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terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Kawasaki Ninja 300: concebida para ofuscar

O ano de 2013 já começa com uma grande novidade entre as pequenas esportivas, cujos motores rondam entre 250 e 300 cilindradas. A Kawasaki lançou no Brasil - agora, no finalzinho de 2012 - uma nova esportiva de 300 cc, pouco depois de ter lançado a 250 cc, que ficou conhecida como “Ninjinha” e já tinha conquistado um bom público. Segundo o próprio fabricante, a nova Ninja 300 foi concebida para ofuscar as demais motocicletas de sua categoria. Além do mais, ela foi especialmente projetada para atender às exigências do mercado brasileiro. Design agressivo e moderno, novas tecnologias e performance exclusiva fazem desta esportiva um modelo bastante desejado, não só aqui, em terras tupiniquins, como em todo o mundo.

Special Edition 
 A Ninja 300 conta com quatro cores, sendo uma Edição Especial (a Special Edition, como a “verdinha” que ilustra esta página e foi utilizada como modelo para o lançamento do concurso “Musa da Moto”, promovido pelo Jornal Moto News). Seus faróis duplos, o para-brisas , bem como suas rodas de liga leve são parte do conjunto que eleva esta maravilha da Kawasaki ao nível de uma verdadeira superesportiva, porém, em menor escala. Sem sombra de dúvidas, irá mexer bastante neste mercado, pois vem brigar diretamente com as Hondas CBR 250R e CB 300, com a Yamaha Fazer 250, com a Kasinski Comet GT 250R e, também, com a Dafra Roadwin 250. Contudo, a Ninja 300, que é, sim, uma bela atualização da Ninja 250, sai na frente, inclusive, na briga dos preços.

Motor 
O motor da Ninja 300 é bicilíndrico e tem câmbio de 6 velocidades. Possui 296 cilindradas reais e desenvolve 39 cv de potência a 11.000 RPM, contra os anteriores 33 cv da de 250 cilindradas. Segundo o engenheiro chefe da Kawasaki, Kunihiro Tanaka, em entrevista ao portal G1, “(...) a maioria das pequenas esportivas são motos pequenas com cara de grandes. No caso da Ninja 300, é uma moto grande que foi diminuída, uma verdadeira esportiva”. E, nisso, ele tem razão, porque a nova Ninja 300 é, praticamente, uma escala diminuída das superesportivas ZX-10R e ZX-14R, ambas da marca japonesa. E não parou aí: itens eletrônicos e mecânicos baseados nas grandes também foram redesenhados para se ajustarem ao novo motor de 300 cilindradas.

Segurança e conforto 
Como importante item de segurança, a Ninja 300 traz um sistema que evita o travamento da roda traseira em reduções bruscas de marcha - graças a um sistema chamado de “slipper clutch”, conhecido no Brasil como “embreagem antiblocante ou antideslizante” -, assistente de embreagem e freios ABS. Este dispositivo de freios é opcional e aumenta cerca de 2 mil reais no preço final, mas, a versão com ABS ainda conta com grafismos diferenciados em sua pintura. Para adaptar-se bem aos terrenos irregulares de países como o Brasil, onde o asfalto, convenhamos, não é lá dos melhores, especialmente, em trechos urbanos, a Kawasaki trabalhou sistematicamente na suspensão e no chassi da nova Ninjinha. Em suma, graças aos nossos terrenos, a empresa recalibrou os amortecedores e redesenhou todo o sistema de suspensão, a fim de que pudesse levar ao consumidor uma motocicleta que não primasse somente pelo belo visual, ou pela velocidade, mas também pela segurança e conforto que ela deve proporcionar ao piloto.

Injeção e desempenho 
Alimentada por injeção eletrônica, Ninja 300 tem capacidade para 17 litros em seu tanque de combustível, o que lhe rende cerca de 350 km de autonomia. Sem garupa ou peso extra, ela pode fazer facilmente 21 km/l. Isso se deve, especialmente, às novas válvulas de aceleração duplas, tecnologia herdada de suas irmãs ZX maiores. Elas permitem combustão mais eficiente, elevam o desempenho geral do motor e, assim, gera economia de combustível (há versões somente a gasolina). Os pistões também são itens que influenciam no desempenho da moto. No caso da Ninjinha 300, eles estão mais leves, com topo plano, o que reduz o peso final. O revestimento de cada pistão é em alumínio, o que o torna ainda mais durável. Junto com os pistões, ajudam também no desempenho: a composição dos cilindros (de alumínio fundido, ficou mais leve) e das juntas, bem como o escapamento, com duas saídas em uma. Ele está mais comprido e com diâmetro maior do que sua antecessora, a 250, com silenciador mais curto e mais eficiente.

Instrumentos e tecnologia 
O painel de instrumentos não foge ao estilo esportivo, contudo, traz bastante modernidade em seu design e também em suas funções. Trata-se de um painel com mix de analógico (como o conta-giros) e digital, em LCD de multifunções: velocímetro, relógio, nível de combustível, parciais, odômetro e modo de pilotagem econômica. As luzes em LED garantem maior visibilidade durante a noite. A Kawasaki Ninja 300 tem preço sugerido de R$ 17.990,00 para o modelo convencional e de R$ 19.990,00 para o modelo com ABS. Em relação à sua concorrente mais barata, que é a Dafra Roadwin 250, a diferença é de cerca de 65%; em relação à CBR 250R, da Honda, essa diferença fica em torno de 25% (o preço sugerido da Honda é de R$ 15.490,00). Contudo, o consumidor tem que ter na cabeça de que está levando para casa uma moto mais nova, tecnologicamente, e com 50 cc e um pouco de potência a mais.

terça-feira, 31 de julho de 2012

Kawasaki faz Recall


A Kawasaki inicia processo de recall de 15.150 motocicletas Ninja 250, no Brasil.
O problema foi detectado no sensor de queda, que pode se deslocar e interferir no funcionamento do motor. Evidentemente, se o piloto estiver em uma velocidade considerável, poderá sofrer um acidente - especialmente, em curvas.
A empresa pede para que os proprietários entrem em contato com a concessionária autorizada mais próxima, a fim de agendar a substituição do kit, que está sendo feita gratuitamente.
O recall inclui os modelos de 2009 a 2012. Mais informações: (11) 4422-9309 ou 0800-773-1210.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Kawa Ninja 250

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Lançada em maio de 2009, a Kawasaki Ninja 250, à primeira vista, deixou incautos alguns olhares, que se confundiam e se faziam perguntar: "a Ninja mudou de tamanho?".
Eu não diria "mudar", mas ela ganhou uma nova versão, menor em tamanho físico e também em potência, mas conseguiu manter a graça esportiva de sua matrona de 1000 cc.
Com suas carenagens mais parecidas com a ZX-6R (versão de 600 cc), a pequena notável não tem decepcionado. A Ninja 250R possui motor de dois cilindros paralelos de 249 cm³ com duplo comando de válvulas no cabeçote (DOHC), oito válvulas e câmbio de seis marchas, provendo uma potência de até 33 cv a 11000 rpm e torque de 2,24 kgf·m a 8200 rpm. Nada mal para uma 250 cilindradas.
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Foto 1. O visual da Ninja 250 não perde em nada das superesportivas de maior cilindrada.



Partida elétrica e injeção eletrônica fazem da pequena ninja uma motocicleta de resposta rápida e econômica. Seu quadro, tubular do tipo diamond e de alta elasticidade, proporciona segurança e firmeza em retas e curvas. Ela pesa apenas 152 kg e seu tanque tem capacidade para 17 litros.
Já apelidada de "Ninjinha", a 250R veio para o Brasil a fim de disputar mercado com a já existente Comet GTR 250, da Kasinski, até então, a única motocicleta com características esportivas. Segundo o fabricante, a Ninja 250 é perfeita tanto para o dia-a-dia como para passeios fora da cidade.
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Foto 2. A "Ninjinha! oferece segurança e tem potência nas cidades ou nas estradas.



Disponível nas cores verde, preta e vermelha, a Kawasaki Ninja está à venda nas concessionárias a partir de R$ 15.550,00 (mod. 2009). Se você ainda não tem como possuir uma 600 ou 1000 cc, vale a pena dar uma chegadinha lá e fazer um test-drive. E boa sorte!

Mais fotos da Kawasaki Ninja 250R


Foto 3. Disco de freio dianteiro: 290 mm em forma de pétala, com pistão duplo.



Foto 4. O farol duplo permite que você veja e seja visto, além de trazer um ar agressivo a essa esportiva.


Foto 5. Painel analógico, com conta-giros, velocímetro e indicador de combustível.

Quem leva a melhor? Bajaj DOMINAR 400 ou Kawasaki NINJA 400? Comparativo.

Salve, Motors!  Mais uma vez, o Louco por Motos traz um comparativo que, para muita gente, é bom saber antes de investir - mais, ou menos ...