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segunda-feira, 14 de novembro de 2016

DRAGSTER F3 800 RC: mais uma brutalidade da MV Agusta

A italiana MV Agusta é famosa por trazer ao mercado motocicletas monstras, geralmente, esportivas potentes, com visual agressivo, que remetem a motos contendo força e velocidade bem casados. Um exemplo disso é sua tão adorável e reconhecida linha Brutale.
Uma outra linha, a F3, que já contava com os motores 675 e 800, agora ganha uma versão Reparto Corse*, que traz algumas novidades, tais como: os mesmos adesivos vinis usados nas Superbikes e Supersports (vermelhos, brancos e verdes), peças em fibras de carbono, aquecedores de pneus e rodas em aro 17" com detalhes em vermelho. Assim, surge a MV Agusta Dragster F3, ainda nas duas versões de motores.

Elas foram apresentadas na EICMA 2016 (exposição internacional de motocicletas, que ocorre anualmente em Milão, na Itália). No entanto, talvez, para manter um ar de "exclusividade", a MV produziu somente 350 unidades desta moto, sendo 100 unidades do motor de 675 cc e as demais 250, do motor de 800 cc. Ambas trazem os mesmos visuais das motos dos pilotos Jules Cluzel e Lorenzo Zanetti, pilotos campeões pela marca MV Agusta.


A F3 675 RC produz 128 hp a 14400 rpm e 7,24 kgfm a 10.900 rpm. Já a F3 800 RC produz 148 hp a 13000 rpm e 8,97 kgfm a 10.600 rpm.
Eletronicamente, essas motos são equipadas com uma plataforma de última geração, denominada MVICS (Motor & Vehicle Integrated Control System, ou Sistema de Controle Integrado Veículo e Motor, em português). Esse sistema permite ao piloto gerenciar de forma efetiva a performance da moto, disponibilizando quatro mapeamentos - três predefinidos e um personalizado pelo próprio piloto -, com 8 níveis de tração.



Em homenagem às várias voltas e corridas vencidas pela MV Agusta em competições internacionais, um kit com acessórios especiais foi incluído nessas 350 réplicas. Uma coleção única de partes especiais - incluindo um suporte da placa e uma capa para o banco - são montadas a mão pela histórica fábrica Schiranna para aumentar a competitividade das F3 RC. Também estão incluídos outros mimos, como capa exclusiva para a moto, roda traseira idêntica à da moto de pista, além do certificado de garantia de exclusividade, presente em cada uma das F3.
Sem data para chegar ao Brasil - se é que vem -, seu preço é salgado até mesmo para os padrões europeus: 19.490 euros (em reais = 71.099, em nov/16).










*Reparto Corse - em italiano, quer dizer algo como "equipe de corrida", e trata-se de um padrão criado - a partir das ideias de marqueteiros - para referir-se a motocicletas próximas às de competição, com basicamente as mesmas características. Resultado disso: encarecimento da moto. :) 

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Dafra importará MV Agusta

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A marca tupiniquim Dafra, que já importa seus motores e peças das chinesas Loncin, Lifan e Zongshen, passará a montar, em suas instalações em Manaus, alguns modelos da MV Agusta, a serem comercializados no Brasil até o final do ano.
A notícia, para o mercado brasileiro, não podia ser melhor: elas chegarão em maior quantidade, garantindo melhores preços e garantia de reposição de peças. Para a marca italiana, o Brasil é um país cada vez mais integrado ao mercado de motos maiores, inclusive, as esportivas, que fazem a cabeça de muitos jovens.
Por outro lado, o consumidor pode ficar um tanto receoso ou, ao mesmo tempo, esperançoso. O fato é que há reclamações a respeito da marca Dafra, em relação a peças e também ao seu próprio funcionamento e estrutura. Por um prisma, isso pode dificultar a aproximação do consumidor com a joint venture feita com a marca italiana. De outro, a MV Agusta pode dar um up no imaginário coletivo, fazendo com que os fãs da marca vejam que a Dafra mudou, já não é mais a mesma marca que rendeu até mesmo um vídeo, distribuído largamente na internet, que satiriza o comercial feito para a TV.
Com a junção das duas marcas, a MV Agusta F3, como a do modelo acima,
poderá estar rodando em nossas ruas até o início de 2012. Vivas à iniciativa Dafra.

O que resta ao consumidor é esperar e torcer para que a parceria dê realmente certo. Nós, motociclistas, só temos a ganhar.

Quem leva a melhor? Bajaj DOMINAR 400 ou Kawasaki NINJA 400? Comparativo.

Salve, Motors!  Mais uma vez, o Louco por Motos traz um comparativo que, para muita gente, é bom saber antes de investir - mais, ou menos ...