sexta-feira, 21 de agosto de 2015

EXEMPLO DE SUPERAÇÃO

Boa sexta-feira, galera!

O post de hoje é um tanto quanto diferente do que já foi mostrado por aqui, até hoje. O que nunca falamos foi sobre superação, que é algo que faz da pessoa alguém "maior que todos os outros". Porque, superar, seja seus limites, seja as dificuldades, sempre exige muito de nosso físico, mas, ainda mais de nosso psicológico. E é onde a gente mostra ter força ou não. 
O depoimento a seguir é de nosso colega Anderson Fernandes, de Niterói-RJ, o qual teve que passar - e ainda passa - por uma das provas mais difíceis do mundo, dada pela própria Vida, ou destino, como queiram. Leia, nas palavras dele, o que ele tem a nos dizer. 


"Moto/triciclo adaptada feita por Paraplégico
Anderson Fernandes, Motociclista, tenho 39 anos, moro desde meu nascimento no bairro de Vigário Geral, no Rio de Janeiro/RJ. Fato é que eu estou paraplégico desde 07 Abril de 2007, devido a um acidente com minha moto, ficando internado no hospital Estadual Getúlio Vargas, no bairro da Penha por 5 meses, em um quadro de morre, não morre, mas Graças ao Bom e Misericordioso Deus, estou aqui Vivo!


Gosto muito de motos e, no início de 2014, tive uma ideia de fazer uma Moto/ triciclo adaptada.
Fiquei ao todo 12 meses fazendo sozinho, às vezes, meu pai me ajudava em algo que não podia fazer, mas 90% foi feito por mim. Trabalhando de domingo a domingo, só parei na estação do verão, devido ao intenso calor aqui no RJ, ficando concluído no dia 25 de Julho deste ano de 2015.



Quero mostrar com esse feito, que um deficiente cadeirante, seja ele, desde seu nascimento, ou que está cadeirante, não sei por qual motivo, que todos são capazes de fazer muitas coisas, quero mostrar com isso que eles não duvidem do que podem fazer!
Sonhem e ponham em prática seus sonhos.
Um abraço."






Obrigado, grande Anderson! Motoabraço!!




quinta-feira, 13 de agosto de 2015

TT RACER, ILHA DE MAN. PARTE I

E ae galera motociclista? Tudo na santa paz?
Outra série de postagens que pretendo fazer inicia-se aqui. É sobre uma das corridas mais longas, loucas e perigosas (não necessariamente nessa ordem) do mundo! É uma corrida que dura dias e não tem limite de velocidade. Tem, sim, limites para o físico, o psicológico, mas não para a adrenalina.

Fig. 1. Poster dos primórdios da TT Racing

Fig. 2. Corrida na década de 30

Vamos começar falando um pouco da história desse evento, que acontece todos os anos na Ilha de Man, um espetáculo montanhoso natural entre a Grã-Bretanha e a Irlanda.
A primeira corrida ocorreu em 28 de maio de 1907, um ano após uma confusão durante a Copa de Motociclismo da Áustria, quando houve acusações de trapaças e práticas desleais. O evento foi então transferido, por assim dizer, para a Ilha de Man, por homens que tinham uma visão diferente do que poderia ser aquele campeonato. Mudaram o nome da competição para Tourist Trophy of Isle of Man (Troféu Turista da Ilha de Man) e, desde então, vem conquistando os corações mais abastados da Europa e dos EUA, seja para assistir às corridas ou mesmo para ser um de seus astros.
Fig. 3. A velocidade permite que a moto literalmente voe.

Fig. 4. 220 curvas nos 60 km de pista.

Seus números impressionam.
- O evento já tem mais de 100 anos de existência.
- 60,72 km (37,73 milhas) é a extensão da pista.
- 25.484 km foi o percurso na corrida de inauguração.
- O circuito possui mais de 200 curvas.
- 396 mts é a altitude máxima das encostas para o mar.
- 340 km/h é a velocidade máxima alcançada na pista, por Guy Martin.

Fig. 5. Acidentes cabulosos são comuns.
- 220 pessoas é o número de pilotos e espectadores mortos durante as corridas, de 1907 até hoje.
Devido ao alto número de acidentes trágicos, a corrida ganhou um apelidozinho bem peculiar: Corrida da Morte (Death Race).
Atualmente, a corrida continua acontecendo no final do mês de Maio e tem atraído gente graúda ($$) dos quatro cantos do planeta.

Por enquanto é só, pessoal. Motoabraço e até a próxima.







sexta-feira, 7 de agosto de 2015

NOVIDADE: HONDA CG 160cc

É isso aí, galera, a Honda está trazendo novidades na categoria das pequenas urbanas brasukas: as CGs Fan e Titan 160 cc.
Novas CG 160 - Fan e Titan
Isso acontece em meio à comemoração de quase 40 anos de existência do modelo CG no Brasil, com cerca de 11 milhões de unidades emplacadas. A Honda CG - 125 e 150 - é tida como o veículo motorizado mais vendido no país, ganhando até mesmo dos Fiat Palios. E a expectativa de aumento nas vendas cresce, com a inserção de mais este modelo.
CG 160 Fan

CG 160 Titan
O que está deixando o pessoal um pouco descontente, é o preço da moto. Com valores de sugestão que variam entre R$ 7.990 (Fan) e R$ 9.290 (Titan), sabemos que podem atingir algo em torno de R$ 1 mil reais a mais por cada modelo. Mas, no final das contas, você acabará vendo que houve uma certa compensação, pois ganha-se na economia.
O novo motor, monocilíndrico e flex, além de proporcionar um pouco mais de robustez à moto, acaba gerando também uma economia maior de combustível, já que trabalha com mais "folga" do que seus antecessores. São 162,7 cm3, capaz de gerar 14,9/15,1 cv de potência (@ 8000 rpm) e 1,4/1,54 kgfm de torque (@ 6000 rpm), com gasolina/etanol, respectivamente.
Detalhes aperfeiçoados.
Em termos de estrutura, o novo sistema de balança faz a moto vibrar menos, trazendo um pouco mais de conforto ao piloto. O chassi também ganhou reforços para a fixação do motor e as suspensões usam os tradicionais garfos telescópio com 135 mm de curso (diant.) com sistema bichoque (amortecedores duplos e mola) de 106 mm de curso na traseira.
O sistema de freios combinado está presente somente na Titan. Nesse sistema, os freios dianteiros e traseiros são ativados ao mesmo tempo, a partir de um único acionamento.

Outra alteração visível está no visual geral da CG. A Honda quis dar um acabamento com aparência de moto maior, trabalhando também em sua carenagem frontal e nas semicarenagens laterais. O tanque de combustível recebeu linhas mais altas e bocal do tipo aeronáutico. Sua capacidade, de 16,1 litros, não mudou.

Em sua estética, a CG 160 Titan tem apelo mais esportivo que a Fan. Defletores laterais, suporte da placa na rabeta, protetores e ponteiras do escape, pedal de freio e pedaleiras fazem essa diferença mais notável. Também são exclusividade do modelo a incorporação de painel digital com conta-giros, alças de apoio removíveis em alumínio para o garupa e desenho exclusivo para as rodas. Na Fan, as rodas são também de alumínio, uma novidade para o modelo.
Ao que parece, mesmo com o preço um pouco acima da expectativa do brasileiro, a CG 160 veio pra ficar. É aguardar os primeiros testes e tirar uma conclusão melhor.

Motoabraço!








(fotos: divulgação)

terça-feira, 4 de agosto de 2015

RALLY DOS SERTÕES 2015

Bem, pessoal, esse post é somente para apresentar-lhes o roteiro do Rally dos Sertões 2015, que teve início Sábado, dia 31/07/15, aqui em Goiânia-GO.

As informações a seguir foram extraídas do site da Confederação Brasileira de Motociclismo.
Victor Eleuterio/Foto Arena/ VIPCOMM

Rally dos Sertões começa neste sábado

30/07/2015


Começa neste sábado, 1º de agosto, a 23ª edição do Rally dos Sertões, uma das principais competições do mundo. A tradicional prova é válida pelo Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country.
 O ponto de partida será em Goiânia, Goiás, com destino a Foz do Iguaçu, Paraná. O roteiro inédito terá quase 3 mil quilômetros. A competição passará por quatro estados e oito cidades, que incluem também Rio Verde (GO), Itumbiara (GO), São Simão (GO), Três Lagoas (MS), Euclides da Cunha Paulista (SP) e Umuarama (PR). Toda a caravana do evento (organização, pilotos, equipes e imprensa) deve reunir neste ano cerca de 1.500 pessoas.
Atual líder do Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country na categoria Production Aberta, Ricardo Martins tem dois objetivos no Sertões 2015. Além de buscar a vitória, o piloto quer manter a liderança do nacional.
Na TV aberta, a Band será a emissora oficial do Rally dos Sertões 2015. Já na TV fechada a parceria é com a ESPN.
Detalhes do percurso do Rally dos Sertões 2015:

1ª etapa - 02/08 – Goiânia (GO) – Rio Verde (GO)
Deslocamento inicial: 50,84 km
Trecho cronometrado: 205,74 km
Deslocamento final: 104,56 km
Total do dia: 361,14 km

A especial começa em estradas de fazendas com muitas lombas e mata-burros. O trecho é bem sinuoso numa região montanhosa com travessias de pequenos riachos. O piso predominante é o cascalho e a piçarra. Será uma prova de média velocidade com poucas retas longas.

2ª etapa - 03/08 – Rio Verde (GO) – Itumbiara (GO)
Deslocamento inicial: 28,22 km
Trecho cronometrado: 156,73 km
Deslocamento final: 150,02 km
Total: 334,97 km

A prova entra em uma zona agrícola, cruzando fazendas e plantações de milho. O percurso conta com muitas lombas e lombadas em um trecho bem travado e sinuoso. Após a subida de uma pequena serra, a prova fica bem rápida com longas retas e curvas de alta. Na parte final, os competidores voltam para estradas menores com lombadas grandes. Nos últimos três quilômetros, haverá descida de uma serra muito estreita e sinuosa. O piso predominante continua sendo de cascalho, piçarra e poucas pedras.

3ª etapa - 04/08 – Itumbiara (GO) – São Simão (GO)
Deslocamento inicial: 143 km
Trecho cronometrado: 295,05 km
Deslocamento final: 65,32 km
Total do dia: 503,37 km

Esta etapa começa subindo uma serra muito estreita e sinuosa, seguindo por estradas com lombas e lombadas de todos os tamanhos. A prova fica travada e sinuosa com pequenos trechos de Trial e volta para uma área agrícola onde a velocidade aumenta relativamente. Serão contornadas grandes lavouras de cana-de-açúcar com um piso misto de piçarra e areia. A especial segue em estradas menores de cascalho até o final.

4ª etapa - 05/08 – São Simão (GO) – Três Lagoas (MS)
Deslocamento inicial: 147,13 km
Trecho cronometrado: 240,06 km
Deslocamento final: 39,59 km
Total do dia: 426,78 km

O Rally dos Sertões deixa o estado de Goiás e entra no Mato Grosso do Sul, que pela primeira vez faz parte do roteiro. A etapa começa em estradas de piçarra e cascalho em uma região com muitos mata-burros, lombas e lombadas. A prova atravessa uma região canavieira e segue por estradas de fazenda com pequenos trechos de trial. Os competidores entram em uma região de reflorestamento com um piso arenoso e assim segue até o final da especial.  Nesta etapa, haverá todos os tipos de piso: cascalho, piçarra e areia.

5ª etapa - 06/08 - Maratona - Três Lagoas (MS) – Euclides da Cunha Paulista (SP)
Deslocamento inicial: 142,06 km
Trecho cronometrado: 291,16 km
Deslocamento final: 154,04 km
Total do dia: 587,26 km

Logo no início dessa especial, muitas lombas e lombadas seguindo por estradas estreitas com longas retas. O piso predominante continua sendo de piçarra com pequenos trechos de areia. Nos últimos 40 quilômetros, a prova fica sinuosa e rápida e segue em um piso arenoso até o final da especial.

6ª etapa - 07/08 – Euclides da Cunha Paulista (SP) - Umuarama (PR)
Deslocamento inicial: 26,96 km
Trecho cronometrado: 199,32 km
Deslocamento final: 89,84 km
Total do dia: 316,12 km

Após uma travessia de balsa, o rali entra pela primeira vez no estado do Paraná.  A especial começa em uma região canavieira bem travada e sinuosa, exigindo muita concentração e navegação. Piso de terra vermelha e trechos arenosos alternados predominam nessa etapa. A prova segue por estradas menores com muitas retas e lombas. Na última parte, o trecho volta a ficar travado e sinuoso, entrando novamente em canaviais. Daí, os competidores seguem por longas retas até o final da especial.

7ª etapa - 08/08 – Umuarama (PR) - Foz do Iguaçu (PR)
Deslocamento inicial: 200,56 km
Trecho cronometrado: 120,54 km
Deslocamento final: 25,05 km
Total do dia: 346,15 km

Após um longo deslocamento por rodovias, cruzando belas cidades do Paraná, o Rally dos Sertões chega à última especial da prova. Começa em estilo de WRC (Campeonato Mundial de Rally). Rápida com trechos sinuosos, em um piso de cascalho bem escorregadio e traiçoeiro, alternando com trechos de terra vermelha. Os competidores entram em uma zona agrícola, cruzando pequenas propriedades e passando por trechos calçados com pedras. É sem dúvida a especial mais rápida do rali. Na última parte, a prova volta a ficar sinuosa em estradas de terra vermelha, seguindo assim até o final em Foz do Iguaçu.


Programação do Rally Sertões 2015*:

29/07 - Autódromo Internacional de Goiânia
10h30 - Abertura da área de box

30/07 - Autódromo Internacional de Goiânia
A partir das 10h30 – Secretaria de prova
10h30 às 18h30 – Vistorias técnicas e administrativas

31/07 - Autódromo Internacional de Goiânia
9h – Abertura do Autódromo Internacional de Goiânia para o público
A partir das 10h30 – Secretaria de prova
A partir das 10h30 – Credenciamento de imprensa
10h30 às 16h – Vistorias técnicas e administrativas
12h às 13h – Coletiva de imprensa oficial
16h30 às 18h – Carreata dos veículos do Rally dos Sertões em Goiânia
18h às 21h – Briefings

01/08 – Autódromo Internacional de Goiânia
8h – Abertura do Autódromo Internacional de Goiânia para o público
9h às 10h30 – Posicionamento dos veículos no Parque Fechado
11h30 às 14h – Prólogo
14h50 às 16h50 – Posicionamento dos veículos no Parque Fechado
17h15 – Largada Promocional

02/08 – Rio Verde (GO)
8h – Abertura do Autódromo Internacional de Goiânia para o público
9h – Largada da prova
13h às 21h – Secretaria de prova / Sala de imprensa / Posto médico
19h – Briefing Motos, Quadriciclos e UTVs
20h – Briefing Carros

03/08 – Itumbiara (GO)
13h às 21h – Secretaria de prova / Sala de imprensa / Posto médico
19h – Briefing Motos, Quadriciclos e UTVs
20h – Briefing Carros

04/08 – São Simão (GO)
12h às 21h – Secretaria de prova / Sala de imprensa / Posto médico
19h – Briefing Motos, Quadriciclos e UTVs
20h – Briefing Carros

05/08 – Três Lagoas (MS)
13h às 21h – Secretaria de prova / Sala de imprensa / Posto médico
19h – Briefing Motos, Quadriciclos e UTVs
20h – Briefing Carros

06/08 – Euclides da Cunha Paulista (SP)
12h às 21h – Secretaria de prova / Sala de imprensa / Posto médico
20h – Briefing Motos, Quadriciclos e UTVs
21h – Briefing Carros

07/08 – Umuarama (PR)
13h às 21h – Secretaria de prova / Sala de imprensa / Posto médico
19h – Briefing Motos, Quadriciclos e UTVs
20h – Briefing Carros

08/08 – Foz do Iguaçu (PR)
12h às 18h – Secretaria de prova / Sala de imprensa / Posto médico
12h às 18h – Chegada à Usina de Itaipu
20h – Cerimônia de Premiação e Festa de Encerramento
Local: Ono Music Hall
Av. Rosa Cirilo de Castro, 85 – Foz do Iguaçu (PR)

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

MOTOS QUE DEVÍAMOS TER NO BRASIL - PARTE I

Galera motociclista, estava eu rodando pela net, quando deparei-me com alguns modelos e marcas que, sinceramente, deveríamos ter por aqui.
Numa breve passada, veja o primeiro lote de Motos que Devíamos Ter no Brasil.

YAMAHA XV950


"Inspirada no passado, construída para o futuro."
Assim é o slogan usado pela Yamaha de Portugal para a XV-950. Ainda completam com "uma bobber que incorpora o carácter e personalidade das criações originais num novo visual neo-retro japonês."

Algumas características da XV-950:
  • Motor bicilíndrico 942 cc em V SOCH a 60 graus com refrigeração por ar
  • Sistema de admissão remodelado para uma eficiência excelente
  • Filtro de ar compacto para um binário melhorado
  • Performance maximizada dos regimes baixo a médio
  • O tubo de escape 2 em 1 adapta-se aos contornos do motor
  • Embreagem com cinoblocos de borracha para reduzir o cansaço do motociclista
  • Elementos em aço inoxidável
  • Quadro de duplo berço para uma condução fácil e ágil
  • Rodas em material fundido de 12 raios e ABS opcional
  • Discos flutuantes tipo "wave" de 298mm
  • Farolete traseiro LED redondo sofisticado
  • Tanque de combustível em forma de gota de 12 litros

Yamaha XV-950. Um dia, ela virá!

YAMAHA TRICITY

Este scooter com três rodas - não é um triciclo! -, conhecido na Europa como Tricity, é o veículo ideal para a mobilidade urbana. Aqui, em nosso "chão macio e liso como mármore", é o veículo ideal, pois, além da economia, oferece mais estabilidade em terrenos irregulares (agora, sim, como a maioria das ruas das cidades brasileiras).





Características deste scooter:
  • Elegante e acessível para deslocação urbana
  • 3 rodas para maior sensação de estabilidade
  • Design exclusivo de inclinação em várias rodas (LMW)
  • Rodas dianteiras posicionadas próximas uma da outra para melhor agilidade no trânsito
  • Destinada aos condutores de scooters atuais e futuros
  • De peso reduzido, compacta e pronta a usar
  • Carenagem inteligente e moderna, com amplo espaço de armazenamento
  • Posição de condução natural e banco confortável
  • Motor de 125cc, econômico e potente, com refrigeração líquida
  • Freios a disco frontais e traseiro para fácil controle
  • Sistema de Freio Unificado (UBS) de série
  • Versão com ABS disponível como opção



HONDA NM4

Com jeito de ter sido retirada da tela do cinema enquanto passava Batman, a Honda NM4 é uma Cruiser com estilo para lá de futurista. Motor injetado de 670 cc, refrigerado a líquido, possui transmissão nos modos automático e manual. 



Algumas de suas características:

  • Painel LED de 25 cores
  • Soquete utilitário de 12 volts (para conectar celular, tablet e outros dispositivos)
  • Faróis de LED (dianteiro e traseiro)
  • Motor do tipo gêmeos-paralelos (parallel-twin) de 670 cc
  • Seis marchas câmbio dual-clutch (auto e manual)
  • Estilo futurista
  • Assento rebaixado
  • Encosto do passageiro do tipo móvel
  • Encosto para costa do piloto

Detalhe do farolete traseiro da NM4

Detalhe da frente da NM4

Depois, posto mais "sonhos de duas rodas" por aqui. Motoabraço, galera!

YAMAHA YZF-R3 NO BRASIL

E ae, galera motociclista? Todos na santa paz?

A Yamaha do Brasil está trazendo sua nova YZF-R3 para as concessionárias brasucas. A partir da segunda quinzena de setembro/2015, os fãs das pequenas esportivas poderão conhecer de perto esta novidade e, quem sabe, já sair rodando em uma.

 




Com motor bicilíndrico de 321 cc, a YZF-R3 é leve, boa aerodinâmica (sua carenagem descende da R6), aparência e pegada esportivas, além de contar com um motorzinho esperto de 42 cavalos de potência máxima. Para uma moto de pequeno porte, já está de bom tamanho. Sua maior concorrente brasileira, agora, é a Ninja 300, que desempenha no máximo 39 cv de potência.
Ela conta com faróis duplos, os mesmos usados na série R, carenagem aerodinâmica com concentração de peso à frente, suspensão esportiva e confortável, freios ABS (opcionais) de alto desempenho, entre outros mimos e particularidades que fazem a YZF-R3 uma moto distinta.
No Brasil, o preço de sugestão é de R$ 19.990. Assim que for lançada, procure a concessionária mais próxima para um test-drive. Quem sabe, você não faz um upgrade?

Motoabraço!


















segunda-feira, 13 de julho de 2015

DICA MECÂNICA - Sua moto não quer pegar?

E ae, motoamantes? Tudo 100%?

Então, em primeiro lugar, gostaria de me desculpar, pois o trabalho anda muito acirrado e não tenho tido muito tempo para postar as matérias. Mas, devagar vai-se longe, não é? O que não podemos é parar.
Essa dica é massa pra quem está com dificuldades na partida do motor. A dica, encontrada em um site da Internet. foi escrita pelo mecânico de motos João Novais Neto*. O que fiz foi rearrumar algumas coisinhas no texto e pronto. Está aí o que ele nos diz em relação a alguns testes e procedimentos:


Moto difícil de pegar?
Retire a vela, encoste na carcaça da moto (não segure na vela) e dê a partida. Observe a faísca, que deve ser forte e de cor azulada. Se ela estiver azulada, ok, o problema pode ser no carburador; se tiver avermelhada ou sem faísca, o problema é com bobina, cdi, pulsor, a própria vela ou bobina de faísca.
Primeiro teste:
Desconecte o cachimbo da vela, encoste o fio grosso na carcaça e dê partida. Se fizer faísca, o problema é na vela. Troque-a por uma nova. Se não fizer, vamos testar a bobina de ignição, que fica embaixo do tanque.
Teste da bobina de ignição: retire o fio preto/amarelo (Honda) que está encaixado na bobina de ignição (são dois fios, um verde que é o terra e outro preto/vermelho que vem do CDI). Encoste esse fio preto/vermelho na carcaça e dê partida. Se fizer faísca, o problema é a bobina de ignição. Se não fizer faísca, então iremos testar o CDI.
CDI da Honda 125

Teste do CDI: CDI – ignição por descarga capacitiva ou seja, um capacitor dentro do cdi é carregado e descarrega na bobina de ignição.
Verifique se o cdi não contém algum fio desconectado. Dê uma boa olhada nos encaixes para encontrar possíveis zinabres (crosta de cor esverdeada). Se estiver limpo, desconecte o fio preto/vermelho (esse fio vem dos estator e é da bobina de faísca), encoste ele na carcaça do motor e dê a partida. Verifique se ocorreu faísca. Se negativo, o problema é na bobina de faísca; se positivo, nos resta testar a bobina de pulso (pulsor).
Bobina de pulso (Pulsor) da CG Titan 150.

Bobina de pulso: tem um fio azul/amarelo (Honda) que sai também do estator, que é onde ficam os imãs e as bobinas na parte baixa do motor, lado esquerdo. Nesse caso, você tem que ter um multitester. Mude a chave do multitester para ohms e coloque uma ponta do multiteste no fio azul/amarelo, e a outra ponta na carcaça para fazer “terra”. A resistência dever ser alta na faixa de 180 a 280 ohms; se tiver baixa, substitua o pulsor.
Siga todas as instruções passo a passo e com certeza você vai solucionar o problema se ele for na parte elétrica.
Outra dica importante é que pode não haver faísca também por causa da chave de ignição com defeito, mau contato. São quatro fios: um vermelho, um verde, um preto e um preto/branco. O que nos interessa, neste caso, é o fio preto e branco que vem do CDI: desconecte-o e dê partida - se houver faísca na vela, então a ignição está com defeito, compre uma nova.

*Conteúdo de terceiros: o blog Louco por Motos não se responsabiliza pelo conteúdo ou pelo resultado dos testes apresentados. 

sexta-feira, 29 de maio de 2015

ACIDENTE: Por que não evitar?

Galera, sei que o assunto parece estar esgotado, massante, mas, na verdade, não pode deixar de ser dito, discutido, comentado e, sempre que possível, recheado de alertas.
Certa vez, li em algum lugar que as mortes são necessárias, pois seriam uma espécie de controle da natureza sobre a proliferação dos seres vivos. Todos eles, afinal, não existem só seres humanos sobre o planeta, correto?
Contudo, estes últimos têm morrido, não só por causas naturais, mas por diversos outros fatores, que vão desde a violência entre seres iguais, até acidentes de carro e moto. Muita coisa poderia ser evitada e muito sofrimento poderia nem ter existido.
Hoje, o Brasil soma cerca de 12 mil mortes de motociclistas/ano. Teoricamente, 1.000 pessoas estão morrendo por mês, sobre suas motos, e isso é um número tremendamente alto.
Campanhas são lançadas, multas são criadas e aplicadas, preços de seguros vão lá onde está JC, leis que a gente não consegue engolir são sancionadas, enfim, todo um universo de coisas é engenhado por causa dos acidentes motociclísticos e suas consequências. Além da tristeza para a família, traz também transtornos e prejuízos para terceiros, bem como, a administração pública.

Acidente. É possível evitá-lo?

Segundo estimativas da Cetesp, "os fatores humanos estiveram presentes na quase totalidade (98,6%) dos acidentes fatais investigados", envolvendo tanto terceiros como o próprio motociclista. Isso quer dizer, meus co-motociclistas, que nós é que temos que procurar pilotar com (muito) mais atenção, mesmo que não sejamos os culpados pelo acidente. Enquanto temos um capacete para proteger o coco e o peito como parabrisas, e qualquer coisa a partir de 40 km/h já é um risco, quem está num carro, ou em outro veículo maior, geralmente não tem problema algum. Têm, claro, seus próprios riscos, mas na maioria dos acidentes envolvendo motos, quem leva a pior é quem está sobre uma.
É possível, portanto, evitarmos acidentes. Estejamos sempre de olho no máximo de detalhes, entre os milhares que existem nas ruas e estradas, especialmente, nos trechos urbanos.
A velocidade é um dos vetores de maior risco. Dentro da cidade, em qualquer situação de emergência, em alta velocidade o piloto não possui muitos recursos, a não ser frear e rezar para não bater. Geralmente, a "reza" não ajuda. O que ajuda, é você, piloto, ter consciência entre espaço, tempo e velocidade. Tendo ideia do quão um está relacionado ao outro, já garante uma boa porcentagem de tempo de vida pra você. Das rodovias, estamos vendo cada vez mais vídeos com acidentes motociclísticos, e na maior parte das vezes o motociclista está em altíssima velocidade e... errado! Vemos muito, também, dentro das cidades, onde não só velocidade acima do limite, como também desrespeito às leis de trânsito e da vida, vários testemunhos em vídeo, onde milhares morrem ou se tornam dependentes para o resto de suas vidas.
Outra coisa que não combina - nem a pau, Juvenal! - com motos é a bebida alcoólica. Não falo um, ou dois copinhos, mas chapar o melão e sair por aí, achando que é o Batman ou o Tom Cruise, nas cenas de Missão Impossível. Meus amigos e amigas, isso definitivamente não funciona e pode acabar com sua vida. Evite sempre que possível, sim?
No mais, é ter olhos em todos os lugares do corpo, atenção a tudo e a todos ao seu redor, nunca desviar a atenção para qualquer outro ponto a não ser o próprio trânsito e o caminho que você está, e como está, percorrendo.
Bom, de minha parte, adoro rodar de moto por aí, especialmente, com altas quilometragens, mas quero tanto chegar ao meu destino, como voltar para o meu ponto de saída, porque, além de tudo, intenciono, daqui a 10, 20 anos, ainda poder viajar, com outra moto (ou não), mas com o mesmo entusiasmo que tenho desde moleque, nos meus tenros 11 anos, ainda sobre uma Katia T-50, da Garelli.

Boa sorte e motoabraço!

terça-feira, 14 de abril de 2015

Kawazaki H2: linda, veloz e... muito cara, meu!!

Olá, amantes de motos em geral! Esse post é para falar um pouco da nova Kawasaki H2, mas, também, uma forma de protesto contra essa taxação sem escrúpulos que existe no Brasil.
A Moto
A Kawasaki está colocando no mercado mundial seu novo lançamento, a Ninja H2, uma aposta para um mercado cada vez mais ávido por motocas de potência e tamanho.A novidade nesta nova monstra nipônica já começa pelo visual. Arrancada dos jatos, a inspiração usada faz mesmo a gente se lembrar de caças usados em guerras - uma pequena olhadela e você já se lembra de um F-16... rsrs De qualquer forma, o desenho foi elaborado para melhorar (e muito!) e garantir a eficiência aerodinâmica. Contudo, houve uma pequena redução no "corpo" da carenagem (por exemplo, a parte inferior, que serve para proteger o escape, não existe na H2), bem como, uma remodelada em toda ela, com entradas de ar mais eficientes. O escapamento, falando nisso, é duplo e fica do lado direito da H2, fazendo contraponto com o monobraço, que segura a roda traseira.A rabeta é curta, com linhas angulosas, mas que colaboram para a passagem do ar. A lanterna em LED é relativamente grande, escapando um pouco à "regra" das superbikes atuais. Na dianteira, trabalharam bastante nas entradas de ar, o que garante mais "frescor" para o motor.  Um único canhão de luz de LED no centro é ladeado por duas lanternas pontiagudas: segundo o fabricante, lembram os "dentes caninos de um predador".Os retrovisores foram idealizados por engenheiros da divisão aeroespacial da Kawasaki. As suas "asas", que servem para segurar os espelhos, funcionam também como aerofólios na estabilização da moto em altas velocidades pasra mantê-la firme no chão.

O Motor
Quatro cilindros em linha de 998 cm² refrigerado a líquido e com duplo comando no cabeçote (DOHC), nada de diferente da ZX-10R. Mas, devido a adição de um compressor de arquitetura centrífuga, que sopra o ar novamente para o motor e otimiza a mistura entre ar e combustível, ela ganha mais potência do que sua antecessora. Embora pareça, devido ao princípio de sobrealimentação, o motor da H2 não é turbo, pois o compressor não utiliza o ar quente obtido na explosão dentro do cilindo - a peça está ligada ao virabrequim e trabalha com a força gerada pelo próprio motor.
A nova promessa da Kawasaki possui duas versões: H2 e H2R. A primeira atinge 210 cv a 11.000 RPM, enquanto que a segunda, 325 cv (!) a 14.000. Já o torque máximo nas duas versões é de 13,6 kgf.m a 10.500 e 16,8 kgf.m a 12.500 rpm, respectivamente. 

Moto para um sóNão há espaço para garupa. Com uma moto assim, não adianta muito fazer sucesso com as garotas, já que o banco não é para dois, e sim, para um. A não ser que o piloto arrisque a sorte e leve a gatinha no tanque. Terrível, porque isso só faz aumentar o número de marmanjos em torno dela. E do proprietário, também. 

Brinquedinho caro
Está certo que, para atingir o ápice na tabela de preços, a Kawa tem neste modelo um parque tecnológico. Trata-se de uma gama de "geringonças" eletrônicas que fazem do conjunto H2 quase que irresistível: controle de tração ajustável em três níveis; controle de wheeling, para impedir que a roda dianteira levante e controle do freio-motor. Conta também com o câmbio assistido quickshift, que permite subir marchas sem acionar a embreagem. 

A maior novidade está no amortecedor eletrônico de direção, item desenvolvido em parceria com a Öhlins. O sistema se comporta conforme a velocidade e o grau de aceleração da moto. Isso é positivo, já que a atuação do compressor promete uma experiência marcante nesse quesito. 
Poder passear com uma Ninja H2, pelo menos aqui, deverá ser uma experiência quase única. Para se ter uma ideia, o preço da moto nos Estados Unidos será de 25.000 dólares, o equivalente a cerca de R$ 64.500. Aqui, no Brasil, a versão "simplificada" deve girar em torno dos R$ 120 mil, e ela está chegando em um número pequeno: apenas 28 unidades foram importadas para terras tupiniquins. Não se fala, por enquanto, na importação da H2R, que deve ter um custo bem maior. Falaremos mais, a respeito.






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