segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Honda CB 600F Hornet 2012: design arrojado e desempenho esportivo

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Modelo chega com visual renovado e mantém seu principal atributo: pilotagem fácil e prazerosa

Considerada a naked de média-alta cilindrada de maior influência no país,  a CB 600F Hornet, desde o seu lançamento, é líder absoluta da categoria. Agora, com novo design, o modelo 2012 chega para consolidar ainda mais sua participação no mercado.

Referência do segmento Street Fighter Naked, a CB 600F Hornet versão 2012 possibilitará um upgrade aos motociclistas que sonham em ter um produto Honda de média-alta cilindrada, de alta performance e avançada tecnologia, além de design impactante e conforto na pilotagem.

O novo design do conjunto frontal agora é mais compacto e arrojado, além de composto por farol e painel de instrumentos digital, integrado à carenagem. A nova rabeta foi reposicionada para o alto, ressaltando o estilo esportivo do modelo, característico de uma legítima Naked. O assento recebeu alterações, proporcionando melhor encaixe das pernas do piloto e agora traz alças do garupa embutidas nas laterais, alinhadas com nova tendência mais “clean” e esportiva.

Diversos prêmios concedidos pela imprensa especializada atestam a ótima aceitação e grande sucesso do modelo junto ao público brasileiro. A CB 600F Hornet conquistou importantes prêmios, como “Moto do Ano 2008, “Imprensa Automotiva 2008, “Moto de Ouro” (2009 e 2010) e “Guidão de Ouro” (2009 e 2010). Desde o seu lançamento, em 2004, já foram comercializadas aproximadamente 34.000 unidades até junho de 2011.

Alta tecnologia, estilo esportivo e fácil dirigibilidade em um só modelo

O design da CB 600F Hornet 2012 segue o conceito “Street Fighter Naked”, perfeita combinação de forma robusta, linha aerodinâmica e estética agressiva.

O novo painel de instrumentos agora é totalmente digital. Com display em LCD, conta com velocímetro, indicador do nível de combustível, conta-giros, temperatura do líquido de arrefecimento, relógio, leitura do hodômetro total e parcial e computador de bordo (consumo instantâneo e médio em km/litro e RANGE em litro/100km), além de luzes indicadoras de direção, neutro, farol alto, injeção eletrônica, pressão do óleo, H.I.S.S. (Honda Ignition Security System) e sistema de freios C-ABS na versão com este sistema. O conjunto ótico é totalmente novo e recebe luz de posição em LED, mantendo sua ótima capacidade de iluminação.

A traseira conta agora com novo formato da lanterna em LED integrada à rabeta, o que possibilitou um design mais afilado, acompanhando as linhas do assento e tornando o conjunto harmonioso. O assento tem altura de 803 mm, facilitando o alcance do piloto com relação ao solo. Além disso, ficou mais ergonômico e teve as alças de apoio do garupa integradas ao design da rabeta. O escapamento, com configuração do tipo 4X2X1, é desenvolvido em aço inox e possui sensor de oxigênio, além de sistema de catalisadores internos. A capacidade do tanque é de 19 litros, com 3,5 litros de reserva.

Mas é na performance que a CB 600F Hornet se diferencia no segmento. Seu motor DOHC (Double Over Head Camshaft), de 16 válvulas,
4 cilindros em linha e 599,3 cm3, com arrefecimento a líquido, gera uma potência máxima de 102 cv a 12.000 rpm e torque de 6,5 kgf.m a 10.500 rpm, o que faz da motocicleta uma opção ideal tanto para a cidade como para a estrada. Seu peso seco é de 188 kg na versão Standard e 193 kg na opção com sistema de freios C-ABS.

O sistema de injeção eletrônica de combustível PGM-FI (Programmed Fuel Injection) possui sensor de oxigênio e catalizadores que asseguram baixa emissão de gases poluentes, bem abaixo dos limites estabelecidos pelo PROMOT3 (Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares).

Dotada de uma ótima relação comprimento x largura x altura (2.150 mm x 751 mm x 1.074 mm) e distância entre eixos de 1.435 mm, a CB 600F Hornet é uma motocicleta que se destaca pela sua maneabilidade. A suspensão dianteira é do tipo garfo telescópico invertido “upside down” de 120 mm de curso, característica que garante estabilidade durante a pilotagem e mantém os pneus mais firmes em contato com o solo. Já a suspensão traseira é monoamortecida (monochoque), com sete regulagens de pré-carga da mola, e conta com 128 mm de curso.

Outra garantia de uma pilotagem segura é a tecnologia de freios ABS (Anti Lock Brake System) com CBS (Combined Brake System), como versão opcional. Enquanto o ABS evita o travamento e, consequentemente, deslizamento dos pneus em superfícies escorregadias, o CBS tem a capacidade de equilibrar e distribuir a frenagem das rodas traseira com dianteira no acionamento do pedal de freio.

A versão Standard utiliza freio dianteiro a disco duplo flutuantes, com cáliper de pistão duplo e diâmetro de 296 mm. Já o traseiro dispõe de disco de 240 mm e é acionado por cáliper de pistão simples, possibilitando uma ótima frenagem e reação imediata, sem esforço para o piloto.

Disponível nas cores preta e verde metálica, a CB 600F Hornet 2012 estará na rede de concessionárias Honda a partir de agosto. Seu preço público sugerido é de R$ 30.800,00 (versão Standard) e R$ 33.800,00 (versão C-ABS), com base no Estado de São Paulo e não inclui despesas com óleo, frete e seguro. A garantia é de um ano, sem limite de quilometragem.
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Jornalista Responsável:  Ricardo Ghigonetto (Mtb. 14.150)

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Louco por Motos em Luto

Caros leitores e amigos,

A única certeza que temos nessa vida é que, um dia, deixaremos esse plano pra seguirmos outras estradas, talvez, continuar a vida em outros prismas. Mesmo que pensemos que essa viagem pode ser a melhor de nossa existência, não é fácil aceitá-la, seja para nós mesmos, seja para os nossos familiares e amigos.
Ontem, faleceu um grande irmão, companheiro de motoclube e de viagens, um Forasteiro que lutou muito pra poder estar aqui, sobre sua moto e com seus irmãos, pra continuar a estrada. Seu coração não suportou os desvarios do cotidiano.
É ruim perder um amigo como Marcola sempre foi. Cara presente, motociclista que gostava de ser motociclista e amava o escudo Forasteiro.
Que ele esteja em paz e que sua nova estrada seja o sonho pra rodar. Fica em paz, Marco. Grande abraço.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Confederate, a marca; Wraith, a máquina

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Para quem nunca ouviu falar, a Confederate é uma empresa norte-americana que produz, não simplesmente motos, mas verdadeiras máquinas sobre duas rodas. De suas mais famosas produções, vamos sacar qual é a da B120 Wraith (difícil pronunciar, mas é algo como "ur-eif"), um tornado de classe 5. São 126 cv de potência, gerando torque de 130 pés-libra por segundo (se seu organismo tivesse essa potência, seria capaz de diluir algo como 151 kilocalorias por hora! Quão bom seria não nos preocuparmos com massas e doces e comida demasiada...) Mas, vamos ao que interessa, certo?

A B120 pode alcançar 185 mph, ou o equivalente a 297,7 km/h, mas, o que mais impressiona, mesmo, são seu visual - ao mesmo tempo, inovador, esportivo e agressivo -, o acabamento de primeira qualidade e sua exclusividade, pois, não é em qualquer lugar que veremos uma moto dessa estirpe.
Seu tanque é pequeno, cabendo somente 11,35 lts de combustível, mas não é uma moto feita para viajar e, sim, para curtir o final de semana e dar umas bandas com os amigos. Mas, nada o impediria de pegar um pedacinho de bom asfalto para abusar do acelerador da B120.

O preço sugerido dessa belezinha, nos EUA, é de cerca de 90 mil dólares, pois é uma máquina completamente feita a mão e exclusiva. Para rodar com uma máquina dessas em terras tupiniquins, além de ter que pagar, no mínimo, uns 200 mil reais, ainda teríamos que passar por burocracias intermináveis, até que a moto fosse aceita para circular. Se bem que, dá até dó colocar uma B120 na maioria das ruas e avenidas das cidades brasileiras que, vergonhosamente, ainda são boas para equinos.






Link para a Confederate:

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Suzuki B-king 2011: Um conceito se torna realidade!

Texto extraído do site GPS Suzuki, concessionária autorizada da marca.

A revolucionária GSX1300 B-King da Suzuki é agora uma produção nacional da J Toledo Suzuki Motos do Brasil para todos os apaixonados por motos. Assim, ocorreu uma diminuição no valor final desta poderosa máquina, tornando o sonho de tê-la mais próximo de ser realidade.

Apresentada ao público pela primeira vez como moto-conceito, a B-King é tão surpreendente e singular que estabeleceu uma revolução de estilo no Salão das Duas Rodas de Tóquio em 2001. Seis anos depois, o conceito tornou-se realidade.
Com design inovador, esta máquina tem toda a tecnologia de uma Suzuki. Cada vez que um cliente olha para a B-King, tem o prazer de uma nova descoberta. Cada um de seus componentes foi projetado com a intenção de oferecer algo novo e interessante.
Suas peças foram desenhadas com a incorporação de um motivo comum para formar uma imagem integrada ao final. O motivo selecionado foi o pentágono, elegido pelos criadores da Suzuki para representar os conceitos "forte e poderoso" e" avançado e inovador ". O motivo do pentágono concebe os fatores principais da B-King comercial: a imagem poderosa do modelo de exposição original desta máquina e os avanços tecnológicos que se incorporaram a ela nos seis anos transcorridos desde o Salão de Tóquio.
O pentágono também pode se juntar a um quadrilátero e um triângulo. Nesta moto o quadrilátero simboliza "força e estabilidade" e o triângulo simboliza uma imagem "avançada e refinada".
A B-King lançada como modelo comercial é sem dúvida idêntica a moto-conceito exposta no salão de Tóquio. Uma vez que sua imagem reporta fielmente uma imagem atrevida, nova e robusta do modelo exposto, o design desta moto reflete a evolução dos conceitos de desenho e tecnologia da Suzuki.
A Suzuki testou a B-King nas auto-estradas alemãs para aperfeiçoar seu motor e a pilotou em sinuosas estradas do sul da França para afinar a dirigibilidade. Mas você não precisa falar uma língua estrangeira para saber o que isso significa: poder e desempenho.

O motor imponente da B-King, com 1340 cc, quatro cilindros em linha, 16 válvulas, DOHC e injeção eletrônica de combustível, foi desenvolvido com a mais alta tecnologia da Suzuki e com a mesma excelência da linha "GSX-R", já consagrada nas pistas de corrida.
Esta máquina apresenta transmissão de seis marchas e um Limitador de Retorno de Torque Suzuki (SCAS), operado hidraulicamente. O SCAS reduz a quantidade de força necessária no manete para acionar a embreagem e suaviza os trancos nas reduções de marcha, contribuindo para o aumento do conforto e segurança do piloto.
Independentemente do estilo de pilotagem, a B-King impressiona. A GSX1300 B-King conta com um sistema digital de seleção de modo de pilotagem (S-DMS ? Suzuki Drive Mode Selector), que permite ao piloto selecionar o modo de pilotagem de acordo com sua preferência ou sua necessidade. O modo "A" fornece uma resposta rápida a aceleração e máxima potência do motor, enquanto o modo ?B? fornece uma resposta mais suave a aceleração e reduz a potência do motor, ideal para pilotagem em pistas sinuosas ou dias chuvosos.

O Módulo de Controle do Motor (ECM) provido de um poderoso computador de 32 bits e 1024 KB de memória, controla o Sistema de Dupla Válvula de Borboleta Suzuki (SDTV - Suzuki Dual Throttle Valve). Esse sistema proporciona um melhor desempenho, para que se obtenha máxima eficiência na combustão, resposta à aceleração além da diminuição no consumo de combustível.
Um radiador de formato curvado de grande capacidade é acompanhado de duas ventoinhas elétricas de 160 mm, garantindo um controle preciso da temperatura de funcionamento do motor.
A B-King, assim como toda a linha de motocicletas Suzuki, conta com um sistema de Injeção de Ar na Saída de Escape (PAIR - Pulsed Secondary Air Injection), controlado pelo ECM. Este sistema injeta ar fresco da caixa do filtro de ar na saída do escape, permitindo a combustão dos hidrocarbonetos não queimados. Além disso, a B-King possui um catalisador de grande capacidade no sistema de exaustão, juntamente com um sensor do oxigênio. Esses sistemas reduzem as emissões de poluentes ao meio ambiente. Devido a essas tecnologias, a B-King atende ao padrão EURO 3/ PROMOT 3.
Sua suspensão dianteira KYB de alta qualidade tem garfos invertidos com modernos ajustes de pré-carga da mola, força de retorno e compressão. A suspensão traseira KYB é igualmente ajustável e trabalha com uma balança articulada tipo link.
O eficiente sistema de freio foi concebido exclusivamente para esta moto. Nele, o motivo do pentágono é sutil, visto apenas por certo ângulo. O freio dianteiro tem pinças Nissin montadas radialmente com quatro pistões opostos. Um cilindro mestre radial melhora a sensibilidade do piloto no acionamento do manete de freio. Os dois discos flutuantes do freio dianteiro medem 310 mm de diâmetro e 5,5 mm de espessura. A pinça deslizante de pistão único do freio traseiro opera sobre um disco de 260 mm.
Um painel especialmente projetado e construído no módulo do farol é centrado em torno de um tacômetro analógico com um visor LCD à direita.  Este tem velocímetro, indicador da marcha engatada, relógio, hodômetro total, hodômetros parciais, intervalos de manutenção, tempo de pilotagem, velocidade média, nível de combustível, temperatura do motor e o modo de Seleção de Pilotagem S-DMS. Além disso, possui indicadores de seta, injeção eletrônica, temperatura do líquido de arrefecimento, pressão de óleo, neutro e uso do farol alto.
O piloto poderia passar horas apreciando os refinados detalhes da B-King. O suporte das pedaleiras com formato suave, interruptor de ignição montado no tanque, pintura cromada e a textura de cada peça são alguns dos muitos detalhes com excelente acabamento.
A GSX1300 B-King nacional está disponível nas cores preta, cinza e branca a R$ 52.900,00 (*). Para obter mais informações, entre em contato com a Central de Vendas GPS Suzuki pelo telefone (011) 2485-4900, mande um e-mail  vendas@gpssuzuki.com.br ou acesse o site www.gpssuzuki.com.br.

(*) Valor de tabela sujeito a alteração sem prévio aviso.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Dafra importará MV Agusta

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A marca tupiniquim Dafra, que já importa seus motores e peças das chinesas Loncin, Lifan e Zongshen, passará a montar, em suas instalações em Manaus, alguns modelos da MV Agusta, a serem comercializados no Brasil até o final do ano.
A notícia, para o mercado brasileiro, não podia ser melhor: elas chegarão em maior quantidade, garantindo melhores preços e garantia de reposição de peças. Para a marca italiana, o Brasil é um país cada vez mais integrado ao mercado de motos maiores, inclusive, as esportivas, que fazem a cabeça de muitos jovens.
Por outro lado, o consumidor pode ficar um tanto receoso ou, ao mesmo tempo, esperançoso. O fato é que há reclamações a respeito da marca Dafra, em relação a peças e também ao seu próprio funcionamento e estrutura. Por um prisma, isso pode dificultar a aproximação do consumidor com a joint venture feita com a marca italiana. De outro, a MV Agusta pode dar um up no imaginário coletivo, fazendo com que os fãs da marca vejam que a Dafra mudou, já não é mais a mesma marca que rendeu até mesmo um vídeo, distribuído largamente na internet, que satiriza o comercial feito para a TV.
Com a junção das duas marcas, a MV Agusta F3, como a do modelo acima,
poderá estar rodando em nossas ruas até o início de 2012. Vivas à iniciativa Dafra.

O que resta ao consumidor é esperar e torcer para que a parceria dê realmente certo. Nós, motociclistas, só temos a ganhar.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Kzuki, Jialing, Loncin, Zongshen... Invasão chinesa no Brasil

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Ultimamente, temos visto uma invasão não só de produtos de pequeno porte, como também de automóveis e motocicletas oriundos de terras chinesas. Marcas de nomes engraçados, às vezes, difíceis de se lembrar, vão surgindo em forma de montadoras e revendedoras dessas marcas. E, nas ruas, a invasão continua, já que hoje é muito comum nos depararmos com as chinesinhas. Isso é sinal de boa aceitação, senão, de preços compatíveis com a realidade do bolso do brasileiro (pelo menos, da maioria). Em se tratando de concorrência, ótimo, porque isso faz baratear também os custos das marcas mais famosas, se elas não pretenderem entrar em colapso. Mas, e em termos de manutenção? É fácil encontrar peças de reposição por aqui? A revenda é garantida? Essas motos são realmente boas? Foi o que o Louco por Motos tentou descobrir.

Kzuki Motos
A Kzuki chegou ao mercado brasileiro por volta de 2009 trazendo, primeiramente, minimotos, motos off-road e quadriciclos, entre 50 e 250 cc. Mais recentemente, a marca trouxe para as terras tupiniquins modelos urbanos para o dia a dia, com 150 cc, e esportivas de 250 cc. De acordo com os comentários de clientes dessa marca, tratam-se de motos ágeis e econômicas, perfeitas para os trechos urbanos. Seus modelos esportivos puxam muito da Kawasaki e, suas customs, rebuscam o classicismo das Harleys maiores (mas, acabam pecando, devido, evidentemente, às proporções). Ainda de acordo com proprietários de algumas destas marcas, se as motos trouxerem algum problema de fábrica, a assistência é garantida e, se for o caso, trocam a peça na hora. Isso quer dizer que a marca preocupa-se com seu cliente. O problema é que sua rede não é lá tão grande, o que dificulta para aqueles que desejam comprar uma Kzuki, mas mora longe de uma concessionária. Em todo o estado de São Paulo, , por exemplo, há um representante na cidade de Americana. No Espírito Santo, apenas um em Venda Nova dos Imigrantes. Mas, é em Minas Gerais que a Kzuki conta com mais representantes: Belo Horizonte, Pará de Minas, Manhuaçu, Itaúna, Betim, Contagem, Passos, Conselheiro Lafayete, Alfenas, Conceição do Mato Dentro, Uberlândia, Ouro Preto, Bom Despacho, Caratinga e Paraopeba (informações tiradas do próprio site). Se você não mora ou está longe de uma dessas localidades, não pense em comprar uma moto a qual não terá assistência na hora que realmente precisar.

Modelos mais recentes da Kzuki no Brasil. Motores de 150 a 250 cc,
feitos especialmente para trechos urbanos.

Loncin Motos
A Loncin é quem fornece a tecnologia e as peças para a montagem das novas Amazonas (leia sobre as antigas Amazonas clicando aqui), no Brasil. Além de ter comprado os direitos do uso do nome, a Loncin fez algumas modificações necessárias para que a Amazonas pudesse acompanhar o mercado e tornar-se mais competitiva. E está fazendo sucesso. A marca é representada pela AME Amazonas. Outra moto que a Loncin trouxe para o mercado tupiniquim, e que já enfrentava o chão mexicano, foi um modelo de 600 cc, novidade até mesmo para o mercado chinês, que costuma trabalhar em cilindradas menores. A moto, do tipo naked, promete dar trabalho para marcas de mais renome, haja vista a economia que os motores chineses proporcionam. Para se ter ideia, o modelo LX250h, de 250 cc e que roda no México, faz 40 km com apenas um litro de gasolina (há de se considerar, também, que por incrível que pareça, a gasolina mexicana é melhor do que a nossa, fator este que influencia muito no consumo e na performance dos motores). Não foi encontradas informações a respeito da assistência técnica para essa marca no Brasil, apesar de haver representantes oficiais da Amazonas em: Curitiba-PR, Vitória da Conquista-BA, Taguatinga-DF, Uberlândia-MG, Parnaíba e Teresina-PI, Belém-PA, Formosa-GO, Santos-SP, Volta Redonda-RJ e outras localidades. Assim mesmo, cai no mesmo problema da Kzuki, isto é, falta muito ainda para a marca prestar serviços em grande parte do país.
Modelo de 250 cc da Loncin: econômica, bonita, mas, com assistência
técnica ainda a desejar, em termos de localização.
Zongshen
A CR Zongshen já chegou fazendo barulho, mas em silêncio. É que, numa negociação sem a necessidade de holofotes, a chinesa negociou com a Kasinski, adquirindo 100% do capital da brasileira. Desde 2009, os proprietários de kasinskis estão, na verdade, sobre motores com carimbos chineses, mesmo que ainda fabricados no Brasil. Hoje, a Kasinski conta com diversos pontos de serviços e assistência técnica e, até onde é sabido, a marca tem respeitado seu consumidor, mesmo porque precisava ter seu naco de participação no mercado de duas rodas. No entanto, a Zongshen traz para nosso país a sua própria marca adesivada no tanque, pelo menos, por enquanto. Talvez, em algum tempo, ou a Kasinski muda de nome, ou a Zongshen adaptará seu nome para a marca brasileira.
A ZS 250 GS é promessa da Zongshen para o mercado brasileiro.
Modelo de 600 cc, bem semelhante à GTR 600 da Kasinski

Jialing
A marca já é conhecida por nós por meio da Traxx, que importa a tecnologia chinesa e aplica nas motocicletas que comercializam por aqui. Em termos de assistência técnica, a Jialing ainda engatinha no Brasil, já que as revendas Traxx ainda não se dissiparam tanto por aqui. Em relação às Traxx, infelizmente, devo dizer que boa parte de seus proprietários tem reclamado bastante: as motos de 250 cc, por exemplo, em menos de um ano apresentam problemas graves, como quebra espontânea do escape (normalmente, na posição da solda de emenda), ruídos excessivos, enfim, não a acham tão confiável. De fato, isso não é um problema só da Traxx, mas, de muitas marcas orientais. Há quem diga que são produtos descartáveis - realmente, é difícil imaginar uma dessas motos funcionando bem daqui a 10, 12 anos, como funcionam as Hondas e Yamahas da vida.
Jialing 600 cc: será que dará trabalho ao mercado ou ao proprietário?
A invasão chinesa ainda se completa com outras marcas (no Brasil, já são 30, ao todo): Guangdong, Shineray, Zhejiang, Chituma e Panyu são algumas delas. Esperemos, contudo, qualidade e não quantidade, porque, sabe-se bem, o Brasil é um lugar de contrastes: ao mesmo tempo que exige qualidade, não oferece tanta (é só notar a situação das nossas avenidas, ruas, rodovias e outras vias).

quarta-feira, 4 de maio de 2011

KTM 690 Enduro R: pronta para qualquer desafio


Se você consegue dizer “Hard Enduro” o que você quer mesmo dizer é “LC4”. Os modelos KTM LC4 sempre deixaram sua marca nessa categoria.
Peso baixo, ótima performance, tecnologia off-road reforçada e a última palavra em confiança sempre foram seus valores primordiais e o que é necessário para fazer da 690 R a maravilhosa motocicleta que ela é.
Exuberantes 275 mm de curso de suspensão desconsideram até o maior dos buracos. Competentes pneus Pirelli MT21 padronizados garantem tração confiável desde a partida. Graças às recém-desenvolvidas mesas “triple clamp” as curvas ficaram mais precisas e a 690 Enduro R da linha 2011 está mais ágil do que nunca. Componentes funcionais de alta qualidade cheios de detalhes bem pensados agüentam facilmente qualquer contato com o solo. Então há o motor, que para um monocilíndrico é altamente refinado, rodando
suavemente até no tráfego da cidade graças à sua injeção eletrônica sofisticada e controle “ride-by-wire” e possui poder de sobra para rodar em estradas secundárias. Finalmente, três mapeamentos diferentes permitem ao piloto ajustar a resposta do motor para a situação atual. Resumindo – para onde você for, esta motocicleta vai junto.
- Tipo de motor: monocilíndrico, 4T.
- Cilindrada: 654 cc
- Partida: elétrica
- Transmissão:  6 marchas, corrente
- Capacidade do tanque: aprox. 12 L
- Peso aprox.: 138,5 kg (sem combustível)
- Motor dinâmico LC4 monocilíndrico de 4 tempos, injeção eletrônica, eixo balanceador, embreagem APCT com sistema anti-travamento, 6 marchas.
- Potência máxima: 46 kW/62 cv, emissões: Euro 3
- Escapamento de aço inoxidável com catalisador
- Quadro de aço em treliça, tanque traseiro auto-sustentável
- Suspensão WP totalmente ajustável; curso dianteiro e traseiro de 275 mm
- Freios Brembo de alta qualidade
- Pneus esportivos Pirelli MT 21 aro 21 e aro 18, perfeitos para off-road
- Gráficos esportivos – Agora com mesa “triple clamp”, que proporciona curvas mais precisas e muito mais agilidade.

Seguro de vida a Motoboys

 
A partir de agora, motoboys do Estado Rio têm direito a um seguro de vida, contra acidentes pessoais e danos causados por terceiros, no valor mínimo de R$ 50 mil. O direito está assegurado pela Lei 5.952, publicada ontem no Diário Oficial. A determinação vale tanto para as empresas que têm frota própria de motoqueiros quanto para aquelas que terceirizam o serviço de entrega.
A lei que foi sancionada pelo governador Sérgio Cabral passou pela Assembléia Legislativa do Rio (Alerj) em 2009. O então projeto de lei, de autoria do deputado Paulo Melo (PMDB), previa que os entregadores que usam bicicletas, conhecidos como bike boys, teriam que receber de seus empregadores um kit de equipamentos de segurança – composto por capacete, colete para favorecer a visualização, dispositivos de iluminação, sinalização dianteira, traseira, lateral e nos pedais da bicicleta, campainha e espelho retrovisor. Esse benefício, entretanto, ficou fora do texto final, publicado ontem no Diário Oficial.
A fiscalização do cumprimento da lei ficará sob responsabilidade do DETRAN. As empresas que não cumprirem a determinação e não fizerem o seguro para os motoboys estão sujeitas a punições estipuladas pelo Código de Defesa do Consumidor.

Mercado de motos registra alta

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A frota nacional de motocicletas cresceu 409% entre 2000 e 2010 e hoje conta com 16,5 milhões de unidades. Nesses dez anos, segundo Abraciclo associação que reúne os fabricantes de motocicletas, o Nordeste foi à região que correspondeu pela maior expansão do mercado, com 540%. No entanto, é no Sudeste em que se concentra o maior número de motos. Só no estado de São Paulo conta com mais de 6,7 milhões, o que corresponde a 41% da frota nacional. Os motociclistas paulistas são seguidos pelos mineiros ( 11% e um total de 1.866.148 motos) e paranaenses (6% com 1.071.174 veículos). A região Centro-Oeste tem pouco mais de 9% das vendas de motos no país.
As otimistas previsões de entidade para 2011 são de comercializar 2 milhões de unidades no atacado. Ou seja, 9,5 a mais em relação ao ano passado. Aliás, a produção deverá ter um incremento da ordem de 13,3% e atingir a marca de 2.060.000 de unidades fabricadas no pólo industrial de Manaus (AM).
Contudo, após o turbilhão gerado pela crise econômica mundial, no final de 2008, o setor das duas rodas vem obtendo resultados positivos. No primeiro trimestre de 2011º segmento teve um aumento de 23% nas vendas (atacado) e de 32% na produção de motocicletas. De acordo com a entidade, as vendas das fábricas para as revendas tiveram um aumento de 5% comparado a fevereiro e de 2,5% ante o mês de março de 2010. O setor de duas rodas produziu 533.082 unidades fabricadas e registrou 32,6% de crescimento. Segundo a Abraciclo, o segmento de duas rodas já apresenta índices semelhantes aos obtidos na época pré-crise, em 2008.
 
Fonte: Jornal Correio do Estado – Campo Grande-MS.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Nova Tuono V4 R, a Naked Superesportiva da Aprilia

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Essa é pra quem curte velocidade e adrenalina sobre duas rodas: Aprilia Tuono V4 R é a mais nova aposta da marca italiana na categoria das superesportivas. Apresentada no Salão de Milão em 2010, e só lançada agora, nos meses iniciais de 2011, essa italianinha é o bicho em potência e velocidade, devemos convir.
Equipada com motor de quatro cilindros em V de 1000 cc (999 cm³), essa máquina pode gerar 167,3 cv de potência a 11,5 mil RPM. O resultado disso é que a Tuono pode alcançar incríveis 270 km/h sem muito esforço.
Além de um potente motor, a V4 R traz outros atrativos, dignos de motos de pista, tais como:
- controle de tração; 
- controle de wheeling, que oferece ao piloto mais sustentação e segurança ao "empinar" (andar de uma só roda) a moto; 
- quick shift, que permite subir as marchas sem necessidade de desacelerar e acionar a embreagem; 
- controle de largada, determinado pelo sistema APRC (Aprilia Performance Ride Control), que permite ao piloto uma saída rápida e vantajosa.
Controles APRC e Quick Shift ficam situados no lado esquerdo do guidão.
Como se trata de uma moto muito rápida para seu tamanho físico, a Aprilia tomou a precaução de equipar a naked Tuono com um aparato eletrônico que permite ao piloto determinar um de três tipos de "pegada" do motor: o modo Track (pista), que usa toda a sua potência ao menor giro do acelerador; o modo Sport, que a torna esportiva, usando a mesma potência do primeiro modo, porém, torna sua pilotagem um tanto mais suave, devido à limitação de seu torque em todas as marchas; por fim, o modo Road (estrada), no qual a V4R fica com 25% menos de potência. O piloto é quem escolhe o modo de gerenciamento do motor da forma que ele achar melhor ou mais conveniente para o momento.
A caixa de marchas da Tuono é também semelhante às das motos de corrida. Ela conta com o sistema quick shift (mudança rápida), o qual permite ao piloto trocar as marchas sem necessidade de usar a embregem ou soltar o acelerador, bastando, para isso, pressionar o botão de um pequeno joystick, situado no lado esquerdo do guidão. A propósito, a Tuono possui câmbio de 6 marchas.
Painel misto completo e bastante colorido.

Para chegar aos resultados obtidos, a Aprilia trabalhou duro nos seguintes pontos:
- novo esquema de cronometragem da válvula, fazendo com que ela trabalhe em tempo corretíssimo e aproveitando o melhor do motor;
- dutos fixos de entrada de ar 2 cm mais largos;
- volante de virabrequim com inércia aumentada, o que aprimorou a suavidade e o balanceamento geral;
- o quadro de alumínio permite abusar da força e da flexibilidade do conjunto, e elementos pressionados na estrutura determinam novas referências em termos de balanço e eficiência dinâmica;
- encurtamento das taxas da engrenagem para as primeiras três marchas, provendo melhores ganhos de velocidade.
Uma moto que garante melhor performance em pistas apropriadas, mas que
roda perfeitamente em outros terrenos não-acidentados, também.

Outros fatores importantes também colaboram para que a naked V4 R seja uma urbana com todos os predicados necessários para as pistas e também para viagens médias. De qualquer forma, é uma moto para nenhum "corredor" botar defeito. Ela foi feita para as pistas, nisso não há dúvidas.
Diferente da antecessora Tuono 1000R, o quadro desenvolvido para a V4 R  foi completamente revisado em respeito à unidade usada na RSV4, a fim de maximizar o controle de direção e a estabilidade para uma naked que chegar aos 270 km/h. A Aprilia já era famosa pelos quadros que fabrica e usa em suas motos, e agora mostra que a tradição, aliada ao aprimoramento, é mantida e respeitada.
A Tuono em ação: flexível, leve, rápida, nervosa e, acima de tudo, performática
e segura na pilotagem.
A Tuono vem equipada com os melhores componentes disponíveis no mercado. Seus freios são da marca Brembo, com discos dianteiros medindo 320 mm e os traseiros 220 mm. Suas rodas são de alumínio e pesam cerca de 2 kg a menos, devido à sua nova engenharia. A suspensão invertida, da marca Sachs, é completamente ajustável e, para garantir uma melhor absorção das agruras dos terrenos (asfaltos ruins, em outras palavras, o que é muito difícil encontrar nos lugares onde ela mais roda na europa), a V4 R conta ainda com um monoamortecedor de nitrogênio também ajustável.
Originalmente, seus pneus são de 190/55, mas podem ser substituídos por um 200/55 ou, para aproveitar ainda mais a potência da Tuono, por um 190/50.
Sua frente lembra um pouco algum dos Transformers, não acha?
Por enquanto, a nova Tuono V4 R encontra-se disponível apenas para o mercado europeu e tem preços sugeridos de: € 13.590, na versão básica, e € 15.590 na versão completa. Não há previsão para seu lançamento em terras tupiniquins, mas, do jeito que a coisa anda por aqui, ela deve aportar dentro de uns 2 a 3 anos, dependendo do sucesso que fizer lá fora.
À primeira vista, dá-se a impressão de estarmos cara a cara com um "Transformer", devido ao conjunto de faróis e piscas da Tuono, mas, no geral, trata-se de uma "gatinha das pistas", pela qual muitos marmanjos (como muitos de nós, motociclistas) caem de glúteos soltos sobre seu banco. Em suma, é uma linda e nervosa italiana, pronta para arrasar nas pistas.

Cores disponíveis:
 

terça-feira, 12 de abril de 2011

Kawasaki Vulcan 900 2011: uma grande estradeira

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Autêntica combinação do conforto de uma estradeira com a performance de uma moto de grande cilindrada, a Kawasaki Vulcan 900 - nas suas versões Classic e Custom - chama a atenção pelo seu design moderno. Seja para longas viagens, para uso urbano ou simplesmente estacionada, a Vulcan 900 certamente será motivo de orgulho para o seu proprietário.

Motor V-Twin de 903 cc, SOHC
O suave e confiável motor de dois cilindros dispostos em V foi configurado para garantir um excelente torque a baixas rotações. Montado sobre coxins de borracha, possui ainda um sistema balanceador no eixo do virabrequim para reduzir vibrações. O projeto simplificado do comando válvulas no cabeçote é leve e prático. As quatro válvulas por cilindro garantem um fluxo adequado da mistura e saída dos gases, otimizando a potência e o torque em baixas rotações.
Injeção eletrônica de combustível
A excelente performance e dirigibilidade se deve ao duplo corpo de borboletas com sub-aceleradores. O módulo ECU controla os sub-aceleradores que estão localizados atrás da válvula do acelerador principal, permitindo que o sistema de injeção eletrônica digital ofereça respostas mais precisas, de forma semelhante a um carburador de velocidade constante. Bicos injetores otimizados proporcionam uma excelente mistura de combustível, melhorando consideravelmente a aceleração e o consumo de combustível.
Tração por correia
Mais leve do que a tração por cardã, proporciona melhor atuação da suspensão e qualidade de condução. É também mais eficiente, transferindo maior potência para a roda traseira, requer pouca manutenção e emite pouco ruído.

Quadro de dupla trave
A espinha dorsal rígida com seção da caixa de grande diâmetro permite um tanque de gasolina maior, e contribui para a elevada estabilidade e fácil dirigibilidade em baixas velocidades. A balança triangular parece um simples suporte do pára-lamas, mas contém um amortecedor oculto debaixo do assento. Longa e baixa, proporciona um assento com altura mínima, mas com impacto visual máximo. A longa distância entre-eixos contribui para a estabilidade da Vulcan 900 Classic na estrada.

Freios a disco, dianteiro e traseiro
O disco dianteiro de 300 mm e o disco traseiro de 270 mm de diâmetro têm pinças com pistões duplos que garantem uma das melhores frenagens da categoria.

O clássico encontra o moderno (Vulcan 900 Classic)
As tradicionais rodas raiadas e cromadas combinam harmoniosamente. O pneu traseiro de 180 mm é mais largo do que é normalmente visto na maioria das motos custom de grande cilindrada, e proporciona ainda mais estabilidade.


Rodas moldadas e pintura especial (Vulcan 900 Custom)
Ressaltando a beleza de todo o conjunto, a delicada moldagem da roda dianteira de 21" contrasta com a robusta traseira de 15". Esta edição especial tem pintura em preto fosco de alta resistência, e projeta a imagem poderosa da Vulcan 900 Custom.


Quem leva a melhor? Bajaj DOMINAR 400 ou Kawasaki NINJA 400? Comparativo.

Salve, Motors!  Mais uma vez, o Louco por Motos traz um comparativo que, para muita gente, é bom saber antes de investir - mais, ou menos ...