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sábado, 29 de junho de 2024

BATERIA: Como fazer a da sua moto durar mais tempo

 BATERIA: Como fazer a da sua moto durar mais tempo

Os motociclistas veteranos costumavam não dar muita atenção às baterias de suas motos, principalmente porque muitas delas não possuíam partida elétrica. Ligar o motor era um esforço físico, dependendo da força da perna para acionar o pedal de partida, popularmente conhecido como "kick-start". Naquela época, a eletrônica das motocicletas era bastante rudimentar. Não havia sistemas de injeção eletrônica de combustível, nem freios ABS, ou painéis LCD, TFT... Resumindo, as motos da época não consumiam tanto a bateria como as de hoje consomem, e isso é fato.

De um tempo para cá, tudo isso mudou. A partir do momento em que as motos ganharam partida elétrica e perderam os pedais, e com o tempo novas tecnologias com pegadas eletrônicas foram sendo introduzidas, o uso da bateria passou a ser de lei. E quanto mais aparato eletrônico ou, ainda, acessórios como faróis de milha, sonzinho e outros, evidentemente, maior o consumo de energia e menor o tempo de vida da bateria.

É por isso que, a fim de evitar ficar na mão e ainda ter que gastar - o que, aliás, acontece geralmente quando a gente tá mais apertado - em hora indesejada, é bom sempre ficar de olho nos componentes da moto, especialmente os importantes como a bateria. E algumas regras devem ser seguidas, para isso. Regras simples, mas cruciais, não importa a moto que você possua, se uma Biz ou se uma Kawasaki H2. 

Em geral, a bateria de uma moto tem uma vida útil média de três anos. No entanto, essa duração pode se estender até seis anos ou mais, dependendo de vários fatores. Motociclistas que utilizam suas motos diariamente em trajetos médios ou longos, com menos ligações e desligamentos, acabam exigindo menos da bateria. Por outro lado, aqueles que percorrem distâncias curtas e acionam a partida elétrica com frequência submetem a bateria a um desgaste maior, reduzindo sua vida útil. Esse é o detalhe mais importante no quesito durabilidade.

Depois das constantes partidas, quais são os "ladrões" de energia mais conhecidos? O que mais suga a energia da bateria? Uma pequena lista de coisas:

›› Farol e outras luzes - devido ao Código de Trânsito Brasileiro, mas também, e principalmente, à nossa maior segurança, é obrigatório que o farol esteja aceso constantemente. Contudo, farol principal, luzes traseiras, luzes de freio e piscas consomem uma quantidade significativa de energia. Faróis auxiliares (de milha) são ótimos consumidores de energia, a propósito.



›› Injeção eletrônica - Em motos mais modernas, o sistema de injeção eletrônica de combustível requer energia constante para funcionar corretamente.

›› Sistema de ignição - Mantém o motor funcionando e depende da energia da bateria para
gerar a faísca necessária para a combustão.

›› Painel de instrumentos - Os mostradores digitais, LED ou TFT, indicadores de velocidade, tacômetro, medidores de combustível e outros instrumentos eletrônicos, cada vez mais presentes nas motos modernas, são também responsáveis por consumir muito.



›› Acessórios adicionais - Carregadores de dispositivos móveis, sistemas de navegação GPS, aquecedores de manoplas e outros acessórios eletrônicos.

›› Buzina - ficar buzinando por longos períodos ou incessantemente é uma atitude que, além de pesar no campo da boa educação, também rouba energia, e considerável, da bateria. Portanto, mão na consciência e economia no bolso.

Fig. Quase 90% seguros, os alarmes podem até ajudar um
pouco na prevenção contra roubos, mas eles mesmos são
uns ladrõezinhos, quando se fala em carga de bateria.


›› Alarmes - segundo relatos, os alarmes são os campeões de roubo de carga, especialmente, quando disparam por longos períodos, sem que o proprietário da moto apareça. Como ele fica em stand by, continua consumindo carga mesmo com a moto desligada. 

Fig. Áudio pode ser uma boa para algumas poucas ocasiões,
mas além de não ser eficaz - devido ao vento e outros ruídos
externos -, é um consumidor voraz de watts.


›› Sistemas de som - Em algumas motos equipadas com sistemas de som, especialmente em motocicletas de turismo, pode ter certeza que a bateria, por maior que seja a capacidade dela e também do alternador, dura menos do que o prometido pela marca. Há, no entanto, baterias mais eficazes, feitas para aguentar mais e são geralmente usadas por nichos específicos, como os de gran-turismo. No mercado, é possível encontrar sistemas de áudio que, a princípio, parece um bom investimento. Saiba que nem tanto (e falo por experiência própria): além de o som não ser ouvido a contento durante o movimento da moto, a depender da velocidade, ele é um vilão quando se trata de consumo de watts da bateria.

›› Terminais da bateria frouxos - Se tem algo que, além de roubar energia, deteriora os polos e diminui a vida da bateria são os terminais frouxos e oxidados (zinabre). Quando frouxos, eles ficam vibrando em torno dos polos em conformidade com a vibração da moto; enquanto isso, carga além do necessário está sendo enviada, como uma espécie de compensação de perda. Aos poucos, principalmente, por causa da umidade, os terminais e outras conexões podem adquirir oxidação, chamada zinabre. Preveni-la é o melhor remédio. Esteja sempre atento a esses detalhes, indo ao brother da elétrica mais próxima. 

Fig. Zinabre é um problema: por isso, dar manutenção
constante na bateria é importante.


A carga da bateria é reabastecida pelo alternador enquanto a moto está em funcionamento, mas se muitos desses componentes estiverem em uso simultaneamente ou se a moto estiver parada com os acessórios ligados, a bateria pode se descarregar mais rapidamente.

E se você for fazer uma viagem e a moto tiver que ficar parada por um período longo de tempo? O que você faz? O mais indicado por fabricantes, é remover a bateria e guardá-la em um lugar seguro. Normalmente, quente, seco e na sombra. Desta forma, quando você retornar, ao reinstalar a bateria, a moto funcionará normalmente, sem ter perdido nem 1 watt.

Clima frio interfere na vida útil da bateria? E como! 

Climas frios podem apresentar desafios significativos para o desempenho e a durabilidade
das baterias de motocicletas. No entanto, existem estratégias e tipos de baterias que podem ajudar a mitigar esses problemas. Aqui estão algumas considerações:

›› Diminuição da Capacidade: As baixas temperaturas podem reduzir a capacidade das baterias de fornecer energia. Isso ocorre porque as reações químicas dentro da bateria ficam mais lentas no frio.

›› Maior demanda de energia na partida: Motores frios requerem mais energia para dar partida, o que pode ser problemático se a capacidade da bateria estiver reduzida.

›› Taxa de recarga lenta: As baterias recarregam mais lentamente em temperaturas frias, o que pode levar a uma carga insuficiente durante passeios curtos.

A boa notícia é que há tipos específicos de baterias no mercado feitos para climas mais frios, como as AGM e as de Íon de Lítio.

Aqui vão algumas dicas para conservar melhor as baterias em clima frio:

Utilize carregadores de manutenção ou trickle chargers para manter a bateria carregada quando a motocicleta não estiver em uso. Isso é especialmente útil em climas frios para garantir que a bateria esteja sempre pronta para a partida.

Fig. Modelo de carregador de manutenção/trickle
charger
 disponível no mercado.


Isolar a bateria pode ajudar a mantê-la em uma temperatura operável. Existem kits de isolamento térmico disponíveis para esse propósito.

Se a moto não for usada por um período prolongado durante o inverno, é recomendável remover a bateria e armazená-la em um local mais quente e seco, conectada a um carregador de manutenção. Em climas frios, é importante verificar regularmente a voltagem da bateria e recarregá-la se necessário. Uma bateria totalmente carregada é menos propensa a falhar em temperaturas baixas.

Em climas frios, é útil ligar a moto com mais frequência para manter a bateria ativa e aquecida. Em condições extremas, considerar um aquecedor de bateria pode ser uma solução para garantir que a bateria permaneça funcional.

Algumas lendas sobre as baterias

›› Deixar a moto funcionando, parada, por uns 10 a 15 minutos: se você usa pouco a moto e acha que, fazendo isso pela manhã, estará recarregando a bateria dela, sinto muito em dizer que você foi enganado. De fato, a bateria passa a ser recarregada pelo alternador a partir de uns 4 ou 5 quilômetros rodados em diante. Lembre-se que o próprio alternador tem que, antes gerar a energia para poder liberá-la à bateria de acordo com a demanda. Então, é mito o fato de deixar a moto ligada por alguns minutos irá recarregar a bateria.

Fig. Muita gente acredita que colocar algo de borracha para isolar a moto evita descarga da
bateria. Segundo alegam, isso é lenda, a não ser que haja algo errado no chicote da moto.


›› Usar base de borracha ou outro isolante para apoiar o descanso da moto na garagem é uma prática muito comum entre vários motociclistas, com o intuito de evitar descarga da bateria por meio dele para o chão. A não ser que a moto esteja realmente com algum curto circuito no tripé, não é normal descer energia por ele e passar pelo chão. Se isso estiver acontecendo, tem algo errado ali e é bom verificar logo, porque baterias não suportam recargas demasiadas. Isso, portanto, é mito.

Enfim, aqui vão algumas dicas para manter a vida da bateria de sua moto por mais tempo e, claro, economizar sua grana:

›› Escolha a bateria certa: escolha uma bateria adequada ao seu tipo de moto e às condições climáticas em que você mais circula. Baterias AGM ou de íon de lítio são excelentes opções para maior durabilidade e eficiência.

Fig. Há várias marcas de baterias com
o selo AGM. Garantia de maior durabilidade
e eficiência.


›› Manutenção regular: Verifique regularmente a carga da bateria e recarregue-a conforme necessário, especialmente se a moto ficar inativa por períodos prolongados. Use um carregador de manutenção para manter a bateria sempre em ótimas condições.

›› Uso adequado: Evite ligações e desligamentos frequentes e percorra distâncias mais longas sempre que possível para permitir que a bateria recarregue adequadamente durante o uso.

›› Proteção em climas extremos: Em climas frios, mantenha a bateria aquecida ou armazenada em um local mais quente quando não estiver em uso. Utilize isolantes térmicos ou aquecedores de bateria, se necessário.

›› Inspeção de terminais: Limpe os terminais da bateria regularmente para evitar corrosão e garantir boas conexões elétricas.

›› Desligue os acessórios: Quando a moto não estiver em uso, desligue todos os acessórios elétricos para evitar drenagem desnecessária da bateria.

Seguindo essas recomendações, você pode prolongar significativamente a vida útil da bateria da sua motocicleta, garantindo que ela esteja sempre pronta para a próxima viagem, independentemente das condições.

Obrigado, motoabraço e até mais!




Fonte inspiradora: Honda 







terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

MANUTENÇÃO I: Baterias

Olá, motoamigos!! Daremos início a uma série, denominada Manutenção, na qual iremos discutir assuntos relacionados à manutenção de sua motocicleta, a fim de que ela possa continuar rodando na boa, sem dar trabalho.
Começaremos com o assunto bateria. Afinal, como funcionam? O que pode danificá-las? O que fazer pra manter a bateria em ordem?
Baterias comum (esq.) e selada para motos.

 


Como funcionam?
Partes de uma bateria.
As baterias são formadas, basicamente, de placas com cargas positiva e negativa, as quais geram energia (por "contato" entre as duas) utilizando, normalmente, ácido sulfúrico (H2SO4). No processo, o ácido sulfúrico dissocia-se, transferindo o sulfato (SO4) para as placas de chumbo (Pb) da bateria. Com isso, forma-se outro elemento, que é o sulfato de chumbo (PbSO4). O gás hidrogênio (H2) rouba o oxigênio do óxido de chumbo (PbO2) da placa positiva, formando água (H2O), que diminui a concentração ácida do eletrólito. A reação química gera a corrente elétrica, quando elétrons livres lentamente se reúnem nas placas negativas. Como se trata de um processo contínuo, o eletrólito irá se transformar em água pura e as placas serão cobertas de sulfatação (PbSO4), o que vai causando o fim da vída útil de sua bateria.

Bateria comum x selada
Bateria comum. Recarregada com
solução especial para baterias, ou
água destilada.
No mercado, hoje, há basicamente dois tipos de baterias: as comuns e as seladas. A bateria comum, como todos sabemos, é aquela em que necessita de manutenção com certa frequência, devido à decomposição/perda da solução ácida que faz o contato entre as placas. Com o tempo, a bateria vai perdendo a solução, o que faz com que seja necessário “recarregá-la”, com o risco de as placas “colarem”, se isso não for feito. Aí, é só outra nova, meu amigo, minha amiga. :) A recolocação de solução (água destilada também serve) é simples, pois a bateria “aberta” contém os orifícios pelos quais a solução é inserida. Tenha o cuidado, no entanto, de não deixar cair solução na pele, ou na roupa, ou em qualquer outro local que não possa ser comprometido. Tampe corretamente os orifícios, antes de reinstalar a bateria.
A bateria do tipo “selada” é mais nova (nem tão nova assim, claro) e, sem dúvida, é o tipo mais utilizado. Isso, porque tem vantagens extras sobre as baterias comuns, e uma delas á não precisar de manutenção. Veja bem, alguns modelos, não. Duram mais tempo, mas, se “zerar”, é outra. Já boa parte das seladas precisa, sim, de ser recarregada – mas, de forma elétrica, ligando-a, através de um carregador específico, na energia. Em cerca de 1 hora a bateria está pronta para uso.
Bateria selada. Recarregada através de um
carregador baterias.
De qualquer forma, ambas as baterias têm seu tempo de vida útil, assim como tudo na “vida”. Haverá um momento em que, mesmo recarregada, a bateria não vai mais funcionar. O jeito, então, é substituí-la por uma nova.

Baterias se descarregam sozinhas?
Sim, normalmente. A energia armazenada na bateria se perde a uma razão de 0,01 a 0,30 volt por mês, a uma temperatura ambiente de 25°C. Caso ela aumente, a bateria descarrega mais rápido. A 35°C, por exemplo, a bateria descarrega duas vezes mais rápido que a 25°C. Alguns acessórios instalados nas grandes motos drenam energia mesmo com a chave desligada. Relógios e a memória de computadores de bordo estão entre os mais comuns. Para checar a corrente de descarga desses componentes ou se há alguma pequena fuga de corrente, desconecte o fio positivo da bateria e meça com o multímetro a corrente de descarga. (por exemplo, na Falcon a fuga máxima especificada é 0,1mA). Na falta de um multímetro, coloque uma lâmpada pequena como as de painel. Se ela acender, mesmo fraca, pode estar havendo alguma fuga de corrente.
Um dos “macetes” que a gente aprende é colocar, no tripé de descanso, uma espécie de luva de borracha, que isola o terra e, assim, economiza energia. Na Shadow, esse truque se mostrou eficaz.
Regulador de voltagem, ou Retificador.

Atenção!! Caso o regulador de voltagem (retificador) de sua moto esteja com algum problema, inevitavelmente terá influência sobre a bateria, deixando que ela se descarregue sem parar. O retificador é que mantém a bateria carregada/carregando enquanto a moto está ligada.

Como medir a energia da bateria?
No caso das comuns, você pode medir a densidade da solução ácida, usando um densímetro. Em qualquer tipo de bateria, para conferir a voltagem, utilize um multímetro. Um outro teste: se sua moto for daquelas que os faróis ficam acesos só na chave, isto é, com o motor desligado, mantenha-a assim e faça a medida na bateria com o multímetro. Se marcar abaixo de 11,5V, é sinal que a bateria já precisa ser recarregada.
Nota: se sua moto não tiver essa característica, a alternativa é conectar uma lâmpada de farol na bateria e fazer o teste.

Eu mesmo posso recarregar a bateria?
Sim, claro. Existem, no mercado, diversos tipos de carregadores específicos para baterias, seja para automóveis, seja para motos. Veja os procedimentos, caso você tenha adquirido um carregador:
Carregador de baterias.
1) Retire as tampas da bateria.
2) Sempre coloque as garras do carregador primeiro na bateria. Depois ligue a corrente elétrica.
3) Carregue a bateria com 1/10 da capacidade nominal da bateria. (uma bateria de 7Ah deve ser carregada com 0,7Ah)
4) Teste a bateria com um multímetro ou com um densímetro até que a bateria atinja 100% da sua carga. Cuidado, pois carregar mais que o tempo necessário corrói as placas.
5) Adicione água destilada, caso o nível da solução esteja abaixo do máximo.

Se feitos todos os procedimentos corretamente e, no fim, a bateria não estiver boa, pode ser sinal de que ela precisa ser substituída.
Se a bateria não estiver segurando a carga, ou seja, mesmo depois de montada, ela ainda descarrega, é sinal de que não foi carregada o suficiente: nesses casos, é preciso que se faça a “carga lenta”, que pode demorar horas, até um dia inteiro. Se ainda for preciso repetir esse processo, desista e compre uma nova.

Na ativação de baterias novas
Após colocar a solução, uma bateria nova armazena cerca de 80% da sua carga. Deve-se carregá-la a “carga lenta” após sua ativação, para evitar que a bateria seja carregada pelo gerador da moto, que pode aquecer as placas.
Atenção ao comprar uma bateria: quanto mais tempo ela ficou estocada, menor será sua carga inicial. Por isso, prefira baterias com data de fabricação mais recente.

1) Teste o sistema de carga da moto e verifique possíveis fugas de corrente para ter certeza que o defeito é na bateria.
2) Remova a tampa do respiro da bateria.
3) Coloque a solução, que vem com a bateria, até o nível máximo.
4) Deixe a bateria descansar por 30 minutos. Balance-a gentilmente, para expulsar bolhas de ar. Se necessário, complete o nível com a solução eletrolítica. Não deve ser adicionada mais solução eletrolítica na bateria após essa etapa.
5) Carregue a bateria com uma carga equivalente à 1/10 da carga nominal, até que ela esteja com carga total. Se, durante a carga, o nível da solução abaixar, complete somente com água destilada.
6) Proteja os terminais da bateria com graxa ou vaselina. Conecte o tubo de respiro. Verifique se a ponta do tubo de respiro não está encostando na moto.

Cuidados no manuseio
As baterias contêm elementos que podem trazer certos transtornos, por isso, é recomendado alguns cuidados em seu manuseio. Veja:

1) Gases potencialmente explosivos (oxigênio e hidrogênio)

-Não fume, não produza chamas ou faíscas próximo a baterias.
-Antes de dar carga em baterias convencionais, retire as tampas.
-Só dê carga em locais ventilados.
-Se a bateria ficar quente durante a carga, suspenda o processo e espere a bateria esfriar. O calor estraga as placas e a bateria pode explodir.
-Esteja certo que o tubo de respiro da bateria está desobstruído e sem dobras.

2) Ácido sulfúrico: extremamente corrosivo

-Sempre use óculos de proteção, luvas e roupas protetoras.
-Lave qualquer respingo de ácido com água e sabão.
-Em caso de ingestão, beba grandes quantidades de leite ou água com leite de magnésia, óleo vegetal ou ovos batidos. Procure ajuda médica.
-Em caso de contato com os olhos, lave com água corrente durante vários minutos e procure ajuda médica.
-Retorne sua bateria usada para a loja onde você comprou. Eles são obrigados por lei a receber a bateria e destiná-la para reciclagem. Baterias contêm chumbo e ácidos que podem contaminar o meio ambiente.

Mantenha baterias fora do alcance de crianças.

Alguns componentes elétricos podem ser danificados caso os terminais da bateria ou conectores sejam ligados ou desligados com a ignição ligada e houver presença de corrente elétrica.

Remoção: Desacople primeiro o cabo negativo da bateria, depois o cabo positivo.
Instalação: Acople primeiro o cabo positivo, depois o negativo.



Galera, espero ter colaborado um pouco mais para que você conheça melhor sua moto. A todos, motoabraço!

Agradecimentos: 

Duas Rodas Motociclismo

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