sexta-feira, 13 de maio de 2011

Kzuki, Jialing, Loncin, Zongshen... Invasão chinesa no Brasil

----------------------------------------------------------------
Ultimamente, temos visto uma invasão não só de produtos de pequeno porte, como também de automóveis e motocicletas oriundos de terras chinesas. Marcas de nomes engraçados, às vezes, difíceis de se lembrar, vão surgindo em forma de montadoras e revendedoras dessas marcas. E, nas ruas, a invasão continua, já que hoje é muito comum nos depararmos com as chinesinhas. Isso é sinal de boa aceitação, senão, de preços compatíveis com a realidade do bolso do brasileiro (pelo menos, da maioria). Em se tratando de concorrência, ótimo, porque isso faz baratear também os custos das marcas mais famosas, se elas não pretenderem entrar em colapso. Mas, e em termos de manutenção? É fácil encontrar peças de reposição por aqui? A revenda é garantida? Essas motos são realmente boas? Foi o que o Louco por Motos tentou descobrir.

Kzuki Motos
A Kzuki chegou ao mercado brasileiro por volta de 2009 trazendo, primeiramente, minimotos, motos off-road e quadriciclos, entre 50 e 250 cc. Mais recentemente, a marca trouxe para as terras tupiniquins modelos urbanos para o dia a dia, com 150 cc, e esportivas de 250 cc. De acordo com os comentários de clientes dessa marca, tratam-se de motos ágeis e econômicas, perfeitas para os trechos urbanos. Seus modelos esportivos puxam muito da Kawasaki e, suas customs, rebuscam o classicismo das Harleys maiores (mas, acabam pecando, devido, evidentemente, às proporções). Ainda de acordo com proprietários de algumas destas marcas, se as motos trouxerem algum problema de fábrica, a assistência é garantida e, se for o caso, trocam a peça na hora. Isso quer dizer que a marca preocupa-se com seu cliente. O problema é que sua rede não é lá tão grande, o que dificulta para aqueles que desejam comprar uma Kzuki, mas mora longe de uma concessionária. Em todo o estado de São Paulo, , por exemplo, há um representante na cidade de Americana. No Espírito Santo, apenas um em Venda Nova dos Imigrantes. Mas, é em Minas Gerais que a Kzuki conta com mais representantes: Belo Horizonte, Pará de Minas, Manhuaçu, Itaúna, Betim, Contagem, Passos, Conselheiro Lafayete, Alfenas, Conceição do Mato Dentro, Uberlândia, Ouro Preto, Bom Despacho, Caratinga e Paraopeba (informações tiradas do próprio site). Se você não mora ou está longe de uma dessas localidades, não pense em comprar uma moto a qual não terá assistência na hora que realmente precisar.

Modelos mais recentes da Kzuki no Brasil. Motores de 150 a 250 cc,
feitos especialmente para trechos urbanos.

Loncin Motos
A Loncin é quem fornece a tecnologia e as peças para a montagem das novas Amazonas (leia sobre as antigas Amazonas clicando aqui), no Brasil. Além de ter comprado os direitos do uso do nome, a Loncin fez algumas modificações necessárias para que a Amazonas pudesse acompanhar o mercado e tornar-se mais competitiva. E está fazendo sucesso. A marca é representada pela AME Amazonas. Outra moto que a Loncin trouxe para o mercado tupiniquim, e que já enfrentava o chão mexicano, foi um modelo de 600 cc, novidade até mesmo para o mercado chinês, que costuma trabalhar em cilindradas menores. A moto, do tipo naked, promete dar trabalho para marcas de mais renome, haja vista a economia que os motores chineses proporcionam. Para se ter ideia, o modelo LX250h, de 250 cc e que roda no México, faz 40 km com apenas um litro de gasolina (há de se considerar, também, que por incrível que pareça, a gasolina mexicana é melhor do que a nossa, fator este que influencia muito no consumo e na performance dos motores). Não foi encontradas informações a respeito da assistência técnica para essa marca no Brasil, apesar de haver representantes oficiais da Amazonas em: Curitiba-PR, Vitória da Conquista-BA, Taguatinga-DF, Uberlândia-MG, Parnaíba e Teresina-PI, Belém-PA, Formosa-GO, Santos-SP, Volta Redonda-RJ e outras localidades. Assim mesmo, cai no mesmo problema da Kzuki, isto é, falta muito ainda para a marca prestar serviços em grande parte do país.
Modelo de 250 cc da Loncin: econômica, bonita, mas, com assistência
técnica ainda a desejar, em termos de localização.
Zongshen
A CR Zongshen já chegou fazendo barulho, mas em silêncio. É que, numa negociação sem a necessidade de holofotes, a chinesa negociou com a Kasinski, adquirindo 100% do capital da brasileira. Desde 2009, os proprietários de kasinskis estão, na verdade, sobre motores com carimbos chineses, mesmo que ainda fabricados no Brasil. Hoje, a Kasinski conta com diversos pontos de serviços e assistência técnica e, até onde é sabido, a marca tem respeitado seu consumidor, mesmo porque precisava ter seu naco de participação no mercado de duas rodas. No entanto, a Zongshen traz para nosso país a sua própria marca adesivada no tanque, pelo menos, por enquanto. Talvez, em algum tempo, ou a Kasinski muda de nome, ou a Zongshen adaptará seu nome para a marca brasileira.
A ZS 250 GS é promessa da Zongshen para o mercado brasileiro.
Modelo de 600 cc, bem semelhante à GTR 600 da Kasinski

Jialing
A marca já é conhecida por nós por meio da Traxx, que importa a tecnologia chinesa e aplica nas motocicletas que comercializam por aqui. Em termos de assistência técnica, a Jialing ainda engatinha no Brasil, já que as revendas Traxx ainda não se dissiparam tanto por aqui. Em relação às Traxx, infelizmente, devo dizer que boa parte de seus proprietários tem reclamado bastante: as motos de 250 cc, por exemplo, em menos de um ano apresentam problemas graves, como quebra espontânea do escape (normalmente, na posição da solda de emenda), ruídos excessivos, enfim, não a acham tão confiável. De fato, isso não é um problema só da Traxx, mas, de muitas marcas orientais. Há quem diga que são produtos descartáveis - realmente, é difícil imaginar uma dessas motos funcionando bem daqui a 10, 12 anos, como funcionam as Hondas e Yamahas da vida.
Jialing 600 cc: será que dará trabalho ao mercado ou ao proprietário?
A invasão chinesa ainda se completa com outras marcas (no Brasil, já são 30, ao todo): Guangdong, Shineray, Zhejiang, Chituma e Panyu são algumas delas. Esperemos, contudo, qualidade e não quantidade, porque, sabe-se bem, o Brasil é um lugar de contrastes: ao mesmo tempo que exige qualidade, não oferece tanta (é só notar a situação das nossas avenidas, ruas, rodovias e outras vias).

quarta-feira, 4 de maio de 2011

KTM 690 Enduro R: pronta para qualquer desafio


Se você consegue dizer “Hard Enduro” o que você quer mesmo dizer é “LC4”. Os modelos KTM LC4 sempre deixaram sua marca nessa categoria.
Peso baixo, ótima performance, tecnologia off-road reforçada e a última palavra em confiança sempre foram seus valores primordiais e o que é necessário para fazer da 690 R a maravilhosa motocicleta que ela é.
Exuberantes 275 mm de curso de suspensão desconsideram até o maior dos buracos. Competentes pneus Pirelli MT21 padronizados garantem tração confiável desde a partida. Graças às recém-desenvolvidas mesas “triple clamp” as curvas ficaram mais precisas e a 690 Enduro R da linha 2011 está mais ágil do que nunca. Componentes funcionais de alta qualidade cheios de detalhes bem pensados agüentam facilmente qualquer contato com o solo. Então há o motor, que para um monocilíndrico é altamente refinado, rodando
suavemente até no tráfego da cidade graças à sua injeção eletrônica sofisticada e controle “ride-by-wire” e possui poder de sobra para rodar em estradas secundárias. Finalmente, três mapeamentos diferentes permitem ao piloto ajustar a resposta do motor para a situação atual. Resumindo – para onde você for, esta motocicleta vai junto.
- Tipo de motor: monocilíndrico, 4T.
- Cilindrada: 654 cc
- Partida: elétrica
- Transmissão:  6 marchas, corrente
- Capacidade do tanque: aprox. 12 L
- Peso aprox.: 138,5 kg (sem combustível)
- Motor dinâmico LC4 monocilíndrico de 4 tempos, injeção eletrônica, eixo balanceador, embreagem APCT com sistema anti-travamento, 6 marchas.
- Potência máxima: 46 kW/62 cv, emissões: Euro 3
- Escapamento de aço inoxidável com catalisador
- Quadro de aço em treliça, tanque traseiro auto-sustentável
- Suspensão WP totalmente ajustável; curso dianteiro e traseiro de 275 mm
- Freios Brembo de alta qualidade
- Pneus esportivos Pirelli MT 21 aro 21 e aro 18, perfeitos para off-road
- Gráficos esportivos – Agora com mesa “triple clamp”, que proporciona curvas mais precisas e muito mais agilidade.

Seguro de vida a Motoboys

 
A partir de agora, motoboys do Estado Rio têm direito a um seguro de vida, contra acidentes pessoais e danos causados por terceiros, no valor mínimo de R$ 50 mil. O direito está assegurado pela Lei 5.952, publicada ontem no Diário Oficial. A determinação vale tanto para as empresas que têm frota própria de motoqueiros quanto para aquelas que terceirizam o serviço de entrega.
A lei que foi sancionada pelo governador Sérgio Cabral passou pela Assembléia Legislativa do Rio (Alerj) em 2009. O então projeto de lei, de autoria do deputado Paulo Melo (PMDB), previa que os entregadores que usam bicicletas, conhecidos como bike boys, teriam que receber de seus empregadores um kit de equipamentos de segurança – composto por capacete, colete para favorecer a visualização, dispositivos de iluminação, sinalização dianteira, traseira, lateral e nos pedais da bicicleta, campainha e espelho retrovisor. Esse benefício, entretanto, ficou fora do texto final, publicado ontem no Diário Oficial.
A fiscalização do cumprimento da lei ficará sob responsabilidade do DETRAN. As empresas que não cumprirem a determinação e não fizerem o seguro para os motoboys estão sujeitas a punições estipuladas pelo Código de Defesa do Consumidor.

Mercado de motos registra alta

-----------------------------------------------------------------------------
A frota nacional de motocicletas cresceu 409% entre 2000 e 2010 e hoje conta com 16,5 milhões de unidades. Nesses dez anos, segundo Abraciclo associação que reúne os fabricantes de motocicletas, o Nordeste foi à região que correspondeu pela maior expansão do mercado, com 540%. No entanto, é no Sudeste em que se concentra o maior número de motos. Só no estado de São Paulo conta com mais de 6,7 milhões, o que corresponde a 41% da frota nacional. Os motociclistas paulistas são seguidos pelos mineiros ( 11% e um total de 1.866.148 motos) e paranaenses (6% com 1.071.174 veículos). A região Centro-Oeste tem pouco mais de 9% das vendas de motos no país.
As otimistas previsões de entidade para 2011 são de comercializar 2 milhões de unidades no atacado. Ou seja, 9,5 a mais em relação ao ano passado. Aliás, a produção deverá ter um incremento da ordem de 13,3% e atingir a marca de 2.060.000 de unidades fabricadas no pólo industrial de Manaus (AM).
Contudo, após o turbilhão gerado pela crise econômica mundial, no final de 2008, o setor das duas rodas vem obtendo resultados positivos. No primeiro trimestre de 2011º segmento teve um aumento de 23% nas vendas (atacado) e de 32% na produção de motocicletas. De acordo com a entidade, as vendas das fábricas para as revendas tiveram um aumento de 5% comparado a fevereiro e de 2,5% ante o mês de março de 2010. O setor de duas rodas produziu 533.082 unidades fabricadas e registrou 32,6% de crescimento. Segundo a Abraciclo, o segmento de duas rodas já apresenta índices semelhantes aos obtidos na época pré-crise, em 2008.
 
Fonte: Jornal Correio do Estado – Campo Grande-MS.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Nova Tuono V4 R, a Naked Superesportiva da Aprilia

---------------------------------------------------------------

Essa é pra quem curte velocidade e adrenalina sobre duas rodas: Aprilia Tuono V4 R é a mais nova aposta da marca italiana na categoria das superesportivas. Apresentada no Salão de Milão em 2010, e só lançada agora, nos meses iniciais de 2011, essa italianinha é o bicho em potência e velocidade, devemos convir.
Equipada com motor de quatro cilindros em V de 1000 cc (999 cm³), essa máquina pode gerar 167,3 cv de potência a 11,5 mil RPM. O resultado disso é que a Tuono pode alcançar incríveis 270 km/h sem muito esforço.
Além de um potente motor, a V4 R traz outros atrativos, dignos de motos de pista, tais como:
- controle de tração; 
- controle de wheeling, que oferece ao piloto mais sustentação e segurança ao "empinar" (andar de uma só roda) a moto; 
- quick shift, que permite subir as marchas sem necessidade de desacelerar e acionar a embreagem; 
- controle de largada, determinado pelo sistema APRC (Aprilia Performance Ride Control), que permite ao piloto uma saída rápida e vantajosa.
Controles APRC e Quick Shift ficam situados no lado esquerdo do guidão.
Como se trata de uma moto muito rápida para seu tamanho físico, a Aprilia tomou a precaução de equipar a naked Tuono com um aparato eletrônico que permite ao piloto determinar um de três tipos de "pegada" do motor: o modo Track (pista), que usa toda a sua potência ao menor giro do acelerador; o modo Sport, que a torna esportiva, usando a mesma potência do primeiro modo, porém, torna sua pilotagem um tanto mais suave, devido à limitação de seu torque em todas as marchas; por fim, o modo Road (estrada), no qual a V4R fica com 25% menos de potência. O piloto é quem escolhe o modo de gerenciamento do motor da forma que ele achar melhor ou mais conveniente para o momento.
A caixa de marchas da Tuono é também semelhante às das motos de corrida. Ela conta com o sistema quick shift (mudança rápida), o qual permite ao piloto trocar as marchas sem necessidade de usar a embregem ou soltar o acelerador, bastando, para isso, pressionar o botão de um pequeno joystick, situado no lado esquerdo do guidão. A propósito, a Tuono possui câmbio de 6 marchas.
Painel misto completo e bastante colorido.

Para chegar aos resultados obtidos, a Aprilia trabalhou duro nos seguintes pontos:
- novo esquema de cronometragem da válvula, fazendo com que ela trabalhe em tempo corretíssimo e aproveitando o melhor do motor;
- dutos fixos de entrada de ar 2 cm mais largos;
- volante de virabrequim com inércia aumentada, o que aprimorou a suavidade e o balanceamento geral;
- o quadro de alumínio permite abusar da força e da flexibilidade do conjunto, e elementos pressionados na estrutura determinam novas referências em termos de balanço e eficiência dinâmica;
- encurtamento das taxas da engrenagem para as primeiras três marchas, provendo melhores ganhos de velocidade.
Uma moto que garante melhor performance em pistas apropriadas, mas que
roda perfeitamente em outros terrenos não-acidentados, também.

Outros fatores importantes também colaboram para que a naked V4 R seja uma urbana com todos os predicados necessários para as pistas e também para viagens médias. De qualquer forma, é uma moto para nenhum "corredor" botar defeito. Ela foi feita para as pistas, nisso não há dúvidas.
Diferente da antecessora Tuono 1000R, o quadro desenvolvido para a V4 R  foi completamente revisado em respeito à unidade usada na RSV4, a fim de maximizar o controle de direção e a estabilidade para uma naked que chegar aos 270 km/h. A Aprilia já era famosa pelos quadros que fabrica e usa em suas motos, e agora mostra que a tradição, aliada ao aprimoramento, é mantida e respeitada.
A Tuono em ação: flexível, leve, rápida, nervosa e, acima de tudo, performática
e segura na pilotagem.
A Tuono vem equipada com os melhores componentes disponíveis no mercado. Seus freios são da marca Brembo, com discos dianteiros medindo 320 mm e os traseiros 220 mm. Suas rodas são de alumínio e pesam cerca de 2 kg a menos, devido à sua nova engenharia. A suspensão invertida, da marca Sachs, é completamente ajustável e, para garantir uma melhor absorção das agruras dos terrenos (asfaltos ruins, em outras palavras, o que é muito difícil encontrar nos lugares onde ela mais roda na europa), a V4 R conta ainda com um monoamortecedor de nitrogênio também ajustável.
Originalmente, seus pneus são de 190/55, mas podem ser substituídos por um 200/55 ou, para aproveitar ainda mais a potência da Tuono, por um 190/50.
Sua frente lembra um pouco algum dos Transformers, não acha?
Por enquanto, a nova Tuono V4 R encontra-se disponível apenas para o mercado europeu e tem preços sugeridos de: € 13.590, na versão básica, e € 15.590 na versão completa. Não há previsão para seu lançamento em terras tupiniquins, mas, do jeito que a coisa anda por aqui, ela deve aportar dentro de uns 2 a 3 anos, dependendo do sucesso que fizer lá fora.
À primeira vista, dá-se a impressão de estarmos cara a cara com um "Transformer", devido ao conjunto de faróis e piscas da Tuono, mas, no geral, trata-se de uma "gatinha das pistas", pela qual muitos marmanjos (como muitos de nós, motociclistas) caem de glúteos soltos sobre seu banco. Em suma, é uma linda e nervosa italiana, pronta para arrasar nas pistas.

Cores disponíveis:
 

terça-feira, 12 de abril de 2011

Kawasaki Vulcan 900 2011: uma grande estradeira

--------------------------------------------------------------
Autêntica combinação do conforto de uma estradeira com a performance de uma moto de grande cilindrada, a Kawasaki Vulcan 900 - nas suas versões Classic e Custom - chama a atenção pelo seu design moderno. Seja para longas viagens, para uso urbano ou simplesmente estacionada, a Vulcan 900 certamente será motivo de orgulho para o seu proprietário.

Motor V-Twin de 903 cc, SOHC
O suave e confiável motor de dois cilindros dispostos em V foi configurado para garantir um excelente torque a baixas rotações. Montado sobre coxins de borracha, possui ainda um sistema balanceador no eixo do virabrequim para reduzir vibrações. O projeto simplificado do comando válvulas no cabeçote é leve e prático. As quatro válvulas por cilindro garantem um fluxo adequado da mistura e saída dos gases, otimizando a potência e o torque em baixas rotações.
Injeção eletrônica de combustível
A excelente performance e dirigibilidade se deve ao duplo corpo de borboletas com sub-aceleradores. O módulo ECU controla os sub-aceleradores que estão localizados atrás da válvula do acelerador principal, permitindo que o sistema de injeção eletrônica digital ofereça respostas mais precisas, de forma semelhante a um carburador de velocidade constante. Bicos injetores otimizados proporcionam uma excelente mistura de combustível, melhorando consideravelmente a aceleração e o consumo de combustível.
Tração por correia
Mais leve do que a tração por cardã, proporciona melhor atuação da suspensão e qualidade de condução. É também mais eficiente, transferindo maior potência para a roda traseira, requer pouca manutenção e emite pouco ruído.

Quadro de dupla trave
A espinha dorsal rígida com seção da caixa de grande diâmetro permite um tanque de gasolina maior, e contribui para a elevada estabilidade e fácil dirigibilidade em baixas velocidades. A balança triangular parece um simples suporte do pára-lamas, mas contém um amortecedor oculto debaixo do assento. Longa e baixa, proporciona um assento com altura mínima, mas com impacto visual máximo. A longa distância entre-eixos contribui para a estabilidade da Vulcan 900 Classic na estrada.

Freios a disco, dianteiro e traseiro
O disco dianteiro de 300 mm e o disco traseiro de 270 mm de diâmetro têm pinças com pistões duplos que garantem uma das melhores frenagens da categoria.

O clássico encontra o moderno (Vulcan 900 Classic)
As tradicionais rodas raiadas e cromadas combinam harmoniosamente. O pneu traseiro de 180 mm é mais largo do que é normalmente visto na maioria das motos custom de grande cilindrada, e proporciona ainda mais estabilidade.


Rodas moldadas e pintura especial (Vulcan 900 Custom)
Ressaltando a beleza de todo o conjunto, a delicada moldagem da roda dianteira de 21" contrasta com a robusta traseira de 15". Esta edição especial tem pintura em preto fosco de alta resistência, e projeta a imagem poderosa da Vulcan 900 Custom.


Rapidinha da Kawasaki


A Kawasaki Motores do Brasil realizou no dia 06 de abril a apresentação oficial do tão aguardado modelo da marca: a Ninja ZX-10R, versão 2011. O evento foi realizado na pista da ECPA (Esporte Clube Piracicabano de Automobilismo), em Piracicaba (SP), e contou com a presença de jornalistas dos principais veículos de comunicação especializados do País. Durante o evento, os jornalistas realizaram o test-ride na pista com a superbike, além de testarem os demais modelos da marca. A Kawasaki anunciou ainda que a Ninja ZX-10R será produzida no Brasil no segundo semestre deste ano, juntamente com os modelos Z1000, Versys e Ninja ZX-6R, pelos mesmos valores das motocicletas importadas. 

Yamaha Fazer YS250 2012: já nas concessionárias!

------------------------------------------------------------

Pois é, galera, 2011 nem começou direito e a Yamaha já lançou seu modelo 2012 (?), o qual está disponível nas concessionárias da marca. Só não consigo entender isso, a não ser que as previsões maias para o fim do mundo sejam realmente verdadeiras e a Yamaha ficou doidinha pra sair na frente. Bom, mas vamos ao que interessa, que são as informações relevantes dessa 250, que tem conquistado corações motociclísticos por todo o Brasil.


Modelo street para deslocamentos no trabalho ou lazer, em áreas urbanas, passeios e viagens nos finais de semana para piloto e garupa

Terceiro modelo mais comercializado pela a Yamaha, a Fazer YS 250 para 2012 recebeu alterações nos gráficos, se mantendo a comercialização nas cores; preta, vermelha e roxa. 

Seu design combina elementos atuais e visual “estiloso”. A começar pelo desenho do tanque de combustível com capacidade para 19,2 litros de – 4,5 reserva, com tratamento em zinco, rodas de liga leve com cinco raios duplos (dianteiro MT 2.15 x17 e traseiro 3.00 x17), pára-lamas traseiro agregado ao cobre corrente e desenho do silencioso que abriga o catalisador.

O assento acomoda duas pessoas com conforto, o painel de instrumentos comporta um tacômetro convencional e um cristal líquido multifuncional, com hodômetro total e dois parciais (trip1 e trip2), mais hodômetro do combustível (f-trip), marcador do nível de combustível digital e relógio, além das luzes espias.
O farol com multirefletor e lente em policarbonato facetado semelhante a sua irmã maior XJ6, e leva uma lâmpada de 60 watts. Os piscas são em forma de gota, e a rabeta “ascendente” tem uma lanterna em LED inspirada na Yamaha YZF-R1.

O chassi é do tipo berço duplo. A suspensão dianteira tem barras de 37 mm de diâmetro e 120 mm de curso, enquanto a traseira é monoamortecida com 120 mm de curso e link da suspensão por rolete. Os freios, ambos a disco, tem 282 mm de diâmetro e pinça com dois êmbolos na dianteira, enquanto na traseira leva um disco de 220 mm de diâmetro e pinça com um pistão, suficientes para levar a Fazer 250 à imobilidade a curta distância.

Todo o funcionamento do motor é assegurado por um eficiente sistema de controle que comanda um conjunto de dez diferentes leituras. O coração, a Unidade de Controle Eletrônico (ECU), monitora e analisa as informações de cada sensor e transmite os comandos aos vários sistemas para que funcionem de forma ideal para atender às mais diferentes condições de utilização.

O radiador de óleo, melhora a capacidade de arrefecimento do motor, um monocilíndrico quatro tempos de 249 cc e comando de válvula no cabeçote que desenvolve 21 cv de potência a 8.000 RPM e 2,10 kgf.m a 6.500 RPM, com pistão forjado e o cilindro revestido de cerâmica dispersiva de calor, que como nos maiores modelos da marca – XT660R, Fazer, YZ e WR, também são utilizadas em razão da sua enorme robustez e longevidade.
A Yamaha Fazer YS250 2012 está à venda em toda Rede de Concessionárias Autorizadas Yamaha – 547 concessionários. As motocicletas Yamaha têm um ano de garantia, sem limite de quilometragem.

Jornalista: Marcel Mano (Mtb. 19.208)
www.yamaha-motor.com.br
marcel.mano@yamaha-motor.com.br

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Comparativo: Yamaha XJ6F e Kawasaki Ninja 650R

------------------------------------------------------------------

Que o mercado das 600 cc ou pouco mais está cada vez mais atrativo e forte, inclusive, em terras tupiniquins, disso não há dúvida. As esportivas e as estradeiras estão entre as mais procuradas, não deixando muito para trás as big-trails, também. Tudo é uma questão de gosto.
Bom, aqui, vamos conhecer algumas diferenças e igualdades entre duas vedetes da categoria esportiva: a Yamaha XJ6F e a Kawa Ninja 650R. Duas grandes motocicletas que estão conquistando os corações mais agitados.
A Yamaha lançou sua XJ6F ainda em 2010, enquanto que a Ninja 650R é ainda uma novidade, pode-se dizer, neste início de 2011. A principal diferença entre as duas, mesmo que com alguns pontos no visual, está na arquitetura de seus motores. Vejamos:
A Yamaha apostou em um motor de quatro cilindros em linha, enquanto que a Kawasaki equipou a Ninja 650R com um bicilíndrico paralelo. Isso faz com que os roncos dos motores sejam diferentes, sendo mias agudo na XJ6F e mais grave na Ninja, bem como o comportamento das duas. Contudo, os números de desempenho (fornecidos pelas fábricas) as colocam mais próximas.



O motor da Ninja 650R é bicilíndrico, com comando duplo no cabeçote, refrigeração líquida e 649 cm³ de capacidade. Oferece potência máxima de 72,1 cavalos a 8.500 rpm e 6,7 kgfm de torque máximo a 7.000 rpm. Já o motor quatro-cilindros da Yamaha XJ6F, que também conta com duplo comando no cabeçote (DOHC), 16 válvulas e arrefecimento líquido, produz pouco acima de 5 cavalos a mais em giros altos - 77,5 hp -, característico dos motores com esta construção. Possui torque máximo de 6,1 kgfm, a 8.500 giros, é menor que o da Ninja e em uma rotação mais alta.
Apesar dos valores bastante próximos, a potência e o torque dos motores demonstram a personalidade diferente dos propulsores. Enquanto a Ninja privilegia o torque e a potência em baixas, a XJ6F traz bastante emoção em altos giros. Isso não quer dizer que o bicilíndrico da Kawasaki não “gire” bastante - o limite de giros está na casa das 11.000 rotações por minuto. Isso quer dizer, na verdade, que o propulsor fica mais à vontade entre 2.000 e 9.000 rpm. Assim, permite trocas menos constantes no câmbio de seis marchas, privilegiandoas tocadas domésticas. O motor da XJ6F, por outro lado, também demonstra fôlego para se pilotar na cidade. A diferença é que ele pede mais rotações - menos que as motos superesportivas, contudo, mais que a Ninja 650R. Na prática, isso significa uma tocada um pouco mais esportiva, com o motor trabalhando acima de 6.000 rotações.


 Ciclística
Em se tratando de ciclística, ambas contam com um chassi tubular em aço, peças de construção simples, mas que proporcionam a estabilidade esperada para o desempenho das duas motocicletas. Não são rígidos como em motos superesportivas, com especificações mais top de linha, mas estão de acordo com a proposta de seus fabricantes, ou seja, modelos fáceis de pilotar.
A boa distribuição de peso nessas motos ajuda bastante a torná-las motos "fáceis". Utilizam-se da mesma solução para baixar o centro de gravidade, ou seja, um escapamento localizado no centro da moto, escondido sob o motor.
As suspensões são convencionais e rígidas em ambas: na dianteira, garfo telescópico sem ajustes e balança traseira monoamortecida. A diferença está no ponto de fixação: a Yamaha tem sistema monocross com amortecedor fixado no centro da balança, enquanto a Kawasaki optou por uma solução menos comum com o amortecedor fixado lateralmente, detalhe este que não influencia no funcionamento do conjunto.
O acerto das suspensões nos dois modelos privilegia mais o conforto do que a esportividade. Apesar de não poderem ser comparadas às superesportivas, absorvem as imperfeições do piso e garantem curvas divertidas.
Nos dois modelos, os freios foram dimensionados de acordo com a proposta de uso e seus respectivos desempenhos. A XJ6F tem disco duplo de 298 mm com pinça de dois pistões, na dianteira; e,  na traseira, disco único de 245 mm com pistão simples. A Ninja tem configuração semelhante, mas a forma e os diâmetros dos discos diferem: 300 mm na frente e 220 mm atrás, no formato margarida. Na prática, o funcionamento é comum: não assustam e param as motos com eficiência. Ainda assim, a Kawasaki fica com a vantagem de oferecer a opção do sistema com ABS.

 

Os projetos
Qualquer um desses modelos tem projetos novos e segue o que está se tornando uma tendência no mercado atual: fáceis de pilotar, utilizáveis no dia-a-dia e com boa disposição para viagens. No desenho, seguem linhas diferentes, porém contemporâneas em ambas. A Yamaha tem um conjunto óptico único, traços angulosos e porte de moto maior, completada por uma traseira minimalista. A Kawasaki trouxe para esta recente versão da 650R as linhas da família Ninja, com dois faróis na dianteira e a traseira também reduzida ao essencial. A escolha no quesito beleza fica para o gosto pessoal. A X6F vem somente na cor preta, e não se sabe se a Yamaha pretende lançar outras cores, ao menos, por enquanto. Já a 650R está disponível nas cores preta e no verde tradicionalmente conhecido desde o lançamento das "ninjonas".

Suas carenagens trazem aquele ar esportivo, como também garantem proteção aerodinâmica ao piloto. Neste ponto, ambas cumprem bem o propósito: desviam o vento, oferecendo conforto no uso rodoviário. Já no uso urbano, as carenagens integrais não atrapalham a pilotagem. O único probleminha está nas saídas de ar da  Ninja 650R, que desviam o ar quente proveniente do motor diretamente para as pernas do piloto, o que pode incomodar em dias mais quentes.
Os painéis de instrumentos de ambas ficam embutidos na carenagem e são completos: conta-giros, velocímetros e luzes de advertência, além de relógio e hodômetro formam o conjunto. A Ninja conta ainda com uma única tela de cristal líquido totalmente digital, bastante atraente, enquanto a Yamaha usa conta-giros de leitura analógica, o que facilita a visualização.


Concluindo... 
Com propostas parecidas e especificações idem, tanto uma quanto a outra são boas opções de compra no segmento de motos 600 cc carenadas. Cumprem seus propósitos, oferecem desempenho satisfatório e são bastante versáteis, podendo ser usadas tanto no dia-a-dia como em viagens.
A diferença fundamental está mesmo na motorização. Muitos são aqueles que dão preferência aos quatro cilindros em linha da XJ6F, enquanto outros tantos já prefirem o desempenho do bicilíndrico da Ninja 650R. De qualquer forma, a escolha é difícil, até mesmo em relação ao quesito 'preço'. A Yamaha ainda está comercializando a XJ6F modelo 2010, sem ABS, por R$ 30.000 - é bom frisar que, para 2011, não haverá mudanças significativas. Já a Ninja 650R 2011 sai por R$ 27.770 sem ABS, e R$ 29.990 com o sistema. Esses valores não incluem o frete, que varia por região.
Se você quer comprar uma motocicleta para rodar mais na estrada, no caso destas duas, opte pela Yamaha XJ6F e seu motor de quatro em linha. Se o uso for muito mais urbano, fique com a Kawasaki Ninja 650R e seu bicilídrico paralelo.

FICHA TÉCNICA

Kawasaki Ninja 650R (ABS)   Yamaha XJ6F
Dois cilindros paralelos, 649 cm³, quatro válvulas por cilindro, DOHC e refrigeração a ar. Motor Quatro cilindros em linha, 600 cm³, DOHC, 16 válvulas, quatro tempos, arrefecimento líquido.  
72,1 cv a 8.500 rpm. Potência máxima 77,5 cv a 10.000 rpm.
6,7 kgfm a 7.000 rpm. Torque Máximo 6,1 kgfm a 8,500 rpm.
83,0 x 60,0 mm. Diâmetro
e curso
65,5 x 44,5 mm.
11,3:1. Taxa de compressão 12,2:1.
Injeção eletrônica; partida elétrica. Alimentação Injeção eletrônica; partida elétrica.
Seis marchas, com transmissão final por corrente. Câmbio Seis marchas, com transmissão final por corrente.
Tipo diamante em tubos de aço. Quadro Tipo diamante em tubos de aço.
Dianteira por garfo telescópico convencional com 41 mm de diâmetro e 120 mm de curso; traseira por balança monoamortecida regulável na précarga com 125 mm de curso. Suspensão Dianteira por garfo telescópico convencional, com 130 mm de curso; traseira por balança monoamortecida com 130 mm de curso.
Disco duplo de 300 mm de diâmetro em forma de pétala com pinça de dois pistões na dianteira; disco simples de 220 mm de diâmetro com pinça de um pistão na traseira. Freios Disco duplo de 298 mm de diâmetro com pinça de dois pistões na dianteira; disco de 245 mm de diâmetro com pinça simples na traseira.
120/70-ZR17 (dianteira)/ 160/60-ZR17 (traseira). Pneus e rodas 120/70 ZR17 (dianteira)/ 160/60 ZR17 (traseira).
2.100 mm (C) x 760 mm (L)x 1.200 mm (A); 1.410 mm (entre-eixos); 145 mm (altura do solo); 790 mm (altura do assento). Dimensões 2.120 mm (C) x 770 mm (L) x 1.185 mm (A); 1.440 mm (entre-eixos); 140 mm (distância do solo); 785 mm (altura do assento).
208 kg. Peso 215 kg.
15,5 litros. Tanque 17,3 litros.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Nova Suzuki Burgman i 2012: descolada e espertinha

--------------------------------------------------------------
A nova scooter da Suzuki, a Burgman i 2012, é esperta, tem estilo descolado e design tentador, projetado com um despojado visual e um enorme compartimento sobre o assento, onde pode ser guardado um capacete grande. 
Desenhada para oferecer conforto com um novo e amplo assento, a nova Burgman possui aceleração suave e sua transmissão, agora, é 3,8% mais curta, o que lhe garante mais força nas arrancadas e ao mesmo tempo, foi trabalhada para utilizar menor rotação em altas velocidades. Aliados ao novo motor com injeção eletrônica, isso lhe traz menor consumo de combustível e melhor velocidade final, devido à progressiva entrega de potência.
Completa de fábrica, com partida elétrica, freio a disco, rodas de liga leve, novo painel eficiente e de fácil leitura, novo chassi, nova pedaleira retrátil do passageiro, partida elétrica e a pedal, amplo farol com lâmpada alógena com ajuste de foco no porta luvas, porta luvas, chave de segurança com código magnético (shutter key), retrovisor com ajuste interno, pesos de guidão com balanceador de guidão interno, além de novo sistema de controle de marcha lenta (ISC). Ufa! Quanta mudança! A nova Burgman i vem nas seguintes cores: amarelo, branco, vinho, cinza e preto




Performance
O projeto do motor da Burgman é inovador: quatro tempos, 125 cm³, 2 válvulas, OHC, monocilindro refrigerado a ar forçado.
Em comparação com o modelo anterior, o pistão sofreu um aumento de 1,3 mm em seu diâmetro e houve uma diminuição de 3,4 mm no curso, o que garante uma resposta melhor e mais rápida durante a pilotagem. 


Outra boa mudança na estrutura da scooter foi o bocal de abastecimento do óleo do motor que, nas versões anteriores, era preciso abrir a tampa do chassi para fazer a troca. Agora, o bocal fica localizado na lateral do motor, o que agiliza a troca.
Destaque para o Sistema DCP (Discharge Controlled Pump - Bomba de Descarga Controlada), onde a bomba de combustível e o bico injetor fazem parte de um mesmo conjunto, deixando-o mais compacto e eficiente, além de facilitar e diminuir sua manutenção. E também para o Sistema ISC (Idle Speed Control ? Controle de Marcha Lenta), que ajusta a mistura (ar + combustível) de acordo com a temperatura do motor, facilitando a partida a frio e propiciando uma marcha lenta mais estável e progressiva, além de diminuir as emissões de gases poluentes. A captação de ar possui também um novo esquema, que fica localizado sob o assento, longe a aspiração de água e poeira geradas pelo pneu.



Transmissão totalmente automática tipo CVT (Continuously Variable Transmission - Transmissão Variável Contínua) via correia em "V" e polias de diâmetro de contato variável, que proporciona a comodidade de não precisar trocar marchas e/ou usar a embreagem. A relação de transmissão do foi revisada estando agora 3,8% mais curta, para garantir maior força nas arrancadas, e ao mesmo tempo esta também 9,85% mais longa, para utilizar menor RPM em altas velocidades, e assim garantir menor consumo de combustível e melhor velocidade final, ou seja a variação do CVT agora é muito mais ampla, melhorando o desempenho em velocidades iniciais e finais.
Relação variável do CVT (comparativo): AN125 Burgman: 2,433 ~ 0,813
Burgman i: 2,672 ~ 0,782

Design
1. Novas rodas de liga leve.
2. O painel de instrumentos remodelado muito eficiente e de fácil leitura.  Agora com indicador de falha e diagnose do sistema de injeção de combustível, indicador do nível de combustível, luzes de farol alto e indicadores de direção e velocímetro.
3. Posição de pilotagem desenhada para máximo de conforto, além da proteção da carenagem para as pernas.
4. Nova pedaleira do passageiro, agora retrátil em alumínio, muito mais prática e confortável.
5. Porta-luvas no painel frontal e amplo porta objetos sob o assento para praticidade no transporte de pequenos objetos.
6. Suporte (gancho) para pendurar sacolas ou bolsas, localizado na parte interna da carenagem frontal.
7. Retrovisor na cor do modelo com ajuste interno.
8. Prático compartimento sob o assento agora com maior capacidade, cabendo até alguns modelos de capacete fechado.

Tecnologia

1. Freio dianteiro a disco ventilado, mordido por pinça deslizante de pistão, simples garantindo uma frenagem progressiva e segura.
2. Freio traseiro de tambor com sapatas expansoras.
3. Novo chassi, nova ciclística, propiciando uma dirigibilidade estável e maior agilidade nas manobras.
4. Suspensão dianteira telescópica de amortecimento hidráulico, e traseira por conjunto de amortecimento hidráulico com pré-carga da mola regulável.
5. Partida elétrica e a pedal para propiciar a partida do motor mesmo com carga baixa na bateria.
6. Amplo farol de lente plana com lâmpada alógena, dotado de prático ajustador do foco através de uma abertura acessível  do porta luvas.
7. Pesos do guidão embutidos , diminuindo a largura total do guidão para maior facilidade de manobras além de menor vibração.




Ficha técnica 
Motor 4 tempos, monocilintrico, 2 válvula, OHC, refrigerado a ar forçado
Cilindrada 124 cm³
Diâmetro x Curso 53,5 x 55,2 mm
Taxa de Compressão 9,6:1
Transmissão Variável Automática - CVT
Sistema de Transmissão Correia em "V"
Sistema de Lubrificação Cárter Úmido
Alimentação Injeção eletrônica
Tipo de Ignição Eletrônica
Sistema de Partida Elétrica e Pedal
Comprimento Total 1.840 mm
Largura Total 650 mm
Altura Total 1.100mm
Dist. Mínima entre Eixos 1.230mm
Distância do Solo 125mm
Altura do Assento 730mm
*MVOM 111 Kg
Suspensão Dianteira Telescópica de amortecimento hidráulico, mola helicoidal
Suspensão Traseira Balança articulada, de monoamertecimento hidráulico, mola helicoidal
Freio Dianteiro Disco
Freio Traseiro Tambor
Pneu Dianteiro 90/90-10 50J, sem camara
Pneu Traseiro 100/90-10 56J, sem camara
Tanque de Combustível 6,0 litros
Óleo do Motor 1 litros (com troca de filtros)
Marcha Lenta 1.600 +/- 100 rpm
Potência Máxima 9 hp (métrico) a 7.500 rpm
Torque Máximo 0,95 kgf.m a 6.000 rpm
Cores Preta - Prata - Vermelha - Amarela - Branca


 

Quem leva a melhor? Bajaj DOMINAR 400 ou Kawasaki NINJA 400? Comparativo.

Salve, Motors!  Mais uma vez, o Louco por Motos traz um comparativo que, para muita gente, é bom saber antes de investir - mais, ou menos ...