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segunda-feira, 27 de outubro de 2025

MOTOROiD2: Sua Companhia Indispensável

O Futuro das Motos Está Presente 


Salve, Motors!

Prepare-se para conhecer o futuro da interação entre piloto e máquina, porque a Yamaha não está apenas construindo motocicletas; ela está criando companheiros. O MOTOROiD, apresentado pela primeira vez no Tokyo Motor Show de 2017, rapidamente se tornou mais do que um mero conceito. Ele é o ponto de partida para a MOTOROiD2, uma evolução que visa transformar sua moto em uma amiga indispensável.



A Máquina Que Gosta de Você

Quando o MOTOROiD original foi revelado, causou uma ampla gama de reações, desde a busca pelo preço do veículo até o feedback inesperado de que a máquina era "fofa". Isso é surpreendente, já que o design, resultado da busca pela otimização funcional e estrutural, é descrito como inorgânico, carecendo dos elementos que o tornariam aplicável como um animal de estimação. No entanto, seu comportamento único e realista, gerado por sua robótica e tecnologia inteligente avançadas, fez com que as pessoas identificassem nele uma familiaridade e afeição.

Fig. 1. Um dos primeiros conceitos da Motoroid2

O primeiro MOTOROiD obedecia ao chamado do proprietário, um relacionamento que foi visto como "semelhante ao de uma pessoa e um animal de estimação". Contudo, isso era mais uma relação de mestre-servo, com a máquina seguindo instruções. Com o desenvolvimento do MOTOROiD2, a Yamaha se propôs a sofisticar essa conexão, buscando um relacionamento mais próximo de amigos que são capazes de se comunicar e cooperar. O conceito central estabelecido para o design do MOTOROiD2 é o de ser "seu companheiro indispensável".

Fig. 2. Visual final da Motoroid 2


O objetivo final dessa comunicação mútua é gerar um Jin-Ki Kanno (a sedutora euforia sentida quando o piloto e a máquina verdadeiramente se tornam um) ainda desconhecido.

Interfaces Vivas e a Expressão de Vitalidade

A MOTOROiD2 é uma máquina que responde ao piloto. A maior parte de seu exterior é uma interface especializada para promover a interação mútua.

O melhor exemplo disso é o LEAF, um dispositivo háptico que funciona como a estrutura chave icônica. O LEAF possui uma forma orgânica e graciosa, com um acabamento semitransparente, o que é muito incomum para exteriores de motocicletas. Ele não só se transforma para otimizar o encaixe do piloto dependendo da postura de pilotagem, mas também funciona como um "sentido tátil" que recebe e responde às intenções do piloto. A transparência do LEAF também permite uma sensação de harmonia entre o MOTOROiD2 e os diversos estilos de vida do proprietário.


Essa máquina possui "vitalidade". Para visualizá-la, ela incorpora expressões emissoras de luz para demonstrar respostas táteis. Os designers exigiram um movimento bonito que replicasse a natureza, como os botões de uma flor ou um pássaro abrindo as asas. Controles precisos foram incorporados para ligar o movimento e a luz, expressando a "vitalidade" através da tecnologia.

Uma Nova Liberdade de Pilotagem: O Estilo Centauro

O MOTOROiD2 revoluciona a posição de pilotagem, introduzindo uma postura que liberta a parte superior do corpo, algo que era restrito nas motocicletas tradicionais devido às limitações operacionais.

Agora, o piloto pode fazer a transição entre três níveis de pilotagem:

  1. Postura Tradicional: Usando guidão, assento e pedaleiras (legado).
  2. Estilo Jóquei: Os joelhos são colocados no recém-instalado "apoio de joelho" (knee-hold).
  3. Estilo Centauro: O piloto pode ficar em pé, liberando completamente o uso da parte superior do corpo, em uma postura de meio-homem, meio-cavalo.

O MOTOROiD2 é capaz de responder a cada uma dessas posturas, transformando-se na posição ideal. O objetivo é que "O humano se funda com a máquina como se fosse uma criatura viva, permitindo que qualquer piloto experimente Jin-Ki Kanno".

Fig. 4. É o tipo de design que te agrada?


Tecnologia de Equilíbrio e Comunicação Inteligente

Para que essa fusão ocorra, a tecnologia subjacente está em constante evolução. O MOTOROiD é composto por tecnologias-chave, incluindo o sistema de controle de equilíbrio AMCES.

O AMCES permite que a máquina mantenha o equilíbrio de forma autônoma, movendo a parte ponderada da bateria enquanto retém a estrutura básica do veículo. No MOTOROiD2, o AMCES foi atualizado para realizar uma autonomia mais complexa e estável, adicionando coordenação com outras funções, como a direção. Isso permite a pilotagem autônoma com movimentos naturais e coordenados com o piloto, mesmo na faixa de baixa velocidade, onde as motocicletas convencionais enfrentam maior dificuldade.

Fig. 5. Pensada na postura do piloto. Será?


Além do equilíbrio, a comunicação é fundamental. Foram adicionadas câmeras de IA de reconhecimento de imagem em quatro direções: frontal, esquerda/direita, e uma câmera posicionada para capturar o rosto do piloto. Há uma constante alternância entre as câmeras para capturar as intenções do piloto. Isso permite que, por exemplo, o MOTOROiD2 mantenha uma distância apropriada do proprietário, possibilitando que pessoas e máquinas caminhem ou corram lado a lado, como se estivessem passeando. Houve também atualizações significativas nos gestos reconhecíveis, com o objetivo de que os pilotos possam comunicar sua intenção à máquina por meio de gestos sensoriais, e a máquina responda adequadamente.

A Essência do Companheiro Indispensável

O MOTOROiD2 se apresenta como uma forma de vida misteriosa. Se você chamá-lo, ele se aproxima naturalmente, brilhando como se estivesse fornecendo feedback, e o convida a se apoiar em seu corpo elegante. O piloto pode deslizar pelo ar com a máquina, abrindo um novo mundo de Jin-Ki Kanno, construído na confiança mútua ao nível de seu companheiro indispensável.

Fig. 6. O que parece pra você? Um louva-a-deus visto por cima?


Embora o conceito e as principais tecnologias por trás do MOTOROiD2 tenham sido anunciados, a Yamaha ainda não detalhou as formas e situações em que ele poderá ser aproveitado. Isso significa que a visão de futuro para esta máquina é, em última análise, uma pergunta feita ao próprio usuário. A Yamaha está contando com a imaginação livre e rica de todos nós para encontrar a expressão desse futuro imprevisto. Prepare-se, porque a forma como nos relacionamos com nossas motos está prestes a mudar para sempre!

Deixe nos comentários: é o estilo de moto que você gostaria de ter?








sábado, 27 de agosto de 2022

COMPARATIVO: Kawasaki Versys 300 x Honda XRE 300

COMPARATIVO: Kawasaki Versys 300 x Honda XRE 300



Salve, motociclista! Tudo bem com você?

Vamos a mais um comparativo de motos aqui no blog. Desta vez, foram selecionadas as pequenas trails Versys 300, da Kawasaki, e XRE 300, da Honda.

São duas motocicletas realmente muito bonitas e versáteis em trechos urbanos, mas que deixam a desejar em alguns pontos, claro, mesmo porque, seus motores foram preparados para situações mais leves, e não estradas ou terrenos muito brutos, especialmente, se estiver com garupa.



Começando pelos motores

Ambas vêm com motor DOHC 4 tempos, 4 válvulas por cilindro e levam o número 300 pra indicar suas cilindradas, mas não se engane logo de cara. Enquanto a Versys possui reais 296 cm3 distribuídos em seu bicilíndrico, a XRE da Honda vem com 291,6 cm3 em seu motor de um cilindro só. Motores bicilíndricos fornecem à moto uma melhor estabilidade, pois vibram menos, exigem giros menores e costumam ser mais econômicos.

Os tipos de cárter são: semiúmido na Versys, que fornece uma lubrificação forçada e é comum nas motos da Kawasaki, e úmido na XRE, tipo de lubrificação mais comumente encontrado nas motocicletas.




Apesar dos cilindros da Versys serem menores que o da XRE (62 mm contra 79 mm), ela oferece um tanto considerável a mais de potência: 40 cv contra 25,6 cv da XRE a 7500 RPM. A XRE só fornece um torque um pouco maior, de 2,8 kgf.m a 6000 RPM contra 2,6 kgf.m a 10000 RPM da Versys. 

Enquanto a Versys 300 conta com câmbio de 6 marchas, a XRE vai bem com sua cinco. Ambas possuem embreagens multidisco banhadas a óleo, mas a Versys ainda conta com o sistema deslizante, que oferece uma troca de marchas mais suave. Elas compartilham também o sistema de transmissão por corrente.

Painel da XRE 300 2022

Novidade na Kawasaki Versys.

Suspensão e pneus

As suspensões dianteiras das duas se diferem um pouco. São telescópicas mas, enquanto a da Versys tem curso de 130 mm, a da XRE é de 245 mm. As suspensões traseiras também são levemente diferentes: a XRE é de 225 mm e a Versys é de 148 mm, com regulagem.

Os freios dianteiro e traseiro são ABS, lembrando que o dianteiro da XRE tem três pistões, contra dois da Versys. Os pneus da XRE têm as seguintes medidas: dianteiro 90/90-21 e traseiro, 120/80-18.  A Versys tem seu pneu dianteiro 100/90-19 e o traseiro, 130/80-17.




Consumo

Em relação ao assento, a XRE apresenta maior altura: 860 mm contra 845 da Versys. Porém, em altura geral, a Versys vence o páreo: 1390 mm contra 1181 mm da XRE.

A Versys ganha também em capacidade de tanque de combustível. São 17 litros contra 12,4 da XRE. Porém, a Honda ganha em economia: enquanto ela faz média de 30 km/l, a da Kawa faz 24,5 km/l. No final, entretanto, com tanque cheio a vantagem volta para a Versys, com autonomia de 415 km, enquanto a XRE alcança 372 km. Ambas são bicombustível.



Preço. A parte mais arrepiante. Os valores foram consultados nos respectivos sites - Honda e Kwasaki - e correspondem ao mês de agosto de 2022. A XRE modelo Adventure está com preço sugerido de R$ 23.670,00 e a Versys é sugerida a R$ 33.810,00. 




Comente aí embaixo sua opinião a respeito dessas duas motos. Você possui alguma delas? E se não, sendo sua praia, você compraria qual dos modelos? 

Motoabraço e até o próximo post.


Link para assistir no Youtube:

https://www.youtube.com/watch?v=wmmLDuK0WsI








sábado, 20 de fevereiro de 2021

NMAX 160 ABS: O (TOTALMENTE) NOVO SCOOTER DA YAMAHA

 NMAX 160 ABS: O (TOTALMENTE) NOVO SCOOTER DA YAMAHA


Fala, galera, tudo bem com vocês? Espero que sim, claro!

A Yamaha entrou 2021 com novidades pra lá de incríveis no setor motociclístico, tanto nas esportivas, como também nas outras categorias, inclusive, na urbana.



Exemplo disso é o renovado (e realmente novo!) Yamaha NMax 160 ABS, o scooter mais potente da categoria, segundo o fabricante. 

Com motor VVA de 160 cc, em testes mostrou potência e segurança, pontuando muito bem nesses dois quesitos, em relação a outros scooters do mesmo patamar.

Seu design é moderno e sofisticado e ele ainda conta com tecnologias exclusivas, como o cilindro em DiASil, que melhora a eficiência do motor, e o comando de válvulas variável (VVA), que garante maior desempenho e melhor autonomia. 



O novo NMax é dotado de ABS em ambas as rodas que, combinadas ao novo chassi, proporciona uma segurança acima do que se conhece nessa categoria. O chassi do NMax 160 ABS, além do novo desenho, ficou mais rígido, influenciando na estabilidade e, consequentemente, deixou a pilotagem mais confiante.


Como resultado, obteve-se maior espaço para os pés do piloto, além de ter colaborado para trazer uma melhor sensação de controle, graças também às alterações nas barras superiores.

Outros itens que foram alterados para dar mais segurança e conforto na pilotagem no NMax 160 foram as suspensões. Elas foram recalibradas e os amortecedores traseiros, bem como o garfo dianteiro, conseguem dar mais equilíbrio e firmeza na condução.

As rodas, ambas de 13 polegadas, possuem ligas mais leves e de geração mais nova, sendo que a dianteira suporta pneu sem câmera de 110/70 e a traseira, de 130/70. Isso trouxe um ar de scooter mais esportiva, ao mesmo tempo que oferece contato maior com a superfície.

Os freios ABS são de série e os discos medem 230 mm de diâmetro, grandes o bastante para o tamanho do scooter, mas de grande funcionalidade. O NMax é pioneiro, em sua categoria,  no sistema antitravamento nas duas rodas como itens de série. 


A chave é do tipo Smart Key, tecnologia empregada em chaves onde basta apertar um botão para que o
motor dê a partida. Outra novidade neste sentido, é o sistema Stop & Start, que desliga o motor quando está parado em um semáforo, por exemplo. Ao acelerar para sair, o motor é automaticamente religado. Esse sistema ajuda na redução do consumo de combustível e a emissão de poluentes. 


E por falar em consumo de combustível, o tanque de 7,1 litros da NMax garante uma autonomia de, no
mínimo, 250 km, fora a reserva.

Motor

A Yamaha trouxe uma novidade para o NMax 160 ABS: motor modificado e mais completo. Agora dotado de cilindro, cabeçote, pistão, biela e outras partes de um motor maior, oferece muito melhor desempenho e agilidade, com respostas rápidas aos comandos. Ele é do tipo
SOHC, 4 válvulas, 4 tempos e refrigeração líquida. Também oferece potência de 15,2 cv a 8.000 rpm, um bom número para a categoria. Para se ter uma ideia, a PCX 150, da Honda, gera 13,2 cv a 8.500 rpm.

A Yamaha está oferecendo o maior prazo de garantia do mercado dessa categoria: 4 anos! 

Preço

Particularmente, achei o preço meio salgadinho, mas como esse mercado é tendencioso, talvez esteja em um patamar quase aceitável: R$ 14.990,00, sem contar o frete para a região. Só para efeito de comparação, a guerreira Titan 160, que aguenta muito mais o tranco, está na faixa de R$ 12 mil. 









quarta-feira, 29 de agosto de 2018

TRIUMPH TIGER 800 2019: ÍCONE SOBRE DUAS RODAS


Salve, galera motociclista!!

Considerada um dos modelos mais procurados na Triumph, a bigtrail Tiger 800 ganhou fãs por todo o Brasil, devido a vários detalhes, entre eles, a beleza e a tecnologia empregada na moto.



O modelo 2019 chegou melhorado em ergonomia, segurança, conforto e economia, sem falar do aparato tecnológico, que são chaves importantes na hora de decidir pela compra de uma motocicleta, e esses itens têm de sobra na Tiger 800.

A primeira Tiger

A britânica Triumph é antiga. Ela completou seu centenário, oficialmente, em 2002, mas há rumores de que ela já era ativa, na produção de bicicletas, ainda no final do século XIX, com a chegada de um alemão na Inglaterra, naquela época: Siegfried Bettmanm.

Impressionado com o número de bicicletas na capital inglesa, Bettmann, que já era fabricante de máquinas de costura, resolveu inovar e melhorar a mobilidade dos britânicos, incorporando um pequeno motor (fabricado pela belga Minerva, de 2,25 hp) às suas bicicletas que, com o quadro reforçado, passaram a ganhar as ruas de Londres em 1902, com um modelo denominado “Nº 1” (Number One).

Este feito colocou a Triumph na lista de desejos daqueles que não queriam mais andar a pé ou depender dos transportes públicos. Após a Grande Depressão – considerado o mais longo período de recessão econômica do séc. XX -, e passando por momentos de grande dificuldade (quase precisando fechar as portas), a Triumph arriscou em colocar nas ruas um modelo mais popular, de 494 cc e que chamou de Modelo P. Custava apenas 42 Libras e, por isso, vendeu cerca de 20 mil unidades em um só ano.

Tiger 100. A moto mais veloz de sua época.

Somente em 1937, sob a direção de Jack Sangster, a Triumph lançaria um novo modelo que viria surpreender os fãs da marca: a Speed Twin, que veio a ser conhecida como Tiger 100. O que mais impressionava neste modelo era a velocidade que alcançava: 160 km/h. Segundo a própria Triumph, essa moto dominou o tópico ‘velocidade’ até a chegada da CB 750, da Honda, em 1969.

Tiger 800: ícone sobre duas rodas

A Triumph, hoje, é uma empresa mundialmente bem conceituada, isso não resta dúvida. 0 design e a tecnologia empregados atualmente em suas motocicletas são fatores que merecem prêmios.



Os seis modelos que compõem a família Tiger 800 são hoje verdadeiros ícones da categoria bigtrail - urbana e adventure. São eles:

 Tiger 800 XR – modelo de entrada, tem preço sugerido (no site) de R$ 43.190,00;

Tiger 800 XR

Tiger 800 XRx – um pouco mais robusta do que sua irmã XR, custa R$ 48.890,00;

Tiger 800 XRx

Tiger 800 XRx Low Seat – é a mesma XRx, porém, alguns milímetros mais baixa, e compartilha o mesmo preço;

Tiger 800 XR Low


Tiger 800 XRT – botões ergonômicos e joystick de 5 posições, é a top das XR. Preço sugerido de R$ 54.890,00;

Tiger 800 XRT


Tiger 800 XCx – esta é tecnologicamente mais equipada que as anteriores, como a presença dos modos de pilotagem, e custa R$ 51.390,00;

Tiger 800 XCx.


 Tiger 800 XCA – assentos aquecidos são alguns dos itens que acompanham esse modelo top de linha, que custa R$ 55.890,00.

A dirigibilidade nessas motos é algo surpreendente. Nas rodovias em boas condições, é como estar conduzindo uma orquestra sinfônica, ou tocando um rock pesado, dependendo da pegada que você tiver.



O Motor da Tiger

Todos os modelos compartilham o mesmo DOHC tricilíndrico em linha de 800 cilindradas, com 95 cv de potência a 9.250 rpm. Com torque de 79 Nm @ 7.850 rpm, trata-se de uma moto de grande força e condizente com seu porte.

O motor para os seis modelos é o mesmo.


Possui sistema de aceleração ride-by-wire, que suaviza a entrega de potência e a resposta do acelerador é muito mais rápida. Apesar de ser um motorzão, é econômico, chegando a fazer 27,4 km/l. Por falar nisso, o tanque é de 19 litros, o que pode chegar até 520 km de autonomia.

Com refrigeração a líquido, 12 válvulas, a Tiger 800 é uma moto potente e que permite ao piloto mais expert usar de seus atributos seguramente.

As XCs são excelentes off-road.

Computador de bordo

As Tigers são dotadas de um computador de bordo bastante funcional em seu painel, que indicam: velocidade, tacometria, posição da marcha, medidor de combustível, indicador de serviço, temperatura ambiente e relógio.

O painel TTF não está presente na versão XR.

Nos modelos XRx, XCT, XCx e XCA há mais funcionalidades, tais como: tempo de viagem, velocidade média, consumo médio de combustível, consumo instantâneo e autonomia.
Esses três modelos contam ainda com mapas diferenciados de aceleração:

- Rain map: ajusta a aceleração em solos molhados ou escorregadios;

- Road map: modo padrão, linear e perfeito para as condições diárias normais;

- Sport map: dá uma resposta mais clara e ágil, retirando a necessidade de aceleração;

- Off-Road map: resposta ideal para terrenos irregulares ou pistas de terra.

Todos os modelos contam com o TTC (Controle de Tração Triumph), sistema que previne o giro inesperado da roda traseira, ao cortar o torque do motor para evitar a perda de aderência com o solo. Motos de alto torque sem esse sistema costumam dar uns tombinhos bestas em seus pilotos e mexendo nos bolsos.

O TTC possui 3 configurações: ROAD, otimizado para boas estradas e rodovias; OFF-ROAD, para terrenos off-road; e OFF, sistema desligado para uso urbano.

Para completar, com exceção da XR, os modelos são equipadas com o Cruise Control, o piloto automático, que é um sistema que permite uma condução mais confortável, ao mesmo tempo em que gera um bom consumo de combustível.


O Cruise Control é também conhecido por "piloto automático"


Sobre o painel, com exceção do modelo XR, os demais vêm equipados com o TTF, cuja tela assemelha-se à dos smartphones. As informações são vistas em ótima resolução e tamanho ideal para o piloto.


Conclusão

Com suas rodas de aros largos – 19” na XR e na XRx Low, e 21” nos demais modelos -, e altura perfeita, é uma motocicleta feita para proporcionar ótimo desempenho off-road e conforto nas longas viagens. O conjunto da obra dá essa resposta.
Rodas Aro 19" na XR e na Low, e 21" nas demais.
A Triumph preocupou-se no quesito ergonomia, o que traz ao piloto a sensação de estar realmente dominando a máquina, mas, ao mesmo tempo, é ela quem o tem. Uma relação íntima de sinergia entre ambos.

Motoabraço!


Tiger 800: uma das melhores bigtrails do Brasil.


Quem leva a melhor? Bajaj DOMINAR 400 ou Kawasaki NINJA 400? Comparativo.

Salve, Motors!  Mais uma vez, o Louco por Motos traz um comparativo que, para muita gente, é bom saber antes de investir - mais, ou menos ...