sábado, 12 de maio de 2012

CBR 250R: mais uma ótima pequena esportiva no Brasil


A Honda, finalmente, trouxe para o Brasil sua mais nova versão em esportiva pequena, a CBR 250R. Ela veio para competir um dos mercados de motos mais movimentados do país, onde já se encontram pequenas estrelas: a Ninja 250R, da Kawasaki, e a Comet GTR 250, da Kasinski, e a Roadwin 250, da fabricante Dafra. E, pelo jeito, vai dar trabalho para as outras.
A CBR 250R conta com duas versões: standard, ou básica, e a ABS, equipada com esse tipo de freio. A primeira tem preço sugerido de R$ 15.990 e a segunda versão, de R$ 17.990. Por enquanto, a Honda tem permitido apenas a importação desse modelo, mesmo assim, não atribuiu taxas tão altas, a ponto de tornar seu comércio uma decepção, por aqui. Mas, segundo informações da assessoria de imprensa da empresa, há intenção de fabricá-la em Manaus, apesar de não especificarem quando. Eles esperam chegar a, pelo menos, 1.000 unidades vendidas por mês, para viabilizar sua nacionalização.
De qualquer forma, a CBR 250R é uma motocicleta feita para dar velocidade - nos moldes, claro, de uma moto de 249.4 cm3 -, ao mesmo tempo, oferecendo eficiência em consumo de combustível, facilidade na pilotagem e, claro, um acessível custo de manutenção (a Honda, além de uma grande marca, tem a característica já conhecida de ter baixo custo de manutenção e peças).
Em testes realizados pela Honda, levando-se em consideração terem utilizado a versão básica e sem qualquer acessório, com um só piloto, em estrada aberta, a CBR 250R conseguiu marcar 27 km/litro, isto é, um excelente resultado para uma mini-esportiva. A cada 100 km, a moto consome cerca de 3,7 litros de gasolina. Sua alimentação é por injeção eletrônica multi-ponto PGM-FI e seu tanque tem capacidade para 13 litros. Com isso, chegamos a uma boa autonomia: 351 quilômetros com o tanque cheio. Mas, não se esqueça do seguinte detalhe: passou dos 100 km/h, o consumo da motocicleta já é outro, de 1 a 3 litros a menos por quilômetro rodado. Afinal, isso ocorre em todo e qualquer veículo.
Para quem curte, mas ainda não pode adquirir uma esportiva de peso, a CBR 250R vai garantir sua satisfação, de qualquer jeito. Além de ser uma motocicleta linda, vai chamar a atenção e, de quebra, agitar um pouco mais a adrenalina do piloto. Compensa ir à concessionária conhecê-la.


Especificações Técnicas
MOTOR
Tipo
Mono-cilíndrico, arrefecido por líquido, 4 tempos, 4 válvulas, DOHC
Cilindrada
249,4 cm3
Diâmetro x Curso
76 x 55 mm
Relação de compressão
10,7: 1
Potência máxima
19,42 kW/8.500 rpm (95/1/EC)
Binário máximo
22,9 N·m/7.000 rpm (95/1/EC)
SISTEMA DE COMBUSTÍVEL
Alimentação
Injecção electrónica multi-ponto PGM-FI
Diâmetro do corpo do acelerador
38 mm
Capacidade do depósito do combustível
13 litros (incluindo reserva por mostrador LCD)
Consumo de combustível
3,7L/100km (27km/L)  (modo WMTC#)
SISTEMA ELÉCTRICO
Sistema de ignição
Digital transistorizada controlada por computador, com avanço electrónico
Arranque
Eléctrico
Capacidade da bateria
12 V/6 AH
Faról dianteiro
60/55W (H4)
TRANSMISSÃO
Embraiagem
Húmida, multi-disco com molas helicoidais
Accionamento da embraiagem
Mecânico; por cabo
Tipo de transmissão
6 velocidades
Transmissão final
Corrente selada por O-rings
QUADRO
Tipo
Diamante; dupla trave em aço
CICLÍSTICA
Dimensões         (C x L x A)
2.030 mm x 709,5 mm x 1.127 mm
Distância entre eixos
1.369mm
Ângulo do avanço (ângulo da coluna da direcção)
25°
Avanço (Trail)
95 mm
Altura do banco
784 mm
Altura ao solo
148 mm
Peso em ordem de marcha
162 kg (166 kg versão C-ABS)
SUSPENSÃO
Tipo
Dianteira              Forquilha telescópica de 37 mm, curso de 130 mm
Traseira                              Mono-amortecedor Pro-Link, curso de 104 mm
RODAS
Dimensão das jantes
Dianteira              17 M/CxMT2.75
Traseira                              17 M/CxMT4.00
Dimensão dos pneus
Dianteiro             110/70-17M/C
Traseiro                140/70-17M/C
TRAVÕES
Tipo
Dianteiro             Hidráulico, disco de 296 x 4,5 mm, com pinça de pistão duplo e pastilhas de metal sinterizado
Traseiro                Hidráulico, disco de 220 x 5 mm, com pinça um pistão e pastilhas de metal sinterizado
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terça-feira, 10 de abril de 2012

Ducati 1098: privilégio de poucos

Possuir uma marca de renome internacional em sua garagem já é, humanamente falando, o que há de mais sensacional e desejável. Mas, possuir a marca e também sua representação material, com motor de dois cilindros em L e 170 cavalos sobre duas rodas, pode ultrapassar os limites do desejo. Estamos falando da Ducati 1199 Panigale, uma das superesportivas mais rápidas do mundo, e também com preços que não cabem no bolso de todo mundo.
A Panigale é descendente direta da Ducati 1098, lançada em 2007, à época, com 161 cavalos de potência e motor com exatos 1099 cm3. No ano seguinte, a empresa anunciava o que seria o upgrade da 1098, que recebeu uma simples atualização, também, no nome: 1198. Seu motor veio anabolizado, contando com um cavalo a mais, o que foi mantido na versão 2012, a 1199 Panigale. O interessante, neste último modelo, é que pesa 10 quilos a menos do que suas versões anteriores e possui cerca de 25 hp mais potência, no geral. Segundo o fabricante, dimensões e cada detalhe do design deste modelo foram inteiramente calculados pelos seus engenheiros. A fábrica localiza-se numa região já reconhecida, na Itália, como o "Vale da Moto", nas esferas da Bolonha. Aliás, o nome da moto vem, mesmo, deste lugar, cuja cidade é Borgo Panigale.
Ainda segundo o fabricante, a 1199 Panigale foi desenhada em tributo às competições mais acirradas do motociclismo, uma espécie de "herança" dos maiores eventos já ocorridos. Daí, seu design altamente esportivo e estrutura idem. Tudo nesta moto nos leva a pensar em força, elegância e agilidade.
O chassi da Panigale é, por si só, uma evolução na estruturação da moto, concatenando múltiplas partes em um único, compacto e leve componente, ao mesmo tempo em que traz ergonomia e conforto ao piloto. O maior responsável por isso é o Superquadro, um monobloco em alumínio injetado, super resistente e ótimo dissipador de energia (resultante das pancadas dos terrenos).
Enquanto, nos modelos anteriores, a Ducati manteve o motor em L a 90º, desta vez, ela mexeu um pouco mais, adicionando cerca de 6º ao eixo de rotação, a fim de afastar o motor um pouco mais da roda dianteira, além de balancear melhor com a roda traseira, o que traz mais segurança no equilíbrio e na segurança.
A Panigale permite modos diferentes de pilotagem, graças ao ajuste eletrônico da suspensão. Para o modo esportivo, por exemplo, basta que se use o preset Riding Mode; em trechos urbanos e mais calmos, basta usar o modo independente. Além da tecnologia, a beleza também é um dos itens encontrados na 1199 Panigale, do farol dianteiro ao traseiro. 
No Brasil, a Panigale é vendida em torno de R$ 76 mil, dependendo da loja e das promoções. Só para deixá-lo de cabelo em pé, o mesmo modelo, nos Estados Unidos, é vendido em torno de US$ 18 mil, o que não chega a R$ 35 mil. Quanto à motocicleta, todos os elogios são válidos, mesmo diante dos nossos preços. Mas, quanto à política de importação tupiniquim, e a aplicação de seus incontáveis e altos impostos, sem comentários.



sábado, 18 de fevereiro de 2012

Triumph Bonneville 2012: modernidades de uma lenda.

Quem já não ouviu falar na marca Triumph, fabricante de motocicletas? Pelo menos, no meio motociclístico, posso apostar que todos ouviram, ao menos, o nome. E do modelo Bonneville, criada nos anos 50, e que foi uma máquina de tirar o sono dos mais afoitos da época? E ainda hoje, mais de 50 anos depois, a Bonneville ainda enlouquece corações e mentes.

Pode-se dizer, com certeza, que é um dos mais famosos nomes do motociclismo. Uma lenda que mantém excelência em sua engenharia desde que foi lançada pela primeira vez, no mercado inglês. A Triumph, para quem ainda não sabe, foi criada em 1887 e funcionou até o ano de 1902. Retornou ao mercado na década de 90 e tornou-se rapidamente um objeto de desejo em boa parte do mundo.
Em relação à Bonneville, ela tornou-se um ícone de rebeldia e independência naquela época, e agora, mais moderna, ainda carrega esse apelo, com seu estilo baixo e motorzão de 850 cc. Quando foi lançada, nos anos 50, o motor era de apenas 65 cc e já fazia um sucesso estrondoso!
No coração, o motor 865cc paralelo é alimentado por injeção-eletrônica, o que faz com que sua partida seja rápida, suave e precisa, além, é claro, de capacitá-la aos padrões de proteção ambiental.  Nesse sentido, o que intriga é que o corpo dos tradicionais carburadores foi empregado na estrutura da moto para disfarçar o regulador de pressão, usado na injeção. Essa estratégia foi utilizada a fim de se “manter”  o estilo clássico da moto, sem confundi-lo com o moderno.
Seu novo chassi oferece suavidade na pilotagem e, ao mesmo tempo, agilidade, facilitado também, em parte, pelas rodas de liga-leve de 17”, e baixa altura do banco em relação ao chão. Essas características fazem com que ela possa ser pilotada tanto por jovens quanto por pessoas mais experientes, sem perder seu estilo e sua classe.
Uma vasta gama de acessórios estão disponíveis para a Bonneville. O motociclista poderá deixar sua Triumph ao seu estilo. 


Recall dos quadriciclos TRX 420 da Honda


São Paulo, 13 de fevereiro de 2012 – A Moto Honda da Amazônia Ltda., pautada por seu princípio de respeito aos clientes, convoca os proprietários dos quadriciclos modelo TRX 420, conforme os chassis listados na tabela abaixo, a comparecerem a uma concessionária Honda habilitada em quadriciclos, a partir de 27 de fevereiro, para substituição do braço superior da suspensão dianteira direita.
Em algumas unidades poderá haver o rompimento de uma das soldas do componente, afetando a dirigibilidade do veículo, com risco de colisão e/ou queda.
VersãoTRX 420 FOURTRAX - ANO/MODELO 2011
DEATÉ
4x2 (TM)9C2TE3400BR0002769C2TE3400BR000398
4x4 (TM)9C2TE3500BR0022459C2TE3500BR002829

No endereço www.honda.com.br/recall/motos é possível confirmar os chassis envolvidos na ação preventiva.
A relação de concessionárias habilitadas em quadriciclos pode ser obtida na Central Exclusiva de Atendimento pelo 0800-701-3432 (de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h) ou no endereço www.honda.com.br/concessionarias (selecionar “Estado”, “Cidade” e “Segmento”: quadriciclos).

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Que moto comprar?

Cada um tem um estilo de vida, concorda? Da mesma forma, cada motociclista tem seu estilo predileto, manda melhor em determinado tipo de moto (outros poucos dominam qualquer máquina), enfim, criam uma "identidade" com a categoria a qual sua moto pertence. Até aí, tudo bem.
O mais difícil, acredite, é quando o motociclista quer mudar seu estilo - o que não é raro. Ou ele fica completamente perdido no início, ou cai de cara em um estilo que, logo vê, não era aquele que pensava ser, ou fazer parte. Tudo bem, e daí? Basta vender a moto que comprou por engano e compra outra. Mas, além disso, há algo mais: nosso cérebro, à medida que o tempo passa, vai se acostumando à novidade, e tudo passa a fazer um novo sentido. Porque motociclismo é paixão. O coração passa a bater diferente, num compasso mais louco, motivado pela adrenalina que o andar sobre duas rodas e um motor oferecem.
Quando o motociclista se acostuma com sua máquina, ela passa a ser, não mais um veículo em sua posse, mas sim, uma extensão de seu próprio corpo. O motociclista até sente, em alguns casos mais do que em outros, todas as perfeições e imperfeições do terreno, da estrada em que ele anda. Pois, sua moto dá continuidade à coluna vertebral (ou o contrário, dependendo do ponto de vista).  O contato com o chão parece ser - e geralmente é - mais próximo, o que o torna um elemento cercado de vento e liberdade mas, ao mesmo tempo, um frágil objeto da irresponsabilidade.
Sim, pilotar uma moto é a pura sensação de prazer, mas exige muito mais respeito por parte do motociclista do que ele próprio imagina. Esse respeito, traduzo, está na responsabilidade que o motociclista deve possuir, bem como na vontade que ele tem de viver - sem falar, na possibilidade de atingir e/ou ferir os corações de terceiros para sempre. Mas, não estamos aqui para falar sobre isso.
O importante, meu caríssimo companheiro motociclista, é que você saiba curtir cada km de sua vida sobre duas rodas. Temos, sem sombra de dúvida, muito mais agilidade no trânsito do que os motoristas de veículos maiores; temos, com mais certeza, ainda, um grau de liberdade muito maior em viagens por rodovias afora, maior contato com os elementos da natureza, do que quem viaja de carro ou ônibus e caminhões. Devido a isso, e por isso ser tão gostoso - e, posso dizer, não é pra qualquer um -, é que devemos aproveitar da melhor forma possível, com o máximo de respeito pela máquina, pelas vias e, principalmente, por nós mesmos.
Não importa o seu estilo, ou a categoria de sua motocicleta: meu caro, você é um cara único sobre sua moto. Conduza-a de maneira a trazer-lhe sempre satisfação e nunca o contrário. Sentir o vento na cara, ouvir o barulho do motor, tudo isso é prazeroso e faz querer mais! Se não se satisfizer com uma determinada categoria de moto, compre outra, de outro estilo. Experimente. Viva. E um motoabraço!

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Dyna Switchback, a "duas-em-uma" da Harley Davidson

Uma das novidades da Harley Davidson para 2012 é a Dyna Switchback, que vem preparada para uso urbano diário e também para suas viagens. Em instantes, ela se transforma em uma touring, apenas encaixando suas malas laterais facilmente e instalando seu parabrisas. O processo inverso é também facilitado devido aos tipos de encaixe.

Diferente dos Estados Unidos, onde o motor será o Twin Cam 103, no Brasil ela virá equipada com o Twin Cam 96, mais adaptável ao chão e estilo tupiniquins. Mas, com as mesmas 1600 cc. A diferença entre esses motores, de fato, é que o primeiro é equipado com injeção de combustível sequencial Porto Eletrônica (ESPFI), e é acoplado a uma transmissão de 6 velocidades Cruiser Driver, com capacidede de 1690cc a 3500 RPM. Este motor é, aproximadamente, 6% mais dinâmico do que seu anterior, o Twin Cam 96. Independente disso, nossos motociclistas terão uma máquina cuja assinatura não deixa nehuma sombra de dúvida: é uma máquina! 
É falado que toda a linha Dyna 2012 virá equipada com freios ABS, porém, lá fora, será um item opcional. No Brasil, segundo giram as informações, esse poderá ser um item de fábrica. O que é muito bom, haja vista a queda do dólar e o cada vez mais movimentado mercado de Harleys no Brasil. Suas máquinas têm conquistado corações de diferentes gerações, por aqui, desde os iniciantes no motociclismo, até - e principalmente - os veteranos.
Rodas de liga leve compõem um novo visual na moto, deixando-a, ao mesmo tempo, com cara de moto para lazer e dando-lhe um certo ar de esportividade. O alvo são os pilotos mais jovens, que amam mais a velocidade do que o estilo clássico de pilotar uma HD.
A nova Dyna pode ser vista no salão de São Paulo e ainda não foi divulgado seu preço. O jeito é aguardar mais um pouco.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Suzuki GSR 150i 2012: estilo único e dinamismo

A Suzuki pretende angariar mais um bom naco da fatia no mercado das pequenas cilindradas. Neste segundo semestre, ela colocou nas lojas a nova GSR 150i, uma moto com design bem cuidado, linhas fortes e inovadoras, sem deixar de lado a tecnologia empregada.


A GSR 150i possui 6 marchas, sendo, até agora, a única em sua categoria. Isso proporciona maior conforto nas finais e, claro, mais economia. Na cidade, raramente, será necessário usar essa marcha, a não ser em vias mais longas. O motor é OHC, de um cilindro e quatro tempos, com eixo balanceador compacto e leve, e graças à eficiência da combustão avançada e eficaz, a GSR150i é mostra-se muito eficiente nessa classe de motocicleta, tornando mais fácil desfrutar da potência e aceleração. Esse novo motor propicia melhor eficiência de combustão, e combustão completa é a chave para uma melhor resposta a aceleração, reduzindo consumo de combustível, bem como a redução das emissões.


No quesito design, a GSR 150i vem com um moderno desenho lateral, na rabeta e lanterna traseira. Seu bagageiro é uma peça única, maciça, de alumínio na cor prata.
Baseada na mesma tecnologia aplicada as motos de grande cilindrada Suzuki, a GSR 150i possui painel de instrumentos acionado eletronicamente sem a utilização de cabos, luz indicadora de falha e diagnose do sistema de injeção de combustível no painel (FI).

No quesito tecnologia, a GSR 150i esbanja qualidades: seu sistema de injeção eletrônica alimenta o poderoso motor de 150cm³, que garante uma suavidade de torque e aceleração com inigualável resposta do acelerador.

O sistema de eixo balanceador do motor, que minimiza a vibração e produz menor ruído, equilibrando melhor potência, torque e aceleração da moto, resultando em maior conforto nas viagens mais longas e economia de combustível.


O sistema de amortecimento traseiro é formado por dois amortecedores hidráulicos e pressurizados a gás, a mesma tecnologia das superesportivas Suzuki, agora com câmara de expansão de óleo externa. Os amortecedores traseiros são equipados com sistema de ajuste rápido de pré-carga da mola, com a facilidade e praticidade do acionamento manual, sem a utilização de ferramentas, e oferecem o mesmo requinte de conforto de algumas motos de grande cilindrada permitindo um rápido e fácil ajuste, como logo após a descida de um passageiro, tornando a suspensão suave ou vice-versa. Isso melhora o desempenho ciclístico completo da moto em todas as situações, com ou sem passageiro, designada a reagir a pequenos solavancos assim como a maiores impactos nas estradas.

Originalmente equipada com cavalete central, que oferece maior estabilidade para a moto quando a mesma estiver em repouso em linha plana, além de facilitar a manutenção com o lubrificante da corrente. É muito útil para trocas de pneus, na lubrificação da corrente e em outros serviços de oficina.

Seu sistema de freio dianteiro, com disco ventilado mordido por pinça deslizante de dois pistões de acionamento hidráulico, garante uma frenagem rápida e segura, enquanto que, o freio traseiro a tambor é equipado com sapatas expansoras de alta eficiência.
 Originalmente equipada com partida elétrica, para oferecer ao piloto praticidade e conforto. O módulo de controle do motor computadorizado controla a gestão poderosa e sofisticada do sistema de injeção eletrônica de combustível, ignição e sistema de redução de emissões de gases poluentes.


E, ainda, o sensor de acionamento de embreagem interligado ao sistema de partida gera maior segurança, não permitindo dar a partida no motor com a moto engrenada.
Entre outras novidades, essa pequena notável ainda possui:
·          Espelhos retrovisores cromados, seguindo o design da linha Suzuki B-King.
·          Peso de guidão cromados.
·          Setas com lentes de cristal e lâmpada âmbar.
·          Tampa do Bocal de abastecimento fixa e articulada, feita em alumínio como nas motos superesportivas Suzuki.
·          Travas para capacete sob o banco.
·          Rodas de liga leve com desenho inovador, que dispensam manutenção e pneus sem câmara.
·          Motor com proteção do cabeçote cromado.
·          PEDALEIRA DO PILOTO retrátil em alumínio e SUPORTE DE PEDALEIRA PARA PASSAGEIRO TAMBÉM EM ALUMÍNIO.
·          DISPLAY DO PAINEL EM LCD digital com brilho indica Hodômetro total e parcial zerável, e indicador de marcha, permitindo fácil leitura ao piloto.

O preço sugerido é de R$ 6.829,00.

Ficha Técnica
Motor
4 tempos, 1 cilindro, 2 válvulas, OHC, refrigeração a ar e sistema de eixo balanceado
Cilindrada
149,5 cm³
Diâmetro x Curso
57,0 x 58,6 mm
Taxa de Compressão
9,1:1
Transmissão
6 velocidades
Sistema de Transmissão
Corrente
Sistema de Lubrificação
Cárter Úmido
Alimentação
Injeção eletrônica
Tipo de Ignição
Eletrônica
Sistema de Partida
Elétrica
Comprimento Total
2.055 mm
Largura Total
730 mm
Altura Total
1.090 mm
Dist. Mínima entre Eixos
1.270 mm
Distância do Solo
165 mm
Altura do Assento
730 mm
*MVOM
132 Kg
Suspensão Dianteira
Telescópica amortecimento hidráulico, mola helicoidal.
Suspensão Traseira
Balança articulada,com amortecedores hidráulicos/pressurizado a gás, mola helicoidal, com ajuste de pré-carga da mola.
Freio Dianteiro
Disco
Freio Traseiro
Tambor
Pneu Dianteiro
2.75-18 M/C 42P, sem câmara
Pneu Traseiro
90/90-18 M/C 57P, sem câmara
Tanque de Combustível
14 litros
Óleo do Motor
1100 ml (com troca de filtro)


Potência Máxima
12 hp (métrico) a 8.000 rpm
Torque Máximo
1,08 kgf.m a 6.000 rpm
Cores
Preta - Amarela - Prata - Vermelha

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Dafra une-se à MV Agusta e à coreana Daelim

Em pouco tempo de atuação no mercado de duas rodas (o início da operação aconteceu em 2008), a Dafra Motos impôs um estilo arrojado de gerir seu negócio, pensando em produtos globais e fazendo diversas parcerias internacionais -- com a chinesa Haojue, a indiana TVS e a taiwanesa SYM. Agora no Salão Duas Rodas 2011, a empresa aproveitou para consolidar a parceria com a italiana MV Agusta e anunciar a coreana Daelim como nova aliada.
No caso da MV Agusta, a empresa brasileira montará no Pólo Industrial de Manaus, em sistema CKD (no qual a empresa matriz produz a peça em sua fábrica de origem e a exporta para a empresa que montará os veículos e a representará comercialmente em outro país), a superesportiva F4 1000 e as novas naked Brutale 1090R e 1090RR da marca italiana. Além disso, a Dafra será a representante da marca e nomeará os concessionários para o mercado interno.
Segundo Creso Franco, presidente da Dafra Motos, até dezembro serão abertas sete concessionárias MV Agusta em todo o Brasil. Quanto aos preços dos novos modelos, Franco fez mistério: "Na quarta, 5 de outubro, teremos uma entrevista com representantes da fábrica italiana. Só posso adiantar que os valores dos modelos vão ficar entre R$ 58.000 e R$ 65.000".

ESPORTIVA DE 250CC
Já a parceria com a coreana Daelim será de co-brand, como já ocorre com SYM e Haojue: os modelos Citycom 300i e Smart 125 saem com a marca das duas empresas. O primeiro fruto da parceria Dafra-Daelim será uma pequena esportiva de 250cc, a Roadwin 250R. De acordo com a Dafra, foram feitos exaustivos testes para adaptar o modelo às necessidades dos motociclistas brasileiros.

Equipada com motor de um cilindro, 249 cm³, duplo comando de válvulas no cabeçote (DOHC), refrigeração líquida e injeção eletrônica, a Roadwin 250R vem brigar com Kasinski Comet 250, Kawasaki Ninja 250R e a futura Honda CBR 250R, lançada neste salão.
Dotada de uma carenagem integral e conjunto óptico duplo, a Roadwin 250R aposta num visual bastante esportivo, porém o desempenho não acompanha. Capaz de oferecer 24 cavalos de potência máxima a 9.000 rpm, a 250cc pode chegar a 130 km/h, segundo informações da Dafra. A moto ainda conta com garfo telescópico convencional, na dianteira, e balança monoamortecida na traseira, além de freio a disco em ambas as rodas.

"Somos especializados em motos de 150cc, mas queremos crescer e atrair mais usuários para o universo de duas rodas. Com a Roadwin e os outros lançamentos queremos ampliar nossa participação, mas também conquistar novos motociclistas", afirmou Creso Franco, referindo-se a street Riva 150cc e a naked Next 250cc, outros dois lançamentos da Dafra no Salão Duas Rodas 2011.
A Dafra Roadwin 250R, entretanto, só deverá chegar às concessionárias da marca em fevereiro do próximo ano, nas cores vermelha e branca. O preço ainda não foi definido, mas os revendedores apostam em valores entre R$ 12.000 e R$ 15.000.
 

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Fonte: Infomoto e http://carros.uol.com.br

Quem leva a melhor? Bajaj DOMINAR 400 ou Kawasaki NINJA 400? Comparativo.

Salve, Motors!  Mais uma vez, o Louco por Motos traz um comparativo que, para muita gente, é bom saber antes de investir - mais, ou menos ...