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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Que moto comprar?

Cada um tem um estilo de vida, concorda? Da mesma forma, cada motociclista tem seu estilo predileto, manda melhor em determinado tipo de moto (outros poucos dominam qualquer máquina), enfim, criam uma "identidade" com a categoria a qual sua moto pertence. Até aí, tudo bem.
O mais difícil, acredite, é quando o motociclista quer mudar seu estilo - o que não é raro. Ou ele fica completamente perdido no início, ou cai de cara em um estilo que, logo vê, não era aquele que pensava ser, ou fazer parte. Tudo bem, e daí? Basta vender a moto que comprou por engano e compra outra. Mas, além disso, há algo mais: nosso cérebro, à medida que o tempo passa, vai se acostumando à novidade, e tudo passa a fazer um novo sentido. Porque motociclismo é paixão. O coração passa a bater diferente, num compasso mais louco, motivado pela adrenalina que o andar sobre duas rodas e um motor oferecem.
Quando o motociclista se acostuma com sua máquina, ela passa a ser, não mais um veículo em sua posse, mas sim, uma extensão de seu próprio corpo. O motociclista até sente, em alguns casos mais do que em outros, todas as perfeições e imperfeições do terreno, da estrada em que ele anda. Pois, sua moto dá continuidade à coluna vertebral (ou o contrário, dependendo do ponto de vista).  O contato com o chão parece ser - e geralmente é - mais próximo, o que o torna um elemento cercado de vento e liberdade mas, ao mesmo tempo, um frágil objeto da irresponsabilidade.
Sim, pilotar uma moto é a pura sensação de prazer, mas exige muito mais respeito por parte do motociclista do que ele próprio imagina. Esse respeito, traduzo, está na responsabilidade que o motociclista deve possuir, bem como na vontade que ele tem de viver - sem falar, na possibilidade de atingir e/ou ferir os corações de terceiros para sempre. Mas, não estamos aqui para falar sobre isso.
O importante, meu caríssimo companheiro motociclista, é que você saiba curtir cada km de sua vida sobre duas rodas. Temos, sem sombra de dúvida, muito mais agilidade no trânsito do que os motoristas de veículos maiores; temos, com mais certeza, ainda, um grau de liberdade muito maior em viagens por rodovias afora, maior contato com os elementos da natureza, do que quem viaja de carro ou ônibus e caminhões. Devido a isso, e por isso ser tão gostoso - e, posso dizer, não é pra qualquer um -, é que devemos aproveitar da melhor forma possível, com o máximo de respeito pela máquina, pelas vias e, principalmente, por nós mesmos.
Não importa o seu estilo, ou a categoria de sua motocicleta: meu caro, você é um cara único sobre sua moto. Conduza-a de maneira a trazer-lhe sempre satisfação e nunca o contrário. Sentir o vento na cara, ouvir o barulho do motor, tudo isso é prazeroso e faz querer mais! Se não se satisfizer com uma determinada categoria de moto, compre outra, de outro estilo. Experimente. Viva. E um motoabraço!

segunda-feira, 25 de maio de 2009

As Rat-Bikes e seus Rat-Owners

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Talvez, você já ouviu falar das rat-bikes, ou ainda vai ouvir falar. Nem que seja a partir deste blog.
Ser um Rat-biker, não quer dizer ser um agrupador de lixo. Bem diferente disso, é um estilo de vida motociclística no qual os donos das motos costumam ornamentá-las com diversos objetos e lembrancinhas dos locais que visitam em suas viagens. Além disso, não se preocupam em lavar, polir ou enfeitar a moto com adesivos sem nada a ver com o movimento no mais puro estilo "mad max".
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Com um motozão desses, uma rat-bike de respeito. Fotos: http://www.ratbike.org


Dentre esses objetos e lembranças, o que for possível pendurar ou amarrar à moto, é válido. Bonecos(as), cruzes, souvenires, correntes e até mesmo ossos de animais e chifres são vistos em algumas motos e triciclos.
Em todo o mundo, mas principalmente nos Estados Unidos, há uma galera de peso que tem uma verdadeira paixão por esse estilo de motociclismo. Normalmente, modificam - ou, simplesmente, deixam de cuidar - a parte estética da moto já usada, mas, pessoas mais abonadas tiram a moto da concessionária e já começam a transformá-la imediatamente.
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Uma rat-bike desenvolvida sobre o chassi e o motor de uma Honda Goldwing 1100 cc


Não há como e nem o porque julgarmos a preferência dessas pessoas, já que, além de tudo, trata-se de um estilo que elas adotaram e acham que, assim, estão bem. Tirando nossas conclusões pessoais a respeito disso, de qualquer forma, são motos que chamam a atenção por onde passam e não deixam, de forma, alguma, escapar a suma do motociclismo, que é a liberdade gerada pelo prazer de pilotar uma moto.
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Rat-bike montada, acredite, a partir de uma Harley-Davidson 1450 cc


A disposição em mexer e alterar as características da motocicleta é tão grande que, associado à criatividade, abre portas até para o inusitado. Quer um exemplo? Uma motocicleta com motor Daihatsu, movido a diesel!! O restante da motocicleta, segundo seu proprietário, foi montado em processo quase que artesanal. O câmbio é manual, e fica localizado do lado direito do motor. No guidão, somente a manete do freio dianteiro, que é a disco. O traseiro é freio tambor e sua transmissão é feita por cardan - adaptadíssimo ao cumprimento da moto.
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Sobre um quadro completamente modificado, esta rat-bike possui motor de um utilitário Daihatsu a diesel. Foto: http://www.rat-bike.org





Mais informações a respeito desse estilo de ser motociclista, visite o site RAT BIKE.

Quem leva a melhor? Bajaj DOMINAR 400 ou Kawasaki NINJA 400? Comparativo.

Salve, Motors!  Mais uma vez, o Louco por Motos traz um comparativo que, para muita gente, é bom saber antes de investir - mais, ou menos ...