Boulevard M1500, Boulevard M1500R, Burgman 400
Problema: Retificador de voltagem.O mesmo relatado na V-Strom 1000.
Chassis envolvidos:
DL 1000
9CDBS111J8M002232 A 9CDBS111J9M004152
Retificador de voltagem faz com que alguns modelos da Suzuki
desliguem-se sozinhos, enquanto está em movimento.
B-King
JS1CR11180103290 A JS1CR11180104509
9CDGX71AJAM000001 A 9CDGX71AJGM100918
GSX-1300R
9CDGX72AJ9M002415 A 9CDGX72AJDM105133
9CDGW73AJBM103857 A 9CDGW73AJBM104643
Bandit 650
9CDGP74AJ9M101040 A 9CDGP74AJAM102301
9CDGP75AJBM102302 A 9CDGP75AJGM103695
Bandit 650S
9CDGP74AS9M100828 A 9CDGP74ASAM101971
9CDGP75ASBM101972 A 9CDGP75ASGM102710
GSX 650F
9CDGP74AF9M000001 A 9CDGP74AFEM103490
Bandit 1250
9CDGW72AJ9M000003 A 9CDGW72AJBM101446
Bandit 1250S
9CDGW72AS9M000003 A 9CDGW72ASBM101450
GSX-R750
9CDGR7LAJ9M004817 A 9CDGR7LAJ9M004818
9CDGR7LAJAM005179 A 9CDGR7LAJDM107706
Boulevard M1500
9CDVY55AJBM000001 A 9CDVY55AJCM100859
Boulevard M1500R
9CDVY55ARCM100001 A 9CDVY55ARDM100120
Burgman 400
9CDCK44AJ9M001631 A 9CDCK44AJGM102604
9CDCK45AJAM102053 A 9CDCK45AJBM102418

Cuide de sua "garota" e boas estradas!

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Honda NC 750X, mais linda que nunca!

Bom, pessoal, que meu gosto por motos customs e big-trails é evidente, não se discute. Mas, tenho também uma queda muito grande pelas crossover, e esta da Honda é de dar choques no coração.



A NC 750X, lançada em 2015 no Brasil, em substituição à NC 700X, chega às lojas com a versão 2016 renovada, a partir da segunda quinzena de maio.
De cara, a Honda mudou alguns detalhes no conjunto visual da moto, que parece ter ficado maior e um pouco mais esportiva. O compartimento de cargas, que fica no lugar tradicional do tanque (de outros modelos de motos), foi aumentado para 22 litros. E, claro, o acesso ao tanque de combustível continua sob o assento, mas com a mesma capacidade, que é de 14,1 litros, sendo 2,9 lts de reserva.

Em relação ao peso seco da moto, variou em 1 kg - a nova versão pesa 210 kg. As dimensões da nova NC 750X, em comparação com a de 2015 são (C x L x A): 2.228 x 844 x 1.353 mm contra 2.209 mm x 850 mm x 1.284 mm.
O painel também sofreu uma pequena modificação, ganhando uma tela de LCD ligeiramente maior, a fim de facilitar a visualização de informações por parte do piloto.  Além da velocidade, o painel ainda traz informações sobre o consumo médio, consumo instantâneo e a autonomia. Ah, o piloto pode alterar a cor de fundo do visor. Legal, né? O para-brisas também  sofreu uma pequena modificação, ficando mais alto para melhor proteção aerodinâmica.



Todo o conjunto ótico da NC 750X é composto por lâmpadas de LED. Um reforço a mais para o sistema, além de "economizar" a bateria. E, para se enquadrar melhor nas regras do PROMOT, teve que ser feito um ajuste no mapeamento da injeção eletrônica e uma atualização no sistema de escape no modelo.
O motor continua com seus exatos 745 cm³, bicilíndrico e gerando 54,5 cv a 6.250 rpm, e torque de 6,94 kgf.m a 4.750 rpm. 

 As crossover são uma mistura sutil dos estilos big-trail com street, oferecem um visual "clean", mas esportivo e que delicia os olhos de quem vê. A NC 750X é uma moto linda por dentro e por fora, e dá a impressão de deslizar suavemente no asfalto. Ela, no entanto, não é uma off-road, pelo contrário. Ela ama estar sobre o asfalto, que é onde suas características mais se destacam. O novo modelo tem um preço meio amargo, concordo, mas está na faixa, segundo os padrões político-econômicos brasukas: R$ 36.500,00 é o preço sugerido pela Honda. 
Um motoabraço e ótimo dia a todos vocês, motors!  


segunda-feira, 2 de maio de 2016

Indian Roadmaster, agora, no Brasil

E aí, motors? Tudo em ordem com todos?

As motos de altas cilindradas, especialmente, as da categoria Touring, têm conseguido penetrar lenta, mas constantemente, no mercado tupiniquim. Como foi o caso da Harley-Davidson, quando estreou no Brasil com uma ótima aceitação de um público ansioso por novidades.

E assim parece acontecer também com a marca concorrente das HDs, a Indian, que chegou com gosto e bastante apreciada em nosso mercado. Tudo bem que a Indian não possui uma Sportster da vida, que é a porta de entrada da HD, pois sua versão mais barata, a Scout, beira os R$ 45 mil. Segundo Rodrigo Lourenço, diretor geral da Indian no Brasil, sua marca é superior à concorrente e, mesmo com preços mais altos, a qualidade das máquinas é superior, e o cliente brasileiro vai fazer sua preferência.
Painel da Roadmaster: completo, com computador de bordo.

E, para deixar os afoitos ainda mais loucos, estão chegando às lojas brasukas os modelos Chieftain e Roadmaster. Este último, sobre o qual vamos falar aqui, é um dos tops da Indian e fortíssima concorrente das Elektras HD. Tão luxuosas quanto, diferenciam-se, principalmente, no chassi - o da Indian é de alumínio forjado, que proporciona menos peso e maior resistência às torções provocadas pelo piso.

O motor é um Thunder Stroke® 111 bicilíndrico em "V", de 1.811 cc, e é de dar arrepios. Possui injeção eletrônica de loop fechado, com perfuração de 54 mm, o que dá à moto uma excelente relação consumo x torque, mas a faz também gastar como se fosse um carro popular (se é que se pode usar essa expressão no Brasil, hoje em dia, né?). Atinge 180 km/h (e passa disso) ainda com conforto para o piloto, sem oferecer aquela insegurança que alguns podem sentir, devido à sua excelente combinação tamanho x peso x CG (centro de gravidade).

Além do sistema potente de som, a Roadmaster possui um computador de bordo que checa e informa ao piloto sobre possíveis ocorrências na moto, como a pressão dos pneus, por exemplo. No mais, ela possui: sistema de freios ABS; Cruise Control, que é um sistema que mantém a velocidade de condução de um veículo previamente programada. Uma vez atingida e memorizada a velocidade pretendida, pode-se liberar o acelerador, a fim de ter maior conforto da condução na estrada; faróis de milha; sistema de partida à distância, sem as chaves; assentos de couro genuíno; sistema remoto de tranca; som com AM/FM, bluetooth e compatibilidade com smartphones. Seus alforjes-baús, somados, oferecem capacidade para 65,1 litros! Como diria o goiano, "cabe trem demais, sô!". Né? :) 

Sim, é uma motocicleta feita para passeios - especialmente, passeios longos! -, e não para ir trabalhar regularmente - apesar de haver pessoas fazem isso, mas, não por necessidade, e sim porque podem. No meio urbano, é meio complicado fazer desta uma moto, já que, pelo seu tamanho, o piloto tem que conduzi-la sempre na mesma faixa e velocidade dos carros, o que não costuma ser uma vantagem. Mas, na estrada... seu nome é "Tudo de Bom, Menino da Silva!". 

Nesta duas imagens, vemos detalhes, como: o nome Indian
no escapamento e o rosto de um índio na lanterna traseira.

Em relação a valores: nos EUA, convertendo para a nossa moeda, ela custa R$ 102.749 (com o dólar comercial a R$ 3,495, valor de hoje). No Brasil, ela deverá custar "um pouco mais que isso", por volta de R$ 115 mil (até que as taxas foram amenas, dessa vez). Esse preço, no entanto, só não é maior devido ao sistema CKD*, entre empresa e governo brasuka, no qual a moto é montada em terras tupiniquins. Por enquanto, o pretendente contará apenas com a versão na cor preta.

Para saber mais:



*CKD (Completely Knock-Down): são conjuntos de partes de veículos produzidos geralmente pela fábrica matriz, ou pelo seu centro de produção para exportação, e posterior montagem dos veículos nos países receptores destes kits, geralmente fábricas menores ou com produção reduzida.