sábado, 18 de fevereiro de 2012

Triumph Bonneville 2012: modernidades de uma lenda.

Quem já não ouviu falar na marca Triumph, fabricante de motocicletas? Pelo menos, no meio motociclístico, posso apostar que todos ouviram, ao menos, o nome. E do modelo Bonneville, criada nos anos 50, e que foi uma máquina de tirar o sono dos mais afoitos da época? E ainda hoje, mais de 50 anos depois, a Bonneville ainda enlouquece corações e mentes.

Pode-se dizer, com certeza, que é um dos mais famosos nomes do motociclismo. Uma lenda que mantém excelência em sua engenharia desde que foi lançada pela primeira vez, no mercado inglês. A Triumph, para quem ainda não sabe, foi criada em 1887 e funcionou até o ano de 1902. Retornou ao mercado na década de 90 e tornou-se rapidamente um objeto de desejo em boa parte do mundo.
Em relação à Bonneville, ela tornou-se um ícone de rebeldia e independência naquela época, e agora, mais moderna, ainda carrega esse apelo, com seu estilo baixo e motorzão de 850 cc. Quando foi lançada, nos anos 50, o motor era de apenas 65 cc e já fazia um sucesso estrondoso!
No coração, o motor 865cc paralelo é alimentado por injeção-eletrônica, o que faz com que sua partida seja rápida, suave e precisa, além, é claro, de capacitá-la aos padrões de proteção ambiental.  Nesse sentido, o que intriga é que o corpo dos tradicionais carburadores foi empregado na estrutura da moto para disfarçar o regulador de pressão, usado na injeção. Essa estratégia foi utilizada a fim de se “manter”  o estilo clássico da moto, sem confundi-lo com o moderno.
Seu novo chassi oferece suavidade na pilotagem e, ao mesmo tempo, agilidade, facilitado também, em parte, pelas rodas de liga-leve de 17”, e baixa altura do banco em relação ao chão. Essas características fazem com que ela possa ser pilotada tanto por jovens quanto por pessoas mais experientes, sem perder seu estilo e sua classe.
Uma vasta gama de acessórios estão disponíveis para a Bonneville. O motociclista poderá deixar sua Triumph ao seu estilo. 


Recall dos quadriciclos TRX 420 da Honda


São Paulo, 13 de fevereiro de 2012 – A Moto Honda da Amazônia Ltda., pautada por seu princípio de respeito aos clientes, convoca os proprietários dos quadriciclos modelo TRX 420, conforme os chassis listados na tabela abaixo, a comparecerem a uma concessionária Honda habilitada em quadriciclos, a partir de 27 de fevereiro, para substituição do braço superior da suspensão dianteira direita.
Em algumas unidades poderá haver o rompimento de uma das soldas do componente, afetando a dirigibilidade do veículo, com risco de colisão e/ou queda.
VersãoTRX 420 FOURTRAX - ANO/MODELO 2011
DEATÉ
4x2 (TM)9C2TE3400BR0002769C2TE3400BR000398
4x4 (TM)9C2TE3500BR0022459C2TE3500BR002829

No endereço www.honda.com.br/recall/motos é possível confirmar os chassis envolvidos na ação preventiva.
A relação de concessionárias habilitadas em quadriciclos pode ser obtida na Central Exclusiva de Atendimento pelo 0800-701-3432 (de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h) ou no endereço www.honda.com.br/concessionarias (selecionar “Estado”, “Cidade” e “Segmento”: quadriciclos).

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Que moto comprar?

Cada um tem um estilo de vida, concorda? Da mesma forma, cada motociclista tem seu estilo predileto, manda melhor em determinado tipo de moto (outros poucos dominam qualquer máquina), enfim, criam uma "identidade" com a categoria a qual sua moto pertence. Até aí, tudo bem.
O mais difícil, acredite, é quando o motociclista quer mudar seu estilo - o que não é raro. Ou ele fica completamente perdido no início, ou cai de cara em um estilo que, logo vê, não era aquele que pensava ser, ou fazer parte. Tudo bem, e daí? Basta vender a moto que comprou por engano e compra outra. Mas, além disso, há algo mais: nosso cérebro, à medida que o tempo passa, vai se acostumando à novidade, e tudo passa a fazer um novo sentido. Porque motociclismo é paixão. O coração passa a bater diferente, num compasso mais louco, motivado pela adrenalina que o andar sobre duas rodas e um motor oferecem.
Quando o motociclista se acostuma com sua máquina, ela passa a ser, não mais um veículo em sua posse, mas sim, uma extensão de seu próprio corpo. O motociclista até sente, em alguns casos mais do que em outros, todas as perfeições e imperfeições do terreno, da estrada em que ele anda. Pois, sua moto dá continuidade à coluna vertebral (ou o contrário, dependendo do ponto de vista).  O contato com o chão parece ser - e geralmente é - mais próximo, o que o torna um elemento cercado de vento e liberdade mas, ao mesmo tempo, um frágil objeto da irresponsabilidade.
Sim, pilotar uma moto é a pura sensação de prazer, mas exige muito mais respeito por parte do motociclista do que ele próprio imagina. Esse respeito, traduzo, está na responsabilidade que o motociclista deve possuir, bem como na vontade que ele tem de viver - sem falar, na possibilidade de atingir e/ou ferir os corações de terceiros para sempre. Mas, não estamos aqui para falar sobre isso.
O importante, meu caríssimo companheiro motociclista, é que você saiba curtir cada km de sua vida sobre duas rodas. Temos, sem sombra de dúvida, muito mais agilidade no trânsito do que os motoristas de veículos maiores; temos, com mais certeza, ainda, um grau de liberdade muito maior em viagens por rodovias afora, maior contato com os elementos da natureza, do que quem viaja de carro ou ônibus e caminhões. Devido a isso, e por isso ser tão gostoso - e, posso dizer, não é pra qualquer um -, é que devemos aproveitar da melhor forma possível, com o máximo de respeito pela máquina, pelas vias e, principalmente, por nós mesmos.
Não importa o seu estilo, ou a categoria de sua motocicleta: meu caro, você é um cara único sobre sua moto. Conduza-a de maneira a trazer-lhe sempre satisfação e nunca o contrário. Sentir o vento na cara, ouvir o barulho do motor, tudo isso é prazeroso e faz querer mais! Se não se satisfizer com uma determinada categoria de moto, compre outra, de outro estilo. Experimente. Viva. E um motoabraço!

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Dyna Switchback, a "duas-em-uma" da Harley Davidson

Uma das novidades da Harley Davidson para 2012 é a Dyna Switchback, que vem preparada para uso urbano diário e também para suas viagens. Em instantes, ela se transforma em uma touring, apenas encaixando suas malas laterais facilmente e instalando seu parabrisas. O processo inverso é também facilitado devido aos tipos de encaixe.

Diferente dos Estados Unidos, onde o motor será o Twin Cam 103, no Brasil ela virá equipada com o Twin Cam 96, mais adaptável ao chão e estilo tupiniquins. Mas, com as mesmas 1600 cc. A diferença entre esses motores, de fato, é que o primeiro é equipado com injeção de combustível sequencial Porto Eletrônica (ESPFI), e é acoplado a uma transmissão de 6 velocidades Cruiser Driver, com capacidede de 1690cc a 3500 RPM. Este motor é, aproximadamente, 6% mais dinâmico do que seu anterior, o Twin Cam 96. Independente disso, nossos motociclistas terão uma máquina cuja assinatura não deixa nehuma sombra de dúvida: é uma máquina! 
É falado que toda a linha Dyna 2012 virá equipada com freios ABS, porém, lá fora, será um item opcional. No Brasil, segundo giram as informações, esse poderá ser um item de fábrica. O que é muito bom, haja vista a queda do dólar e o cada vez mais movimentado mercado de Harleys no Brasil. Suas máquinas têm conquistado corações de diferentes gerações, por aqui, desde os iniciantes no motociclismo, até - e principalmente - os veteranos.
Rodas de liga leve compõem um novo visual na moto, deixando-a, ao mesmo tempo, com cara de moto para lazer e dando-lhe um certo ar de esportividade. O alvo são os pilotos mais jovens, que amam mais a velocidade do que o estilo clássico de pilotar uma HD.
A nova Dyna pode ser vista no salão de São Paulo e ainda não foi divulgado seu preço. O jeito é aguardar mais um pouco.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Suzuki GSR 150i 2012: estilo único e dinamismo

A Suzuki pretende angariar mais um bom naco da fatia no mercado das pequenas cilindradas. Neste segundo semestre, ela colocou nas lojas a nova GSR 150i, uma moto com design bem cuidado, linhas fortes e inovadoras, sem deixar de lado a tecnologia empregada.


A GSR 150i possui 6 marchas, sendo, até agora, a única em sua categoria. Isso proporciona maior conforto nas finais e, claro, mais economia. Na cidade, raramente, será necessário usar essa marcha, a não ser em vias mais longas. O motor é OHC, de um cilindro e quatro tempos, com eixo balanceador compacto e leve, e graças à eficiência da combustão avançada e eficaz, a GSR150i é mostra-se muito eficiente nessa classe de motocicleta, tornando mais fácil desfrutar da potência e aceleração. Esse novo motor propicia melhor eficiência de combustão, e combustão completa é a chave para uma melhor resposta a aceleração, reduzindo consumo de combustível, bem como a redução das emissões.


No quesito design, a GSR 150i vem com um moderno desenho lateral, na rabeta e lanterna traseira. Seu bagageiro é uma peça única, maciça, de alumínio na cor prata.
Baseada na mesma tecnologia aplicada as motos de grande cilindrada Suzuki, a GSR 150i possui painel de instrumentos acionado eletronicamente sem a utilização de cabos, luz indicadora de falha e diagnose do sistema de injeção de combustível no painel (FI).

No quesito tecnologia, a GSR 150i esbanja qualidades: seu sistema de injeção eletrônica alimenta o poderoso motor de 150cm³, que garante uma suavidade de torque e aceleração com inigualável resposta do acelerador.

O sistema de eixo balanceador do motor, que minimiza a vibração e produz menor ruído, equilibrando melhor potência, torque e aceleração da moto, resultando em maior conforto nas viagens mais longas e economia de combustível.


O sistema de amortecimento traseiro é formado por dois amortecedores hidráulicos e pressurizados a gás, a mesma tecnologia das superesportivas Suzuki, agora com câmara de expansão de óleo externa. Os amortecedores traseiros são equipados com sistema de ajuste rápido de pré-carga da mola, com a facilidade e praticidade do acionamento manual, sem a utilização de ferramentas, e oferecem o mesmo requinte de conforto de algumas motos de grande cilindrada permitindo um rápido e fácil ajuste, como logo após a descida de um passageiro, tornando a suspensão suave ou vice-versa. Isso melhora o desempenho ciclístico completo da moto em todas as situações, com ou sem passageiro, designada a reagir a pequenos solavancos assim como a maiores impactos nas estradas.

Originalmente equipada com cavalete central, que oferece maior estabilidade para a moto quando a mesma estiver em repouso em linha plana, além de facilitar a manutenção com o lubrificante da corrente. É muito útil para trocas de pneus, na lubrificação da corrente e em outros serviços de oficina.

Seu sistema de freio dianteiro, com disco ventilado mordido por pinça deslizante de dois pistões de acionamento hidráulico, garante uma frenagem rápida e segura, enquanto que, o freio traseiro a tambor é equipado com sapatas expansoras de alta eficiência.
 Originalmente equipada com partida elétrica, para oferecer ao piloto praticidade e conforto. O módulo de controle do motor computadorizado controla a gestão poderosa e sofisticada do sistema de injeção eletrônica de combustível, ignição e sistema de redução de emissões de gases poluentes.


E, ainda, o sensor de acionamento de embreagem interligado ao sistema de partida gera maior segurança, não permitindo dar a partida no motor com a moto engrenada.
Entre outras novidades, essa pequena notável ainda possui:
·          Espelhos retrovisores cromados, seguindo o design da linha Suzuki B-King.
·          Peso de guidão cromados.
·          Setas com lentes de cristal e lâmpada âmbar.
·          Tampa do Bocal de abastecimento fixa e articulada, feita em alumínio como nas motos superesportivas Suzuki.
·          Travas para capacete sob o banco.
·          Rodas de liga leve com desenho inovador, que dispensam manutenção e pneus sem câmara.
·          Motor com proteção do cabeçote cromado.
·          PEDALEIRA DO PILOTO retrátil em alumínio e SUPORTE DE PEDALEIRA PARA PASSAGEIRO TAMBÉM EM ALUMÍNIO.
·          DISPLAY DO PAINEL EM LCD digital com brilho indica Hodômetro total e parcial zerável, e indicador de marcha, permitindo fácil leitura ao piloto.

O preço sugerido é de R$ 6.829,00.

Ficha Técnica
Motor
4 tempos, 1 cilindro, 2 válvulas, OHC, refrigeração a ar e sistema de eixo balanceado
Cilindrada
149,5 cm³
Diâmetro x Curso
57,0 x 58,6 mm
Taxa de Compressão
9,1:1
Transmissão
6 velocidades
Sistema de Transmissão
Corrente
Sistema de Lubrificação
Cárter Úmido
Alimentação
Injeção eletrônica
Tipo de Ignição
Eletrônica
Sistema de Partida
Elétrica
Comprimento Total
2.055 mm
Largura Total
730 mm
Altura Total
1.090 mm
Dist. Mínima entre Eixos
1.270 mm
Distância do Solo
165 mm
Altura do Assento
730 mm
*MVOM
132 Kg
Suspensão Dianteira
Telescópica amortecimento hidráulico, mola helicoidal.
Suspensão Traseira
Balança articulada,com amortecedores hidráulicos/pressurizado a gás, mola helicoidal, com ajuste de pré-carga da mola.
Freio Dianteiro
Disco
Freio Traseiro
Tambor
Pneu Dianteiro
2.75-18 M/C 42P, sem câmara
Pneu Traseiro
90/90-18 M/C 57P, sem câmara
Tanque de Combustível
14 litros
Óleo do Motor
1100 ml (com troca de filtro)


Potência Máxima
12 hp (métrico) a 8.000 rpm
Torque Máximo
1,08 kgf.m a 6.000 rpm
Cores
Preta - Amarela - Prata - Vermelha

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Dafra une-se à MV Agusta e à coreana Daelim

Em pouco tempo de atuação no mercado de duas rodas (o início da operação aconteceu em 2008), a Dafra Motos impôs um estilo arrojado de gerir seu negócio, pensando em produtos globais e fazendo diversas parcerias internacionais -- com a chinesa Haojue, a indiana TVS e a taiwanesa SYM. Agora no Salão Duas Rodas 2011, a empresa aproveitou para consolidar a parceria com a italiana MV Agusta e anunciar a coreana Daelim como nova aliada.
No caso da MV Agusta, a empresa brasileira montará no Pólo Industrial de Manaus, em sistema CKD (no qual a empresa matriz produz a peça em sua fábrica de origem e a exporta para a empresa que montará os veículos e a representará comercialmente em outro país), a superesportiva F4 1000 e as novas naked Brutale 1090R e 1090RR da marca italiana. Além disso, a Dafra será a representante da marca e nomeará os concessionários para o mercado interno.
Segundo Creso Franco, presidente da Dafra Motos, até dezembro serão abertas sete concessionárias MV Agusta em todo o Brasil. Quanto aos preços dos novos modelos, Franco fez mistério: "Na quarta, 5 de outubro, teremos uma entrevista com representantes da fábrica italiana. Só posso adiantar que os valores dos modelos vão ficar entre R$ 58.000 e R$ 65.000".

ESPORTIVA DE 250CC
Já a parceria com a coreana Daelim será de co-brand, como já ocorre com SYM e Haojue: os modelos Citycom 300i e Smart 125 saem com a marca das duas empresas. O primeiro fruto da parceria Dafra-Daelim será uma pequena esportiva de 250cc, a Roadwin 250R. De acordo com a Dafra, foram feitos exaustivos testes para adaptar o modelo às necessidades dos motociclistas brasileiros.

Equipada com motor de um cilindro, 249 cm³, duplo comando de válvulas no cabeçote (DOHC), refrigeração líquida e injeção eletrônica, a Roadwin 250R vem brigar com Kasinski Comet 250, Kawasaki Ninja 250R e a futura Honda CBR 250R, lançada neste salão.
Dotada de uma carenagem integral e conjunto óptico duplo, a Roadwin 250R aposta num visual bastante esportivo, porém o desempenho não acompanha. Capaz de oferecer 24 cavalos de potência máxima a 9.000 rpm, a 250cc pode chegar a 130 km/h, segundo informações da Dafra. A moto ainda conta com garfo telescópico convencional, na dianteira, e balança monoamortecida na traseira, além de freio a disco em ambas as rodas.

"Somos especializados em motos de 150cc, mas queremos crescer e atrair mais usuários para o universo de duas rodas. Com a Roadwin e os outros lançamentos queremos ampliar nossa participação, mas também conquistar novos motociclistas", afirmou Creso Franco, referindo-se a street Riva 150cc e a naked Next 250cc, outros dois lançamentos da Dafra no Salão Duas Rodas 2011.
A Dafra Roadwin 250R, entretanto, só deverá chegar às concessionárias da marca em fevereiro do próximo ano, nas cores vermelha e branca. O preço ainda não foi definido, mas os revendedores apostam em valores entre R$ 12.000 e R$ 15.000.
 

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Fonte: Infomoto e http://carros.uol.com.br

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

INFORMATIVO: Atenção! Novos Radares na Dutra

Buenas, pessoal! De uma lista que faço parte, veio a seguinte informação, que fiz questão de postar no Louco por Motos. Para quem viaja pela Via Dutra, a notícia é importantíssima.

ATENÇÃO : FICAR ATENTO


São José dos Campos
A concessionária NovaDutra vai instalar 30 novos radares fixos de controle de velocidade ao longo da via Dutra, sendo 11 deles no trecho do Vale do Paraíba.
Os equipamentos começarão a ser instalados gradativamente a partir de setembro, mas só devem entrar em operação em 2012, ampliando para 58 o número total de radares fixos na estrada. Serão 25 no trecho paulista e 33 no Estado do Rio de Janeiro.
Atualmente com quatro pontos de fiscalização de velocidade --em São José dos Campos (dois), Caçapava, Guaratinguetá e Lavrinhas--, o Vale do Paraíba ganhará outros 11 pontos (veja quadro nesta página), em cidades como Jacareí, Taubaté e Pinda, passando a ser um dos trechos mais fiscalizados da rodovia.
Acidentes. Segundo o gestor de Atendimento da NovaDutra, Marcos Brunelli, a colocação de novos radares faz parte da segunda etapa de instalação de pontos de controle de velocidade na rodovia, processo que começou em 2009 com 28 pontos de fiscalização.
Autorizada pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), a implantação dos radares visa diminuir o número de acidentes e a gravidade deles na estrada, cujo tráfego de veículos atinge 872 mil viagens por dia --considera-se viagem cada vez que um veículo entra na Dutra.
“Os radares não estão na estrada só para multar os motoristas que excedem a velocidade, mas para diminuir os acidentes”, afirmou Brunelli.
“Nossa intenção não é reduzir o limite de velocidade da rodovia, mas fazer com que os motoristas andem dentro desse limite”, completou.
O executivo se ampara em números para defender os radares. De acordo com a NovaDutra, um ano após a colocação dos equipamentos, a ocorrência de acidentes nos trechos fiscalizados caiu 14,3%, de 727 para 623. A queda no número de mortes foi ainda mais expressiva --de 17 para 6, no mesmo intervalo de 12 meses, redução de 64,7%.
Congestionamento. Os pontos de instalação dos novos radares foram definidos em estudo técnico realizado na via Dutra, que determinou os trechos mais críticos de movimento de veículos.
“Foram nesses pontos que vimos a necessidade de colocar o radar, sempre respeitando a legislação”, disse Brunelli, salientando que ampliação futura do número de radares dependerá da avaliação dos novos equipamentos.
NOVOS RADARES NA DUTRA
No Vale do Paraíba (11)
Km 161 - Pista Rio-SP (Jacareí) - velocidade máxima de 110 km/h para veículos leves e 90 km/h para pesados
Km 159,3 - SP-Rio (Jacareí) -110 km/h para autos, utilitários e motos e 90 km/h para caminhões e ônibus
Km 130,5 - SP-Rio (Caçapava) - 110 km/h para veículos leves e 90 km/h para pesados
Km 116,2 - Rio-SP (Taubaté) -110 km/h para veículos leves e 90 km/h para pesados
Km 110,7 - SP-Rio (Taubaté) -100 km/h para veículos leves e 80 km/h para pesados
Km 94,3 - Rio-SP (Pinda) - 110 km/h para veículos leves e 90 km/h para pesados
Km 92,2 - SP-Rio (Pinda) - 110 km/h para veículos leves e 90 km/h para pesados
Km 65,4 - SP-Rio (Guará) - 100 km/h para veículos leves e 80 km/h para pesados
Km 60,3 - Rio-SP (Guará) - 110 km/h para veículos leves e 90 km/h para pesados
Km 53,9 - SP-Rio (Lorena) - 110 km/h leves e 90 km/h pesados
Km 27,6 - Rio-SP (Silveiras) - 80 km/h para veículos leves e para pesados
Outros pontos em SP (4)
Km 229 - Pista Rio-SP (São Paulo) - 110 km/h para veículos leves e 90 km/h para pesados
Km 202,6 - Rio-SP (Guarulhos) - 110 km/h para veículos leves e 90 km/h para veículos pesados
Km 197,5 - SP-Rio (Arujá) - 80 km/h para todos os veículos
Km 176,4 - Rio-SP (Guararema) - 110 km/h para veículos leves e 90 km/h para pesados
No trecho fluminense (15)
Km 330,1 - Pista SP-Rio (Resende) - 110 km/h para veículos leves e 90 km/h para pesados
Km 326,9- RJ-SP (Itatiaia) -110 km/h leves e 90 km/h pesados
Km 300 - Rio-SP (Resende) - 110 km/h para veículos leves e 90 km/h para veículos pesados
Km 299,6 - SP-Rio (Resende) - 110 km/h para veículos leves e 90 km/h para veículos pesados
Km 270,3 - Rio-SP (Barra Mansa) - 100 km/h para veículos leves e 80 km/h para pesados
Km 255,6 - SP-Rio (Piraí) - 110 km/h para veículos leves e 90 km/h para veículos pesados
Km 244,7 - Rio-SP (Piraí) - 100 km/h para veículos leves e 80 km/h para veículos pesados
Km 242,2 - SP-Rio (Piraí) - 100 km/h para veículos leves e 80 km/h para veículos pesados
Km 231,3 - SP-Rio (Piraí) - 100 km/h leves e 80 km/h pesados
Km 225,1 - Rio-SP (Piraí) - 80 km/h para todos os veículos
Km 209,1 - SP-Rio (Seropédica) - 110 km/h para veículos leves e 90 km/h para pesados
Km 196,9 - SP-Rio (Queimados) - 110 km/h para leves e 90 km/h para pesados
Km 191,3 - SP-Rio (Queimados) - 110 km/h para veículos leves e 90 km/h para pesados
Km 190,4 - Rio-SP (Queimados) - 110 km/h para veículos leves e 90 km/h para pesados
Km 167,7 - Marginal RJ-SP (S. J. de Meriti) - 90 km/h para todos radares já existentes

Mias informações no site www.novadutra.com.br ou no telefone 0800-0173536

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Honda CB 600F Hornet 2012: design arrojado e desempenho esportivo

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Modelo chega com visual renovado e mantém seu principal atributo: pilotagem fácil e prazerosa

Considerada a naked de média-alta cilindrada de maior influência no país,  a CB 600F Hornet, desde o seu lançamento, é líder absoluta da categoria. Agora, com novo design, o modelo 2012 chega para consolidar ainda mais sua participação no mercado.

Referência do segmento Street Fighter Naked, a CB 600F Hornet versão 2012 possibilitará um upgrade aos motociclistas que sonham em ter um produto Honda de média-alta cilindrada, de alta performance e avançada tecnologia, além de design impactante e conforto na pilotagem.

O novo design do conjunto frontal agora é mais compacto e arrojado, além de composto por farol e painel de instrumentos digital, integrado à carenagem. A nova rabeta foi reposicionada para o alto, ressaltando o estilo esportivo do modelo, característico de uma legítima Naked. O assento recebeu alterações, proporcionando melhor encaixe das pernas do piloto e agora traz alças do garupa embutidas nas laterais, alinhadas com nova tendência mais “clean” e esportiva.

Diversos prêmios concedidos pela imprensa especializada atestam a ótima aceitação e grande sucesso do modelo junto ao público brasileiro. A CB 600F Hornet conquistou importantes prêmios, como “Moto do Ano 2008, “Imprensa Automotiva 2008, “Moto de Ouro” (2009 e 2010) e “Guidão de Ouro” (2009 e 2010). Desde o seu lançamento, em 2004, já foram comercializadas aproximadamente 34.000 unidades até junho de 2011.

Alta tecnologia, estilo esportivo e fácil dirigibilidade em um só modelo

O design da CB 600F Hornet 2012 segue o conceito “Street Fighter Naked”, perfeita combinação de forma robusta, linha aerodinâmica e estética agressiva.

O novo painel de instrumentos agora é totalmente digital. Com display em LCD, conta com velocímetro, indicador do nível de combustível, conta-giros, temperatura do líquido de arrefecimento, relógio, leitura do hodômetro total e parcial e computador de bordo (consumo instantâneo e médio em km/litro e RANGE em litro/100km), além de luzes indicadoras de direção, neutro, farol alto, injeção eletrônica, pressão do óleo, H.I.S.S. (Honda Ignition Security System) e sistema de freios C-ABS na versão com este sistema. O conjunto ótico é totalmente novo e recebe luz de posição em LED, mantendo sua ótima capacidade de iluminação.

A traseira conta agora com novo formato da lanterna em LED integrada à rabeta, o que possibilitou um design mais afilado, acompanhando as linhas do assento e tornando o conjunto harmonioso. O assento tem altura de 803 mm, facilitando o alcance do piloto com relação ao solo. Além disso, ficou mais ergonômico e teve as alças de apoio do garupa integradas ao design da rabeta. O escapamento, com configuração do tipo 4X2X1, é desenvolvido em aço inox e possui sensor de oxigênio, além de sistema de catalisadores internos. A capacidade do tanque é de 19 litros, com 3,5 litros de reserva.

Mas é na performance que a CB 600F Hornet se diferencia no segmento. Seu motor DOHC (Double Over Head Camshaft), de 16 válvulas,
4 cilindros em linha e 599,3 cm3, com arrefecimento a líquido, gera uma potência máxima de 102 cv a 12.000 rpm e torque de 6,5 kgf.m a 10.500 rpm, o que faz da motocicleta uma opção ideal tanto para a cidade como para a estrada. Seu peso seco é de 188 kg na versão Standard e 193 kg na opção com sistema de freios C-ABS.

O sistema de injeção eletrônica de combustível PGM-FI (Programmed Fuel Injection) possui sensor de oxigênio e catalizadores que asseguram baixa emissão de gases poluentes, bem abaixo dos limites estabelecidos pelo PROMOT3 (Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares).

Dotada de uma ótima relação comprimento x largura x altura (2.150 mm x 751 mm x 1.074 mm) e distância entre eixos de 1.435 mm, a CB 600F Hornet é uma motocicleta que se destaca pela sua maneabilidade. A suspensão dianteira é do tipo garfo telescópico invertido “upside down” de 120 mm de curso, característica que garante estabilidade durante a pilotagem e mantém os pneus mais firmes em contato com o solo. Já a suspensão traseira é monoamortecida (monochoque), com sete regulagens de pré-carga da mola, e conta com 128 mm de curso.

Outra garantia de uma pilotagem segura é a tecnologia de freios ABS (Anti Lock Brake System) com CBS (Combined Brake System), como versão opcional. Enquanto o ABS evita o travamento e, consequentemente, deslizamento dos pneus em superfícies escorregadias, o CBS tem a capacidade de equilibrar e distribuir a frenagem das rodas traseira com dianteira no acionamento do pedal de freio.

A versão Standard utiliza freio dianteiro a disco duplo flutuantes, com cáliper de pistão duplo e diâmetro de 296 mm. Já o traseiro dispõe de disco de 240 mm e é acionado por cáliper de pistão simples, possibilitando uma ótima frenagem e reação imediata, sem esforço para o piloto.

Disponível nas cores preta e verde metálica, a CB 600F Hornet 2012 estará na rede de concessionárias Honda a partir de agosto. Seu preço público sugerido é de R$ 30.800,00 (versão Standard) e R$ 33.800,00 (versão C-ABS), com base no Estado de São Paulo e não inclui despesas com óleo, frete e seguro. A garantia é de um ano, sem limite de quilometragem.
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Jornalista Responsável:  Ricardo Ghigonetto (Mtb. 14.150)

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Louco por Motos em Luto

Caros leitores e amigos,

A única certeza que temos nessa vida é que, um dia, deixaremos esse plano pra seguirmos outras estradas, talvez, continuar a vida em outros prismas. Mesmo que pensemos que essa viagem pode ser a melhor de nossa existência, não é fácil aceitá-la, seja para nós mesmos, seja para os nossos familiares e amigos.
Ontem, faleceu um grande irmão, companheiro de motoclube e de viagens, um Forasteiro que lutou muito pra poder estar aqui, sobre sua moto e com seus irmãos, pra continuar a estrada. Seu coração não suportou os desvarios do cotidiano.
É ruim perder um amigo como Marcola sempre foi. Cara presente, motociclista que gostava de ser motociclista e amava o escudo Forasteiro.
Que ele esteja em paz e que sua nova estrada seja o sonho pra rodar. Fica em paz, Marco. Grande abraço.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Confederate, a marca; Wraith, a máquina

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Para quem nunca ouviu falar, a Confederate é uma empresa norte-americana que produz, não simplesmente motos, mas verdadeiras máquinas sobre duas rodas. De suas mais famosas produções, vamos sacar qual é a da B120 Wraith (difícil pronunciar, mas é algo como "ur-eif"), um tornado de classe 5. São 126 cv de potência, gerando torque de 130 pés-libra por segundo (se seu organismo tivesse essa potência, seria capaz de diluir algo como 151 kilocalorias por hora! Quão bom seria não nos preocuparmos com massas e doces e comida demasiada...) Mas, vamos ao que interessa, certo?

A B120 pode alcançar 185 mph, ou o equivalente a 297,7 km/h, mas, o que mais impressiona, mesmo, são seu visual - ao mesmo tempo, inovador, esportivo e agressivo -, o acabamento de primeira qualidade e sua exclusividade, pois, não é em qualquer lugar que veremos uma moto dessa estirpe.
Seu tanque é pequeno, cabendo somente 11,35 lts de combustível, mas não é uma moto feita para viajar e, sim, para curtir o final de semana e dar umas bandas com os amigos. Mas, nada o impediria de pegar um pedacinho de bom asfalto para abusar do acelerador da B120.

O preço sugerido dessa belezinha, nos EUA, é de cerca de 90 mil dólares, pois é uma máquina completamente feita a mão e exclusiva. Para rodar com uma máquina dessas em terras tupiniquins, além de ter que pagar, no mínimo, uns 200 mil reais, ainda teríamos que passar por burocracias intermináveis, até que a moto fosse aceita para circular. Se bem que, dá até dó colocar uma B120 na maioria das ruas e avenidas das cidades brasileiras que, vergonhosamente, ainda são boas para equinos.






Link para a Confederate:

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