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sábado, 30 de novembro de 2024

Honda CG 160: A queridinha do Brasil que segue imbatível em 2025

Honda CG 160: A queridinha do Brasil que segue imbatível em 2025

Se existe um modelo que simboliza as motos no Brasil, esse modelo é a Honda


CG 160
. Líder absoluta de vendas há décadas, a CG não conquistou esse posto à toa. Desde o seu lançamento nos anos 1970, ela evoluiu sem abrir mão de duas características essenciais: robustez e confiabilidade.

Mas o sucesso da CG não está apenas em sua mecânica confiável. A ampla rede de concessionárias Honda espalhadas pelo país torna o modelo extremamente acessível, tanto para aquisição quanto para manutenção. Não é à toa que ela se tornou a companheira de milhões de motociclistas brasileiros.

Fig. 1. A campeã de vendas continuará assim em 2025? É a aposta da Honda. Divulgação.


A moto da primeira experiência


Se você já pilotou uma moto no Brasil, é quase certo que a CG fez parte dessa experiência. Basta visitar qualquer moto-escola: ela reina como a moto oficial de treinamento, deixando uma marca na memória de milhares de habilitados todos os anos. É justo dizer que o nome "CG" está gravado no DNA do motociclismo brasileiro.

Fig. 2. É bem provável que você já tenha pilotado uma CG em sua vida. Divulgação.

Onipresente nas ruas

Nos grandes centros urbanos, a CG é onipresente. Seja como ferramenta de trabalho dos motoboys, meio de transporte diário ou até mesmo como "primeira moto" de muitos, a CG 160 é vista em uma variedade impressionante de estados de conservação e personalizações. Sua versatilidade é um reflexo da confiança que os brasileiros depositam nela há gerações.

Fig. 3. Em praticamente todo o país, para onde você olha, há uma CG - 125 a 160, elas tomam conta das ruas. Foto: Durães


Uma linha em constante evolução

A Honda alcançou um marco histórico ao ultrapassar a marca de 30 milhões de motos produzidas no Brasil, e impressiona saber que quase metade desse número pertence à família CG. A linha 2025 chega ao mercado com novidades que reforçam essa liderança.

Entretanto, os preços também acompanharam o avanço. Confira os novos valores:

  • CG 160 Start: de R$ 14.650 para R$ 16.194
  • CG 160 Fan: de R$ 16.070 para R$ 17.723
  • CG 160 Cargo: de R$ 15.970 para R$ 17.175
  • CG 160 Titan: de R$ 17.440 para R$ 19.230

Os valores variam conforme a região e concessionária, e não incluem o frete. Apesar do reajuste, cada versão da linha 2025 recebeu melhorias em equipamentos, que prometem elevar ainda mais a experiência de pilotagem.

Fig. 4. Será que continuará sendo a estrela das ruas em 2025?


Mais tecnologia, segurança e um toque de modernidade

A linha 2025 da Honda CG 160 chega ao mercado reafirmando sua posição de líder, trazendo atualizações que prometem conquistar tanto os iniciantes quanto os motociclistas experientes. A versão Titan, topo de linha, se destaca com recursos exclusivos, enquanto as demais – Start, Fan e Cargo – também recebem melhorias importantes.

Fig. 5. Tecnologia é um dos atrativos em uma moto tão acessível. Divulgação.



Fig. 6. Robustez e confiabilidade em um motor já para lá de experiente.


Tecnologia que faz a diferença

Entre as novidades mais aguardadas, está o novo painel digital completo, presente em todas as versões. Além de informações padrão, ele agora inclui indicador de marchas, uma funcionalidade especialmente útil para quem está começando no mundo das duas rodas.

A segurança também evoluiu:

  • Freios a disco na roda dianteira são padrão em toda a linha;
  • Freios ABS aparecem pela primeira vez em uma CG, exclusividade da versão Titan;
  • Na roda traseira, a Titan também adota freios a disco, enquanto Start, Fan e Cargo mantêm o tambor.



Design moderno e funcional

A CG 160 2025 traz um visual renovado, com novas carenagens que remetem a modelos maiores, como a Twister. Essa mudança é especialmente marcante nas versões Fan e Titan, que ganharam um tanque redesenhado com carenagens plásticas laterais. Apesar da redução da capacidade para 14 litros, a Honda explica que essa escolha facilita a manutenção em caso de quedas, já que apenas as carenagens podem ser substituídas, e não o tanque inteiro.




Iluminação e conveniência

Outro destaque é a adoção de iluminação em LED:

  • A lanterna traseira LED agora é padrão em todos os modelos;
  • O farol LED está disponível nas versões Titan e Fan, enquanto Start e Cargo seguem com faróis halógenos.

Além disso, a tomada USB-C, uma grande aliada no dia a dia para carregar celulares ou GPS, aparece como item de série na versão Titan. Quem optar pela CG Fan pode adquirir a tomada como acessório, mas, infelizmente, o mesmo não vale para as versões Start e Cargo, que não oferecem essa funcionalidade nem como opcional – um ponto que merece atenção, especialmente para quem utiliza a moto para trabalho.

Desempenho aprimorado e adequação às normas ambientais

A linha 2025 da Honda CG 160 não apenas mantém o desempenho confiável que a consagrou no mercado brasileiro, mas também se adapta às novas exigências ambientais do Promot5, garantindo eficiência e respeito ao meio ambiente.



Motor ajustado e mais limpo

O motor monocilíndrico de 162,7 cm³ recebeu atualizações significativas, como uma nova central eletrônica, injeção revisada e um escapamento com dois catalisadores, tornando-o mais limpo e eficiente. Esses ajustes garantem conformidade com o Promot5 sem sacrificar o desempenho:

  • Potência na gasolina: 14,4 cv a 8.000 rpm, com torque de 1,41 kgf.m a 6.750 rpm.
  • Potência no etanol: 14,7 cv a 8.000 rpm, com torque de 1,43 kgf.m a 6.750 rpm.

Esses números proporcionam uma condução ágil na cidade e até permitem passeios pela estrada com confiança.

Tecnologia FlexOne: nem todas são flexíveis

As versões Cargo, Fan e Titan contam com a tecnologia FlexOne, permitindo o uso de gasolina ou etanol. Já a versão Start é movida exclusivamente a gasolina, uma escolha que pode ser limitante para alguns usuários.

Fig. 12. Só a versão CG 160 Start não é Flex, tendo a gasolina como único combustível.


Impressões ao guidão da CG 160 Titan

Para testar as melhorias da linha 2025, levamos a CG 160 Titan para um passeio pela Baixada Santista, passando por trechos urbanos e rodoviários. A experiência reforçou por que a CG é tão popular:

  • Visual imponente: Muitos confundiram a Titan com uma moto de maior cilindrada graças ao novo design.
  • Conforto: O assento redesenhado, posicionado a 796 mm do solo, oferece conforto e facilita o apoio dos pés no chão. O encaixe ergonômico entre as pernas proporciona uma pilotagem ágil e segura.
  • Suspensão e pneus: O conjunto de bengalas dianteiras de 33 mm e amortecedores traseiros absorvem bem as irregularidades do asfalto. As rodas de 18 polegadas, equipadas com pneus sem câmara Michelin Pilot Street 2, garantem estabilidade e suavidade ao rodar.
  • Freios com ABS: Disponível na roda dianteira da Titan, o sistema ABS oferece uma frenagem suave e eficiente, ideal para quem está começando no mundo das duas rodas.
Fig. 13. Modelo 2025 está esperando a galera nas concessionárias. Faça um test-drive.


Conclusão

A Honda CG 160 2025 prova mais uma vez por que é a líder no segmento. Com um motor eficiente, design moderno, conforto aprimorado e tecnologia que atende tanto aos iniciantes quanto aos mais experientes, ela segue sendo referência. As melhorias no conjunto mecânico e nos equipamentos elevam o patamar da CG, mantendo-a como uma escolha confiável e versátil.

Quer saber mais sobre qual versão da CG 160 combina com o seu estilo de vida? Continue acompanhando o Louco por Motos!


Motoabraço!

domingo, 31 de outubro de 2021

ROUBO DE MOTOS: PORQUE A CG 160 TITAN ESTÁ NO TOPO DA LISTA

 Roubo de motos é um dos maiores problemas que enfrentamos hoje no Brasil. Pra piorar, às vezes são seguidos de violência e morte. Mas, por que a Honda CG Titan 160 encabeça a lista?

Antes de termos essa resposta, vamos aos dados e aos fatos.

De acordo com a Fenabrave, a CG Titan 160 é o modelo mais vendido do país, seguindo o número de emplacamentos, desde que ela foi lançada. Na verdade, a CG 160 continuou seguindo os passos de suas irmãs mais velhas, a CG 150 e a 125.

CG Titan 160, a campeã de roubos no Brasil

Com razão, já que essas motocicletas, além de populares, são as maiores guerreiras quando se fala em "ferramenta de trabalho". Sua presença nas ruas aumentou mais ainda com a pandemia do Covid-19, desde o ano passado (2020).

Em conversa informal com Alan Davi dos Santos, gerente de uma loja de motos na capital de Goiás, ele informou que a procura por tal cilindrada "aumentou bastante com a informalidade de trabalhos, como é o caso dos entregadores por aplicativos". De fato, mas essa informalidade nos empregos vem antes mesmo da Covid-19, dado ao número crescente de desemprego que o país vem enfrentando há alguns anos seguidos.

Aí, vem a máxima: quanto maior a quantidade de alguma coisa, maiores as chances de algo ocorrer com ela.

Sendo assim, a procura por peças e acessórios para estas motocicletas também tem aumentado, e é aí que mora o problema. Peças originais são originais, não se discute, porém, e isso não é uma desculpa, os preços de peças de motocicletas são normalmente baseados no dólar, e não são tão baratos para grande parte dos proprietários. Entrar numa concessionária para comprar uma peça original não é para qualquer um. Então, esses procuram por alternativas mais em conta.

Essa imagem, capturada pela própria vítima, ocorreu em São Paulo, contudo, 
neste caso, a vítima teve sorte, pois um policial a paisana que estava próximo 
acabou acertando o ladrão. Mas, a polícia nem sempre está por perto.

Entre essas alternativas, estão desde lojas de peças a sucatões. As lojas e oficinais mais sérias, como precisam prestar contas à Secretaria da Fazenda, preferem lidar com peças não originais e, quando não há outro jeito, acabam por comprar a peça de algum distribuidor autorizado e, às vezes, até mesmo da própria concessionária, sob o conhecimento do proprietário. Se ele concordar, tudo bem. Se não, infelizmente, ele irá recorrer a outros locais para comprar tal peça.

Sem generalizar, há locais, digamos, "suspeitos", onde o proprietário da moto irá encontrar a peça desejada, e ainda nova ou em ótimo estado de uso, pela metade do preço ou ainda mais barata.

O pior é que o proprietário tem até ciência de onde está comprando essa peça, mas, "não tem outro jeito, né?". Então, sem mesmo pedir nota fiscal ou querer saber da procedência daquela peça, a compra sem pensar duas vezes.


Quando não encontra a peça num local físico, é comum também recorrer ao e-commerce, como é o caso de sites como Mercado Livre e até mesmo da China, como o Wish ou o Aliexpress, entre outros, a fim de comprar mais barato. Sobre isso, não há como culpar tais sites, que nem sempre têm o controle da origem do que vendem. São apenas plataformas de negócios feitos por diferentes empresas ou pessoas físicas.

Voltando ao roubo, em si, fica fácil saber o porquê da CG Titan 160 ser a maior vítima - na verdade, a vítima é seu proprietário - desse tipo de ocorrência. Os ladrões geralmente fazem parte de um grande esquema, que envolve não só eles, como também revendedores de peças para motos. Como a moto roubada é literalmente desmontada, suas partes acabam sendo espalhadas por diversos locais (em sua cidade, mesmo) onde elas são vendidas sem notas e em completa informalidade.


Motociclistas entregadores por aplicativos se tornaram as maiores vítimas
dos ladrões, especialmente, com o aumento dos pedidos com a pandemia.

Assim, o comprador acaba, de certa forma, alimentando um comércio que não é o que desejamos, afinal, a qualquer instante também podemos ser vítimas desse tipo de crime. Numa situação hipotética, o mesmo motociclista que acabou de comprar uma peça nessas condições - ou seja, não dando a mínima para sua origem, mas sim para o preço ínfimo que pagou - pode ser a vítima de amanhã.

É onde nós, proprietários de motocicletas, devemos também ser um pouco fiscais. Havendo qualquer suspeita de que determinada revenda está vendendo uma peça de origem duvidosa, entrar em contato imediatamente com as autoridades. A questão é ter consciência do que fazemos, para no fim não sermos as próximas vítimas. 

A CG Titan 160 foi usada como modelo nesta postagem por ser a mais vendida, porém, não é só com ela que devemos nos preocupar, mas sim, com qualquer modelo de motocicleta. Afinal, é "muito fácil" alguém chegar até você e lhe tomar um dos bens mais preciosos que você possui, materialmente, quando não ocorre o pior.

Seja e esteja consciente. Antes de comprar uma peça para sua moto, procure saber da procedência desta peça. Ajude seu colega motociclista e se ajude também, meu amigo. O Brasil já é mal visto lá fora e não é para menos. Vamos mudar isso. Sejamos nós o início da mudança que queremos para este país.

Motoabraço!

sábado, 20 de fevereiro de 2021

NMAX 160 ABS: O (TOTALMENTE) NOVO SCOOTER DA YAMAHA

 NMAX 160 ABS: O (TOTALMENTE) NOVO SCOOTER DA YAMAHA


Fala, galera, tudo bem com vocês? Espero que sim, claro!

A Yamaha entrou 2021 com novidades pra lá de incríveis no setor motociclístico, tanto nas esportivas, como também nas outras categorias, inclusive, na urbana.



Exemplo disso é o renovado (e realmente novo!) Yamaha NMax 160 ABS, o scooter mais potente da categoria, segundo o fabricante. 

Com motor VVA de 160 cc, em testes mostrou potência e segurança, pontuando muito bem nesses dois quesitos, em relação a outros scooters do mesmo patamar.

Seu design é moderno e sofisticado e ele ainda conta com tecnologias exclusivas, como o cilindro em DiASil, que melhora a eficiência do motor, e o comando de válvulas variável (VVA), que garante maior desempenho e melhor autonomia. 



O novo NMax é dotado de ABS em ambas as rodas que, combinadas ao novo chassi, proporciona uma segurança acima do que se conhece nessa categoria. O chassi do NMax 160 ABS, além do novo desenho, ficou mais rígido, influenciando na estabilidade e, consequentemente, deixou a pilotagem mais confiante.


Como resultado, obteve-se maior espaço para os pés do piloto, além de ter colaborado para trazer uma melhor sensação de controle, graças também às alterações nas barras superiores.

Outros itens que foram alterados para dar mais segurança e conforto na pilotagem no NMax 160 foram as suspensões. Elas foram recalibradas e os amortecedores traseiros, bem como o garfo dianteiro, conseguem dar mais equilíbrio e firmeza na condução.

As rodas, ambas de 13 polegadas, possuem ligas mais leves e de geração mais nova, sendo que a dianteira suporta pneu sem câmera de 110/70 e a traseira, de 130/70. Isso trouxe um ar de scooter mais esportiva, ao mesmo tempo que oferece contato maior com a superfície.

Os freios ABS são de série e os discos medem 230 mm de diâmetro, grandes o bastante para o tamanho do scooter, mas de grande funcionalidade. O NMax é pioneiro, em sua categoria,  no sistema antitravamento nas duas rodas como itens de série. 


A chave é do tipo Smart Key, tecnologia empregada em chaves onde basta apertar um botão para que o
motor dê a partida. Outra novidade neste sentido, é o sistema Stop & Start, que desliga o motor quando está parado em um semáforo, por exemplo. Ao acelerar para sair, o motor é automaticamente religado. Esse sistema ajuda na redução do consumo de combustível e a emissão de poluentes. 


E por falar em consumo de combustível, o tanque de 7,1 litros da NMax garante uma autonomia de, no
mínimo, 250 km, fora a reserva.

Motor

A Yamaha trouxe uma novidade para o NMax 160 ABS: motor modificado e mais completo. Agora dotado de cilindro, cabeçote, pistão, biela e outras partes de um motor maior, oferece muito melhor desempenho e agilidade, com respostas rápidas aos comandos. Ele é do tipo
SOHC, 4 válvulas, 4 tempos e refrigeração líquida. Também oferece potência de 15,2 cv a 8.000 rpm, um bom número para a categoria. Para se ter uma ideia, a PCX 150, da Honda, gera 13,2 cv a 8.500 rpm.

A Yamaha está oferecendo o maior prazo de garantia do mercado dessa categoria: 4 anos! 

Preço

Particularmente, achei o preço meio salgadinho, mas como esse mercado é tendencioso, talvez esteja em um patamar quase aceitável: R$ 14.990,00, sem contar o frete para a região. Só para efeito de comparação, a guerreira Titan 160, que aguenta muito mais o tranco, está na faixa de R$ 12 mil. 









domingo, 17 de fevereiro de 2019

CG TITAN 160 SE: EDIÇÃO HOMENAGEIA OS 25 ANOS DO MODELO


Fala, galera motociclista!

A Honda foi superfeliz com o modelo que mais já vendeu em todo o Brasil, desde seu lançamento em 1976, que é a CG, que começou com 125 cilindradas (as mais vendidas), passou por 150 e, desde 2016, tem vindo com a "caixa" de 160 cc. E bem-vinda, por sinal.
Aliás, o motor de 125 cc acabou de ser aposentado pela Honda. A partir de 01 de fevereiro de 2019, a CG 125 não é mais fabricada, ok? Segundo informações obtidas no Wikipedia e no site Quatro Rodas, a moto que mais fez história no país e é tida como a preferida por profissionais que fazem a correria no dia a dia das cidades, terá continuidade nesta nova versão de motor mais robusto e aparência mais esportiva, e sobre a qual a Honda aposta fielmente.

Fig. 1. CG 125 de 1976, da "primeira leva" deste modelo. [Foto: divulgação]

É sabido que a retirada das versões 125 cc do mercado foi devido, principalmente, porque os fabricantes terão que adotar freios ABS ou CBS (combinados) em seus modelos e a Honda não achou compensativo continuar a fabricá-las.
Durante os anos de vida da CG, ela ganhou novas nomenclaturas e, claro, teve seu design remodelado, sutil ou notoriamente, em cada versão. Depois, se quiser saber mais sobre a história das CGs, dá uma chegadinha no Wikipedia, clicando aqui.

Fig. 2. Modelo CG 125, ano 1978.

O fato é que a nova CG Titan 160 SE é um modelo limitado, Série Especial. Primeiro, porque ela veio homenagear a marca, e será comercializada por tempo e quantidade limitados. Segundo, por ter um design mais trabalhado em relação ao seu modelo "convencional", a CG Titan 160, que está no mercado desde 2016 (juntamente com a Fan 160). Por falar em Fan, acredito que esta, mesmo com motor maior, será a próxima a deixar as linhas de produção... (só uma dedução minha).

Fig. 3. CG 125 ano 1983.

O modelo SE já deve estar chegando às concessionárias, pois é prometida para o primeiro trimestre de 2019. A Honda quer disponibilizar apenas 8 mil unidades deste modelo, já que se trata de uma série especial, como o nome já diz.

As diferenças para o modelo Titan 160 que já roda pelas ruas está, basicamente, no visual. A pintura em geral procura uma certa harmonização, desde as rodas ao tanque, que traz consigo um emblema que remete à edição comemorativa: "25th Anniversary" (acho meio que joguinho de marketing escrever em inglês algo que é remetido a um público que pensa, lê e escreve em português, mas tudo bem...). Quem sou eu pra discutir, não é? :))
Figs. 4 e 5 (embaixo). A nova Titan 160 SE. Visual moderno, esportivo e
muito bonito. Pena que é uma série limitada.




Mas, no geral, a moto ficou muito bonita, chama a atenção pelo design sofisticadinho e pela combinação de cores, bem atual e agradável aos olhos.

Fig. 6. As linhas e cores combinadas chamam bastante atenção.


Sobre o preço, a Honda parece não ter falado nada, ainda. Mas, levando-se em consideração o preço sugerido pela marca para a Titan 160, que é de R$ 10.490,00, acredito que a SE cerque os R$ 11.500,00.
De olho nas concessionárias, então. Motoabraço.

Fig. 7. Modelos atuais de Honda CG. Todas 160 cc.


sexta-feira, 7 de agosto de 2015

NOVIDADE: HONDA CG 160cc

É isso aí, galera, a Honda está trazendo novidades na categoria das pequenas urbanas brasukas: as CGs Fan e Titan 160 cc.
Novas CG 160 - Fan e Titan
Isso acontece em meio à comemoração de quase 40 anos de existência do modelo CG no Brasil, com cerca de 11 milhões de unidades emplacadas. A Honda CG - 125 e 150 - é tida como o veículo motorizado mais vendido no país, ganhando até mesmo dos Fiat Palios. E a expectativa de aumento nas vendas cresce, com a inserção de mais este modelo.
CG 160 Fan

CG 160 Titan
O que está deixando o pessoal um pouco descontente, é o preço da moto. Com valores de sugestão que variam entre R$ 7.990 (Fan) e R$ 9.290 (Titan), sabemos que podem atingir algo em torno de R$ 1 mil reais a mais por cada modelo. Mas, no final das contas, você acabará vendo que houve uma certa compensação, pois ganha-se na economia.
O novo motor, monocilíndrico e flex, além de proporcionar um pouco mais de robustez à moto, acaba gerando também uma economia maior de combustível, já que trabalha com mais "folga" do que seus antecessores. São 162,7 cm3, capaz de gerar 14,9/15,1 cv de potência (@ 8000 rpm) e 1,4/1,54 kgfm de torque (@ 6000 rpm), com gasolina/etanol, respectivamente.
Detalhes aperfeiçoados.
Em termos de estrutura, o novo sistema de balança faz a moto vibrar menos, trazendo um pouco mais de conforto ao piloto. O chassi também ganhou reforços para a fixação do motor e as suspensões usam os tradicionais garfos telescópio com 135 mm de curso (diant.) com sistema bichoque (amortecedores duplos e mola) de 106 mm de curso na traseira.
O sistema de freios combinado está presente somente na Titan. Nesse sistema, os freios dianteiros e traseiros são ativados ao mesmo tempo, a partir de um único acionamento.

Outra alteração visível está no visual geral da CG. A Honda quis dar um acabamento com aparência de moto maior, trabalhando também em sua carenagem frontal e nas semicarenagens laterais. O tanque de combustível recebeu linhas mais altas e bocal do tipo aeronáutico. Sua capacidade, de 16,1 litros, não mudou.

Em sua estética, a CG 160 Titan tem apelo mais esportivo que a Fan. Defletores laterais, suporte da placa na rabeta, protetores e ponteiras do escape, pedal de freio e pedaleiras fazem essa diferença mais notável. Também são exclusividade do modelo a incorporação de painel digital com conta-giros, alças de apoio removíveis em alumínio para o garupa e desenho exclusivo para as rodas. Na Fan, as rodas são também de alumínio, uma novidade para o modelo.
Ao que parece, mesmo com o preço um pouco acima da expectativa do brasileiro, a CG 160 veio pra ficar. É aguardar os primeiros testes e tirar uma conclusão melhor.

Motoabraço!








(fotos: divulgação)

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Salve, Motors!  Mais uma vez, o Louco por Motos traz um comparativo que, para muita gente, é bom saber antes de investir - mais, ou menos ...