segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Comparativo 250 cc: Kawasaki Ninja x Kasinski Comet GTR

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Olá, pessoal! Mais um comparativo importante aqui no Louco por Motos: Kawasaki Ninja 250 com Kasinski Comet GTR 250. O que pode parecer óbvio demais, pode nos trazer certas surpresas. Portanto, vamos à comparação:


Em termos de preço, a Kawasaki está um pouco mais cara: R$ 15,5 mil contra R$ 15,1 mil da Kasinski. Vê-se, de cara, que a diferença é muito pequena e pode fazer o cara pensar bastante. Mas, veja bem que esses valores são sugestões dos fabricantes, não obrigatoriamente, o preço que as revendas e concessionárias praticam, pois há influências do ICMS de cada estado. No quesito pós-venda, a Kasinski conta com mais concessionárias e, consequentemente, maior rede de assistência técnica e peças para reposição do que a Kawasaki - 130 contra 38. Ponto para a  Kasinski.



Visualmente, os dois modelos são belos, remetendo-nos às esportivas mais potentes. Na Comet, observa-se rapidamente que as bengalas são do tipo upside down (invertidas, em outras palavras), enquanto que, na Kawasaki, mantém-se os garfos do tipo telescópicos. Ponto para a Kasinski.

São motocicletas leves, que chegam a velocidades consideradas altas para a categoria: ambas são mais potentes do que suas outras rivais urbanas, a Fazer e a CB300R. Ambas possuem motor 249 cc, 2 cilindros (em linha na Ninja e em V na GT-R), na Ninja, refrigerados a líquido e, na Comet, a ar. Contudo, em termos de potência, são 33 cv @11.000 RPM na Kawasaki contra 32 cv @10.000 RPM na Kasinski. Mesmo comparando-se o torque das duas - 2,31 kgf.m @8.000 RPM da Comet contra 2,24 @8.200 RPM da Ninja -, a Kawasaki mostra-se mais potente. A Ninja possui 6 marchas, enquanto a Comet, 5. Seis marchas dão uma certa vantagem para a Ninja, já que exige menos do motor. O peso da Ninja é também um fator positivo: 169 Kg contra 173 Kg da Comet. Ponto para a Kawasaki.




No dia-a-dia, a Kawa ganha um ponto a mais, já que oferece uma posição mais confortável, melhor relação suspensao x quadro x pneus, além de possuir comandos mais macios do que na Comet. Na GT-R, feita para ser mais esportiva, as suspensões são mais duras, assim como o freio e o guidão, um pouco mais pesado do que o da japonesa. Isso influencia muito na pilotagem em grandes centros urbanos, onde o trânsito é mais caótico. Apesar de, na Kawasaki, o banco do passageiro ser um pouco mais estreiro e menos confortável, ela acaba ganhando mais um ponto em relação à sua concorrente, devido ao "conjunto da obra". Ponto para a Kawasaki.



Como se vê, são itens difíceis para fazer o motociclista tomar sua decisão, já que, tecnicamente, parecem empatar. Porém, deve-se levar em consideração outros fatores, como: o nome da marca, a história de cada uma (para os mais exigentes, a Kawasaki dá show, sem dúvida), os gastos com manutenção e outros pormenores. Eis, abaixo, uma pequena lista comparando determinadas peças e serviços (preços podem variar de acordo com revendedores e marcas):
                                              Kawasaki                                      Kasinski
1ª revisão (1.000 km)             R$ 140                                          R$ 85
2ª revisão (3.000 km)             R$ 140                                          R$ 275
3ª revisão (6.000 km)             R$ 286                                          R$ 355
Pneu dianteiro                         R$ 584                                          R$ 361
Pneu traseiro                           R$ 853                                          R$ 479
Corrente/coroa/pinhão (kit)     R$ 1.231                                       R$ 461  

Consumo médio                      23,2 km/l                                       30,7 km/l
Autonomia média                    327 km                                          522 km
Capac. tanque                         17 l                                                17 l
Entre-eixos                              1.400 mm                                       1.430 mm
Dist. do solo                            135 mm                                          155 mm
*Aceleração 0-100                    7,9 s                                              7,14 s
*para percorrerem os mesmos 131,3 metros.

Mais fotos:






ERRATAS:
- Os preços dos pneus da "Ninjinha", acima informados, não condizem com o que a fonte original citou. O pneu dianteiro desta moto está cotado entre R$ 225 e R$ 310, enquanto que o traseiro pôde ser encontrado na faixa de R$ 180 a R$ 265. Grato ao web-visitante Lucas, que deu o sinal.
- O kit de relação (coroa/corrente/pinhão) da Kawa 250, por sua vez, pôde ser encontrado por R$ 310 (marca Vaz) e também por R$ 200 (marca Riffel).
- O pneu dianteiro da Comet, por sua vez, pode ser encontrado por R$ 160, quase a metade do valor informado pela fonte original. Já o traseiro pode ser encontrado por R$ 420, ou menos, ainda, se você pesquisar melhor.

Fontes:
Revista Duas Rodas
Revista Motociclismo

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

A nova Shadow 750 2011: rebuscada na 600 cc

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Depois que a Honda viu suas vendas caírem com o lançamento da versão 750 cc da Shadow, os diretores e engenheiros se reuniram para encontrar uma solução para esse problema. A resposta veio rápida: por que não redesenhar a 750, baseando-se nos moldes de sua antecessora, que fez tanto sucesso? E assim foi feito. A nova Shadow 750 está bem diferente e mais ao gosto dos estradeiros brasileiros.
Na verdade, o modelo já existe, mas nos mercados norte-americano e europeu, onde também faz sucesso. O que aconteceu, aqui, em 2004, época do lançamento da 750, foi que os engenheiros acharam melhor trabalhar com o modelo clássico, talvez, para justamente diferenciar do modelo mais custom que a 600 oferecia. Mas, ao invés de melhorar, o que parece ter acontecido foi uma queda nas vendas, mesmo porque, outras marcas lançaram motos espetaculares para a estrada e, ao mesmo tempo, que ofecerem facilidades nos trechos urbanos.

A nova Shadow acomoda melhor ainda as pessoas
de baixa estatura e agrada também o público feminino, devido à
diminuição de sua altura em 1 cm e o estreitamento do banco do piloto..
 


Os pneus adotados na 750 possuem medidas de 120/90-17 na dianteira e 160/80-15 na traseira. Esta última foi mantida, mas a dianteira foi alterada para 90/90-21, ou seja, pneu mais estreiro e roda mais alta, já de cara, retomando o estilo mais chopper da sua antecessora.
Outra novidade está no freio Combined-ABS. O sistema, que é sinônimo de segurança sobre duas rodas, reúne os benefícios do ABS (Anti-lock Brake System) e do CBS (Combined Brake System). O primeiro evita o travamento das rodas em frenagens bruscas, facilitando o controle do veículo; o segundo distribui a força de frenagem de forma eficiente entre as rodas dianteira e traseira. O sistema faz parte do freio a disco traseiro, que substituiu o anterior disco a tambor, e fornece maior segurança na hora de parar essa monstrenguinha de 235 kg.

O freio a disco traseiro vem equipado com o C-ABS, que confere a esta
estradeira maior segurança nas frenagens.

A Shadow 750 havia substituído as pedaleiras pelas plataformas, já que segue o estilo Classic com vigor. Agora, em sua nova versão, as plataformas deram lugar, novamente, às tradicionais pedaleiras. Para dar um ar ainda mais chopper a esta versão, os paralamas ficaram mais estreiros, acompanhando, especialmente, a roda e pneu dianteiros, e seu farol um pouco menor.
Para reforçar a segurança, foi instalado o sistema H.I.S.S. (Honda Ignition Security System), um componente imobilizador de proteção contra furto. Com esse sistema, que identifica a chave por um chip eletrônico, somente a original tem capacidade para acionar o motor. Poderá haver, com isso, um certo desconforto para o proprietário, caso perca a chave original. É importante lembrar-se de possuir ao menos duas cópias a mais, além daquela que vem com a motocicleta. A tecnologia, no entanto, é considerada um dos grandes diferencias da Honda.




A Shadow 750 conta com injeção eletrônica de combustível PGM-FI, um sistema avançado que proporciona menor consumo de combustível e menor emissão de gases poluentes, além de dar respostas rápidas ao toque do acelerador.
O conjunto visual foi o que mais sofreu alterações na nova versão da Shadow 750. Assim que se bate os olhos nela, dá pra ver que seu estilo foi bastante modificado. Em relação à altura do chão, à posição do piloto e ao seu conforto, a nova Shadow oferece mais: seu banco foi levemente estreitado e ela ficou um pouco mais baixa - 65 cm, contra os 66 cm anteriores -; a distância entre eixos foi aumentada de 1,639 para 1,655 m, enquanto que a relação comprimento x largura x altura é de 2,430 x 835 x 1,125, contra os anteriores 2,503 x 920 x 1,125 m anteriores. Em números, parece pouca a diferença, mas, na prática, a estabilidade e a ciclística são outras. De fato, em termos de ciclística, a nova Shadow é bem mais ágil e fácil de ser pilotada, mesmo por iniciantes na categoria.




Toda a sua potência, resistência, robustez e baixa manutenção concentram-se no motor OHC (Over Head Camshaft), de 745 cm3, quatro tempos, dois cilindros em “V” de 52º e arrefecimento a líquido. Com potência máxima de 45,5 cv a 5.500 rpm e torque de 6,5 kgf.m a 3.500 rpm, a moto é ideal para as longas viagens, apresentando um ótimo desempenho em ultrapassagens e subidas longas.
O câmbio de cinco velocidades não requer trocas constantes das marchas, especialmente, devido ao alto torque. E a transmissão por eixo-cardã proporciona respostas imediatas com maior eficiência, baixa manutenção e conforto, por causa da ausência de ruídos mecânicos e vibração do conjunto.


Outra diferença notável está no conjunto traseiro, mas confere à parte da
Shadow 750 um ar mais esportivo.

 Seu chassi é do tipo berço duplo de aço e assegura elevada resistência a torções, com melhor dirigibilidade. A suspensão dianteira telescópica, com curso de 115 mm, e a traseira duplo-amortecida, com cinco posições de ajuste da tensão da mola, oferecem comodidade no uso com garupa. A bateria é de 12V – 11,2 Ah e selada, dispensando manutenção.


Roda dianteira maior - aro 21 - é uma das modificações necessárias para
trazer a Shadow de volta ao estilo custom/chopper.

 O modelo está disponível nas cores preta e vermelha metálica, ao preço público sugerido de R$ 28.880,00 para a versão Standard e R$ 31.880,00 para a versão C-ABS (valores baseados no mercado paulista e não incluem despesas com frete e seguro). A garantia é de um ano, sem limite de quilometragem.
Uma coisa é certa: para aqueles apaixonados pela velha 600 cc e seu estilo mais "arrogante",  e que não tenham visto na primeira versão da 750 algo que pudesse substituir a menor, agora é a hora de fazer a atualização, pois é como se estivesse trocando não só o motor, mas também atualizando-se em termos de visual, sem, contudo, deixar a categoria preferida para trás.







Fontes:
http://www2.uol.com.br/bestcars/motos/honda-biz-125-shadow-750-2011-1.htm
http://www.motonline.com.br/testes/teste-chopper.html
http://www.webmotors.com.br/wmpublicador/Motos_Conteudo.vxlpub?hnid=45056
http://fastmotos.com/2011/01/lancamento-shadow-750-com-visual-renovado-e-freios-c-abs/
Fotos: Divulgação

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

BARBA DE BODE - PROTEÇÃO CONTRA CEROL


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IMPORTANTE!  LEIA ESTE POST.

Por volta de 200 a.C., um general chinês, de nome Hau-sin, teria usado um instrumento feito de papel que, amarrado a uma linha e por ela segurado, podia "voar" com o mínimo de vento, para medir a distância entre dois locais no centro da cidade. A partir daí, outras pessoas começaram a fazer para si mesmas tal instrumento, com o intuito de passar o tempo. Com o passar dos anos e com sua popularização, a Pipa, ou Papagaio de papel, tornou-se um objeto usado em boa parte do planeta para a diversão, não só para crianças, como também para muitos adultos.
Diversões à parte, veio alguém com uma grande "ideia de girico" e substituiu a linha convencionalmente usada por outra, de mesmo tipo, porém, coberta por uma camada de uma combinação fatal: vidro triturado com cola, o famoso CEROL. Tudo isso, para simplesmente cortar a linha ou a própria pipa dos colegas: ou seja, para acabar com a diversão dos outros.
Vítima de linha com cerol.
Contudo, a brincadeira de mal gosto ganha ainda mais perversidade quando acidentes acontecem. E acontecem com frequência: motociclistas gravemente feridos no pescoço, quando não degolados. Como as autoridades e nem a mídia conseguiram, em seus esforços, acabar com a festa dos perversos, uma empresa lançou no mercado uma espécie de antena, que é simplesmente um arame de ferro com um gancho em sua extremidade, onde a linha passa e é imediatamente cortada, eliminando o risco de ferir ou matar o motociclista. Porém, tais anteninhas, além de feias, acabam por tirar a originalidade da moto e, conforme a posição da linha, não a "agarra".
Em 2010 foi lançado um novo acessório, chamado Barba de Bode, que veio para revolucionar o mercado. Feito de um material emborrachado e com pequenos ganchos, o acessório é acoplado ao capacete (fechado, não daqueles abertos) e, assim, protege 100% o pescoço do piloto. O motociclista poderá utilizar o BdB somente quando quiser, pois é facilmente destacado e reinstalado no capacete. O acessório tem garantia total contra defeitos de fabricação e não tem data determinada de validade: se usado normalmente, leva no mínimo o mesmo período de degradação de um pneu: 20 anos ou mais.
Caso você tenha se interessado neste acessório, entre em contato com este redator que vos escreve, através dos fones ou e-mail:

62 8403-0594 / 8126-4058 / 9608-1798
mozfialhojr@uol.com.br

Preço de lançamento (aqui no Louco por Motos):
R$ 23,50 (unid.) + desp. Correios
R$ 22,50 (5-9 unids.) + desp. Correios
R$ 20,00 (10 ou mais unids.) + desp. Correios

Acima de 100 unidades, preço especial.

Fotos do produto:







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falar c/ Mozart 

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

CG Titan ESD: eleita a moto com menor depreciação

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Olá, pessoal, depois de algum tempo parado, estamos de volta com as atualizações do Louco por Motos. Agora, para falar sobre depreciação no valor de seu bem, que é a motocicleta. Como o título sugere, a matéria dá destaque à CG 150 Titan ESD Mix, a que menor sofre com a queda de preço pós-compra. Continua a matéria:

Conforme o índice AutoInforme/Molicar, que calcula quanto as principais motos vendidas no Brasil perdem de valor depois de um ano de uso, a CG 150 Titan-ESD Mix perdeu 14,9% do seu valor nos últimos doze meses. Apesar de ser um índice alto, em comparação com alguns carros de passeio, no mercado motociclístico, onde os índices apontam em torno de 20% na depreciação, este valor foi considerado de "ótimo desempenho financeiro".

CG Titan 150 Mix: a menos depreciada do mercado brasileiro.
O estudo foi feito somente sobre as motocicletas que mais movimentam o mercado, ou seja, as de pequeno porte, entre 100 e 300 cc. Ainda assim, além de estar em primeiro lugar, a Honda possui mais cinco entre as dez motos com menor depreciação.  A Titan-EX é a segunda colocada: perde 16,7% do valor aos doze meses de uso. Em terceiro lugar aparece a Yamaha XTZ 250 Lander a gasolina, com depreciação de 17,5%. A Yamaha tem mais duas motos entre as dez menos desvalorizadas (lista no final do post). Além de Honda e Yamaha, uma única moto de outra marca entre as dez menos depreciadas é a Kawasaki Ninja ZX 250R, lançamento recente e muito bem aceito no mercado. Conforme o índice AutoInforme/Molicar, ela tem uma depreciação de 18% em um ano. A Sundown STX Motard 125 a gasolina aparece na décima primeira posição no ranking das menos depreciadas, com uma desvalorização de 19,8% após um ano de uso. Algumas motos, contudo, têm uma queda mais de 30% no valor em um ano: · a Kasinski Win 110 (- 32%);  · a Suzuki Intruder 125 (-33,3%); · a Sundown Max SE 125 (- 34,8%); · a Dafra Kansas 150 (38,5%) e  · a Kasinski Mirage Dual Tone 250 EFI -30,2%). A Dafra Speed 150 e a Kansas 250 tiveram uma depreciação de mais de 40% no ano: 41% e 42%, respectivamente. Em tempo: A Honda Titan 150 ESD Mix ganhou o selo de "Melhor Compra" do Guia 4 Rodas Moto 2009.


Depreciação 2010
Quanto cada moto perdeu depois de um ano de uso

Marca TipoVERSÃODepreciação
HONDACG 150 TITAN-ESD MIX A/G-14,9
HONDACG 150 TITAN-ES MIX A/G-16,7
YAMAHAXTZ 250 LANDER Gas.-17,5
HONDACG 150 TITAN-EX MIX A/G-17,7
KAWASAKININJA ZX 250R Gas.-18,0
YAMAHAXTZ 125-K Gas.-18,1
HONDACG 125 CARGO-ES Gas.-18,8
YAMAHAYBR 125 FACTOR/K Gas.-19,0
HONDACG 125 FAN-ES Gas.-19,4
HONDACB 300-R(C-ABS) Gas.-19,5
SUNDOWNSTX MOTARD 125 Gas.-19,8
YAMAHAXTZ 250-X Gas.-20,6
HONDAXRE 300 Gas.-21,4
SUNDOWNSTX 125 Gas.-21,8
KASINSKICOMET PHASE 2 250 EFI Gas.-22,4
SUNDOWNHUNTER 125-SE Gas.-22,5
HONDACB 300-R Gas.-22,8
KASINSKICOMET GT R 250 Gas.-22,9
YAMAHAYS 250 FAZER Gas.-23,1
SUNDOWNWEB EVO 100 Gas.-24,4
SUZUKIYES EN125 Gas.-27,3
KASINSKIWAY 125 Gas.-28,0
KASINSKICOMET GT R 250 EFI Gas.-28,7
DAFRASUPER 100 Gas.-28,9
SUNDOWNHUNTER 100 Gas.-30,0
KASINSKISETA 150 Gas.-30,0
KASINSKIMIRAGE DUAL TONE 250 EFI Gas.-30,2
SUZUKIBURGMAN AN125 Gas.-30,3
DAFRALASER 150 Gas.-31,0
KASINSKIWIN 110 Gas.-32,0
SUZUKIINTRUDER 125 Gas.-33,3
SUNDOWNMAX 125-SE Gas.-34,8
SUNDOWNMAX 125-SED Gas.-36,5
SUNDOWNFUTURE 125 Gas.-37,1
DAFRAKANSAS 150 Gas.-38,5
DAFRASPEED 150 Gas.-41,0
DAFRAKANSAS 250 Gas.-42,0
 Fonte: AutoInforme/Molicar 

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Yamaha XTZ 250 Ténéré 2011: em Novembro

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Atenção, motociclistas brasileiros apaixonados por trails médias! Vem aí a nova XTZ 250 Ténéré, a mais nova aventureira da Yamaha. Feita para o público tupiniquim, é uma motocicleta para ser utilizada no cotidiano urbano, em viagens ou lazer. Ela oferece boa autonomia, conforto, economia e qualidade preservando algumas características de moto trilheira, mas com maior aptidão para o asfalto.


Ela traz os mesmos conceitos das Ténéré 660 e da Super Ténéré 1200, ambas da Yamaha, mas em menores proporções e com um comportamento dinâmico mais voltado ao asfalto que propriamente a off-road ou enduros. Mas, isso não quer dizer que ela não possa fazer tal trabalho, evidentemente. Algumas adaptações e ela estará pronta para as trilhas.
Vista de frente, a XTZ 250 Ténéré se destaca pelo farol, composto por dois multirefletores e lente em policarbonato, com duas lâmpadas halógenas de 55 watts, ambas alojadas em uma semi-carenagem com pára-brisa que oferece proteção do vento, insetos, chuva etc. Aliada ao pára-lamas mais baixo, esse conjunto de frente foi desenvolvido de forma a ajudar a diminuir o consumo de combustível, além de contribuir para velocidade final, ligeiramente superior a outras motocicletas da mesma categoria.




O chassi é do tipo semi-berço duplo em aço, onde se encaixa o tanque de combustível. Este tem capacidade para 16 litros, com reserva de 4,5 L. A "Ténéré 250" tem autonomia bem mais desejada do que a concorrência, além de trazer pontos extras no conforto, assento em degrau, alças para a garupa, proteção aerodinâmica, altura do guidão (mais elevado com amortizadores), comandos nos punhos e painel de instrumentos completo, relação de marchas mais alongada, o que a destaca ainda mais como moto para viagens.
Assim como nos modelos YZF-R1 e YZ 450F, seu propulsor tem o pistão forjado e cilindro com revestimento cerâmico, o que fornece maior resistência e melhor dissipação do calor.O motor, monocilíndrico, é de 249 cm³, quatro tempos, OHC (Over Head Camshaft) e desenvolve 21 cavalos a 8.000 RPM. Gerenciado pelo sistema denominado Unidade de Controle Eletrônico (ECU), ele controla um conjunto de 10 leituras diferentes. Ele monitora e analisa as informações de cada sensor e transmite os comandos aos vários sistemas para atender às mais diferentes condições de pilotagem, como por exemplo, o sensor do ângulo de inclinação que é usado para interromper a injeção do combustível quando houver uma inclinação da motocicleta superior a 65 graus, sensores que avaliam a altitude, a temperatura do ar, admissão, etc. O combustível é alimentado eletronicamente, por meio do sistema de injeção criado pela própria Yamaha e que, agora, cinco anos depois de suas primeiras aplicações, encontra-se tecnologicamente mais avançado e melhor.




A suspensão dianteira reforçada, do tipo telescópica, tem curso de 220 mm e possui suas barras protegidas por uma coifa em borracha. Já a traseira é monoamortecida e tem 200 mm de curso sendo formada pelo braço oscilante e um amortecedor a mola, óleo e gás com regulagem por rosca de fácil acesso e manuseio.
As rodas são de aço e medem 80/90-21 M/C 48S (dianteira) e 120/80-18 M/C 62S (traseira). Ambas contam com freio a disco, sendo 250 mm na dianteira e 203 na traseira. O freio dianteiro teve seu poder de frenagem melhorado, devido à adoção de uma mangueira mais curta e com malha de cobre em sua extremidade junto ao calíper. Originalmente, a Ténéré 250 vem com pneus Pirelli Scorpion - mais adaptado ao asfalto do que à terra -, com menor nível de ruído.






No painel de instrumentos, um mostrador de cristal liquido multifuncional com hodômetro total e dois parciais (TRIP-1 e TRIP-2), mais hodômetro do combustível (F-TRIP), indicador do nível de combustível, relógio e tacômetro eletrônico analógico de excelente visualização, além de leds; indicador do neutro, farol alto, luz de direção e alerta do motor.
A nova XTZ 250 Ténéré já está chegando à sua concessionária preferida e tem preço sugerido de R$ 13.000,00.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Vem aí a Honda CBR 250RR

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A Honda pretende lançar no mercado, em 2011, sua mais nova cria de duas rodas: a CBR 250RR, sem dúvida, uma grande concorrente para a Kawasaki Ninja 250R, principalmente. Pelo menos, há rumores de esse novo motor vir a rodar no próximo ano.
Fig. 1. São apenas rumores, mas, certeza de mercado garantido.

Apesar do silêncio do fabricante, algumas fontes afirmam que a Honda poderá usar um de dois motores: ou o bicilíndrico que está na VTR 250, ou o da CRF 250. Este último, porém, precisaria de modificações sérias para encarar as estradas, o contrário do primeiro, que já foi desenhado para essa função.




Pelo que consta nas poucas informações a respeito dessa pequena esportiva, ela deverá ser fabricada na Tailândia, onde o parque industrial da Honda está mais bem preparado para montá-la. Não há previsão para sua chegada em terras tupiniquins, mas saberemos em breve, mesmo porque, por enquanto, trata-se de rumores.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Honda CB300R 2011: poucas mudanças

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A Honda parece estar satisfeita com sua CB300R, já que, para o modelo 2011, efetuou pouquíssimas modificações.
O detalhe está no novo retrovisor, pintado de preto e, visualmente, incorporada a cor azul, dando lugar ao prata, cujo modelo não será mais produzido.



Portanto, sem muitas novidades, até mesmo no preço, que continua sendo:

CB 300R: R$ 11.490,00
CB 300R com ABS: R$ 13.990,00
Valores sem frete e seguro inclusos

As concessionárias já estão recebendo os novos modelos.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

K 1600 GT: a nova Sport Touring da BMW

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BMW K 1600 GT


Seu visual e tamanho impressionam. Impressionam, ainda mais, suas linhas modernas, seu motorzão e, claro, os números em torno de suas características.
Apresento-lhe a BMW K 1600 GranTouring, a mais nova atração da alemã BMW. Ela foi mostrada no Intermot 2010, que aconteceu em Cologne, Alemanha, entre os dias 6 e 10 de outubro. 

"Motorzinho" de 6 cilindros e 1600 cc
 
Equipada com um motor de 6 cilindros em linha, a K 1600 GT desenvolve 161 cv de potência  a 7.500 rpm e 17,8 kgf.m de torque a 5.000 rpm. Surpresa! O motor pesa apenas 102,6 kg e 70 % do torque máximo já está disponível à baixíssimos 1.500 rpm.
Tecnologia é o que não falta nessa gran turismo: sistema de freios ABS integral, três modos de pilotagem (chuva, esporte e estrada), controle de tração e suspensão eletronicamente ajustável. A novidade, contudo, está em seu farol ajustável com lâmpadas xenon, que ajusta automaticamente a direção do foco durante as curvas. O sistema de áudio permite ligar IPod, pen drives ou SD Cards, e está devidamente protegido em um compartimento à prova d'água. Ah, e ela possui integrado, também, um sistema de navegação. Demais, não? 



Yamaha Lander 250X: a pequena Motard

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A pequena trail motard da Yamaha, Lander 250X, é uma das motos que mais tem tido saída das concessionárias, haja vista a procura por sua maleabilidade em trechos urbanos, sua boa atuação em circuitos de trilha e seu preço. Uma combinação perfeita para quem quer praticidade e boa relação custo x benefício.
O teste aqui apresentado foi feito por um piloto da Moto Esporte, Marcos Branco, e o reproduzo aqui, no Louco por Motos, para que você mesmo avalie e faça suas comparações.
A primeira impressão deixada pela Lander: é uma moto macia, boa de curvas, vai bem na terra e no asfalto (mesmo aqueles prometidos e não-cumpridos pelas prefeituras Brasil adentro) e, para os mais cuidadosos com suas reservas, econômica.
Em rodovias, segundo Marcos, "o desempenho é igual a Lander XTZ e Fazer 250 (...) mesmo motor, câmbio (...) velocidade cruzeiro é de  120Km/h, mas, se quiser andar acima disso, ela vai fácil. Cheguei a andar entre 130 e 140Km/h  por muito tempo e, com esta média alta, ela fez 20,48Km/l (...) em declive, ela bateu os 150Km/h entrando no limitador. Mesma velocidade final que deu a Lander XTZ e Fazer 250".
Mesmo em alta velocidade, o piloto não chegou a senti-la trepidando e nem mesmo sem estabilidade. A moto fica mais leve em alta, o que pode ocasionar alguns efeitos indesejáveis na pilotagem, como trepidação, descentralização do ponto de gravidade e até mesmo a sensação de que a moto está "ao sabor do vento".
Ainda de acordo com os testes realizados por Marcos, a Lander 250X o deixou satisfeito em curvas de baixa e média velocidades, esbanjando estabilidade. E, como não bastasse, detonou uma curva a 140 km/h, sentindo ainda o bom comportamento da pequena motard. Isso é um indicador de que a Lander X é uma moto de garra e um ótimo nível de confiabilidade.
Em termos de câmbio, o piloto de testes sentiu a necessidade de uma sexta marcha para a Lander, pois a deixaria mais à vontade nas altas velocidades. Para ele, apesar da precisão do câmbio, a alavanca de seleção é um pouco dura.
Contudo, como nem tudo que reluz é ouro, a moto possui também seus pontos fracos e, um deles, é um item muitíssimo importante em qualquer veículo: o freio. Ambos são a disco, mas falta mais atrito no dianteiro, o que pode atrapalhar um pouco o piloto, especialmente, em seus primeiros dias com a motocicleta.
O pára-lama traseiro é diferenciado, integrando lanterna LED com 15 diodos e suporte de placa semelhante ao modelo esportivo Yamaha YZF-R6. Em termos de conforto, por abranger os estilos on/off-Road, é uma boa moto: seu banco possui uma espuma na medida, mas estreita como nos outros modelos da categoria, o que pode trazer um certo desconforto em viagens mais longas.
Seu motor de 250 cc não decepciona, porém, não é o tipo de motor que o piloto possa exigir, especialmente, em ultrapassagens duvidosas. Na dúvida, melhor não arriscar. Mas, tem força o bastante para suportar o trânsito caótico das cidades grandes, bem como as trilhas nos finais de semana.
Seu painel é digital, possui um hodômetro de reserva muito útil, mas seu conta-giros possui pouca visibilidade. O farol possui um design bonito, porém, não cobre uma área muito satisfatória (problema encontrado em muitos modelos de motocicletas).
A conclusão final do piloto Marcos Branco é esta:
"- Motor bom, mas barulhento
- Consumo bom
- Cambio é preciso, mas alavanca pouco dura
- Suspensão no geral é boa, mas precisa melhorar a velocidade do retorno da suspensão traseira
- Conforto: razoável, a espuma do banco possui uma boa densidade e a posição pilotagem ereta 
- Freios razoável
A Lander 250X é uma das melhores moto custo beneficio do mercado na categoria, demonstrou ótima na cidade e na terra, super maleável, eu indicaria para cidade, ou para deslocamentos na terra e até mesmo para a primeira moto, pois é muito fácil pilotar, boa para usar no dia a dia."


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