sexta-feira, 20 de julho de 2012

Windhoff Four 746cc: máquina rara

Raridade no museu
Fabricada em 1928, pela companhia alemã Windhoff, a Windhoff Four foi uma moto que, à época de seu lançamento, já era considerada uma inovação tecnológica, inovadora, com seus 4 cilindros. Ela havia sido apresentada no Berlin Show, no ano anterior. O exemplar visto nas fotos deste post foi adquirido recentemente, em um leilão da Bonhams Stafford, por nada menos que 130.000 libras, ou algo em torno de 200 mil dólares! Hoje, ela se encontra com um de seus donos (foi arrematada por três sócios-compradores), e faz parte de seu museu particular, na Inglaterra.

A Companhia
Fundada em 1889 pelos irmãos Windhoff, a empresa era sediada em Berlim. Antes de introduzir sua primeira motocicleta, em 1924, era um fabricante bem sucedido de radiadores para aviões e automóveis. As primeiras motocicletas de Windhoff, com modelos 500cc e maiores, caracterizaram-se por seus motores de dois tempos, refrigerados a líquido, os quais contavam com uma bomba para isso. A companhia já não fabrica motocicletas desde 1933, seis anos antes do início da II Guerra, época, inclusive, em que uma de suas fábricas foi completamente destruída por uma bomba, em outubro de 1944. Já naquela época, a Windhoff fabricava locomotivas, ramo no qual ela está até os dias de hoje.
Motor da Windhoff: 746 cc, 289 cavalos. Força bruta em 1928


A Moto
A Windhoff Four contava com um motor de 746 cc, apesar de ser uma motocicleta de segunda linha da empresa. Ela foi desenhada por Ing. Dauben, um engenheiro que viria, depois, trabalhar na Mercedez-Benz. A moto trazia outra novidade, que eram os dutos de óleo internos, ou seja, eles não ficavam visíveis, como era comum em modelos daquela época. O que mais chamava a atenção de quem a pilotava, era o conforto, a leveza com que ela "deslizava" pelas ruas, especialmente, em baixa velocidade. Ela gerava algo como 289,4 cv (ou 22bHp) a 4.000 rpm - se fôssemos fazer uma analogia humana, seria como gastar
185.562.341,4 calorias em apenas 1 hora! Tem gente que iria adorar...
Mas, a moto não foi tão bem nas vendas, não pela sua inovação, mas devido à sua tecnologia tê-la deixado tão cara. Poucos a compraram, muito menos, ainda, sobraram no mundo.






No tanque, o velocímetro. À direita, o detalhe do farol e da buzina
da Windhoff.

sábado, 26 de maio de 2012

Harley Davidson cruza o Pacífico

A Natureza, além de ter sido cruel com o Japão ano passado, mostrando sua fúria por meio de uma tsunami, fez alguém menos feliz, com certeza: é que uma motocicleta, com placa da cidade de Miyagi, no Japão,  foi encontrada, junto a outros pertences,  no interior de uma caçamba de caminhão (este, provavelmente, engolido pelas águas), mas, do outro lado do pacífico, na região da Colúmbia Britânica, no Canadá.
A motocicleta, uma Dyna 1600 cc, estava em situação de calamidade pública: caída no chão da caçamba, suja e com todas as suas partes metálicas enferrujadas e carcomidas pelo banho de sal que tomou, parecia irrecuperável. E, é bem certo que continue nessa condição, pois, como podemos verificar nas fotos deste post, não há muito o que fazer, a não ser conservá-la como está e mantê-la como objeto de um "museu de curiosidades".
O consulado do Japão em Vancouver, Canadá, tentou, até agora, sem sucesso, entrar em contato com o proprietário da motocicleta, a partir do registro da placa. O problema é que a cidade de origem da moto foi um dos locais mais atingidos pelo maremoto, onde, entre mortos e desaparecidos, somam-se mais de 11 mil pessoas. Tomara que não, mas pode ser que o antigo proprietário esteja entre essas. Sendo assim, o "valioso" objeto passaria para as mãos de quem o encontrou, Peter Mark. 
As fotos e o vídeo do momento do encontro podem ser vistos a seguir. É de cortar o coração, concorda?

Fig. 1. Rota seguida pelo container


Fig. 2. Modelo encontrado por Mark
















Fig. 3. Estado em que a Dyna foi encontrada

Fig. 4. Curiosos não faltam para ver a viajante solitária de perto

Abaixo, o vídeo do encontro:


sábado, 12 de maio de 2012

CBR 250R: mais uma ótima pequena esportiva no Brasil


A Honda, finalmente, trouxe para o Brasil sua mais nova versão em esportiva pequena, a CBR 250R. Ela veio para competir um dos mercados de motos mais movimentados do país, onde já se encontram pequenas estrelas: a Ninja 250R, da Kawasaki, e a Comet GTR 250, da Kasinski, e a Roadwin 250, da fabricante Dafra. E, pelo jeito, vai dar trabalho para as outras.
A CBR 250R conta com duas versões: standard, ou básica, e a ABS, equipada com esse tipo de freio. A primeira tem preço sugerido de R$ 15.990 e a segunda versão, de R$ 17.990. Por enquanto, a Honda tem permitido apenas a importação desse modelo, mesmo assim, não atribuiu taxas tão altas, a ponto de tornar seu comércio uma decepção, por aqui. Mas, segundo informações da assessoria de imprensa da empresa, há intenção de fabricá-la em Manaus, apesar de não especificarem quando. Eles esperam chegar a, pelo menos, 1.000 unidades vendidas por mês, para viabilizar sua nacionalização.
De qualquer forma, a CBR 250R é uma motocicleta feita para dar velocidade - nos moldes, claro, de uma moto de 249.4 cm3 -, ao mesmo tempo, oferecendo eficiência em consumo de combustível, facilidade na pilotagem e, claro, um acessível custo de manutenção (a Honda, além de uma grande marca, tem a característica já conhecida de ter baixo custo de manutenção e peças).
Em testes realizados pela Honda, levando-se em consideração terem utilizado a versão básica e sem qualquer acessório, com um só piloto, em estrada aberta, a CBR 250R conseguiu marcar 27 km/litro, isto é, um excelente resultado para uma mini-esportiva. A cada 100 km, a moto consome cerca de 3,7 litros de gasolina. Sua alimentação é por injeção eletrônica multi-ponto PGM-FI e seu tanque tem capacidade para 13 litros. Com isso, chegamos a uma boa autonomia: 351 quilômetros com o tanque cheio. Mas, não se esqueça do seguinte detalhe: passou dos 100 km/h, o consumo da motocicleta já é outro, de 1 a 3 litros a menos por quilômetro rodado. Afinal, isso ocorre em todo e qualquer veículo.
Para quem curte, mas ainda não pode adquirir uma esportiva de peso, a CBR 250R vai garantir sua satisfação, de qualquer jeito. Além de ser uma motocicleta linda, vai chamar a atenção e, de quebra, agitar um pouco mais a adrenalina do piloto. Compensa ir à concessionária conhecê-la.


Especificações Técnicas
MOTOR
Tipo
Mono-cilíndrico, arrefecido por líquido, 4 tempos, 4 válvulas, DOHC
Cilindrada
249,4 cm3
Diâmetro x Curso
76 x 55 mm
Relação de compressão
10,7: 1
Potência máxima
19,42 kW/8.500 rpm (95/1/EC)
Binário máximo
22,9 N·m/7.000 rpm (95/1/EC)
SISTEMA DE COMBUSTÍVEL
Alimentação
Injecção electrónica multi-ponto PGM-FI
Diâmetro do corpo do acelerador
38 mm
Capacidade do depósito do combustível
13 litros (incluindo reserva por mostrador LCD)
Consumo de combustível
3,7L/100km (27km/L)  (modo WMTC#)
SISTEMA ELÉCTRICO
Sistema de ignição
Digital transistorizada controlada por computador, com avanço electrónico
Arranque
Eléctrico
Capacidade da bateria
12 V/6 AH
Faról dianteiro
60/55W (H4)
TRANSMISSÃO
Embraiagem
Húmida, multi-disco com molas helicoidais
Accionamento da embraiagem
Mecânico; por cabo
Tipo de transmissão
6 velocidades
Transmissão final
Corrente selada por O-rings
QUADRO
Tipo
Diamante; dupla trave em aço
CICLÍSTICA
Dimensões         (C x L x A)
2.030 mm x 709,5 mm x 1.127 mm
Distância entre eixos
1.369mm
Ângulo do avanço (ângulo da coluna da direcção)
25°
Avanço (Trail)
95 mm
Altura do banco
784 mm
Altura ao solo
148 mm
Peso em ordem de marcha
162 kg (166 kg versão C-ABS)
SUSPENSÃO
Tipo
Dianteira              Forquilha telescópica de 37 mm, curso de 130 mm
Traseira                              Mono-amortecedor Pro-Link, curso de 104 mm
RODAS
Dimensão das jantes
Dianteira              17 M/CxMT2.75
Traseira                              17 M/CxMT4.00
Dimensão dos pneus
Dianteiro             110/70-17M/C
Traseiro                140/70-17M/C
TRAVÕES
Tipo
Dianteiro             Hidráulico, disco de 296 x 4,5 mm, com pinça de pistão duplo e pastilhas de metal sinterizado
Traseiro                Hidráulico, disco de 220 x 5 mm, com pinça um pistão e pastilhas de metal sinterizado
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terça-feira, 10 de abril de 2012

Ducati 1098: privilégio de poucos

Possuir uma marca de renome internacional em sua garagem já é, humanamente falando, o que há de mais sensacional e desejável. Mas, possuir a marca e também sua representação material, com motor de dois cilindros em L e 170 cavalos sobre duas rodas, pode ultrapassar os limites do desejo. Estamos falando da Ducati 1199 Panigale, uma das superesportivas mais rápidas do mundo, e também com preços que não cabem no bolso de todo mundo.
A Panigale é descendente direta da Ducati 1098, lançada em 2007, à época, com 161 cavalos de potência e motor com exatos 1099 cm3. No ano seguinte, a empresa anunciava o que seria o upgrade da 1098, que recebeu uma simples atualização, também, no nome: 1198. Seu motor veio anabolizado, contando com um cavalo a mais, o que foi mantido na versão 2012, a 1199 Panigale. O interessante, neste último modelo, é que pesa 10 quilos a menos do que suas versões anteriores e possui cerca de 25 hp mais potência, no geral. Segundo o fabricante, dimensões e cada detalhe do design deste modelo foram inteiramente calculados pelos seus engenheiros. A fábrica localiza-se numa região já reconhecida, na Itália, como o "Vale da Moto", nas esferas da Bolonha. Aliás, o nome da moto vem, mesmo, deste lugar, cuja cidade é Borgo Panigale.
Ainda segundo o fabricante, a 1199 Panigale foi desenhada em tributo às competições mais acirradas do motociclismo, uma espécie de "herança" dos maiores eventos já ocorridos. Daí, seu design altamente esportivo e estrutura idem. Tudo nesta moto nos leva a pensar em força, elegância e agilidade.
O chassi da Panigale é, por si só, uma evolução na estruturação da moto, concatenando múltiplas partes em um único, compacto e leve componente, ao mesmo tempo em que traz ergonomia e conforto ao piloto. O maior responsável por isso é o Superquadro, um monobloco em alumínio injetado, super resistente e ótimo dissipador de energia (resultante das pancadas dos terrenos).
Enquanto, nos modelos anteriores, a Ducati manteve o motor em L a 90º, desta vez, ela mexeu um pouco mais, adicionando cerca de 6º ao eixo de rotação, a fim de afastar o motor um pouco mais da roda dianteira, além de balancear melhor com a roda traseira, o que traz mais segurança no equilíbrio e na segurança.
A Panigale permite modos diferentes de pilotagem, graças ao ajuste eletrônico da suspensão. Para o modo esportivo, por exemplo, basta que se use o preset Riding Mode; em trechos urbanos e mais calmos, basta usar o modo independente. Além da tecnologia, a beleza também é um dos itens encontrados na 1199 Panigale, do farol dianteiro ao traseiro. 
No Brasil, a Panigale é vendida em torno de R$ 76 mil, dependendo da loja e das promoções. Só para deixá-lo de cabelo em pé, o mesmo modelo, nos Estados Unidos, é vendido em torno de US$ 18 mil, o que não chega a R$ 35 mil. Quanto à motocicleta, todos os elogios são válidos, mesmo diante dos nossos preços. Mas, quanto à política de importação tupiniquim, e a aplicação de seus incontáveis e altos impostos, sem comentários.



sábado, 18 de fevereiro de 2012

Triumph Bonneville 2012: modernidades de uma lenda.

Quem já não ouviu falar na marca Triumph, fabricante de motocicletas? Pelo menos, no meio motociclístico, posso apostar que todos ouviram, ao menos, o nome. E do modelo Bonneville, criada nos anos 50, e que foi uma máquina de tirar o sono dos mais afoitos da época? E ainda hoje, mais de 50 anos depois, a Bonneville ainda enlouquece corações e mentes.

Pode-se dizer, com certeza, que é um dos mais famosos nomes do motociclismo. Uma lenda que mantém excelência em sua engenharia desde que foi lançada pela primeira vez, no mercado inglês. A Triumph, para quem ainda não sabe, foi criada em 1887 e funcionou até o ano de 1902. Retornou ao mercado na década de 90 e tornou-se rapidamente um objeto de desejo em boa parte do mundo.
Em relação à Bonneville, ela tornou-se um ícone de rebeldia e independência naquela época, e agora, mais moderna, ainda carrega esse apelo, com seu estilo baixo e motorzão de 850 cc. Quando foi lançada, nos anos 50, o motor era de apenas 65 cc e já fazia um sucesso estrondoso!
No coração, o motor 865cc paralelo é alimentado por injeção-eletrônica, o que faz com que sua partida seja rápida, suave e precisa, além, é claro, de capacitá-la aos padrões de proteção ambiental.  Nesse sentido, o que intriga é que o corpo dos tradicionais carburadores foi empregado na estrutura da moto para disfarçar o regulador de pressão, usado na injeção. Essa estratégia foi utilizada a fim de se “manter”  o estilo clássico da moto, sem confundi-lo com o moderno.
Seu novo chassi oferece suavidade na pilotagem e, ao mesmo tempo, agilidade, facilitado também, em parte, pelas rodas de liga-leve de 17”, e baixa altura do banco em relação ao chão. Essas características fazem com que ela possa ser pilotada tanto por jovens quanto por pessoas mais experientes, sem perder seu estilo e sua classe.
Uma vasta gama de acessórios estão disponíveis para a Bonneville. O motociclista poderá deixar sua Triumph ao seu estilo. 


Recall dos quadriciclos TRX 420 da Honda


São Paulo, 13 de fevereiro de 2012 – A Moto Honda da Amazônia Ltda., pautada por seu princípio de respeito aos clientes, convoca os proprietários dos quadriciclos modelo TRX 420, conforme os chassis listados na tabela abaixo, a comparecerem a uma concessionária Honda habilitada em quadriciclos, a partir de 27 de fevereiro, para substituição do braço superior da suspensão dianteira direita.
Em algumas unidades poderá haver o rompimento de uma das soldas do componente, afetando a dirigibilidade do veículo, com risco de colisão e/ou queda.
VersãoTRX 420 FOURTRAX - ANO/MODELO 2011
DEATÉ
4x2 (TM)9C2TE3400BR0002769C2TE3400BR000398
4x4 (TM)9C2TE3500BR0022459C2TE3500BR002829

No endereço www.honda.com.br/recall/motos é possível confirmar os chassis envolvidos na ação preventiva.
A relação de concessionárias habilitadas em quadriciclos pode ser obtida na Central Exclusiva de Atendimento pelo 0800-701-3432 (de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h) ou no endereço www.honda.com.br/concessionarias (selecionar “Estado”, “Cidade” e “Segmento”: quadriciclos).

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Que moto comprar?

Cada um tem um estilo de vida, concorda? Da mesma forma, cada motociclista tem seu estilo predileto, manda melhor em determinado tipo de moto (outros poucos dominam qualquer máquina), enfim, criam uma "identidade" com a categoria a qual sua moto pertence. Até aí, tudo bem.
O mais difícil, acredite, é quando o motociclista quer mudar seu estilo - o que não é raro. Ou ele fica completamente perdido no início, ou cai de cara em um estilo que, logo vê, não era aquele que pensava ser, ou fazer parte. Tudo bem, e daí? Basta vender a moto que comprou por engano e compra outra. Mas, além disso, há algo mais: nosso cérebro, à medida que o tempo passa, vai se acostumando à novidade, e tudo passa a fazer um novo sentido. Porque motociclismo é paixão. O coração passa a bater diferente, num compasso mais louco, motivado pela adrenalina que o andar sobre duas rodas e um motor oferecem.
Quando o motociclista se acostuma com sua máquina, ela passa a ser, não mais um veículo em sua posse, mas sim, uma extensão de seu próprio corpo. O motociclista até sente, em alguns casos mais do que em outros, todas as perfeições e imperfeições do terreno, da estrada em que ele anda. Pois, sua moto dá continuidade à coluna vertebral (ou o contrário, dependendo do ponto de vista).  O contato com o chão parece ser - e geralmente é - mais próximo, o que o torna um elemento cercado de vento e liberdade mas, ao mesmo tempo, um frágil objeto da irresponsabilidade.
Sim, pilotar uma moto é a pura sensação de prazer, mas exige muito mais respeito por parte do motociclista do que ele próprio imagina. Esse respeito, traduzo, está na responsabilidade que o motociclista deve possuir, bem como na vontade que ele tem de viver - sem falar, na possibilidade de atingir e/ou ferir os corações de terceiros para sempre. Mas, não estamos aqui para falar sobre isso.
O importante, meu caríssimo companheiro motociclista, é que você saiba curtir cada km de sua vida sobre duas rodas. Temos, sem sombra de dúvida, muito mais agilidade no trânsito do que os motoristas de veículos maiores; temos, com mais certeza, ainda, um grau de liberdade muito maior em viagens por rodovias afora, maior contato com os elementos da natureza, do que quem viaja de carro ou ônibus e caminhões. Devido a isso, e por isso ser tão gostoso - e, posso dizer, não é pra qualquer um -, é que devemos aproveitar da melhor forma possível, com o máximo de respeito pela máquina, pelas vias e, principalmente, por nós mesmos.
Não importa o seu estilo, ou a categoria de sua motocicleta: meu caro, você é um cara único sobre sua moto. Conduza-a de maneira a trazer-lhe sempre satisfação e nunca o contrário. Sentir o vento na cara, ouvir o barulho do motor, tudo isso é prazeroso e faz querer mais! Se não se satisfizer com uma determinada categoria de moto, compre outra, de outro estilo. Experimente. Viva. E um motoabraço!

Quem leva a melhor? Bajaj DOMINAR 400 ou Kawasaki NINJA 400? Comparativo.

Salve, Motors!  Mais uma vez, o Louco por Motos traz um comparativo que, para muita gente, é bom saber antes de investir - mais, ou menos ...