Mostrando postagens com marcador dica. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador dica. Mostrar todas as postagens

sábado, 20 de fevereiro de 2021

8 Dicas para Cuidar Bem de sua Moto

 8 Dicas para cuidar bem de sua moto

E aí, pessoal, tudo muito bem com vocês?

Essa postagem é para lembrar-lhes de que cuidar da moto, não só mantém a variação normal de seu valor venal, como também traz mais satisfação aos olhos de quem a vê, inclusive, os seus!

Então, vamos lá para essas dicas:


1. Lave-a com mais frequência

Muitos pensam: "ah, vou lavar a moto agora, para daqui a pouco passar em uma poça d'água e ela se sujar novamente". Ou: "lavo a moto agora, chove em meia hora." Realmente, há inconvenientes em certas épocas do ano, mas, assim mesmo, manter a moto limpa faz com que, não só visualmente, mas os próprios componentes dela, mecânicos e elétricos, fiquem livres de sujeiras e resíduos que, ou desgastam peças, ou corroem contatos. A lavagem frequente também mantém a integridade da pintura de sua moto, mas preste atenção no que o lavador irá usar como "produto". Não é qualquer coisa que se joga no tanque ou no motor. Esperto com isso, ok? 

2. Mantenha a corrente ajustada

A corrente é um item que, normalmente, a maioria só se lembra quando ela sai ou arrebenta. É
altamente recomendado que confira o estado da corrente a cada 15 dias, dependendo da "idade" do trio corrente x coroa x peão e de sua média diária de quilometragem. O tempo de rodagem, o clima e a sujeira colaboram para afrouxar a corrente e isso é um fator contínuo. Ajuste-a frequentemente. Mantê-la limpa e frequentemente lubrificada é outro fator muitíssimo importante para sua vida útil: portanto, a cada semana, dê uma passadinha de graxa ou óleo lubrificante na corrente, e tá de boa.


3. Microlimpeza no chicote, plugs e contectores

O "chicote" é todo o complexo de fiação de sua moto e os plugs e conectores são geralmente aquelas

Fig. 3. Chicote da XR 200

pecinhas nas extremidades dos fios que fazem a conexão com algum componente elétrico da moto, como o CDI, por exemplo. Motos mais rodadas começam a apresentar maus contatos justamente por não terem tido um tratamento específico desses componentes. Quando se faz uma revisão na fiação e os conectores são limpos e tratados com anticorrosivos (com WD40, que é ótimo), passa-se um bom tempo sem problemas sérios na parte elétrica. Antes de uma viagem longa, é altamente recomendado que se faça isso.

4. Pneus não calibrados, ossos quebrados

Cara, andar com pneus murchos ou extremamente cheios é o ó do borogodó! Manter os pneus no nível
correto de calibração, além de ajudar na autonomia da moto, garante maior segurança em curvas e em altas, além de manter a integridade das peças e até porcas e parafusos. Sem falar, na vida útil dos pneus, que têm na calibragem cerca de 60% de importância. O problema de pneus fora da calibragem ideal também podem causar acidentes, seja por perda de controle ou por estourarem ou rasgarem, ao passar em um buraco, por exemplo, em alta velocidade. Confira no manual, ou mesmo no quadro de sua moto, o nível de calibragem ideal para cada pneu, ok? E isso nos leva a outro item...

5. Pneus novos garantem os seus ...

Meu irmão, outra coisa que garante vida melhor à sua motoca são os pneus em si, e não só sua calibragem. Rodar com pneus ruins, sejam carecas, riscados ou recauchutados, é pedir pra cair, né, maninho? Além da multa que você pode ganhar, que hoje está na casa dos R$ 190 por pneu. Creio que, para riscados, seja a mesma coisa. Já os recauchutados entra, junto com os demais, no item segurança. Sim, alguns são bons e possuem certa "procedência" ("da borracharia do seu Karlones, é confiável!"), mas não têm garantia alguma de manter-se confiável a partir dos 60 km/h, meu amigo. Besteira teimar.

Fig. 5 Interior de um tanque de combustível após
anos de uso e gasolina suja

6. Limpeza do tanque de combustível

Quando for fazer uma revisão bacana na motoca, principalmente se já passou dos 60 mil km, veja com seu mecânico para limpar não só os bicos de injeção ou o carburador, como também o interior do tanque de combustível. Isso é bom ser feito, já que a qualidade do combustível nos postos tupiniquins é, em boa parte, altamente duvidosa. Uma limpeza bem feita garante que novos abastecimentos, mesmo os feitos em postos honestos, sejam melhor aproveitados, já que as impurezas do tanque, que escapam para o sistema de injeção ou para o carburador, são removidas antes que possam sair. Verá que tanto a autonomia quanto a performance da moto mudam. 

7. Itens Originais

Muitas são as situações em que o dono da moto prefere colocar uma peça de segunda linha à original.
Uma delas, é a financeira. Mesmo que, no mercado, existam peças de boa qualidade - e, se precisar, procure por elas -, a peça legítima da marca sempre tem maior garantia e, realmente, é melhor. Motos com muitas peças "paralelas" acabam perdendo o valor consideravelmente, quando revendidas. Só de se falar "é tudo originalzinho", dá até mais gosto, concorda? 

8. Rode "na manha"

Meus amigos, eu vejo algumas coisas que os caras fazem com suas motos, quando não preparadas para tal, que me deixam altamente perplexo. Tudo bem, que a moto não seja minha, o cara faz o que quiser, mas, sinceramente, vocês não têm dó quando veem os caras abusando do motor e também da sorte, não? Eu sinto. Principalmente, me desculpe, da moto. Se ela não é preparada para altos giros, velocidade excessiva em trechos urbanos, abuso de marcha até ela "gritar de dor", amigo, melhor respeitar os limites dela. Assim, você não a desvaloriza tanto na hora da venda. É chato ter que dizer para o comprador "o motor dela tá 'zero', com garantia de 3 meses...". Ah, tá. Valeu.

No mais, é isso, galera. Algumas pequenas dicas como essa são valiosas na hora de valorizar sua motoca. Fiquem na paz e motoabraço!






domingo, 14 de outubro de 2018

EMBREAGEM: NÃO ABUSE DELA

E aí, pessoal?

A coisa é séria. Tava conversando com alguns amigos sobre o uso inadequado da
embreagem, já que observo muito, nas ruas, pilotos usarem desnecessariamente a manete, em situações que não seria comum ficarmos apertando-a, e até mesmo acelerando a moto, como se ameaçasse sair voando.

Com o mau uso da embreagem, em pouco tempo o disco começa a desgastar e patinar, fazendo com que a moto custe a sair do lugar, mesmo já com a embreagem liberada. Quando chega a esse estágio, só há uma coisa a fazer: trocar o disco, ou o platô e outros componentes da embreagem, senão todos ao mesmo tempo. Ruim para o bolso. Porém, se ainda não aconteceu à sua motoca, é melhor se prevenir com algumas dicas.

As funções da embreagem

Para começar, a embreagem serve para três coisas, apenas: SAÍDA, TROCA DE MARCHAS e PARADA. Em caso de estar parado no semáforo, por exemplo, não há necessidade de manter acionada a embreagem, isto é, melhor deixar em ponto morto. A não ser que você tenha acabado de parar ali e, estando de 1ª marcha, já sabe que o verde vai abrir.

Durante a troca das marchas, evite agir bruscamente, tanto para cima quanto para reduzir a marcha. O uso adequado requer que você aperte a manete até o fim, para não forçar as engrenagens. E evite ao máximo mudar as marchas sem acionar a embreagem. Você não faz ideia do quão ruim é para o disco.

Quando for parar a moto, evite manter a embreagem acionada enquanto vai reduzindo sem usar o freio motor. O que vem a ser isso, de freio motor? Quando a moto está em uma banguela, de 5ª marcha, por exemplo, e o piloto simplesmente a deixa descer, sem acelerar ou frear, ele está usando o freio motor, o que acaba segurando um pouco a moto, nestas situações.

E isso faz mais bem ao motor do que o caso de reduzir tudo de uma vez, enquanto mantém a embreagem pressionada.  Portanto, ao parar a moto, reduza uma marcha de cada vez, liberando a manete, até que consiga parar totalmente, já no ponto morto e sem pressionar a embreagem desnecessariamente.

Dicas para manter a embreagem

Para manter o tempo de vida da embreagem ao máximo, eis algumas dicas que vão certamente ajudar:

1. Mantenha-se no ponto-morto com a moto parada por períodos mais longos;

2. Na mesma situação, evite ficar acelerando e desacelerando a moto, com embreagem acionada;

3. Evite trocas bruscas das marchas, com manobras não condizentes com a categoria de sua moto, especialmente. Por exemplo: empinar a moto (seu que alguns podem ficar bravos lendo isso aqui) é uma forma de forçar a embreagem na saída;

4. Em caso de bateria fraca, melhor recarregá-la o mais rápido possível, do que dar trancos no motor a todo momento. Isso acarreta outros problemas internos, além de danificar o sistema do câmbio;

5. Evite cortar giros do motor! Com o tempo, além de desgastar os discos, os mesmos vão liberando detritos ferrosos em todo o interior do motor, inclusive, misturando-se ao óleo e, consequentemente, passa a atritar com as peças que deveriam manter-se lubrificadas e limpas de detritos;

6. Evite "brincar" com a embreagem, apertando-a e liberando-a vezes seguidas na primeira marcha, fazendo um "vai-e-vem" com a moto; bem como, evite fazer "rampa" com frequência, a não ser que seja estritamente necessário, dada a situação;

7. Sobrecarga na motocicleta também pode afetar a vida útil da embreagem. Evite estar sempre com a moto "acima do peso";

8. A regulagem é algo importante. Não deixe a manete nem baixa, nem alta demais, mantenha seu limite "equilibrado";

9. Por fim, aplique um lubrificante específico para o cabo, a fim de mantê-lo sempre macio.

Motoabraço e até a próxima!


domingo, 12 de novembro de 2017

Minha Moto Não Pega... Principalmente, de Manhã. Que faço? Parte I

Alô, galera de motocicleta, alô galera de vento na cara!!

Esse post é pra tirar algumas dúvidas e trazer algumas dicas pra você, que fica p... da vida quando a motoca não pega pela manhã... E você, quase atrasado para o trabalho!

Caso 1:


- Você tentou, tentou, tentou e a moto não pegou. Isso acontece muito com motores ainda não motor esteja afogado.
amaciados, também, não é só os já bastante rodados (antes que alguém coloque a culpa na idade da moto). Se há combustível suficiente no tanque, pode ser que

O que fazer?


Com o motor desligado, mesmo, primeiro você puxa o acelerador até o fim do cabo e o segura por alguns segundos. Em seguida, solte quase todo o acelerador, mantendo-o só um pouquinho puxado, e tente a partida novamente. Se ela começar a pegar, não puxe o acelerador repentinamente, faça isso aos poucos, até que o combustível tenha seu fluxo normalizado.

Partidas a frio podem trazer certo desconforto, mas há solução.
E o afogador da moto? Serve pra isso também?

Sim, claro. O afogador da moto é usado justamente para ajudar nas partidas a frio do motor. Puxe ou levante o afogador; dê a partida, sem contudo insistir. Se a moto não pegar, desative o afogador, ative-o novamente e dê outra partida. Assim que o motor der sinal de vida, volte o afogador para sua posição "off" e acelere o motor com calma. Mantenha-o por cerca de 1 minuto ligado, até que o óleo possa circular por todos os compartimentos e frestas.

Aliás, com o motor frio, é altamente recomendado que mantenha a moto funcionando um tempinho, antes de sair, ok? Quer diminuir a vida útil do motor, é ligar a moto e já sair feito doido. Isso é válido para carros, ônibus, caminhões, barcos, lanchas, jet skis...

Ah, o afogador pode estar presente em diferentes locais, dependendo da moto e modelo; e pode não estar, como é o caso de motocicletas mais recentes.







O que afoga o motor da moto? Água????


kkkkkkkkkkkk NÃO! Água enferruja várias partes, mas não é o que afoga o motor. O que faz o motor afogar é o excesso de combustível que é jorrado para dentro do carburador (dizem que motores com injeção não afoga, mas isso pode ser um mito, ok?). E isso acontece por vários motivos, e um deles, é você acelerar a motocicleta (ou alguém com aquela mania feia que tem de chegar perto de uma moto e ficar acelerando sem parar e sem qualquer necessidade) com ela parada e desligada.

Caso 2:


- Você tentou dar a partida e, logo na primeira vez, o motor deu sinais de fraqueza, isto é, parece que vai ligar, mas acaba "desistindo". Isso pode ser bateria descarregada ou com carga baixa.

Uma das coisas que você pode fazer, evidentemente, é empurrar a moto e tentar fazê-la funcionar no tranco, isto é, enquanto ela estiver no embalo, você engata a 2ª marcha e solta a embreagem, o que fará o motor "trancar" e, talvez, funcionar. Só que esse procedimento já mostrou que não faz muito bem para o motor, especialmente, os motores mais moderninhos. Uma hora, pode levar consigo alguma peça interna mais sensível.

O correto, mesmo, é você ter um cabo para transmissão de carga, ou o famoso "cabo de chupetinha", e fazer a conexão de sua bateria com outra carregada. Ah, e falar nisso, apesar de muita gente fazê-lo, não é aconselhável carregar a bateria de uma moto "chupando" a carga da bateria de um carro, ok? Isso, devido a alta amperagem da bateria de automóveis (cerca de 400 amperes). Pode não queimar a sua bateria de cara, mas por ser uma carga muito rápida, poderá
Fazer a moto pegar no tranco, só neste caso...
danificá-la com o uso.

Então,  que devo fazer, realmente? 


Ter um carregador específico em casa, sem dúvida, é a melhor saída. É barato e você garante a vida útil da bateria de sua moto. Sem falar que, nas horas mais inesperadas, é que as coisas acontecem. E um "velho deitado" diz que "1 homem prevenido vale por 10", o que é verdade.

Depois, posto mais! Valeu e motoabraço!



segunda-feira, 13 de julho de 2015

DICA MECÂNICA - Sua moto não quer pegar?

E ae, motoamantes? Tudo 100%?

Então, em primeiro lugar, gostaria de me desculpar, pois o trabalho anda muito acirrado e não tenho tido muito tempo para postar as matérias. Mas, devagar vai-se longe, não é? O que não podemos é parar.
Essa dica é massa pra quem está com dificuldades na partida do motor. A dica, encontrada em um site da Internet. foi escrita pelo mecânico de motos João Novais Neto*. O que fiz foi rearrumar algumas coisinhas no texto e pronto. Está aí o que ele nos diz em relação a alguns testes e procedimentos:


Moto difícil de pegar?
Retire a vela, encoste na carcaça da moto (não segure na vela) e dê a partida. Observe a faísca, que deve ser forte e de cor azulada. Se ela estiver azulada, ok, o problema pode ser no carburador; se tiver avermelhada ou sem faísca, o problema é com bobina, cdi, pulsor, a própria vela ou bobina de faísca.
Primeiro teste:
Desconecte o cachimbo da vela, encoste o fio grosso na carcaça e dê partida. Se fizer faísca, o problema é na vela. Troque-a por uma nova. Se não fizer, vamos testar a bobina de ignição, que fica embaixo do tanque.
Teste da bobina de ignição: retire o fio preto/amarelo (Honda) que está encaixado na bobina de ignição (são dois fios, um verde que é o terra e outro preto/vermelho que vem do CDI). Encoste esse fio preto/vermelho na carcaça e dê partida. Se fizer faísca, o problema é a bobina de ignição. Se não fizer faísca, então iremos testar o CDI.
CDI da Honda 125

Teste do CDI: CDI – ignição por descarga capacitiva ou seja, um capacitor dentro do cdi é carregado e descarrega na bobina de ignição.
Verifique se o cdi não contém algum fio desconectado. Dê uma boa olhada nos encaixes para encontrar possíveis zinabres (crosta de cor esverdeada). Se estiver limpo, desconecte o fio preto/vermelho (esse fio vem dos estator e é da bobina de faísca), encoste ele na carcaça do motor e dê a partida. Verifique se ocorreu faísca. Se negativo, o problema é na bobina de faísca; se positivo, nos resta testar a bobina de pulso (pulsor).
Bobina de pulso (Pulsor) da CG Titan 150.

Bobina de pulso: tem um fio azul/amarelo (Honda) que sai também do estator, que é onde ficam os imãs e as bobinas na parte baixa do motor, lado esquerdo. Nesse caso, você tem que ter um multitester. Mude a chave do multitester para ohms e coloque uma ponta do multiteste no fio azul/amarelo, e a outra ponta na carcaça para fazer “terra”. A resistência dever ser alta na faixa de 180 a 280 ohms; se tiver baixa, substitua o pulsor.
Siga todas as instruções passo a passo e com certeza você vai solucionar o problema se ele for na parte elétrica.
Outra dica importante é que pode não haver faísca também por causa da chave de ignição com defeito, mau contato. São quatro fios: um vermelho, um verde, um preto e um preto/branco. O que nos interessa, neste caso, é o fio preto e branco que vem do CDI: desconecte-o e dê partida - se houver faísca na vela, então a ignição está com defeito, compre uma nova.

*Conteúdo de terceiros: o blog Louco por Motos não se responsabiliza pelo conteúdo ou pelo resultado dos testes apresentados. 

Quem leva a melhor? Bajaj DOMINAR 400 ou Kawasaki NINJA 400? Comparativo.

Salve, Motors!  Mais uma vez, o Louco por Motos traz um comparativo que, para muita gente, é bom saber antes de investir - mais, ou menos ...