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quinta-feira, 15 de abril de 2010

MV Agusta F4 2010: maior potência e controle de tração

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Em dezembro de 2009, falei aqui no Louco por Motos a respeito da MV Agusta F4000 Tamburini, uma das motocicletas mais rápidas do mundo. Agora, de forma rápida, vou falar sobre o modelo 2010, ressaltando as principais modificações feitas pela fábrica italiana.
A F4 teve modificações no motor de 4 cilindros em linha e 998 cm3, que agora passa a ter 186,3 cv de potência máxima @ 12.900 rpm e torque de 11,4 kgmf @ 9.500 rpm. Para que isso fosse possível, algumas mudanças foram feitas internamente (em termos de diâmetro e curso, os valores são os mesmos da versão Tamburini, isto é, 76 x 55 mm), tais como: virabrequim, dutos de admissão e exaustão foram redesenhados e os cilindros (no total de 4), ganharam novos corpos de aceleração, com 49 mm e oito bicos injetores. E, pela primeira vez na história das motocicletas em série, tudo isso é controlado por uma central eletrônica. Esta central ainda é responsável por comandar os dutos variáveis de admissão, que melhoram o torque em baixas rotações, a válvula do escapamento e um novo e moderno controle de tração, com oito níveis de ajuste, e ainda os dois mapas de gerenciamento do motor (Rain e Sport). Velocidade? Ela pode atingir os 305 km horários, de acordo com a disposição e coragem do piloto, claro.
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O novo motor da F4, de 998 cc, gera até 186,3 cv de potência máxima.



Apesar de a aparência do modelo 2010 lembrar muito os modelos anteriores, praticamente tudo foi renovado na F4. A começar pelo farol dianteiro: conta com lâmpada Xênon e, logo abaixo, na carenagem que protege o próprio farol, ganhou duas entradas de ar, que auxiliam tanto no resfriamento do motor, como na aerodinâmica, permitindo melhor fluxo do ar. 
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Nova entrada de ar na parte frontal da carenagem da MV Agusta F4 permite melhor fluxo de ar.





A embreagem também foi substituída por um tipo "deslizante". Esse tipo de embreagem melhora a transferência de potência à roda, evita o travamento na desaceleração, assim como, a perda de aderência e tração do pneu traseiro. E, por falar em tração, a força da MV Agusta é tão grande que, no vídeo, podemos observar que o pneu traseiro é literalmente "queimado", deixando sua "pegada" no asfalto. Confira o vídeo no final deste post.
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O quadro da MV Agusta 2010 ficou menor e com as tubulações mais estreitas: 10 kg a menos na balança e maior agilidade na corrida.





O quadro tubular de aço da nova MV Agusta também sofreu modificações: a começar, pela espessura e o diâmetro dos tubos ficaram ligeiramente menores, mais rígidos, mas deixando a moto 10 kg mais leve, o que lhe confere boas retomadas e velocidade final mais rápida.
Outra novidade no modelo 2010 está em seu elegante painel. Digital, ele informa velocidade, rotação do motor, dados sobre o controle de tração e também os mapas de gerenciamento de motor.  O escape é outro item que chama a atenção: são quatro saídas posicionadas abaixo do banco do passageiro, sendo duas de cada lado. Um show em design.
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As saídas de escape são elementos à parte do bom gosto em design.



O painel digital é também uma das atrações desta magnífica superesportiva.





Apesar do anúncio de lançamento, a empresa ainda não anunciou o preço dessa belezinha, mas, tirando por base o valor da Tamburini, que é de 43000€ na Europa, não deve sair por menos de 48 mil euros. Lá, viu? Porque, aqui no Brasil, dá até medo de fazer as contas. 




Veja o vídeo de divulgação feito para a MV Agusta F4 2010:





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quarta-feira, 8 de julho de 2009

Diagnósticos de Defeitos - Cabeçote

☻ Defeito/problema
► Causa(s) possível(is)

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Defeitos na parte superior do motor, sem dúvida, afetam no seu rendimento, na funcionalidade e também na economia final de combustível. Heis alguns diagnósticos que devem ser levados em consideração em cada caso:

Baixa compressão:
► Válvulas
- Ajuste incorreto de válvulas
- Válvulas queimadas ou tortas
- Sincronização incorreta das válvulas
- Mola da válvula quebrada
- Sede da válvula irregular
► Ajuste incorreto do descompressor
► Cabeçote
- Vazamento ou danos na junta do cabeçote
- Cabeçote empenado ou trincado
► Cilindro, pistão
- Vazamento de compressão primária da carcaça do motor
- Junta do cárter danificada
- Retentor de óleo da árvore de manivelas danificado

Fumaça branca excessiva (motores 4 T):
► Desgaste da haste da válvula ou da guia da válvula
► Retentor da haste da válvula danificado

Marcha lenta irregular:
► Baixa compressão do cilindro
► Ajuste incorreto do descompressor

Compressão excessivamente alta:
► Acúmulo excessivo de carvão no pistão ou na câmara de combustão

Ruído excessivo:
► Regulagem incorreta da válvula
► Válvula presa ou mola da válvula quebrada
► Árvore de comando danificada ou gasta
► Corrente de comando frouxa ou gasta
► Tensor da corrente de comando gasto ou danificado
► Dentes da engrenagem de comando gastos ou danificados
► Balancim e/ou eixo gastos

Dificuldade em dar partida:
► Regulagem incorreta da válvula
► Motor engripado

Fonte: Manual Honda

terça-feira, 30 de junho de 2009

Das Antigas - Parte IV

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A R26 foi a primeira motocicleta produzida pela BMW pós-guerra. Sucessora da R24 e posta nas ruas em meados dos anos 50 (1955/56), era uma monocilíndrica 4 tempos de 245 cc, potência de 15 cv (a 6400 rpm), quatro marchas e contava com o cabeçote de válvulas na parte superior do motor, disposto na vertical.
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BMW R26: modelo de 1955

Foto: http://www.columbia.edu/~fdc/frankfurt/bmw-r26.html

Os freios, tanto dianteiro quanto o traseiro, eram do tipo "cubo", o que, para uma motocicleta de apenas 158 kg e potência relativamente baixa, não trazia problema algum nas frenagens mais urgentes. Atingia a velocidade máxima de 128 km/h, pouco menos que uma CG Titan dos dias de hoje.
A economia da R26 não é assustadora, comparada aos motores atuais, mas para a época, era uma dádiva: 3,5 litros/100 km, o que dá 28,57 km/l (medida feita à velocidade de 90 km/h).
Assim como as R24, no período da II Guerra, as R26 era apropriadas para o uso dos sidecars, aqueles bólidos acoplados à lateral da moto, para carregar outro passageiro. Nas décadas de 40 e 50, os sidecars eram considerados "artigos de luxo", geralmente, adquiridos pelos mais abastados.
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O sidecar era um "acessório" usado para o transporte de pesssoas e cargas

Foto: Wikipedia.org

Sua produção foi finalizada em 1960, com pouco mais de 30.200 unidades fabricadas, sendo substituída pela R27, um ano depois, também de 250 cc. Quem possui uma R26, nos dias atuais, tem, sob seus glúteos, uma clássica muito bonita e admirada por onde quer que vá. E não há preço que pague o "valor sentimental" de seu proprietário por ela.
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Quem possui uma clássica R26, tem em mãos uma motocicleta de "valor sentimental"

Foto: Chafé Motociclos

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segunda-feira, 22 de junho de 2009

IV Etapa Goiana de Motocross

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Será realizada na cidade de Jussara-GO, a 20 km de Goiânia, a 4a. Etapa do Campeonato Goiano de Motocross. O evento será nos dias 27 e 28 de junho de 2009, no Motódromo do Clube do Laço.

A pista deverá ter 1.200 metros de extensão com 9m no seu ponto mais estreito, contará com dois platôs, alguns saltos menores, costelas e um duplo num total de 11 obstáculos, dentro dos padrões FMG/CBM, com intenção de não se fazer nada que acrescente riscos desnecessários para a modalidade.

A participação mais de 200 pilotos de TO, DF, MG, GO, SP, MT e MS perante um publico local sempre excepcional, garantem um espetáculo de grande emoção e adrenalina nas onze baterias que compõem cada etapa.

As inscrições antecipadas com desconto devem ser feitas diretamente nesse link do site da FMG até o dia 24/06. Outras informações, com a Federação de Motociclismo pelos telefones (62) 3212-0034 / 8404-9197, pelo site: ou para o e-mail fmg@fmg.esp.br.

Fonte: Confederação Brasileira de Motociclismo

sábado, 13 de junho de 2009

Lamborghini de Duas Rodas

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Como se não bastasse uma moto-Ferrari, quem acaba de entrar na disputa pelo mercado de duas rodas é a Lamborghini, outra fábrica de excelentes esportivos italianos.
Na verdade, trata-se de um conceito, nada oficializado pela Lamborghini. O design é de um projetista romeno, Laurentino Trifescu, que idealizou essa superbike de 1000 cilindradas e motor V4.
Ela foi batizada de Caramelo, em referência a um famoso touro espanhol, que teria derrotado um tigre e um leão na arena de Madrid, por volta de 1877.
O projetista inspirou-se em máquinas como o Murciélago e o Gallardo para compor as linhas dessa superesportiva. O resultado se vê na foto desse post.
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A Caramelo é apenas uma moto-conceito e não foi oficializada pela Lamborghini


Clique na imagem para vê-la em tamanho maior. Você pode usá-la também como fundo de seu desktop. Clique sobre ela e, na imagem maior, clique com o botão auxiliar do mouse para acionar o menu suspenso. Nele, clique em 'Definir como papel de parede'.

Quem leva a melhor? Bajaj DOMINAR 400 ou Kawasaki NINJA 400? Comparativo.

Salve, Motors!  Mais uma vez, o Louco por Motos traz um comparativo que, para muita gente, é bom saber antes de investir - mais, ou menos ...