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segunda-feira, 1 de junho de 2020

STAR ELUDER, A TOURING DA YAMAHA

E aí, galera motociclista?!?! 
Em primeiro lugar, gostaria de me desculpar pela lacuna que deixei aqui no blog, durante um bom tempo. Forças maiores estavam impedindo novas postagens. Mas, vamos lá! Vamos ao que nos interessa, que são as motos.
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Há motos que são lançadas em determinados países e não são lançadas no Brasil. Por quê? Está, aí, uma questão de difícil resposta, mas é fácil a gente presumir alguns pontos: 1) a média salarial do brasileiro; 2) o gosto do americano por motores de grande porte e pelas estradas (que é muito superior ao dos brasileiros); e 3) a burocracia infernal que existe e que, muitas vezes, impede ou dificulta bastante a importação pelas empresas. Este último ponto é o mais sério.




A Yamaha, por exemplo, lançou, há cerca de três anos, a transcontinental touring Star Eluder, um modelo produzido exclusivamente para o público norte-americano. Ela é uma versão "simplificada" da Star Venture, outra touring do mesmo fabricante, que também foi eleita para contemplar somente os filhotes do Tio Sam. Triste, não? Vai entender esse mercado...




A MOTO
A Yamaha Star Eluder, apesar de sua simplicidade, possui um motorzinho bicilíndrico de 1.854 cc em "V", 8 válvulas, arrefecido a ar e de comando único no cabeçote (OHV). O câmbio possui 6 marchas e sua transmissão final é feita por correia dentada. Com seu poderoso torque de 17,42 Kgf.m, é possível sentir a maciez e força do motor, mesmo com a motocicleta levando mais um passageiro, tanque cheio e cargas em suas malas laterais.


O motor V2 da Star Eluder, de 1854 cc: potência de sobra.
Além disso, suas características ainda envolvem: carenagem com design moderno, malas laterais rígidas, assento e comandos ergonômicos (de fábrica, o assento possui sistema de aquecimento), e é de uma beleza indiscutível (apesar de haver gosto para tudo, né? rsrs).




TECNOLOGIA
Falar em tecnologia ao se referir à Star Eluder é o mesmo que praticar pleonasmo. Ela é dotada de um sistema multimídia que a Yamaha chamou de IIS (Integrated Infotainment System), algo como "Sistema Integrado de "Infotenimento"", em português. Mas, o que é esse "infotenimento"? Uma mistura das palavras "informação" e "entretenimento", que é o que o sistema oferece. O sistema é formado por uma tela LCD touch-screen de 7 polegadas, que traz o status da motocicleta, som (há dois alto-falantes acoplados à carenagem), conexão por bluetooth, entrada USB (usada também para carregar dispositivos com este tipo de conexão) e, quando mais completa, também um sistema de navegação para não se perder em suas viagens. 






Investindo um pouquinho mais, a Star Eluder pode vir equipada com o exclusivo pacote GT, da Yamaha. Com esse pacote, o IIS vai a um novo nível, já que são incluídos: CB Radio (que é um sistema de chat (conversa) e mensagens gratuito e em tempo real entre usuários do mundo inteiro - semelhante ao Whatsapp); sistema de navegação por GPS; vem também incluído do SiriusXM®, um streaming de música, entretenimento e esportes online. 

PREÇO
Como se pôde notar, tanto no texto quanto nas fotos e vídeo, trata-se de uma motocicleta para poucos, mas, não podemos descartar o alto nível que ela possui. Bonita, forte, moto para viajar e, por que não, exibir. Infelizmente, não há esse modelo no Brasil (mesmo se tivesse, meu bolso não conseguiria cobri-la rsrsrsrs), mas nos EUA, seu valor varia de acordo com o modelo: entre US$ 22.499 e US$ 23.999 (algo entre 112 mil e 120 mil reais, levando em consideração a cotação atual do dólar. Imaginem como seria  aqui no Brasil, meus amigos e amigas!!!!! Certamente, passaria dos R$ 200.000! 

FOTOS







Para saber mais, acesse: https://www.yamahamotorsports.com/transcontinental-touring/models/star-eluder

Motoabraço e até a próxima postagem!


segunda-feira, 2 de maio de 2016

Indian Roadmaster, agora, no Brasil

E aí, motors? Tudo em ordem com todos?

As motos de altas cilindradas, especialmente, as da categoria Touring, têm conseguido penetrar lenta, mas constantemente, no mercado tupiniquim. Como foi o caso da Harley-Davidson, quando estreou no Brasil com uma ótima aceitação de um público ansioso por novidades.

E assim parece acontecer também com a marca concorrente das HDs, a Indian, que chegou com gosto e bastante apreciada em nosso mercado. Tudo bem que a Indian não possui uma Sportster da vida, que é a porta de entrada da HD, pois sua versão mais barata, a Scout, beira os R$ 45 mil. Segundo Rodrigo Lourenço, diretor geral da Indian no Brasil, sua marca é superior à concorrente e, mesmo com preços mais altos, a qualidade das máquinas é superior, e o cliente brasileiro vai fazer sua preferência.
Painel da Roadmaster: completo, com computador de bordo.

E, para deixar os afoitos ainda mais loucos, estão chegando às lojas brasukas os modelos Chieftain e Roadmaster. Este último, sobre o qual vamos falar aqui, é um dos tops da Indian e fortíssima concorrente das Elektras HD. Tão luxuosas quanto, diferenciam-se, principalmente, no chassi - o da Indian é de alumínio forjado, que proporciona menos peso e maior resistência às torções provocadas pelo piso.

O motor é um Thunder Stroke® 111 bicilíndrico em "V", de 1.811 cc, e é de dar arrepios. Possui injeção eletrônica de loop fechado, com perfuração de 54 mm, o que dá à moto uma excelente relação consumo x torque, mas a faz também gastar como se fosse um carro popular (se é que se pode usar essa expressão no Brasil, hoje em dia, né?). Atinge 180 km/h (e passa disso) ainda com conforto para o piloto, sem oferecer aquela insegurança que alguns podem sentir, devido à sua excelente combinação tamanho x peso x CG (centro de gravidade).

Além do sistema potente de som, a Roadmaster possui um computador de bordo que checa e informa ao piloto sobre possíveis ocorrências na moto, como a pressão dos pneus, por exemplo. No mais, ela possui: sistema de freios ABS; Cruise Control, que é um sistema que mantém a velocidade de condução de um veículo previamente programada. Uma vez atingida e memorizada a velocidade pretendida, pode-se liberar o acelerador, a fim de ter maior conforto da condução na estrada; faróis de milha; sistema de partida à distância, sem as chaves; assentos de couro genuíno; sistema remoto de tranca; som com AM/FM, bluetooth e compatibilidade com smartphones. Seus alforjes-baús, somados, oferecem capacidade para 65,1 litros! Como diria o goiano, "cabe trem demais, sô!". Né? :) 

Sim, é uma motocicleta feita para passeios - especialmente, passeios longos! -, e não para ir trabalhar regularmente - apesar de haver pessoas fazem isso, mas, não por necessidade, e sim porque podem. No meio urbano, é meio complicado fazer desta uma moto, já que, pelo seu tamanho, o piloto tem que conduzi-la sempre na mesma faixa e velocidade dos carros, o que não costuma ser uma vantagem. Mas, na estrada... seu nome é "Tudo de Bom, Menino da Silva!". 

Nesta duas imagens, vemos detalhes, como: o nome Indian
no escapamento e o rosto de um índio na lanterna traseira.

Em relação a valores: nos EUA, convertendo para a nossa moeda, ela custa R$ 102.749 (com o dólar comercial a R$ 3,495, valor de hoje). No Brasil, ela deverá custar "um pouco mais que isso", por volta de R$ 115 mil (até que as taxas foram amenas, dessa vez). Esse preço, no entanto, só não é maior devido ao sistema CKD*, entre empresa e governo brasuka, no qual a moto é montada em terras tupiniquins. Por enquanto, o pretendente contará apenas com a versão na cor preta.

Para saber mais:



*CKD (Completely Knock-Down): são conjuntos de partes de veículos produzidos geralmente pela fábrica matriz, ou pelo seu centro de produção para exportação, e posterior montagem dos veículos nos países receptores destes kits, geralmente fábricas menores ou com produção reduzida. 




Quem leva a melhor? Bajaj DOMINAR 400 ou Kawasaki NINJA 400? Comparativo.

Salve, Motors!  Mais uma vez, o Louco por Motos traz um comparativo que, para muita gente, é bom saber antes de investir - mais, ou menos ...