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segunda-feira, 7 de março de 2016

Indian, uma ótima novidade, mas, não é pra todos

Muito bem, moçada, essa é para realmente quem pode. A nós, simples mortais, e até mesmo os médios (rs), resta olhar e admirar estas máquinas, que já começam na casa dos 49 mil reais, em terras tupiniquins. Estou falando das motocicletas da marca norte-americana Indian.

A Indian começou, na verdade, como Hendee Manufacturing Company, por volta de 1897, e fabricava bicicletas: a Silver King, a Silver Queen e a American Indian. Em pouco tempo, a empresa tomou o nome Indian para si e passou a empregar em suas bikes.
Por volta de 1901, George Handee, o dono da marca, contratou o mecânico Oscar Hedstrom, a fim de produzir bicicletas motorizadas a gasolina. De lá pra cá, a empresa só cresceu, não só em produção, como também seu próprio produto. Hoje, no estilo das customs e outras estradeiras, as Indians são praticamente as maiores motos rodando por aí. Assim como as Harleys - suas concorrentes diretas nos EUA -, elas participaram ativamente das duas grandes guerras mundiais, além de ser parte da história daquele país. 

Somente agora, em pleno século XXI, é que o brasileiro - a grande maioria, pelo menos - vai poder conferir de perto, e até comprar, se for o caso, verdadeiras Indians. A começar pela Scout, a "porta de entrada" da marca no Brasil. Ao preço de R$ 49.900 não será, contudo, uma moto acessível, mas garantirá ao seu comprador uma experiência magnífica, dadas as características da moto.
A Scout possui motor V-Twin de 1133 cc, 6 marchas (como as demais da marca), caixa de câmbio com embreagem banhada em óleo, refrigerado a líquido e injeção em circuito fechado, com corpo de admissão de 60 mm! A moto possui um excelente torque de 9,96 kgf.m a 5700 RPM.


Uma das coisas mais gostosas de se sentir nesse tipo de moto é o conforto aliado à sensação de segurança que elas transmitem. A Scout possui apenas 60 cm de distância entre o assento e o chão. Isso privilegia pessoas de baixa a média estatura, para mais um pouco. O conforto é garantido, mesmo em longas viagens. Isso, claro, associado ao sistema de suspensões, sendo a dianteira do tipo telescópica com 41mm de curso e garfo com dupla mola de 120 mm e, a traseira, duplo amortecedor, com 76 mm com pré-carga de mola. Por isso, possui um bom ângulo de inclinação, que é de 31º. 

Seu painel de instrumentos conta com: velocímetro, odômetro, conta giros digital, luz indicadora de temperatura de motor e luz indicadora de reserva de combustível. As cores disponíveis: Indian Red, Silver Smoke e Black Smoke.
Bom, quem puder ter a experiência de possuir ou rodar em uma Scout, com certeza irá ficar louco por essa motocicleta. Ali, há história, motorzão e bastante grana investida. 

Motoabraço

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

NOVIDADE: HONDA CG 160cc

É isso aí, galera, a Honda está trazendo novidades na categoria das pequenas urbanas brasukas: as CGs Fan e Titan 160 cc.
Novas CG 160 - Fan e Titan
Isso acontece em meio à comemoração de quase 40 anos de existência do modelo CG no Brasil, com cerca de 11 milhões de unidades emplacadas. A Honda CG - 125 e 150 - é tida como o veículo motorizado mais vendido no país, ganhando até mesmo dos Fiat Palios. E a expectativa de aumento nas vendas cresce, com a inserção de mais este modelo.
CG 160 Fan

CG 160 Titan
O que está deixando o pessoal um pouco descontente, é o preço da moto. Com valores de sugestão que variam entre R$ 7.990 (Fan) e R$ 9.290 (Titan), sabemos que podem atingir algo em torno de R$ 1 mil reais a mais por cada modelo. Mas, no final das contas, você acabará vendo que houve uma certa compensação, pois ganha-se na economia.
O novo motor, monocilíndrico e flex, além de proporcionar um pouco mais de robustez à moto, acaba gerando também uma economia maior de combustível, já que trabalha com mais "folga" do que seus antecessores. São 162,7 cm3, capaz de gerar 14,9/15,1 cv de potência (@ 8000 rpm) e 1,4/1,54 kgfm de torque (@ 6000 rpm), com gasolina/etanol, respectivamente.
Detalhes aperfeiçoados.
Em termos de estrutura, o novo sistema de balança faz a moto vibrar menos, trazendo um pouco mais de conforto ao piloto. O chassi também ganhou reforços para a fixação do motor e as suspensões usam os tradicionais garfos telescópio com 135 mm de curso (diant.) com sistema bichoque (amortecedores duplos e mola) de 106 mm de curso na traseira.
O sistema de freios combinado está presente somente na Titan. Nesse sistema, os freios dianteiros e traseiros são ativados ao mesmo tempo, a partir de um único acionamento.

Outra alteração visível está no visual geral da CG. A Honda quis dar um acabamento com aparência de moto maior, trabalhando também em sua carenagem frontal e nas semicarenagens laterais. O tanque de combustível recebeu linhas mais altas e bocal do tipo aeronáutico. Sua capacidade, de 16,1 litros, não mudou.

Em sua estética, a CG 160 Titan tem apelo mais esportivo que a Fan. Defletores laterais, suporte da placa na rabeta, protetores e ponteiras do escape, pedal de freio e pedaleiras fazem essa diferença mais notável. Também são exclusividade do modelo a incorporação de painel digital com conta-giros, alças de apoio removíveis em alumínio para o garupa e desenho exclusivo para as rodas. Na Fan, as rodas são também de alumínio, uma novidade para o modelo.
Ao que parece, mesmo com o preço um pouco acima da expectativa do brasileiro, a CG 160 veio pra ficar. É aguardar os primeiros testes e tirar uma conclusão melhor.

Motoabraço!








(fotos: divulgação)

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