terça-feira, 3 de janeiro de 2017

HONDA CRF 1000L Africa Twin: a volta da lenda!

E aí, motors? Todo mundo muito bem? Ano novo, vida nova, é como dizem, não é? :) Nosso primeiro post do ano trata sobre a volta de uma lendária motocicleta da Honda, a Africa Twin. Um espetáculo de big trail!

Com dois prêmios conquistados pela Revista Duas Rodas (Moto do Ano 2017 e Moto do Ano 2017 cat. Adventure), a Africa Twin já chega com jeitão de vitoriosa, mesmo. O fato é que sua estrutura robusta, misturada ao propulsor de 999 cm³, traz ao piloto: maneabilidade perfeita no off-road (mesmo os radicais), conforto em longas distâncias e ótima ciclística nas cidades.


 

Aerodinâmica e Suspensão

 A Africa Twin possui um design projetado para obter a melhor aerodinâmica e contribuir para uma pilotagem versátil. A moto oferece agressividade para extremo off-road, conforto para viagens e agilidade na cidade.A suspensão dianteira Showa é do tipo invertida, com curso de 230 mm. Por ser ajustável, possibilita uma configuração ideal para diferentes terrenos ou preferência do piloto.
A traseira, Showa Pro-Link, possui 220 mm de curso, também regulável, e com fácil acesso ao ajustador da pré-carga de mola.



 

Motor e Transmissão

 O motor da Africa Twin é um bicilíndrico paralelo com 999,1 cc, cabeçote do tipo OHC Unicam, o qual é derivado das CRFs de competição (ah, taí a origem do nome completo dela!). É um motor mais leve e compacto, contribui para a distribuição do peso e no posicionamento ideal do centro de gravidade.




Produz potência máxima de 90,2 cv a 7.500 rpm e torque de 9,3 kgf.m a 6.000 rpm. Pode não parecer competitiva em relação à BMW GS 1200, ou uma V-Strom, ou uma Versys 1000, mas acaba “ganhando” final, devido ao seu peso ser menor (212 kg).
O câmbio de 6 marchas dá mais esportividade a essa big trail e a embreagem deslizante contribui para a segurança, garantindo estabilidade em reduções mais repentinas e emergenciais.
O tanque de combustível tem capacidade para 18,8 litros, sendo 3,6 lts destinados à reserva. O cárter tem capacidade para 4,9 litros de óleo (com a troca do filtro).



 

Freios

 A Africa Twin chega com ABS de série, com disco duplo de 310 mm na dianteira, e um simples de 256 mm na traseira. É possível controlar a frenagem da moto em qualquer situação, segundo o fabricante, evitando deslizes e imprevistos durante o passeio. Em situações de off-road, é possível desligar o ABS traseiro.


 

Tecnologia


A Honda aplicou tecnologia de ponta na renovada Africa Twin. Ela vem equipada com o HSTC (Honda Selectable Torque Control), ou, em português, Controle de Torque Selecionável da Honda. Este dispositivo oferece ao piloto 3 diferentes níveis de controle, além de permitir desligar o ABS da roda traseira, caso queira aventurar-se em off-roads radicais.




Para saber mais sobre o HSTC, assista ao vídeo da Honda, no Youtube, clicando no link no final desse artigo.

Acessórios


A Africa Twin pode sair da concessionária com alguns acessórios bastante legais, dependendo do que o proprietário vai querer: protetor de tanque - cor prateada, protege a carenagem da motocicleta e funciona como suporte para os Faróis de Neblina em LED. Preço sugerido: R$ 3.350,00. Top-box, bagageiro e encosto dorsal, por R$ 2.990. Malas laterais, por R$ 4.800,00. Parabrisa alto: R$ R$ 990,00. Cavalete central: R$ 1.430,00. Conjunto da obra: R$ 78.460,00 (incluindo o valor da moto, ainda não comentado).    :) 

Conclusão




A CRF 1000L Africa Twin reúne todos os atributos de uma big trail de sucesso. As possibilidades de ajuste das suspensões, somadas à tecnologia HSTC, dão a esta moto o status de “a melhor moto do ano, categoria Adventure” sem muita discussão, ou até que apareça outra melhor. Não estamos falando, aqui, de potência, e sim do conjunto versatilidade x conforto x segurança x maneabilidade.O valor é que não é tão convidativo a qualquer mortal: R$ 64.900,00. Mas, é de se pensar. :) Fora do Japão, o Brasil será o único país a produzir a Africa Twin.




Assista ao vídeo no link:


 Motoabraço e FELIZ 2017 A TODOS VOCÊS!!!   

domingo, 25 de dezembro de 2016

BMW S 1000 XR: uma verdadeira motocicleta 3 em 1

A BMW acaba de lançar um modelo “3 em 1” no mercado. Trata-se da BMW S 1000 XR, uma motocicleta com a dinâmica das esportivas, o conforto das tourings e a versatilidade de uma adventure. A S 1000 XR é a primeira motocicleta esportiva de aventura produzida pela BMW, resultado desta combinação de estilos.



Motor

Seu motor de 4 tempos é um convite à estrada: são 999 cilindradas com potência, 4 cilindros em linha, 16 válvulas com duplo comando, 160 hp a 11.000 rpm e torque máximo de 112 Nm (ou 11,42 kgfm) a 9.250 rpm. A refrigeração do motor é mista, ou seja, líquido e óleo.
O tanque tem capacidade para 20 litros e, levando em consideração a autonomia dessas motos crossover, pode rodar cerca de 340 quilômetros sem abastecer.

A BMW trabalhou o motor da S 1000 XR para deixá-lo mais linear e favorecer o torque, o que a diferencia da S 1000 RR, que tem uma proposta mais esportiva (com 199 cv de potência, contra os 160 da XR).

Suspensão eletrônica

Ela conta com mapeamento de potência, em três modos: Rain, Road e Dynamic. Assim, é possível ter respostas da moto em diferentes condições de pilotagem. Ela também vem equipada com o sistema Dynamic ESA, que permite controlar os modos de condução, gerenciando a distribuição de potência do motor com um simples apertar de botão.
É possível, ainda, ao piloto controlar as ações dos freios ABS, deixando-o mais, ou menos, ativo, característica que proporciona à S 1000 XR muito mais segurança, especialmente, nas curvas, quando se tornar necessário frear a moto.


Em resumo, as suspensões da XR oferecem conforto, até mesmo em estradas ruins e cheias de buracos. Oferecem ótima estabilidade em curvas, como se fosse uma esportiva (aliás, não fosse o visual dela, seria fácil pensar que você está pilotando uma esportiva, ao invés de uma crossover).
Facilidades e Tecnologia
A BMW S 1000 XR vem equipada com:
- Piloto Automático e Riding Mode Pro
- Aquecedor de manoplas
- Controle Eletrônico de Suspensão Dinâmico (Dynamic ESA)
- Suporte para GPS

É para a terra?

Não, exatamente. Afinal, meter uma moto de mais de 70 mil reais na terra beira à sacanagem, certo? (rsrsrs) Bom, falando sério, a proposta da BMW não é a de fazer da XR uma aventureira, não mais que seu estilo. De qualquer forma, se precisar rodar em estrada de terra, ela vai bem, também, desde que o piloto tenha bom senso e não exagere.
Suas rodas são de 17 polegadas, o que ajuda um pouco em terrenos de chão. Porém, o aro ideal para isso é de 19 ou 21 polegadas.


Conclusão

Uma das reclamações dos pilotos em relação à S 1000 XR é a vibração sentida nas mãos, especialmente, em altas velocidades. Isso remete um pouco às esportivas, mas não chega a ser incômodo.



Visual impecável, tecnologia de ponta, motorzão que responde com fineza (e esperteza), a BMW S 1000 XR atinge bem seus objetivos, que é ser uma estradeira de respeito com o conforto das aventureiras.
O preço sugerido, por volta de R$ 70 mil, realmente, não é seu chamariz, mas, quem consegue comprá-la, tem nas mãos não só uma motocicleta, mas uma “3 em 1” muito bela, potente e que adora viajar.


domingo, 4 de dezembro de 2016

Indian Springfield no Brasil

A maior concorrente da Harley-Davidson, a Indian Motorcycles, aportou no Brasil há pouco mais de um ano, trazendo modelos fantásticos, como a Scout, Chieftain, Roadmaster, Chief Classic e a Chief Vintage, cada qual a seu tempo. Foi muito pra galera, já que os preços delas por aqui não são tão animadores. Mas, enfim, tem o seu naco de mercado, caso contrário, não viria para terras tupiniquins.






 Para 2017, uma novidade: a Indian Springfield, que também passará a ser montada em Manaus. Ela competirá com a Road King, da Harley, de forma renovada e com um novo motor, denominado Thunder Stroke 111, de 1.811 cc e com o peculiar visual clássico da maioria das Indians.

Particularidades

A Indian Springfield, apesar de remeter ao clássico, conta com tecnologia atual e equipamentos que visam o auxílio ao piloto, focando na segurança e no conforto de quem está sobre ela. Portanto, itens como: acelerador eletrônico, indicador de pressão dos pneus no painel, freios ABS, keyless start (partida sem chave), pedaleiras de passageiro ajustáveis e outros mimos fazem dessa obra motociclista um objeto de desejo. Sem falar, claro, na inigualável sensação de pilotar uma touring.

Motor

O propulsor V2 de 1.811 cc da Springfield gera 16,47 Kgfm de torque e potência de... curiosamente, o fabricante não informa a potência desse motorzão. Mas, podemos imaginar que sejam algumas boas dezenas de cavalos (por favor, quem souber e quiser informar nos comentários, agradeço). :)



Chassi e Dimensões

Ela utiliza o mesmo chassi da Indian Chief, sendo um pouco mais leve do que sua irmã mais velha, devido à falta das carenagens existentes na Chief.
A suspensão dianteira, do tipo telescópica, possui tubos de 46 mm e curso de 119 mm de dupla mola. A traseira é do tipo monoamortecedor, com 114 mm de curso, com possibilidade de ajustes na pré-carga e na compressão.
Freios ABS a disco, ambos de rotor flutuante, com 300 mm de diâmetro, sendo um na dianteira e dois na traseira, oferecem frenagem confiante e segura. Os pneus de fábrica são Dunlop® Elite 3 130/90B16 73H  (frente) e Dunlop® Elite 3 Multi-Compound 180/60R16 80H (traseiro).



Preço

Bom, agora, vem a parte mais amarga para o consumidor brasuka: o preço. A Springfield vem em duas cores, sendo estas as características principais na diferença dos preços entre estes modelos. A de cor preta custará R$ 91.900,00 e, a bicolor (cinza e vermelha), R$ 94.900,00. Por nada, não, mas essas tintas cinza e vermelha são caras, não??? :)
No mais, a certeza é de que essa motocicleta faz qualquer proprietário se esquecer dos problemas do mundo e ser muito feliz. Imagine-se. :)
Assista também ao vídeo ilustrativo do motor Thunder Stroke 111.

Motoabraço, pessoal!!








segunda-feira, 14 de novembro de 2016

DRAGSTER F3 800 RC: mais uma brutalidade da MV Agusta

A italiana MV Agusta é famosa por trazer ao mercado motocicletas monstras, geralmente, esportivas potentes, com visual agressivo, que remetem a motos contendo força e velocidade bem casados. Um exemplo disso é sua tão adorável e reconhecida linha Brutale.
Uma outra linha, a F3, que já contava com os motores 675 e 800, agora ganha uma versão Reparto Corse*, que traz algumas novidades, tais como: os mesmos adesivos vinis usados nas Superbikes e Supersports (vermelhos, brancos e verdes), peças em fibras de carbono, aquecedores de pneus e rodas em aro 17" com detalhes em vermelho. Assim, surge a MV Agusta Dragster F3, ainda nas duas versões de motores.

Elas foram apresentadas na EICMA 2016 (exposição internacional de motocicletas, que ocorre anualmente em Milão, na Itália). No entanto, talvez, para manter um ar de "exclusividade", a MV produziu somente 350 unidades desta moto, sendo 100 unidades do motor de 675 cc e as demais 250, do motor de 800 cc. Ambas trazem os mesmos visuais das motos dos pilotos Jules Cluzel e Lorenzo Zanetti, pilotos campeões pela marca MV Agusta.


A F3 675 RC produz 128 hp a 14400 rpm e 7,24 kgfm a 10.900 rpm. Já a F3 800 RC produz 148 hp a 13000 rpm e 8,97 kgfm a 10.600 rpm.
Eletronicamente, essas motos são equipadas com uma plataforma de última geração, denominada MVICS (Motor & Vehicle Integrated Control System, ou Sistema de Controle Integrado Veículo e Motor, em português). Esse sistema permite ao piloto gerenciar de forma efetiva a performance da moto, disponibilizando quatro mapeamentos - três predefinidos e um personalizado pelo próprio piloto -, com 8 níveis de tração.



Em homenagem às várias voltas e corridas vencidas pela MV Agusta em competições internacionais, um kit com acessórios especiais foi incluído nessas 350 réplicas. Uma coleção única de partes especiais - incluindo um suporte da placa e uma capa para o banco - são montadas a mão pela histórica fábrica Schiranna para aumentar a competitividade das F3 RC. Também estão incluídos outros mimos, como capa exclusiva para a moto, roda traseira idêntica à da moto de pista, além do certificado de garantia de exclusividade, presente em cada uma das F3.
Sem data para chegar ao Brasil - se é que vem -, seu preço é salgado até mesmo para os padrões europeus: 19.490 euros (em reais = 71.099, em nov/16).










*Reparto Corse - em italiano, quer dizer algo como "equipe de corrida", e trata-se de um padrão criado - a partir das ideias de marqueteiros - para referir-se a motocicletas próximas às de competição, com basicamente as mesmas características. Resultado disso: encarecimento da moto. :) 

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

SOBRE ALTERAÇÕES NA CARACTERÍSTICA ORIGINAL DA MOTO

E aí, motors?! Todos muito bem, graças à boa Natureza? :)

O post de agora é relacionado às regras na mudança de características de seu veículo, de acordo com o Detran.
Vivemos em um país que cresce mais com a grana das multas aplicadas todos os dias do que com o que produz (por isso, não cresce... rsrsrs). Enfim, todo cuidado é pouco. Atento aos regulamentos.

Alteração de Características - Alteração de Cor Predominante

Autorização Prévia:
Para a mudança de cor predominante do veículo há necessidade de Autorização Prévia do DETRAN/PR.

Clique aqui para visualizar a taxa de Autorização Prévia


Para obtenção desta autorização são necessários os seguintes documentos:

  • Certificado de Registro de Veículo - CRV;
  • Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo - CRLV;
  • Vistoria e decalque do chassi para confirmação dos dados.
Se Pessoa Física:
  • Documento de Identificação Oficial com Foto;
  • CPF do proprietário.
Se Pessoa Jurídica:
  • Documento de Identificação Oficial com Foto e CPF do representante legal;
  • Comprovante de poderes;
  • Cartão CNPJ da empresa.

Registro da Alteração:

Após realizada a alteração de cor predominante do veículo, há necessidade de registrá-la junto ao DETRAN/PR, através de um processo de Alteração de Características do Veículo.

Documentos Necessários:

  • Certificado de Registro de Veículo - CRV;
  • Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo - CRLV (original e fotocópia);
  • Vistoria e decalque do chassi para confirmação dos dados;
  • Comprovante de residência (Clique e conheça as Normas do DETRAN/PR);
  • Nota Fiscal de Prestação de Serviço (ou Declaração do particular que promoveu a modificação, com firma reconhecida);
  • Cópia da Autorização Prévia para Alteração de Características (ou recolhimento da multa, caso não tenha solicitado a Autorização Prévia).

Se Pessoa Física:

  • Documento de Identificação Oficial com Foto;
  • CPF do proprietário.

Se Pessoa Jurídica:

  • Documento de Identificação Oficial com Foto e CPF do representante legal;
  • Comprovante de poderes;
  • Cartão CNPJ da empresa.

Clique aqui para visualizar as taxas e complementações.

terça-feira, 28 de junho de 2016

Fazer 150 UBS e Factor YBR 125i, as novas guerreiras da Yamaha

Grande galera! Tudo muito bem?

O mercado das utilitárias de baixa cilindrada, mas não menos guerreiras e "topam-qualquer-parada", vai ficar bastante agitado a partir deste mês de junho, com o lançamento da Fazer 150 UBS e da Factor YBR 125i, da Yamaha. As duas já são ano 2017.
A Nova Yamaha Fazer 150 UBS 2017.

A nova Fazer traz novidades no sistema de freios, que agora vêm unificados. Neste sistema, como acontece com a Honda CG 160 CBS, a força da frenagem é distribuída proporcionalmente entre a traseira e a dianteira da moto, evitando a derrapagem. O motor segue monocilíndrico, com 149,3 cc de cilindrada, capaz de gerar 12,4 cavalos de potência a 7.500 rpm e 1,295 kgf.m de torque a 5.500 rpm. Ela vem com o preço sugerido de R$ 9.590,00.
Visual da nova Factor YBR 125i é mais moderno que o da Factor 150.

Já a Factor YBR 125i traz consigo a injeção eletrônica como novidade. Além disso, essa versão traz um novo visual à moto, que ficou bem mais atraente que a sua irmã de 150 cilindradas. O motor da nova Factor tem 124,9 cm³ e produz 11,1 cv de potência máxima, a 6.000 rpm e 1,16 kgf.m de torque na mesma rotação. Preço sugerido: R$ 7.390,00.

Ambas possuem 3 anos de garantia de fábrica. 

Motoabraço e até a próxima.


quinta-feira, 16 de junho de 2016

Yamaha Scrumbler SCR 950: em breve, nas ruas, estradas, rodovias...

A Yamaha resolveu inovar, introduzindo um novo modelo em sua linha heritage esportiva (sport heritage, como eles mesmos a chamam): a SCR 950. Por enquanto, ela será vendida somente nos EUA, a partir do mês de julho próximo, a um preço sugerido de US$ 8.700 (oito mil e setecentos dólares), algo em torno de R$ 30.450,00 (sem os impostos).
Estilo retrô parece um mix da DT 250 com a Bolt 900.


Inspiração

Ela é inspirada no modelo Bolt, uma cruiser de respeito que a Yamaha também vai tirar de linha. Também? Por quê? Porque a Midnight Star também vai pro saco será tirada de linha. Mas, olhando bem, especialmente, nas laterais, é possível rebuscar um famoso modelo da Yamaha, a DT 250. Misturando este modelo com a Bolt, você pensará que a SCR é um mix das duas. Na verdade, tem um pouco de cada uma, sim. E foi proposital, já que os engenheiros yamahanos queriam mesmo pisar nas áreas da nostalgia, no vintage total.

Guidão alto e largo faz com que a moto pareça leve.


Motor

Enfim, produziram uma moto com motor V-Twin com inclinação de 60º e 4 válvulas por cilindro (8 válvulas, portanto), de 58 polegadas cúbicas e 942 cc reais, refrigerado a ar, com taxa de compressão de 9.0:1. O motor foi desenhado para prover força e torque final superiores, ideal para todo o tipo de via. A força é enviada para a roda traseira através da movimentação final da correia. O sistema de injeção duplo é sofisticado e entrega uma excelente resposta do regulador de pressão.

Motor de 942 cc não deixa nada a desejar na SCR 950,


Ergonomia

A SCR 950 fornece ao piloto uma posição confortável e, ao mesmo tempo, o deixa pronto para enfrentar qualquer tipo de terreno, sem que ele perca o controle do guidão. O próprio guidão, largo e um pouco mais alto que o normal, faz com que o piloto sinta a moto mais leve, bem o contrário do que ela parece ser. Seu assento é liso e alongado, e está sobre um pára-choque de estilo vintage. Para quem vai na garupa, certamente, não sentirá muito conforto, mas é possível, sim, levar a gata para passear. [Tá bom, você é mulher e se sentiu isolada, agora. Vai que você quer levar o "gato", né? Sem problema, então. Pode levá-lo.]

Painel digital simplificado, mas com várias informações.

Quadro resistente

O quadro é de berço-duplo com geometria esportiva, feito para dar mais dinâmica e segurança ao piloto, seja nas retas ou nas curvas, nas estradas boas ou nas ruins. O motor é preso rigidamente ao quadro, de forma a fornecer um feedback positivo ao piloto.

Transmissão por correia dentada oferece pouquíssima manutenção.


Não sabemos quando é que a SCR 950 irá aportar em terras onde políticos sacaneiam o povo tupiniquins, mas, se a resposta dos consumidores americanos for positiva, é bem possível que tenhamos o modelo por aqui em, no máximo, 2 anos. Até lá, claro, o mercado, assim como o vento, toma direções diferentes.

Na sequência, fotos e um vídeo promocional. Motoabraço!









Veja o vídeo promocional da Scrumbler:


2017 Yamaha SCR950 por sportrider

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Recalls. Atenção!

Olá, galera motociclista!! Tudo nos conformes?

Então, o assunto de agora é recall. O recall (ou "rechamada", no português literal), serve para que as montadoras - por meio das concessionárias parceiras - possam recuperar alguma cagada algum defeito originado durante a fabricação de peças ou montagem dos veículos (regra pra motos, carros, caminhões, aviões, bicicletas, velocípedes etc).
Yamaha XTZ Crosser 150: chassi pode se partir. Troque-o logo!


Um dos importantes recalls deste ano é da Yamaha, anunciado no último dia 16 de maio. Só do modelo CROSSER XTZ 150 foram 46.196 chamadas. Isso, para substituir os chassis das motos, cuja fabricação foi feita com tanto esmero, que corre o risco de se partir (e o piloto ficar a "deus dará"). Portanto, se você possui uma Crosser XTZ 2015, confira abaixo se sua moto está na lista (pelo número do chassi informado) e corra até a concessionária mais próxima, o mais rápido possível.
Recall 2016
Moto: Yamaha XTZ Crosser 150
Problema relatado: Chassi pode se partir
Chassis envolvidos:
Crosser ED: 9C6DG2510F0000101 a 9C6DG2510F0037696
Crosser E: 9C6DG2520F0000101 a 9C6DG2520F0008800


Outros modelos, números de chassis e problemas relatados:

BMW 650 GT. Problemas com freios.
Moto(s): BMW C 600 Sport e C 650 GT
Problema: Freios. Atrito entre o tubo flexível do freio e a suspensão dianteira pode causar vazamento do fluido de freio. Com isso, o sistema de freios pode falhar. Atingiu 187 unidades.
Chassis envolvidos:
C 600 Sport: de ZZ51928 até ZZ55652
C 650 GT: de ZZ75205 até ZZ75416





Honda VFR 1200X: eixo cardã dando pau é foda, numa moto como esta
Moto(s): Honda VFR 1220F e VFR1200X
Problema: Eixo cardã.  Com chamadas desde dezembro de 2015. Atingiu 489 unidades.
Chassis envolvidos:
VFR 1200F
Ano/modelo: 2010 a 2013
Chassis de finais de: AK000002 a DK300032
Produção: de 08/12/2010 a 19/03/2013 VFR 1200X Crosstourer
Ano/modelo: 2012
Chassis de finais de: CK000004 a CK000123
Produção: de 05/07/2012 a 15/04/2013



Moto(s): Suzuki V-Strom 1000
Problema: Desligando em movimento. Problemas no sistema elétrico podem provocar dificuldade na partida ou desligamento da moto em movimento. Atingiu 799 unidades.
Chassis envolvidos: 9CDVU51AAEM100001 até 9CDVU51AAGM100799


Moto(s): Suzuki DL1000, B-King, GSX-1300R, Bandit 650, Bandit 650s, GSX-650F, Bandit 1250, Bandit 1250S, GSX-R750, Boulevard M1500, Boulevard M1500R, Burgman 400
Problema: Retificador de voltagem.O mesmo relatado na V-Strom 1000.
Chassis envolvidos:
DL 1000
9CDBS111J8M002232 A 9CDBS111J9M004152
Retificador de voltagem faz com que alguns modelos da Suzuki
desliguem-se sozinhos, enquanto está em movimento.
B-King
JS1CR11180103290 A JS1CR11180104509
9CDGX71AJAM000001 A 9CDGX71AJGM100918
GSX-1300R
9CDGX72AJ9M002415 A 9CDGX72AJDM105133
9CDGW73AJBM103857 A 9CDGW73AJBM104643
Bandit 650
9CDGP74AJ9M101040 A 9CDGP74AJAM102301
9CDGP75AJBM102302 A 9CDGP75AJGM103695
Bandit 650S
9CDGP74AS9M100828 A 9CDGP74ASAM101971
9CDGP75ASBM101972 A 9CDGP75ASGM102710
GSX 650F
9CDGP74AF9M000001 A 9CDGP74AFEM103490
Bandit 1250
9CDGW72AJ9M000003 A 9CDGW72AJBM101446
Bandit 1250S
9CDGW72AS9M000003 A 9CDGW72ASBM101450
GSX-R750
9CDGR7LAJ9M004817 A 9CDGR7LAJ9M004818
9CDGR7LAJAM005179 A 9CDGR7LAJDM107706
Boulevard M1500
9CDVY55AJBM000001 A 9CDVY55AJCM100859
Boulevard M1500R
9CDVY55ARCM100001 A 9CDVY55ARDM100120
Burgman 400
9CDCK44AJ9M001631 A 9CDCK44AJGM102604
9CDCK45AJAM102053 A 9CDCK45AJBM102418

Cuide de sua "garota" e boas estradas!

Quem leva a melhor? Bajaj DOMINAR 400 ou Kawasaki NINJA 400? Comparativo.

Salve, Motors!  Mais uma vez, o Louco por Motos traz um comparativo que, para muita gente, é bom saber antes de investir - mais, ou menos ...