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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

YAMAHA LANDER ABS: UMA NOVA GERAÇÃO QUE CHEGA COM TUDO

YAMAHA LANDER ABS: UMA NOVA GERAÇÃO QUE CHEGA COM TUDO

E aí, motors?  Tudo bom demais??

O artigo a seguir foi retirado do próprio site da Yamaha, só que um pouco mais resumido para este blog. Se desejar ver a matéria completa, o link está no final, ok?

A nova geração da Lander ABS chega com tudo: novo design, mais segurança e mais conforto. E sem abrir mão de seu DNA, que é a agilidade, economia e durabilidade. A maior prova disso, é que sua garantia passa a ser de 4 anos!

O conceito desta nova geração surgiu do resultado de pesquisas com potenciais clientes da categoria sobre as possibilidades de melhoria no modelo. Questionamentos como “ter o visual robusto da XT660”, “manter a agilidade e DNA off road”, “ter o conforto da Ténéré 250”, entre outros, foram cruciais para a remodelagem da Lander.



O design é inspirado no conceito de movimento dinâmico, que traz agilidade e leveza. A robustez e o
design mais agressivo veio da XT660R. O assento, de dois níveis, ergonômico e mais confortável, além da capacidade e da tampa do tanque de combustível (de 11 para 13,6 litros), veio da irmã mais velha, a Ténéré 250.

Para quem gosta de encarar as estradas, a Yamaha criou o Kit Touring para nova Lander ABS. Vendido na rede de concessionários, ele contará com acessórios como bagageiro, bauletos com duas opções de tamanho – 33 e 35 litros –, e ainda protetor lateral do motor e para-brisa.

A Yamaha Lander ABS terá três opções de cores. Azul (Competition Blue), Branco (Sports White) e Preto (Black Eclipse), e estará disponível nos Concessionários Yamaha na segunda quinzena de janeiro de 2019. Seu preço competitivo só será divulgado neste período.




segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

TENERÉ 250: O ADEUS A UMA PEQUENA ESTRELA

E aí, motors? Tuudo bem?

Seguinte, foi com imensa insatisfação e tristeza que encarei a notícia de que a Yamaha irá descontinuar a produção da Teneré 250, já a partir de 2019.

Fig. 1. Ted Mota conseguiu resumir, nesta imagem, o que sentimos com
a notícia da descontinuação da produção da Teneré 250

E com razão, primeiro, porque suas vendas alcançaram milhares de unidades no Brasil inteiro e, segundo, a Yamaha faz isso só e somente só por questões de marketing e, claro, de encarecimento do novo modelo substituto, que será a Lander. Me pergunto por que não descontinuaram - há mais tempo - a Lander, ao invés da Teneré, que poderia ter passado por algumas pequenas melhoras e mantido seu nome na lista das trails médias mais queridas. Vai saber...

Fig. 2. Modelos mais recentes (2017) da Teneré 250

A Tenerezinha, que tantos outros apelidos carinhosos ganhou, tem ainda uma legião de proprietários e fãs pelo Brasil inteiro, em grupos de whatsapp, Facebook, motogrupos e outros inteiramente dedicados a falar sobre ela e também sobre as aventuras que ela proporcionou e ainda proporciona.

O fato é que não só a moto é muito boa, como também traz um nome de peso, afinal, a Tenerezinha, quando surgiu em 2010, foi baseada nas grandes campeãs do Rallly Paris-Dakar, as Tenerés 660 e Super Teneré. O motor, de 250 cc, é o mesmo usado na tão querida - e também ótima moto - Fazer 250 e no da Lander, que dará continuidade à categoria. Ainda continuo sem entender o motivo real de sumirem com o nome Teneré e manter o Lander... O nome Lander nunca ganhou nada, até onde eu sei (se estou desinformado, por favor, deixe nos comentários, sim?)  :)

Fig. 3. Teneré 250 ano 2010. Sua primeira versão.

Eu, mesmo, sou proprietário de uma. A não ser o fato da "fragilidade" encontrada no quadro, especialmente, sob o banco do passageiro (leia sobre o assunto clicando aqui), afirmo ser uma motocicleta de boa performance, grande economia e confortável. Até mesmo para a garupa (minha namorada nunca reclamou, nem nas viagens que fizemos).

Fig. 3. Já essa, modelo 2011, é a minha Tetê. :) 

Um amigo, também proprietário de uma Teneré 250 ano 2017, e diretor de um motoclube aqui de Goiânia, acabou de chegar de uma big viagem por 13 países da América do Sul durante 70 dias! Sua saga pode ser conferida no blog do Presi, neste link: DIÁRIO DO PRESI.

Aqui, fica nossa - acho que posso dizer - indignação, mas, ao mesmo tempo, nosso agradecimento por esses 8 anos de existência da Teneré 250. E que a nova Lander não decepcione. Mais uma vez: por que não continuaram com o nome Teneré, meu Deus????

Fig. 4. Modelo 2016.
A foto do início deste artigo foi feita pelo amigo Ted Mota, de Goiânia, e simboliza não só a "despedida", mas o carinho que nós temos pelas nossas motocas. Bela foto, Ted!

Fig. 5. Modelo 2018

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Yamaha Lander 250X: a pequena Motard

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A pequena trail motard da Yamaha, Lander 250X, é uma das motos que mais tem tido saída das concessionárias, haja vista a procura por sua maleabilidade em trechos urbanos, sua boa atuação em circuitos de trilha e seu preço. Uma combinação perfeita para quem quer praticidade e boa relação custo x benefício.
O teste aqui apresentado foi feito por um piloto da Moto Esporte, Marcos Branco, e o reproduzo aqui, no Louco por Motos, para que você mesmo avalie e faça suas comparações.
A primeira impressão deixada pela Lander: é uma moto macia, boa de curvas, vai bem na terra e no asfalto (mesmo aqueles prometidos e não-cumpridos pelas prefeituras Brasil adentro) e, para os mais cuidadosos com suas reservas, econômica.
Em rodovias, segundo Marcos, "o desempenho é igual a Lander XTZ e Fazer 250 (...) mesmo motor, câmbio (...) velocidade cruzeiro é de  120Km/h, mas, se quiser andar acima disso, ela vai fácil. Cheguei a andar entre 130 e 140Km/h  por muito tempo e, com esta média alta, ela fez 20,48Km/l (...) em declive, ela bateu os 150Km/h entrando no limitador. Mesma velocidade final que deu a Lander XTZ e Fazer 250".
Mesmo em alta velocidade, o piloto não chegou a senti-la trepidando e nem mesmo sem estabilidade. A moto fica mais leve em alta, o que pode ocasionar alguns efeitos indesejáveis na pilotagem, como trepidação, descentralização do ponto de gravidade e até mesmo a sensação de que a moto está "ao sabor do vento".
Ainda de acordo com os testes realizados por Marcos, a Lander 250X o deixou satisfeito em curvas de baixa e média velocidades, esbanjando estabilidade. E, como não bastasse, detonou uma curva a 140 km/h, sentindo ainda o bom comportamento da pequena motard. Isso é um indicador de que a Lander X é uma moto de garra e um ótimo nível de confiabilidade.
Em termos de câmbio, o piloto de testes sentiu a necessidade de uma sexta marcha para a Lander, pois a deixaria mais à vontade nas altas velocidades. Para ele, apesar da precisão do câmbio, a alavanca de seleção é um pouco dura.
Contudo, como nem tudo que reluz é ouro, a moto possui também seus pontos fracos e, um deles, é um item muitíssimo importante em qualquer veículo: o freio. Ambos são a disco, mas falta mais atrito no dianteiro, o que pode atrapalhar um pouco o piloto, especialmente, em seus primeiros dias com a motocicleta.
O pára-lama traseiro é diferenciado, integrando lanterna LED com 15 diodos e suporte de placa semelhante ao modelo esportivo Yamaha YZF-R6. Em termos de conforto, por abranger os estilos on/off-Road, é uma boa moto: seu banco possui uma espuma na medida, mas estreita como nos outros modelos da categoria, o que pode trazer um certo desconforto em viagens mais longas.
Seu motor de 250 cc não decepciona, porém, não é o tipo de motor que o piloto possa exigir, especialmente, em ultrapassagens duvidosas. Na dúvida, melhor não arriscar. Mas, tem força o bastante para suportar o trânsito caótico das cidades grandes, bem como as trilhas nos finais de semana.
Seu painel é digital, possui um hodômetro de reserva muito útil, mas seu conta-giros possui pouca visibilidade. O farol possui um design bonito, porém, não cobre uma área muito satisfatória (problema encontrado em muitos modelos de motocicletas).
A conclusão final do piloto Marcos Branco é esta:
"- Motor bom, mas barulhento
- Consumo bom
- Cambio é preciso, mas alavanca pouco dura
- Suspensão no geral é boa, mas precisa melhorar a velocidade do retorno da suspensão traseira
- Conforto: razoável, a espuma do banco possui uma boa densidade e a posição pilotagem ereta 
- Freios razoável
A Lander 250X é uma das melhores moto custo beneficio do mercado na categoria, demonstrou ótima na cidade e na terra, super maleável, eu indicaria para cidade, ou para deslocamentos na terra e até mesmo para a primeira moto, pois é muito fácil pilotar, boa para usar no dia a dia."


Quem leva a melhor? Bajaj DOMINAR 400 ou Kawasaki NINJA 400? Comparativo.

Salve, Motors!  Mais uma vez, o Louco por Motos traz um comparativo que, para muita gente, é bom saber antes de investir - mais, ou menos ...