domingo, 3 de setembro de 2017

As Dez Motos Mais Estranhas do Mundo

Olá, galera, desculpem-me pelo sumiço - outros afazeres têm tomado bastante meu tempo.

Este post tem um caráter bem mais curioso do que técnico. Aliás, não falaremos sobre esse ponto, agora.

Criatividade é uma das características mais marcantes do homem moderno, e ela pode ser conferida em diferentes âmbitos da vida, sejam profissionais, científicos, ou de quaisquer outras áreas. No motociclismo, isso não poderia ser diferente. Vemos, inclusive, muita criatividade nas choppers e em outros estilos de motos modificadas. Mas, o que temos aqui é diferente. Vai além dos padrões. Confira algumas das motos mais estranhas do mundo!


1. Sidecar Drumkit, ou Moto-Bateria


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Evidentemente, trata-se de um trabalho artístico, feito por vários profissionais, que usaram uma BMW especialmente preparada para receber todo esse aparato. E mais: ela anda normalmente e a bateria pode, sim, ser tocada. Louca, não?

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Esta obra de arte foi publicada em uma página do Facebook chamada The Drummer’s Database, a qual não estava disponível, no momento dessa postagem.
Os russos também têm a sua versão, e não perde, em termos que funcionalidade/motor/beleza.


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2. Fury Road, o melhor estilo Mad Max

São motocicletas especialmente desenvolvidas para aventuras no deserto escaldante ou, no mínimo, nas dunas de alguma praia nordestina. Elas foram completamente inspiradas na franquia Mad Max, e só não fazem o que fazem no filme, porque ainda não chegamos no Apocalipse. A construção dessas motos é uma espécie de vale-tudo da customização pesada.

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3. Motoshoes, ou Moto-Sapato

Bom, tem doido pra tudo nesse mundo, mesmo! E isso pode ser visto num campeonato anual de "coisas estranhas" que rola nos EUA. Em uma das competições, eis que aparece esse triciclo-sapato-de-salto-alto-motorizado, que deve ter dado trabalho aos jurados.

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4. Moto Esqueleto

Essa já é bastante conhecida. Também desenvolvida para apresentações em feiras, foi montada manualmente e exigiu uma equipe bastante dedicada, além de vários dias e noites de trabalho.

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5. Monster Moto

Essas imagens também já rodaram muito pela Web, como um fato realmente curioso. Uma das maiores motocicletas - se é que podemos chamá-la assim - do mundo, serve para apresentações do tipo "destroy car", e ela realmente consegue tal proeza. Coisa de americano.

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6. Motoski


Sim, trata-se de uma motocicleta customizada de forma a lembrar um... jetski! E funciona? Claro! Veja que o proprietário encontra-se numa via urbana.


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7. Monocycles



Da esquisitice - e, teoricamente, da impossibilidade de parar "em pé" - para o mercado, o monociclo é um tipo de veículo bastante procurado pelos mais aventureiros e/ou excêntricos. Um dos mais famosos nos EUA é fabricado por Kerry McLean, que protagonizou um dos piores acidentes já vistos com esse tipo de veículos. Deve-se levar um tempinho, até acostumar-se com uma roda só.






O vídeo a seguir mostra o teste e o acidente ocorrido com McLean. Ele se machucou bastante, mas sobreviveu.




8. Anaconda



Isso não é uma moto comum, é uma Limotosine. Isso, uma moto-limousine! Bastante estranha, no início, e projetada por um motor de 1.600 cc - o motor que se vê na frente é falso, segundo o proprietário da Anaconda, Smokey McGill, de Nevada, EUA. A moto foi feita como resultado de um desafio dos amigos de McGill, que diziam ser impossível. A Harley Anaconda consegue carregar até 10 passageiros, incluindo o piloto. Vejam o vídeo de demonstração a seguir.






9. Barão Vermelho


Parece que as pessoas não se contentam e querem dar às suas motocicletas um "algo a mais", especialmente, quando a moto é propensa a customização. É o caso da Red Baron, uma motocicleta de origem alemã, cujo motor é uma perfeita adaptação de um radial aeronáutico - em suma, motor de avião. A Red Baron, que serviu de modelo para outros "aviões de estradas", possuía um motor radial Rotec R3600, de 150 HP e 9 cilindros.

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10. Moto de Madeira


Cada louco com sua mania. Mas, sendo apaixonado por motos, tudo pode acontecer. Um loucão construiu uma moto feita de madeira e ferro-velho. Não consegui mais informações a respeito, sobre onde e quem a fez, mas, na minha opinião, trata-se da moto mais esquisita que já vi no mundo!

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sábado, 4 de fevereiro de 2017

MOTONEWS TV - PRGM. PILOTO







Galera, o Louco por Motos apresenta o Motonews TV, um programa sobre motociclismo no Youtube.

Esse é somente o programa piloto, com alguns pontos a serem acertados, ainda.

Gostaria de pedir aos seguidores e leitores do Louco por Motos assistirem ao programa, darem seus likes e assinarem o canal, a fim de receber as notificações de novas postagens.

Novos e interessantes quadros já estão em produção.



Obrigado!! Motoabraço!


terça-feira, 3 de janeiro de 2017

HONDA CRF 1000L Africa Twin: a volta da lenda!

E aí, motors? Todo mundo muito bem? Ano novo, vida nova, é como dizem, não é? :) Nosso primeiro post do ano trata sobre a volta de uma lendária motocicleta da Honda, a Africa Twin. Um espetáculo de big trail!

Com dois prêmios conquistados pela Revista Duas Rodas (Moto do Ano 2017 e Moto do Ano 2017 cat. Adventure), a Africa Twin já chega com jeitão de vitoriosa, mesmo. O fato é que sua estrutura robusta, misturada ao propulsor de 999 cm³, traz ao piloto: maneabilidade perfeita no off-road (mesmo os radicais), conforto em longas distâncias e ótima ciclística nas cidades.


 

Aerodinâmica e Suspensão

 A Africa Twin possui um design projetado para obter a melhor aerodinâmica e contribuir para uma pilotagem versátil. A moto oferece agressividade para extremo off-road, conforto para viagens e agilidade na cidade.A suspensão dianteira Showa é do tipo invertida, com curso de 230 mm. Por ser ajustável, possibilita uma configuração ideal para diferentes terrenos ou preferência do piloto.
A traseira, Showa Pro-Link, possui 220 mm de curso, também regulável, e com fácil acesso ao ajustador da pré-carga de mola.



 

Motor e Transmissão

 O motor da Africa Twin é um bicilíndrico paralelo com 999,1 cc, cabeçote do tipo OHC Unicam, o qual é derivado das CRFs de competição (ah, taí a origem do nome completo dela!). É um motor mais leve e compacto, contribui para a distribuição do peso e no posicionamento ideal do centro de gravidade.




Produz potência máxima de 90,2 cv a 7.500 rpm e torque de 9,3 kgf.m a 6.000 rpm. Pode não parecer competitiva em relação à BMW GS 1200, ou uma V-Strom, ou uma Versys 1000, mas acaba “ganhando” final, devido ao seu peso ser menor (212 kg).
O câmbio de 6 marchas dá mais esportividade a essa big trail e a embreagem deslizante contribui para a segurança, garantindo estabilidade em reduções mais repentinas e emergenciais.
O tanque de combustível tem capacidade para 18,8 litros, sendo 3,6 lts destinados à reserva. O cárter tem capacidade para 4,9 litros de óleo (com a troca do filtro).



 

Freios

 A Africa Twin chega com ABS de série, com disco duplo de 310 mm na dianteira, e um simples de 256 mm na traseira. É possível controlar a frenagem da moto em qualquer situação, segundo o fabricante, evitando deslizes e imprevistos durante o passeio. Em situações de off-road, é possível desligar o ABS traseiro.


 

Tecnologia


A Honda aplicou tecnologia de ponta na renovada Africa Twin. Ela vem equipada com o HSTC (Honda Selectable Torque Control), ou, em português, Controle de Torque Selecionável da Honda. Este dispositivo oferece ao piloto 3 diferentes níveis de controle, além de permitir desligar o ABS da roda traseira, caso queira aventurar-se em off-roads radicais.




Para saber mais sobre o HSTC, assista ao vídeo da Honda, no Youtube, clicando no link no final desse artigo.

Acessórios


A Africa Twin pode sair da concessionária com alguns acessórios bastante legais, dependendo do que o proprietário vai querer: protetor de tanque - cor prateada, protege a carenagem da motocicleta e funciona como suporte para os Faróis de Neblina em LED. Preço sugerido: R$ 3.350,00. Top-box, bagageiro e encosto dorsal, por R$ 2.990. Malas laterais, por R$ 4.800,00. Parabrisa alto: R$ R$ 990,00. Cavalete central: R$ 1.430,00. Conjunto da obra: R$ 78.460,00 (incluindo o valor da moto, ainda não comentado).    :) 

Conclusão




A CRF 1000L Africa Twin reúne todos os atributos de uma big trail de sucesso. As possibilidades de ajuste das suspensões, somadas à tecnologia HSTC, dão a esta moto o status de “a melhor moto do ano, categoria Adventure” sem muita discussão, ou até que apareça outra melhor. Não estamos falando, aqui, de potência, e sim do conjunto versatilidade x conforto x segurança x maneabilidade.O valor é que não é tão convidativo a qualquer mortal: R$ 64.900,00. Mas, é de se pensar. :) Fora do Japão, o Brasil será o único país a produzir a Africa Twin.




Assista ao vídeo no link:


 Motoabraço e FELIZ 2017 A TODOS VOCÊS!!!   

domingo, 25 de dezembro de 2016

BMW S 1000 XR: uma verdadeira motocicleta 3 em 1

A BMW acaba de lançar um modelo “3 em 1” no mercado. Trata-se da BMW S 1000 XR, uma motocicleta com a dinâmica das esportivas, o conforto das tourings e a versatilidade de uma adventure. A S 1000 XR é a primeira motocicleta esportiva de aventura produzida pela BMW, resultado desta combinação de estilos.



Motor

Seu motor de 4 tempos é um convite à estrada: são 999 cilindradas com potência, 4 cilindros em linha, 16 válvulas com duplo comando, 160 hp a 11.000 rpm e torque máximo de 112 Nm (ou 11,42 kgfm) a 9.250 rpm. A refrigeração do motor é mista, ou seja, líquido e óleo.
O tanque tem capacidade para 20 litros e, levando em consideração a autonomia dessas motos crossover, pode rodar cerca de 340 quilômetros sem abastecer.

A BMW trabalhou o motor da S 1000 XR para deixá-lo mais linear e favorecer o torque, o que a diferencia da S 1000 RR, que tem uma proposta mais esportiva (com 199 cv de potência, contra os 160 da XR).

Suspensão eletrônica

Ela conta com mapeamento de potência, em três modos: Rain, Road e Dynamic. Assim, é possível ter respostas da moto em diferentes condições de pilotagem. Ela também vem equipada com o sistema Dynamic ESA, que permite controlar os modos de condução, gerenciando a distribuição de potência do motor com um simples apertar de botão.
É possível, ainda, ao piloto controlar as ações dos freios ABS, deixando-o mais, ou menos, ativo, característica que proporciona à S 1000 XR muito mais segurança, especialmente, nas curvas, quando se tornar necessário frear a moto.


Em resumo, as suspensões da XR oferecem conforto, até mesmo em estradas ruins e cheias de buracos. Oferecem ótima estabilidade em curvas, como se fosse uma esportiva (aliás, não fosse o visual dela, seria fácil pensar que você está pilotando uma esportiva, ao invés de uma crossover).
Facilidades e Tecnologia
A BMW S 1000 XR vem equipada com:
- Piloto Automático e Riding Mode Pro
- Aquecedor de manoplas
- Controle Eletrônico de Suspensão Dinâmico (Dynamic ESA)
- Suporte para GPS

É para a terra?

Não, exatamente. Afinal, meter uma moto de mais de 70 mil reais na terra beira à sacanagem, certo? (rsrsrs) Bom, falando sério, a proposta da BMW não é a de fazer da XR uma aventureira, não mais que seu estilo. De qualquer forma, se precisar rodar em estrada de terra, ela vai bem, também, desde que o piloto tenha bom senso e não exagere.
Suas rodas são de 17 polegadas, o que ajuda um pouco em terrenos de chão. Porém, o aro ideal para isso é de 19 ou 21 polegadas.


Conclusão

Uma das reclamações dos pilotos em relação à S 1000 XR é a vibração sentida nas mãos, especialmente, em altas velocidades. Isso remete um pouco às esportivas, mas não chega a ser incômodo.



Visual impecável, tecnologia de ponta, motorzão que responde com fineza (e esperteza), a BMW S 1000 XR atinge bem seus objetivos, que é ser uma estradeira de respeito com o conforto das aventureiras.
O preço sugerido, por volta de R$ 70 mil, realmente, não é seu chamariz, mas, quem consegue comprá-la, tem nas mãos não só uma motocicleta, mas uma “3 em 1” muito bela, potente e que adora viajar.


domingo, 4 de dezembro de 2016

Indian Springfield no Brasil

A maior concorrente da Harley-Davidson, a Indian Motorcycles, aportou no Brasil há pouco mais de um ano, trazendo modelos fantásticos, como a Scout, Chieftain, Roadmaster, Chief Classic e a Chief Vintage, cada qual a seu tempo. Foi muito pra galera, já que os preços delas por aqui não são tão animadores. Mas, enfim, tem o seu naco de mercado, caso contrário, não viria para terras tupiniquins.






 Para 2017, uma novidade: a Indian Springfield, que também passará a ser montada em Manaus. Ela competirá com a Road King, da Harley, de forma renovada e com um novo motor, denominado Thunder Stroke 111, de 1.811 cc e com o peculiar visual clássico da maioria das Indians.

Particularidades

A Indian Springfield, apesar de remeter ao clássico, conta com tecnologia atual e equipamentos que visam o auxílio ao piloto, focando na segurança e no conforto de quem está sobre ela. Portanto, itens como: acelerador eletrônico, indicador de pressão dos pneus no painel, freios ABS, keyless start (partida sem chave), pedaleiras de passageiro ajustáveis e outros mimos fazem dessa obra motociclista um objeto de desejo. Sem falar, claro, na inigualável sensação de pilotar uma touring.

Motor

O propulsor V2 de 1.811 cc da Springfield gera 16,47 Kgfm de torque e potência de... curiosamente, o fabricante não informa a potência desse motorzão. Mas, podemos imaginar que sejam algumas boas dezenas de cavalos (por favor, quem souber e quiser informar nos comentários, agradeço). :)



Chassi e Dimensões

Ela utiliza o mesmo chassi da Indian Chief, sendo um pouco mais leve do que sua irmã mais velha, devido à falta das carenagens existentes na Chief.
A suspensão dianteira, do tipo telescópica, possui tubos de 46 mm e curso de 119 mm de dupla mola. A traseira é do tipo monoamortecedor, com 114 mm de curso, com possibilidade de ajustes na pré-carga e na compressão.
Freios ABS a disco, ambos de rotor flutuante, com 300 mm de diâmetro, sendo um na dianteira e dois na traseira, oferecem frenagem confiante e segura. Os pneus de fábrica são Dunlop® Elite 3 130/90B16 73H  (frente) e Dunlop® Elite 3 Multi-Compound 180/60R16 80H (traseiro).



Preço

Bom, agora, vem a parte mais amarga para o consumidor brasuka: o preço. A Springfield vem em duas cores, sendo estas as características principais na diferença dos preços entre estes modelos. A de cor preta custará R$ 91.900,00 e, a bicolor (cinza e vermelha), R$ 94.900,00. Por nada, não, mas essas tintas cinza e vermelha são caras, não??? :)
No mais, a certeza é de que essa motocicleta faz qualquer proprietário se esquecer dos problemas do mundo e ser muito feliz. Imagine-se. :)
Assista também ao vídeo ilustrativo do motor Thunder Stroke 111.

Motoabraço, pessoal!!








segunda-feira, 14 de novembro de 2016

DRAGSTER F3 800 RC: mais uma brutalidade da MV Agusta

A italiana MV Agusta é famosa por trazer ao mercado motocicletas monstras, geralmente, esportivas potentes, com visual agressivo, que remetem a motos contendo força e velocidade bem casados. Um exemplo disso é sua tão adorável e reconhecida linha Brutale.
Uma outra linha, a F3, que já contava com os motores 675 e 800, agora ganha uma versão Reparto Corse*, que traz algumas novidades, tais como: os mesmos adesivos vinis usados nas Superbikes e Supersports (vermelhos, brancos e verdes), peças em fibras de carbono, aquecedores de pneus e rodas em aro 17" com detalhes em vermelho. Assim, surge a MV Agusta Dragster F3, ainda nas duas versões de motores.

Elas foram apresentadas na EICMA 2016 (exposição internacional de motocicletas, que ocorre anualmente em Milão, na Itália). No entanto, talvez, para manter um ar de "exclusividade", a MV produziu somente 350 unidades desta moto, sendo 100 unidades do motor de 675 cc e as demais 250, do motor de 800 cc. Ambas trazem os mesmos visuais das motos dos pilotos Jules Cluzel e Lorenzo Zanetti, pilotos campeões pela marca MV Agusta.


A F3 675 RC produz 128 hp a 14400 rpm e 7,24 kgfm a 10.900 rpm. Já a F3 800 RC produz 148 hp a 13000 rpm e 8,97 kgfm a 10.600 rpm.
Eletronicamente, essas motos são equipadas com uma plataforma de última geração, denominada MVICS (Motor & Vehicle Integrated Control System, ou Sistema de Controle Integrado Veículo e Motor, em português). Esse sistema permite ao piloto gerenciar de forma efetiva a performance da moto, disponibilizando quatro mapeamentos - três predefinidos e um personalizado pelo próprio piloto -, com 8 níveis de tração.



Em homenagem às várias voltas e corridas vencidas pela MV Agusta em competições internacionais, um kit com acessórios especiais foi incluído nessas 350 réplicas. Uma coleção única de partes especiais - incluindo um suporte da placa e uma capa para o banco - são montadas a mão pela histórica fábrica Schiranna para aumentar a competitividade das F3 RC. Também estão incluídos outros mimos, como capa exclusiva para a moto, roda traseira idêntica à da moto de pista, além do certificado de garantia de exclusividade, presente em cada uma das F3.
Sem data para chegar ao Brasil - se é que vem -, seu preço é salgado até mesmo para os padrões europeus: 19.490 euros (em reais = 71.099, em nov/16).










*Reparto Corse - em italiano, quer dizer algo como "equipe de corrida", e trata-se de um padrão criado - a partir das ideias de marqueteiros - para referir-se a motocicletas próximas às de competição, com basicamente as mesmas características. Resultado disso: encarecimento da moto. :) 

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

SOBRE ALTERAÇÕES NA CARACTERÍSTICA ORIGINAL DA MOTO

E aí, motors?! Todos muito bem, graças à boa Natureza? :)

O post de agora é relacionado às regras na mudança de características de seu veículo, de acordo com o Detran.
Vivemos em um país que cresce mais com a grana das multas aplicadas todos os dias do que com o que produz (por isso, não cresce... rsrsrs). Enfim, todo cuidado é pouco. Atento aos regulamentos.

Alteração de Características - Alteração de Cor Predominante

Autorização Prévia:
Para a mudança de cor predominante do veículo há necessidade de Autorização Prévia do DETRAN/PR.

Clique aqui para visualizar a taxa de Autorização Prévia


Para obtenção desta autorização são necessários os seguintes documentos:

  • Certificado de Registro de Veículo - CRV;
  • Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo - CRLV;
  • Vistoria e decalque do chassi para confirmação dos dados.
Se Pessoa Física:
  • Documento de Identificação Oficial com Foto;
  • CPF do proprietário.
Se Pessoa Jurídica:
  • Documento de Identificação Oficial com Foto e CPF do representante legal;
  • Comprovante de poderes;
  • Cartão CNPJ da empresa.

Registro da Alteração:

Após realizada a alteração de cor predominante do veículo, há necessidade de registrá-la junto ao DETRAN/PR, através de um processo de Alteração de Características do Veículo.

Documentos Necessários:

  • Certificado de Registro de Veículo - CRV;
  • Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo - CRLV (original e fotocópia);
  • Vistoria e decalque do chassi para confirmação dos dados;
  • Comprovante de residência (Clique e conheça as Normas do DETRAN/PR);
  • Nota Fiscal de Prestação de Serviço (ou Declaração do particular que promoveu a modificação, com firma reconhecida);
  • Cópia da Autorização Prévia para Alteração de Características (ou recolhimento da multa, caso não tenha solicitado a Autorização Prévia).

Se Pessoa Física:

  • Documento de Identificação Oficial com Foto;
  • CPF do proprietário.

Se Pessoa Jurídica:

  • Documento de Identificação Oficial com Foto e CPF do representante legal;
  • Comprovante de poderes;
  • Cartão CNPJ da empresa.

Clique aqui para visualizar as taxas e complementações.

Quem leva a melhor? Bajaj DOMINAR 400 ou Kawasaki NINJA 400? Comparativo.

Salve, Motors!  Mais uma vez, o Louco por Motos traz um comparativo que, para muita gente, é bom saber antes de investir - mais, ou menos ...