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segunda-feira, 12 de julho de 2010

Nova ZX-14: mais Ninja do que nunca!

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Injeção digital, freios ABS, cores exclusivas e... mais Ninja do que nunca! Assim surge a nova Kawasaki ZX-14, uma 1400 cc de tirar o fôlego de qualquer racing-biker.
A nova ZX-14 tem lançamento marcado no Brasil para o segundo semestre e com mercado e preço compatíveis com o da Suzuki Hayabusa, sua maior concorrente. O valor desta está estimado em R$ 61.200,00 contra os R$ 61.990,00 sugeridos pela Kawasaki.



A Kawasaki tem investido em lançamentos de uns tempos pra cá e, especialmente, tem os trazido para terras tupiniquins, já que o nosso mercado de esportivas tem crescido vertiginosamente. Além de ter trazido a Ninja 250 e enchido os olhos de fãs das 1100 cc, a marca trouxe também a ER-6n, de 600 cc, querendo abocanhar o nicho de motociclistas que desejam partir para as médias e altas cilindradas. Depois, trouxe a ZX-6R, também do mesmo porte, e a ZX-10R, uma superbike de 1000 cc.



Pura Potência
Essa nova hiperesportiva da Kawasaki possui injeção digital (DFI), ou seja, cada pingo de combustível é minuciosamente controlado por um micro-chip, que não deixa passar nem mais, nem menos do que o necessário para determinada velocidade. Em resposta, o piloto tem mais potência e mais economia.
A ZX-14 ultrapassa os 300 km/h e deixa suas irmãs a ver britinhas. Seu motor de quatro cilindros possui nada menos que 1352 cm³, desenvolvendo 193 cv a 9.500 rpm. Devido ao sistema de indução de ar, o motor da ZX-14 ainda ganha mais 10 cv em altas velocidades, alcançando invejáveis 203 cv de potência máxima. Tem torque máximo de 15,7 kgfm a 7.500 rpm, o que é de arrepiar qualquer piloto. Só para efeito de comparação, segundo o fabricante, em uma prova de arrancada, é possível deixar uma Ferrari Enzo levando britinhas no capô.





Estrutura
O quadro é feito em alumínio, a suspensão dianteira é invertida e tem tubos de 43 mm com 116,8 mm de curso. Na traseira, o curso do monoamortecedor é de 121,9 mm. O painel em LCD tem indicador de marchas e até shift-light, além de computador de bordo, com marcadores analógicos de velocidades em milhas e quilômetros por hora, bem como o conta-giros. Na hora de parar o conjunto, os freios são a disco com pinça radial: na dianteira um duplo disco de 310 mm e um disco simples de 250 mm na traseira fecha o pacote. Se isso não bastasse, a ZX-14 ainda conta com sistema antitravamento, ABS.



As cores do modelo 2010 são exclusivas: Metallic Spark Black (dourado e preto) e Candy Persymmon Red (vermelho).
Tudo nesta moto foi desenhado para cortar o vento com a maior precisão possível, eliminando ao máximo a resistência do ar. Com essa estrutura é que a ZX-14 consegue alguns quilômetros a mais, bom, sem falar de sua já famosíssima marca Kawasaki, que poderia muito bem ser traduzida para Velocidade.
Um detalhe chama a atenção: é possível, assim como na Hayabusa, cobrir ou descobrir o banco do passageiro com uma tampa apropriada. Com essa tampa, a moto assume um ar de monoposto, onde somente o piloto tem vez. Essa é sua cara mais esportiva, mas, ao garupa, a moto oferece conforto, tanto em perímetro urbano, como na estrada.





Com certeza, é uma máquina que fará muitos corações brasileiros baterem mais rápido, de tanta adrenalina. Muito cuidado, porém, deve-se ter, primeiro, devido à quantidade de motoristas "mais ou menos" que temos nas ruas e, segundo, justamente por causa do asfalto de má qualidade que insiste em cobrir as estradas brasileiras. Tomando-se esses cuidados, o resto deixa que o vento faz.

Fotos: Divulgação
Fonte: UOL

sábado, 6 de março de 2010

Conforto e desempenho na nova KAWA GTR 1400

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Em se falando de motores verdadeiramente potentes, a Kawasaki nunca parou. Com a GTR 1400, uma tour de 4 cilindros, 1.352 cc, 152 cv e muito, muito conforto, muita segurança e alto desempenho, especialmente, para longas viagens, a marca mostra que continua andando bem à frente. Na verdade, o lançamento desta super-tour foi feito em 2007, mas a Kawasaki não parou de trabalhar nos detalhes da motocicleta.
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A Kawasaki 1400 GTR. Uma gran-tour perfeita para longas viagens.


Segundo os engenheiros que a desenvolveram, trata-se de uma motocicleta cheia de especialidades e ingredientes "kawasaki", líder de classe em performance e força, um novo marco no esporte-touring.
Seu motor é baseado no já tecnológico ZZR1400, regulado para torques médios e baixos, o que lhe confere uma força significativa. Refrigerado a líquido, possui 16 válvulas com a tecnologia Variable Valve Timing (Temporizador Variável de Válvula), que determina alto torque em baixas e médias rotações. Esta característica é uma atualização do motor que lhe deu base. Sua retomada de velocidade é algo espetacular: o motor se esforça e gira muito bem nas mais altas rotações.
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Motor ZZR1400: tecnologia VVT, da Kawasaki, 16 válvulas e quatro cilindros em linha.


Graças ao seu sistema de injeção de combustível, a resposta obtida pelo regulador de pressão é única, leve e macia. Ou seja, o piloto não sente a "pancada" do motorzão durante a pilotagem.
Suas linhas elegantes contam com bagageiros e um pára-brisas amplo e de altura regulável, características indispensáveis a motocicletas de sua categoria. O painel de instrumentos, além de mostrar velocidade e outras informações convencionais, ainda apresenta o consumo médio e a pressão dos pneus. Em sua própria ignição, há instalado um sistema anti-furto, o que garante ao proprietário maior segurança ao deixá-la estacionada em locais não muito bem quistos. Uma das curiosidades exclusivas está em seu tanque: o que se vê é um falso tanque, pois o verdadeiro encontra-se embaixo do primeiro, e possui capacidade para 22 litros. Autonomia razoável, já que esta motocicleta deve fazer entre 10 e 12 km/litro: isto resulta em 200 a 264 km, em velocidade controlada (até 110 km/h).
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O sistema de transmissão está ligado à suspensão: denominado Tetra-Lever, a resposta parece ser de uma super esportiva.


A ignição da GTR conta com um novo sistema de reconhecimento de chave, o que dispensa ter que colocá-la e girá-la no "miolo" para funcioná-la. Basta que o comando esteja no bolso e, ao aproximar da moto, seus sistema de partida é desbloqueado e ela entra em funcionamento.
A transmissão é por cardã e a máquina possui câmbio de 6 marchas. Opcionalmente, o interessado pode pagar um pouco mais para ter o ABS total em seus freios, para evitar derrapagens e quedas desnecessárias e indesejadas, evidentemente. Como uma boa turística, a GTR está equipada com um sistema de transmissão final por veio (fila). O sistema de transmissão está ligado ao sistema de suspensão, apelidado de Tetra-Lever. Com quatro pontos de articulação, esta estrutura adapta a sua forma e posicionamento para responder às necessidades de uma condução desportiva, diluindo os defeitos típicos de uma transmissão por "veio", que normalmente é menos suave na ação e menor capacidade de tração.
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Pra você, leitor de Louco por Motos: wallpaper da GTR 1400. Clique com o botão acionado na imagem e, em seguida, com o botão auxiliar do mouse: no menu, clique em"Definir como papel de parede".



Suas maiores concorrentes são: a BMW K1200 GT, a Honda Pan-European e a Yamaha FJR 1300 AS, ainda não disponíveis no Brasil. Na pontuação geral dada pelos testes comparativos feitos pela revista Motociclismo, de Portugual, a GTR 1400 ganhou a batalha, até mesmo no quesito custo x benefício.
Se desejar ver o vídeo da GTR 1400, clique no link abaixo:

http://www.youtube.com/watch?v=NU6CStaPY9U


Nos EUA, ela recebeu o nome de Concours 14. Linda, não acha?


Boas viagens e ótimas estradas a todos.

Quem leva a melhor? Bajaj DOMINAR 400 ou Kawasaki NINJA 400? Comparativo.

Salve, Motors!  Mais uma vez, o Louco por Motos traz um comparativo que, para muita gente, é bom saber antes de investir - mais, ou menos ...