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quarta-feira, 29 de agosto de 2018

TRIUMPH TIGER 800 2019: ÍCONE SOBRE DUAS RODAS


Salve, galera motociclista!!

Considerada um dos modelos mais procurados na Triumph, a bigtrail Tiger 800 ganhou fãs por todo o Brasil, devido a vários detalhes, entre eles, a beleza e a tecnologia empregada na moto.



O modelo 2019 chegou melhorado em ergonomia, segurança, conforto e economia, sem falar do aparato tecnológico, que são chaves importantes na hora de decidir pela compra de uma motocicleta, e esses itens têm de sobra na Tiger 800.

A primeira Tiger

A britânica Triumph é antiga. Ela completou seu centenário, oficialmente, em 2002, mas há rumores de que ela já era ativa, na produção de bicicletas, ainda no final do século XIX, com a chegada de um alemão na Inglaterra, naquela época: Siegfried Bettmanm.

Impressionado com o número de bicicletas na capital inglesa, Bettmann, que já era fabricante de máquinas de costura, resolveu inovar e melhorar a mobilidade dos britânicos, incorporando um pequeno motor (fabricado pela belga Minerva, de 2,25 hp) às suas bicicletas que, com o quadro reforçado, passaram a ganhar as ruas de Londres em 1902, com um modelo denominado “Nº 1” (Number One).

Este feito colocou a Triumph na lista de desejos daqueles que não queriam mais andar a pé ou depender dos transportes públicos. Após a Grande Depressão – considerado o mais longo período de recessão econômica do séc. XX -, e passando por momentos de grande dificuldade (quase precisando fechar as portas), a Triumph arriscou em colocar nas ruas um modelo mais popular, de 494 cc e que chamou de Modelo P. Custava apenas 42 Libras e, por isso, vendeu cerca de 20 mil unidades em um só ano.

Tiger 100. A moto mais veloz de sua época.

Somente em 1937, sob a direção de Jack Sangster, a Triumph lançaria um novo modelo que viria surpreender os fãs da marca: a Speed Twin, que veio a ser conhecida como Tiger 100. O que mais impressionava neste modelo era a velocidade que alcançava: 160 km/h. Segundo a própria Triumph, essa moto dominou o tópico ‘velocidade’ até a chegada da CB 750, da Honda, em 1969.

Tiger 800: ícone sobre duas rodas

A Triumph, hoje, é uma empresa mundialmente bem conceituada, isso não resta dúvida. 0 design e a tecnologia empregados atualmente em suas motocicletas são fatores que merecem prêmios.



Os seis modelos que compõem a família Tiger 800 são hoje verdadeiros ícones da categoria bigtrail - urbana e adventure. São eles:

 Tiger 800 XR – modelo de entrada, tem preço sugerido (no site) de R$ 43.190,00;

Tiger 800 XR

Tiger 800 XRx – um pouco mais robusta do que sua irmã XR, custa R$ 48.890,00;

Tiger 800 XRx

Tiger 800 XRx Low Seat – é a mesma XRx, porém, alguns milímetros mais baixa, e compartilha o mesmo preço;

Tiger 800 XR Low


Tiger 800 XRT – botões ergonômicos e joystick de 5 posições, é a top das XR. Preço sugerido de R$ 54.890,00;

Tiger 800 XRT


Tiger 800 XCx – esta é tecnologicamente mais equipada que as anteriores, como a presença dos modos de pilotagem, e custa R$ 51.390,00;

Tiger 800 XCx.


 Tiger 800 XCA – assentos aquecidos são alguns dos itens que acompanham esse modelo top de linha, que custa R$ 55.890,00.

A dirigibilidade nessas motos é algo surpreendente. Nas rodovias em boas condições, é como estar conduzindo uma orquestra sinfônica, ou tocando um rock pesado, dependendo da pegada que você tiver.



O Motor da Tiger

Todos os modelos compartilham o mesmo DOHC tricilíndrico em linha de 800 cilindradas, com 95 cv de potência a 9.250 rpm. Com torque de 79 Nm @ 7.850 rpm, trata-se de uma moto de grande força e condizente com seu porte.

O motor para os seis modelos é o mesmo.


Possui sistema de aceleração ride-by-wire, que suaviza a entrega de potência e a resposta do acelerador é muito mais rápida. Apesar de ser um motorzão, é econômico, chegando a fazer 27,4 km/l. Por falar nisso, o tanque é de 19 litros, o que pode chegar até 520 km de autonomia.

Com refrigeração a líquido, 12 válvulas, a Tiger 800 é uma moto potente e que permite ao piloto mais expert usar de seus atributos seguramente.

As XCs são excelentes off-road.

Computador de bordo

As Tigers são dotadas de um computador de bordo bastante funcional em seu painel, que indicam: velocidade, tacometria, posição da marcha, medidor de combustível, indicador de serviço, temperatura ambiente e relógio.

O painel TTF não está presente na versão XR.

Nos modelos XRx, XCT, XCx e XCA há mais funcionalidades, tais como: tempo de viagem, velocidade média, consumo médio de combustível, consumo instantâneo e autonomia.
Esses três modelos contam ainda com mapas diferenciados de aceleração:

- Rain map: ajusta a aceleração em solos molhados ou escorregadios;

- Road map: modo padrão, linear e perfeito para as condições diárias normais;

- Sport map: dá uma resposta mais clara e ágil, retirando a necessidade de aceleração;

- Off-Road map: resposta ideal para terrenos irregulares ou pistas de terra.

Todos os modelos contam com o TTC (Controle de Tração Triumph), sistema que previne o giro inesperado da roda traseira, ao cortar o torque do motor para evitar a perda de aderência com o solo. Motos de alto torque sem esse sistema costumam dar uns tombinhos bestas em seus pilotos e mexendo nos bolsos.

O TTC possui 3 configurações: ROAD, otimizado para boas estradas e rodovias; OFF-ROAD, para terrenos off-road; e OFF, sistema desligado para uso urbano.

Para completar, com exceção da XR, os modelos são equipadas com o Cruise Control, o piloto automático, que é um sistema que permite uma condução mais confortável, ao mesmo tempo em que gera um bom consumo de combustível.


O Cruise Control é também conhecido por "piloto automático"


Sobre o painel, com exceção do modelo XR, os demais vêm equipados com o TTF, cuja tela assemelha-se à dos smartphones. As informações são vistas em ótima resolução e tamanho ideal para o piloto.


Conclusão

Com suas rodas de aros largos – 19” na XR e na XRx Low, e 21” nos demais modelos -, e altura perfeita, é uma motocicleta feita para proporcionar ótimo desempenho off-road e conforto nas longas viagens. O conjunto da obra dá essa resposta.
Rodas Aro 19" na XR e na Low, e 21" nas demais.
A Triumph preocupou-se no quesito ergonomia, o que traz ao piloto a sensação de estar realmente dominando a máquina, mas, ao mesmo tempo, é ela quem o tem. Uma relação íntima de sinergia entre ambos.

Motoabraço!


Tiger 800: uma das melhores bigtrails do Brasil.


segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Honda CB 500X: boa de curvas, retas, urbanas e estradas

Personas muy camaradas, como están? :) Espero que todos estejam bem.

Esse post é sobre uma motoca que tá caindo no gosto de alguns motociclistas, especialmente, aqueles que estão migrando para uma cilindrada maior: a Honda CB 500X.
Ela é uma moto de design inspirado nas suas irmãs mais velhas, VF 1200 e na NC 700X, com um visual meio cruiser, meio naked, com porte de gente graúda.



Motor 

Seu motor de 470 cc, DOHC bicilíndrico e de 4 tempos, com refrigeração líquida, gera uma potência de 50,4 cv a 8500 rpm, e tem um torque máximo de 4,55 kgf.m a 7000 rpm. Com seu câmbio de 6 velocidades, desempenha um papel fundamental na economia de combustível. Com esses números, a CB500X só poderia mesmo ter uma excelente performance, tanto em trechos urbanos como nas estradas.

Combustível e Óleo

O tanque da CB500X tem capacidade para 17 litros, sendo 2,8 lts para a reserva. Em testes na estrada, a CB500X fez até 30 km/l, o que podemos tirar daí uma média de 25 km/l, aos 100 km/h. Isso lhe dá uma autonomia de mais de 420 km. 
O cárter tem capacidade para 3,2 litros, sendo que, normalmente, o proprietário irá gastar 2,7 litros quando não envolver troca do filtro.

Posição e pilotagem

O banco da CB 500X proporciona ergonomia e conforto, já que piloto e garupa ficam em uma posição elevada e natural, favorecendo as manobras mais emergentes, devido à liberdade de movimentos que se tem.

Suspensão e Freios

A CB500X foi desenhada para dar uma grande panorâmica ao piloto, especialmente, nas estradas abertas. Além disso, ela oferece também um controle muito grande por parte do piloto, para que ele não perca a confiança hora nenhuma.
A segurança da suspensão começa com a dianteira, com seu garfo telescópico de 140 mm de curso e traseira com o Pro-link de 118 mm.
Os freios são a disco, ABS com 320 mm na dianteira e 240 na traseira.

Preço

Não se pode dizer que a CB500X seja uma moto cara, no Brasil. Sua faixa de preço antecede os R$ 30 mil e, pelo que ela oferece, está dentro dos limites. O que a ajuda, no entanto, é o alto valor que o dólar atualmente apresenta, o que deixa as importadas mais caras.

Está aí uma excelente escolha! Uma motocicleta bonita, boa de estrada, boa na cidade e também manjadora de boas curvas. A relação custo x benefício está na faixa aceitável e o proprietário terá uma moto bem atual por muito tempo.

Motoabraço e boa sorte!


quarta-feira, 9 de setembro de 2015

COMPARATIVO: HONDA GOLDWING 1800 x SUZUKI BOULEVARD M1800R



E aí, pessoal? Tudo 100%? 

Então, essa postagem traz um comparativo com duas das maiores motocicletas do mundo, comercialmente falando. Vamos conhecer um pouco mais sobre as cruisers Suzuki Boulevard M1800R Boss em comparação com a Honda GL 1800 F6B Goldwing. A F6B, apesar de rara no Brasil, foi a escolhida por ser mais parecida em estilo com a Boulevard, mais jovem e despojado, além do motor com tamanho bem aproximado.

Uma M1800R descansando à sombra. :) Que belezura, não?


Sem dúvida, trata-se de duas motos customs para pessoas com poder aquisitivo melhorado, pois, além dos seus preços, há também a manutenção, que pode ser comparada à de carros importados.

Motor


A Boulevard M1800R possui motor DOHC 4 tempos, bicilíndrico com 8 válvulas e refrigerado a líquido. São 1.783 cilindradas e 125 hp a 6.200 rpm, que geram um torque máximo de 16,31 kgmf a 3.200 rpm. 
A Boulevard conta com sistema de lubrificação do tipo cárter seco, que é o tipo de lubrificação que ocorre exclusivamente por pressão em suas peças móveis. O câmbio possui 5 velocidades e seu sistema de partida é elétrico e sua injeção e ignição são eletrônicas. 




Já a Honda Goldwing F6B possui motor OHC, 4 tempos, com 6 cilindros (!) e com refrigeração também líquida. São, na verdade, 1.832 cc produzindo 118 cv a 5.500 rpm e 17 kgmf a 4.000 rpm. Um motor mais forte, mas que seria deixado para trás pela da Suzuki. A M1800R pode alcançar tranquilamente os 235 km/h, enquanto a F6B, uns 230 km/h, devido até mesmo seu peso, cerca de 40 kg a mais. Evidentemente, tais dados são questionáveis, já que a prática poderia mostrar outros resultados.



Suspensão e Freios


Quanto a suspensão dianteira, a Boulevard conta com suspensão dianteira do tipo telescópica invertida de amortecimento hidráulico e mola helicoidal. A traseira é do tipo balança articulada, tipo link de monoamortecimento hidráulico e mola helicoidal. Ambos os freios são do tipo disco ventilado, sendo que o dianteiro é duplo.

A suspensão dianteira da Goldwing é do tipo garfo telescópico de 140 mm, o que já lhe confere um ótimo posicionamento e equilíbrio, devido ao tamanho da moto. A traseira possui amortecimento ProLink co ProArm de 105 mm, que proporciona segurança e conforto incontestáveis. O freio dianteiro é a disco duplo flutuante, D-CBS e ABS, com diâmetro de 296 mm. O traseiro é do mesmo tipo, porém, com diâmetro de 316 mm.


Pesos & Medidas


Quando você se depara com essas duas motos ao mesmo tempo, vê que a Honda tem mais porte, até mesmo pelo seu sistema de carenagens, que é mais robusto. Mas, tecnicamente, as medidas confirmam uma diferença considerada pequena entre a maioria das propriedades. Veja:

BOULEVARD M1800R                                                       HONDA GOLDWING F6B

347 kgPeso387 kg
2.480 mmComprimento Total2.629 mm
875 mmLargura Total945 mm
1.113 mmAltura Total1.455 mm
1.710 mmDistância entre eixos1.690 mm
130 mmDistância do solo125 mm
705 mmAltura do Assento740 mm
130/70 R18 M/C (63V), sem câmaraPneu DianteiroRadial, sem câmara. 130/70R 18M/C (63H) BRIDGESTONE G709 RADIAL
240/40 R18 M/C (79V), sem câmaraPneu TraseiroRadial, sem câmara. 180/60R 16M/C (74H) BRIDGESTONE G704 RADIAL
19,5 litrosCapacidade do tanque25,5 litros
3,6 litros (com troca de filtro)Óleo do MotorApós desmontagem 4,6 litros, Após troca do filtro de óleo 3,7 litros, Após drenagem 3,6 litros
Painel "pelado", mas completinho, da Boulevard.



Painel super-mega-ultra-simples da F6B. :)

Preço

Sem sombra de dúvida, a Suzuki Boulevard leva vantagem sobre o preço. Enquanto a Honda comercializa sua cruiser (mas, que cruiser!) por cerca de 92 mil reais, a Suzuki te dá uma Boulevard por meros 55.000 - em ambos os casos, não estou contando com descontos, nem com taxas disso e aquilo, geralmente encontradas pelas revendas e financeiras. 

De qualquer forma, se viajar de moto já é bom, sobre essas Gran-Turismos é ainda mais satisfatório, tamanho o conforto. É bom salientar que o modelo F6B foi lançado para comemorar os 40 anos da GoldWing, em 2014.


Motoabraço e tudo de bom pra vocês!



segunda-feira, 6 de abril de 2015

Moto: customizar ou não, eis a questão

A palavra "custom" tem origem no francês arcaico "costume" e, aos poucos, além de referir-se ao que é tradicional (costumes de uma sociedade), foi também acoplada ao toque pessoal que cada um dá aos seus pertences, também. Como estamos lidando com motos, portanto, vamos falar de personalização.
Ao personalizar sua motoca, tenha em mente uma verdade incontestável: você está dando a sua cara, o seu estilo, à moto. Na verdade, o que o cara procura é o ajuste da motocicleta ao seu estilo de vida, às vezes, até mesmo em detrimento ao conforto, à segurança, ou outro item indispensável na moto.
O ponto verídico da customização é que, normalmente, a moto fica "muito bacana", "doida demais", "louquíssima", entre outras características que a gente ouve dos "especialistas". Mas, será que vale mesmo a pena investir em algo que, futuramente, poderá não valer tanto quanto pesa?

Quando o dono customiza sua moto, ele está tirando dela as características originais de fábrica e, tentando a todo custo, deixá-la com uma aparência exclusiva, fora de linha. Pois bem, considero isso um ponto positivo, pois mostra até mesmo que o cara tem coragem. Mas, a não ser em casos raros, essa personalização é como um casamento com certa dose de risco, pois, dependendo, a moto "morrerá" na mão de seu dono - o que pode não ser um problema para muitos, também. Isso, porque o cara gasta mais do que pagou na moto e, na hora de vender, raramente algum pretenso comprador vai reconhecer os esforços do primeiro. 

Há outro ponto a ser comentado: ao personalizar a moto, ela está sendo "adaptada" ao gosto e ao físico do dono, que podem ser completamente diferentes do pretenso comprador. E aí? Ou não compra, ou gasta mais um pouco pra readaptá-la. Portanto, há muito o que se pensar e ponderar, quando o assunto é comprar uma moto já personalizada.
A seguir, os comparativos entre os estilos de moto (para não confundir "chopper" com "custom" e outros):

Cruiser (estradeira, em português) é o estilo que imita as motos americanas dos anos 1930 aos 1960, como a Harley-Davidson e a Indian. São motos de linha, produzidas em grande escala. No Brasil, as estradeiras mais famosas são a Shadow, da Honda, e a própria Harley-Davidson, que tem por política manter o mesmo design de meio século atrás.



Bobber é uma moto cruiser da qual foi tirado tudo o que era desnecessário, criando um visual minimalista. Essas motos apareceram nas décadas de 40 e 50, com o objetivo de diminuir o peso, expressar habilidade mecânica e tornar a moto mais barata. Com o tempo, o minimalismo passou a ser mais um desejo estético do que de performance.
Chopper é uma cria da bobber, mas que tem um objetivo bem diferente: a estética extravagante. Nesse tipo de moto, os quadros originais são transformados, em geral para aumentar a distância entre eixos e o tamanho do garfo. Outra característica importante é o acabamento final, que exagera no cromo e na pintura bem viva.
Mas a grande diferença entre as cruisers, bobbers e choppers não está na forma, mas sim na sua fabricação. Enquanto as cruisers são produzidas em larga escala, as bobbers e choppers têm produção artesanal. Por isso, por serem únicas (ou produzidas em pequena quantidade), e por serem customizadas, e por serem modificadas, as bobbers e as choppers passaram a ser chamadas em conjunto de motos do tipo custom.

O problema com esse uso do termo custom (quando usado só para englobar as bobbers e as choppers) é que as motos customizadas não precisam necessariamente se basear nas cruisers, como a moto (D), por exemplo. Na verdade, desde o início do século XX (portanto antes das cruisers) as modificações já eram comuns entre os pioneiros que queriam melhorar a performance das motos de fábrica. Portanto, o certo seria defini-las como segue.
Custom (customizada, em português) é qualquer moto com design diferente das motos de linha, e com fabricação artesanal. A diferença em relação às motos de fábrica pode ser na estética, na estrutura ou na performance.

Existe um grande número de subtipos de motos customs (customizadas): bobbers (cruisers peladas),choppers (bobbers enfeitadas), baggers (cruisers cheias de bolsas para viagem), rat bikes (motos sem manutenção ou limpeza), survival bikes (baseadas no Mad Max), cafe racers (motos preparadas para corridas clandestinas na Inglaterra nos anos 60), street fighters (motos esportivas modificadas para rodar nas ruas das cidades), mods (scooters cheias de luzes e retrovisores), racers (protótipos para corridas em pista de asfalto), dragsters (motos de arrancada), hill climbers (motos para competição de subida de ladeira),landspeeders (motos para recorde de velocidade), e assim por diante. Na verdade, qualquer moto que for construída em pequeno número é uma moto custom, ou customizada.
Depois dessas informações, acho que você está pronto para escolher: afinal, customizar ou não? 

Parte desse post foi tirado de:



Quem leva a melhor? Bajaj DOMINAR 400 ou Kawasaki NINJA 400? Comparativo.

Salve, Motors!  Mais uma vez, o Louco por Motos traz um comparativo que, para muita gente, é bom saber antes de investir - mais, ou menos ...