sábado, 27 de agosto de 2022

COMPARATIVO: Kawasaki Versys 300 x Honda XRE 300

COMPARATIVO: Kawasaki Versys 300 x Honda XRE 300



Salve, motociclista! Tudo bem com você?

Vamos a mais um comparativo de motos aqui no blog. Desta vez, foram selecionadas as pequenas trails Versys 300, da Kawasaki, e XRE 300, da Honda.

São duas motocicletas realmente muito bonitas e versáteis em trechos urbanos, mas que deixam a desejar em alguns pontos, claro, mesmo porque, seus motores foram preparados para situações mais leves, e não estradas ou terrenos muito brutos, especialmente, se estiver com garupa.



Começando pelos motores

Ambas vêm com motor DOHC 4 tempos, 4 válvulas por cilindro e levam o número 300 pra indicar suas cilindradas, mas não se engane logo de cara. Enquanto a Versys possui reais 296 cm3 distribuídos em seu bicilíndrico, a XRE da Honda vem com 291,6 cm3 em seu motor de um cilindro só. Motores bicilíndricos fornecem à moto uma melhor estabilidade, pois vibram menos, exigem giros menores e costumam ser mais econômicos.

Os tipos de cárter são: semiúmido na Versys, que fornece uma lubrificação forçada e é comum nas motos da Kawasaki, e úmido na XRE, tipo de lubrificação mais comumente encontrado nas motocicletas.




Apesar dos cilindros da Versys serem menores que o da XRE (62 mm contra 79 mm), ela oferece um tanto considerável a mais de potência: 40 cv contra 25,6 cv da XRE a 7500 RPM. A XRE só fornece um torque um pouco maior, de 2,8 kgf.m a 6000 RPM contra 2,6 kgf.m a 10000 RPM da Versys. 

Enquanto a Versys 300 conta com câmbio de 6 marchas, a XRE vai bem com sua cinco. Ambas possuem embreagens multidisco banhadas a óleo, mas a Versys ainda conta com o sistema deslizante, que oferece uma troca de marchas mais suave. Elas compartilham também o sistema de transmissão por corrente.

Painel da XRE 300 2022

Novidade na Kawasaki Versys.

Suspensão e pneus

As suspensões dianteiras das duas se diferem um pouco. São telescópicas mas, enquanto a da Versys tem curso de 130 mm, a da XRE é de 245 mm. As suspensões traseiras também são levemente diferentes: a XRE é de 225 mm e a Versys é de 148 mm, com regulagem.

Os freios dianteiro e traseiro são ABS, lembrando que o dianteiro da XRE tem três pistões, contra dois da Versys. Os pneus da XRE têm as seguintes medidas: dianteiro 90/90-21 e traseiro, 120/80-18.  A Versys tem seu pneu dianteiro 100/90-19 e o traseiro, 130/80-17.




Consumo

Em relação ao assento, a XRE apresenta maior altura: 860 mm contra 845 da Versys. Porém, em altura geral, a Versys vence o páreo: 1390 mm contra 1181 mm da XRE.

A Versys ganha também em capacidade de tanque de combustível. São 17 litros contra 12,4 da XRE. Porém, a Honda ganha em economia: enquanto ela faz média de 30 km/l, a da Kawa faz 24,5 km/l. No final, entretanto, com tanque cheio a vantagem volta para a Versys, com autonomia de 415 km, enquanto a XRE alcança 372 km. Ambas são bicombustível.



Preço. A parte mais arrepiante. Os valores foram consultados nos respectivos sites - Honda e Kwasaki - e correspondem ao mês de agosto de 2022. A XRE modelo Adventure está com preço sugerido de R$ 23.670,00 e a Versys é sugerida a R$ 33.810,00. 




Comente aí embaixo sua opinião a respeito dessas duas motos. Você possui alguma delas? E se não, sendo sua praia, você compraria qual dos modelos? 

Motoabraço e até o próximo post.


Link para assistir no Youtube:

https://www.youtube.com/watch?v=wmmLDuK0WsI








domingo, 14 de agosto de 2022

A HONDA APRESENTA SUAS NOVAS CB300

 A HONDA APRESENTA SUAS NOVAS CB300

Salve, motors!

Por uns quatro anos, desde que foi lançada em 2009, a CB 300 protagonizou o que seria um erro de engenharia por parte da Honda. O cabeçote costumava rachar devido à relação tamanho da vela x espaço no cabeçote. Mas isso são águas passadas e, desde o modelo 2013, a coisa foi refeita e a moto tem entregado bons resultados aos seus donos.


Já os modelos 2022 e 2023 prometem muito. A CB 300R 2022, lançada na Europa em junho passado, está completamente reformulada e não lembra em nada suas antecessoras. Ela ganhou atualização no motor, o garfo agora é Showa e possui embreagem deslizante, entre outras mudanças.

 O motor de quatro cilindros de 286 cc tem agora 31 cv a 9000 rpm e 2,76 kgfm de torque a 7.750 rpm. O modelo 2015, por exemplo, contava com 291 cc e produzia potência de 26,5 cv a 7.500 rpm. O torque de ambos se comparam. No final das contas, o novo motor acaba em vantagem por usar uma tecnologia melhor, até mesmo em economia. A refrigeração é líquida. 

O câmbio possui 6 marchas e a embreagem é assistida e deslizante. A embreagem deslizante (também conhecida como limitador de torque traseiro) possui um mecanismo de roda livre integrado, cujo principal ação é diminuir os efeitos da frenagem do motor em desaceleração. Evitam o excesso de rotação do motor e saltos da roda traseira (ou ruído), especialmente sob frenagem brusca¹. Em outras palavras, ela evita que a roda traseira trave em reduções rápidas e sequenciais, quando a moto está em alta velocidade e/ou com o giro alto.

Seu estilo agora é puro naked, o que conferiu à CB 300R um visual bem street racing. A amortecedor traseiro possui cinco níveis de ajuste de pré-carga e o garfo dianteiro, da marca Showa, é invertido e garante grande absorção de impacto, oferecendo maior segurança.

Em relação à linha da roda traseira, o banco ficou mais afastado para o centro da moto, ao passo que foi feita uma extensão no paralama traseiro, até a placa. Não é o tipo de moto que se instala um baú, nem pensar. 

O preço da CB 300R na Europa está na casa de 4.900 Euros que, convertidos hoje (dia 14/08/22), daria quase R$ 26.000. Vindo para o Brasil, porque virá em breve, prepare-se para desembolsar algo como uns 30 a 32 mil. 

O modelo 2023 - CB 300F

Enquanto isso, na Índia, a Honda apresentou o novo modelo da CB, com estilo streetfigghter, a CB 300F. 



Sem data para desembarcar em terras tupiniquins, a 300F é uma versão menor da CB 500F, e a Honda pretende entrar em luta direta com as rivais BMW GS 310R e a KTM 290 Duke. Pra aguentar esse páreo, a Honda deve saber o que está fazendo.



O modelo está equipado com o novo motor SOHC de 293 cc, refrigerado a óleo, de quatro válvulas que rende 24,5 cv de potência a 7.500 rpm e um torque de 2,61 kgfm @ 5.500 rpm. E vem acoplado ao câmbio manual, de seis marchas e uma embreagem deslizante.


As rodas de liga leve possuem 17 polegadas, garfos dianteiros invertidos, além de suspensão traseira 
de cinco níveis. Os freios são sustentatos por dois discos simples, um traseiro e outro dianteiro e são ABS. 

Além do mais, a moto conta com controle de tração, conjunto óptico 100% em LED, painel digital, tanque de combustível para 14 litros, painel completo, contando com tecnologia de controle de voz do smartphone da Honda, no modelo Deluxe Pro.

Na Índia, essa moto é encontrada a INR 225.900 (rúpias indianas), que no Brasil equivale a pouco mais de R$ 14.400,00. É, mas não vá se empolgando, porque, além de não ter data de vir para o Brasil, importá-la não sairia por menos de R$ 30 mil. 

Comente aí o que você achou dos novos modelos da CB 300. Motoabraço e até o próximo
artigo.

Não deixe de seguir este blog no canal Motonews TV, beleza? 

Versão em vídeo:


 

Se preferir assistir no Youtube, clique aqui.








Links:

https://carros.ig.com.br/motos/2022-01-24/honda-lanca-linha-2022-de-sua-naked-cb300r.html?Foto3

¹ https://motornet.com.br/noticia/guia-sobre-a-embreagem-deslizante

https://carros.ig.com.br/motos/2022-08-10/honda-lanca-nova-geracao-da-cb300f-com-estilo-mais-esportivo.html?

sábado, 2 de julho de 2022

Elétricas, a sensação do momento. Mas, quais as vantagens e desvantagens?

Elétricas, a sensação do momento. Mas, quais as vantagens e desvantagens?

Salve, motors! Tudo bem com vocês?

Bom, a febre do momento são as scooters e motos elétricas. No Brasil, então, tornou-se quase uma obrigação da maioria dos que tem veículos - e até mesmo, moto que bebe mais do que o dono - optar por alternativas que deem uma diminuída no orçamento de casa. 



De quebra, pode-se dizer que as scooters e motos elétricas trazem, sim, muita economia no final do mês, já que enfrentamos preços abusivos nas bombas de combustíveis, especialmente, se o proprietário a usa  com mais frequência para ir trabalhar.

Mas sempre há o outro lado da moeda. Sempre existe a parte que te faz pensar o quão compensa investir na economia, sabendo, claro, que há boas chances das contas caírem bem, no final da soma.

As vantagens

Silenciosa


O ruído emitido pelo motor elétrico é incomparavelmente menor do que o de combustão. O único barulho que se ouve, quando ela está em movimento, vem do atrito dos pneus com o asfalto. Nesse trânsito caótico e barulhento, nada melhor que colaborar na diminuição da poluição sonora, não? 

Respeito ao meio-ambiente

A preferência e consequente expansão dos motores elétricos, tanto dos veículos de quatro rodas quanto dos de duas, é de suma importância ao meio-ambiente, pelo simples fato de não queimar combustíveis fósseis e, consequentemente, não emitir poluentes no ar. A preservação ambiental é algo que temos que nos preocupar desde sempre.

Pilotagem confortável

A sensação de leveza que essas pequenas elétricas proporcionam partem, a princípio do


motor que, movido à bateria, não possui componentes mecânicos que ficam se tocando a todo instante, gerando o tremido das motos a combustão. Como a maioria possui câmbio automático e elétrico, basta à pessoa acelerar e não titubear, e pronto. Fácil demais.

Fácil de pilotar

As scooters, por si, já são veículos muito fáceis de pilotar, mas no caso das elétricas, isso é elevado a um nível maior, devido a fatores como o câmbio automático, leveza e dimensões. As motos não se diferem muito, principalmente, na questão do tipo de câmbio, mas também são mais leves. São um pouco mais altars, porém, nada que meta medo em um iniciante, por exemplo. 

Economia

O fator economia - e nem sempre, beleza - é o que mais chama a atenção do propenso comprador. Com o preço dos combustíveis beirando à insanidade, ter um veículo que ao menos o leve e o traga do trabalho é mais que justificável. Porém, não há como dizer com precisão que você vá economiar "x" reais no final do mês, pois muitas variáveis determinam essa quantia, que vão desde os modelos de scooter ou moto, até o valor cobrado no Kw/hora da concessionária de energia de seu Estado. No entanto, você nunca vai gastar com energia o que gasta com o combustível, disso pode estar certo.




Manutenção barata

Os valores que hoje pagamos na manutenção das nossas motocas não estão moleza, não é?


Peças caras, mão-de-obra ídem, sem falar na constância de tarefas, como a troca de óleo. Esse último item, então, não faz parte da rotina dos proprietários de veículos elétricos. Exige menos presença nas oficinas e a mão-de-obra é mais barata, bem como, algumas peças e acessórios. O imposto também é outro item que desonera os custos com o veículo, por ser mais baixo.

As desvantagens

Vamos, agora, olhar por outro prisma: as desvantagens em se ter uma scooter ou moto elétrica - que não são muitas, afinal.

O lado negativo do silêncio

Se por um lado o silêncio é uma das vantagens das elétricas, por outro pode trazer algumas consequências desagradáveis, por mais irônico que isso pareça. Mas, o barulho produzido


pelos motores a combustível acaba sendo um alerta para pedestres e motoristas, já que indica a presença de uma moto ou scooter por perto. Os motores elétricos, pelo contrário, não dão esse aviso.

Baixa velocidade

Os acostumados a andarem "no doze" podem sentir uma certa agonia, numa elétrica. A potência delas não bate com as scooters e motos atuais, apesar de alguns modelos de motos elétricas já serem um pouco mais velozes, mas não se comparam às movidas a combustíveis.

Autonomia

As elétricas, com os modelos que o mercado dispõe, pelo menos, foram desenhadas estritamente para uso urbano. Não rola irmos de uma cidade a outra, já que a automonia média dos modelos é de apenas 50 km. Portanto, viajar, a não ser que seja bem próximo e você conte com uma bateria sobressalente, é algo impensável. 




Chuva

A maioria dos modelos de motos e scooters elétricas não são chegadas a chuvas mais fortes. Testes feitos por alguns conhecedores e curiosos mostraram que a água que vem tanto de cima como das poças formadas no trecho, podem afetar temporariamente o funcionamento do veículo. Chuvas fracas, nem tanto, mas viu que o tempo tá feio demais, melhor procurar um lugar seguro.

Foto: https://scootereletricagoiania.com.br/


Atualizando: há diferentes fatores que podem ou não limitar scooters e motos nas chuvas. E alguns cuidados devem ser tomados. Tenha em mente que elas são resistentes às chuvas, mas não imunes ao aguaceiro. Como disse antes, chuvas torrenciais não rolam, até mesmo pela quantidade de água que acumula e fica empoçada e um tanto quanto suja - imagine isso entrando no compartimento da bateria. Então, evitar as poças d'água é imprescindível. Há veículos com níveis maiores e menores de proteção contra a água, mas todos eles possuem um nível de resistência à água. Não fosse assim, como é que faríamos para lavá-las, não é?

Tudo o que vamos fazer tem seus prós e contras. No caso das scooters e motos elétricas, a primeira pergunta para o interessado em comprar uma é: "Qual será a utilidade de uma elétrica pra mim?". Se é somente para ir e voltar do trabalho, se é para passeio ou somente mostrar para as pessoas que é "uma pessoa ligada à ecologia". 

Versão em vídeo:




Se preferir assistir no Youtube:  Clique aqui.



Motoabraço e até o próximo post.




Fontes:

https://e-motors.mobi/blog/scooter-eletrica-o-que-e-vantagens/

https://scootereletricagoiania.com.br/sem-categoria/quanto-custa-carregar-uma-scooter-eletrica-aprenda-a-calcular/






quinta-feira, 10 de fevereiro de 2022

JORNAL MOTONEWS: O LOUCO POR MOTOS "DE BOLSO""

Salve, motors!!!

Um tempo atrás, tive a oportunidade de editar e publicar um jornal impresso, chamado Motonews. Infelizmente, devido principalmente ao custo de cada publicação e a dificuldade em conseguir patrocínio naquela época, tive que abandonar o projeto, ficando somente com este blog - que, graças a Deus, tem dado certo - e com a página no Facebook, também intitulada Jornal Motonews.

Agora, resolvi casar blog e jornal, trazendo para o público motociclista uma versão em PDF, que você pode manter em seu celular e ler quando quiser. 

Caso seja de seu interesse, baixe o PDF no link abaixo e tenha o Louco por Motos "de bolso", ou seja, em seu celular ou tablet.

BAIXAR O PDF DO MOTONEWS



Em breve, novidades e gratificações aos leitores mais bacanas do Brasil!

Motoabraço e muito obrigado!

terça-feira, 8 de fevereiro de 2022

HONDA CB 150X: CROSSOVER PODE DESEMBARCAR NO BRASIL AINDA EM 2022

Honda CB 150X: Crossover pode desembarcar no Brasil ainda em 2022

Salve, motors!! Tudo bem com vocês?

Frente a tantos lançamentos de várias marcas e modelos, vale destacar a lindíssima crossover de enttrada apresentada pela Honda em novembro de 2021, na Indonésia, a CB 150X.



Fig. 1. Por ter um motor de apenas 150 cc, a nova CB 150X bem possui porte de gente grande.

Com proposta aventureira e visual arrojado e impecável, que aliás, traz a impressão nítida de ser uma moto até maior à primeira vista, a CB 150X possui um monocilíndrico DOHC de 149 cm3, que entrega praticamente 17 cv de potência máxima a 9000 rpm e 1,4 kgf.m de torque aos 7000 rpm. O motor é derivado de sua irmã CB 150R Streetfire. 


Seu câmbio manual possui 6 velocidades é comandado por uma embreagem multidisco, o que garante tranquilidade ao motor e resulta, assim, uma boa economia de combustível (gasolina, por sinal). 

Sua parte frontal traz um para-brisas que protege o painel full digital, o qual apresenta informações básicas, como velocidade, conta-giros, relógio, marcha engatada e nível de combustível. 

Ainda na dianteira, é possível conferir o garfo telescópico invertido Showa de 37 mm - já a suspensão traseira é do tipo monobraço, comum a estes modelos e que os deixam com visual mais clean.

Seu conjunto de iluminação é todo em LED, tendência que se torna padrão a cada motocicleta lançada nos dias de hoje. 

As rodas são de liga leve e possuem 17", com pneus de uso misto com 100/80 na dianteira e 130/70 na traseira. Os freios a disco são encontrados tanto na traseira quanto na dianteira, contudo, não são equipados com ABS, já que a legislação da Indonésia não faz essa exigência. Sem dúvida, ao embarcar em terras tupiniquins, haverá essa adaptação, pois no Brasil, ABS já consta como item de série, ao menos, na maioria dos modelos que aqui são lançados.

O tanque de combustível possui design "flechado", o que traz aquela sensação de uma moto maior. Possui capacidade para 12 litros de gasolina, o que deve lhe render uma autonomia acima dos 400 km.


O banco é único e possui dois níveis, o que dá maior conforto tanto ao piloto quanto ao passageiro. Para melhorar a questão ergonomia, o guidão é levemente recuado e os pedais voltados mais para o centro da moto, dando ao piloto uma posição mais ereta e confortável. 

Por aqui, não temos informações sobre sua chegada, mas em conversa com o pessoal de uma concessionária de Goiânia, pode ser que a partir de meados de Julho ou Agosto haja alguma informação nesse sentido. 

Em termos de preço, só mesmo comparando com o que é praticado na Indonésia - aqui, seria por volta dos R$ 12 mil. Mas, sabendo que estamos em um país onde os impostos são como "câncer de bolso", podemos aguardá-la pelo mínimo de R$ 14 mil. 

Por enquanto, nos resta aguardar essa novidade. Comente aí o que você pensa sobre este modelo. 




Motoabraço!

O blog Louco por Motos tem parceria com a página Jornal Motonews, no Facebook e também no Instagram, e o canal Motonews TV, no Youtube. Visite, curta e compartilhe. Valeu!

Fotos: Divulgação/Honda Indonésia


segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

LANÇAMENTOS MOTOS 2022 NO BRASIL: O QUE VEM POR AÍ

Salve, galera motoqueira! Todo mundo belezão?

2022 entrou e muitos de nós ficamos ansiosos em relação às novidades no mundo das 2 rodas em terras tupiniquins, afinal, nem tudo que é lançado em outros países, vem pra cá. Então, vamos conhecer os lançamentos das motos modelo 2022 no Brasil.



HONDA X-ADV 750

Eba! Finalmente, os fãs de scooters da categoria adventure poderão ver de perto, ou mesmo adquirir, a nova Honda X-ADV 750, uma scooter linda e poderosa, com seu motorzão de 745 cc, com transmissão DCT (Dual Clutch Transmission) que, de fato, trata-se de um câmbio de dupla embreagem, e muita tecnologia embutida. Já falei sobre ela no artigo Honda X ADV: Versátil em qualquer terreno, que você pode ler a qualquer momento. No artigo, no entanto, o preço sugerido (da época) era de "apenas" R$ 52.500,00! Mas, não se morda, ainda, pois o valor atualizado para 2022 é de R$ 72.200,00, fora o frete e acessórios, como o kit Top Box (um tipo de baú), que custa em torno dos R$ 5.500,00 e o protetor de carenagem, na casa dos R$ 2.900,00. 

Então, não é querendo te desanimar, não, mas é visível como novos lançamentos como este estão ficando cada vez mais caros e seletos. 



HONDA CB 1000R

A CB 1000R é uma esportiva de responsa, motorzão de 998,4 cm³, com design inspirado na categoria Cafe Racer, dotada de alta tecnologia, visível em seu painel TFT (e nas leituras que ele fornece), sentida no acelerador eletrônico TBW (Throttle By Wire) - o qual dá uma resposta precisa e minuciosa da intensidade da aceleração que o piloto aplica - e também controle de tração. Além disso, visualmente é linda e chama a atenção de todo mundo, até quem não é ligado ao mundo motociclístico. 

Seu design 'Neo Sports Cafe', como já dito, inspirado nas Cafe Racers, faz desta moto um modelo quase que exclusivo, como se ninguém mais tivesse uma igual. Virá também a versão Black Edition, com cores mais escuras, painel com conectividade Bluetooth, além do recurso quickshift bidirecional, que facilitará muito a troca de marchas. Valor sugerido pela Honda é de R$ 62.750,00 (isso deve fazer os fãs da scooter X-ADV pensarem duas vezes).



HONDA NC 750X

Quando a Honda trouxe a NC 700 para o Brasil, a galera ficou surpresa, pois se tratava de um novo estilo, o Crossover, ainda não muito comum por aqui, com um design bem moderno e, na minha opinião, muito bonito, posição confortável e econômica, acima de tudo. 

O tempo passou e logo veio a versão de 750 cc, com algumas mudanças evidentes, especialmente, na motorização. O conceito crossover foi mantido e ela continua sendo uma motocicleta pra lá de linda. Com preço sugerido de R$ 44.200,00, a NC 750X passou por uma pequena repaginação, além de contar agora com câmbio DCT (dupla embreagem), painel TFT completo, inclusive, com a função ECO, que auxilia o piloto na economia de combustível.



KAWASAKI Z650 RS

Já confirmada pela marca, a Kawasaki Z650 RS é uma motocicleta moderna, porém, com pegada retrô, diferenciando-a de sua irmã naked, a Z650, que foi lançada por aqui em meados de 2017. O design da Z650 RS é rebuscado dos modelos norte-americanos que fizeram sucesso por lá entre 1976 e 1983.

Sua motorização é a mesma dos modelos Ninja 650 e da própria Z650, mas com rodas raiadas, banco reto (ou plano, como preferir) e o farol, como não podia deixar de ser, devido ao estilo, redondo.

Ainda não tem preço especificado, nem mesmo no site oficial da marca no Brasil, mas deve ficar na casa dos R$ 40 mil. Aos mais ansiosos, resta esperar mais um pouco pra conferir e, quem sabe, adquirir uma pra chamar de "sua".



KAWASAKI Z900 RS

Fortalecendo ainda mais a família "Z", a Kawasaki já tem disponível no Brasil, inclusive em seu site, o modelo Z900 RS que, como a sua irmã menor, também tem um visual retrô, mas dotada de tecnologia moderna, como embreagem assistida e deslizante, indicador de pilotagem econômica, regulagem do ruído do motor (!) e outras facilidades. Apesar da terminação "RS", o que poderia sugerir apenas um modelo mais potente que a Z650 RS, algumas diferenças podem ser notadas, como o assento de dois níveis.

Com o preço sugerido de R$ 62.090,00, pode ser uma boa opção para quem curte o visual retrô sobre um motor forte, como este de 948 cm³.



TRIUMPH TIGER 1200

Entre as modernas big trails vistas nas ruas brasileiras, a Triumph desfilava com orgulho sua Tiger 800, a qual foi substituída pela versão de 900 cc (na verdade, 888 cc), a qual se mantém no mercado. Agora, a Triumph está trazendo a irmã maior das duas, uma versão de 1200 cc, que já é sucesso lá fora há mais tempo.

Segundo a própria fabricante, a Tiger 1200 possui "o mais alto nível de pilotagem adventure de alta capacidade", ou seja, é a melhor em sua categoria. Com motor tricilíndrico T-plane exclusivo de 1160 cm³, a Triumph esbanja não só potência, como também muito conforto, segurança e tecnologia.

A família 1200 contará com as versões GT e Rally. Ainda não tem preço definido no site, mas em breve se tornará público. Mas, não esperemos uma motocicleta de menos de R$ 70 mil. Sem chance. Aguardemos um pouco mais.



BMW R18

Uma custom de tirar o fôlego da galera de motoclubes tradicionalmente estradeiros, a BMW R18 possui um motor boxer bicilíndrico de nada menos que 1.802 cm³, esbanja potência (91 cv), torque, conforto e beleza.

Por enquanto, a partir de meados de 2022, ela poderá ser importada. O início da produção nacional está prevista para 2023, no parque fabril de Manaus-AM. Ela possui um visual clássico, inspirado no modelo da R5, da década de 1930, mas trata-se de um "monstro", devido a sua robustez e todo o aspecto visual.

O site ainda não atualizou nada a respeito, nem informações, muito menos preço. Mas, se estiver interessado, prepare o bolso ou já corra pra fazer um big empréstimo bancário, pois o preço deverá ser como a água do mar. 😁

Então, é isso, galera. Por enquanto, as maiores novidades são estas. Há rumores a respeito de ótimas motocicletas que estão por vir, como a Royal Enfield Classic 350, a Honda Rebel 500 - e também a 1100, entre outras. Mas, por enquanto, vamos deixar como está, pois é comum haver desistência por parte de algumas marcas em trazer determinados modelos, por motivos diversos.

Então, coloque aí nos comentários qual destes modelos mais te agrada e/ou compraria.

Motoabraço!

sábado, 8 de janeiro de 2022

AS 10 SCOOTERS E MOTOS MAIS BARATAS DO BRASIL

E aí, galera, todos de boa? Então, vamos ver quais são as 10 scooters e motos mais baratas do Brasil? 

A pandemia do COVID-19 não só atrapalhou os planos de mais da metade do mundo, como também trouxe efeitos indesejáveis no mercado, e o da mobilidade urbana não ficou de fora. Mas, como sempre, alguns saíram – e ainda saem – ganhando, outros saem perdendo. E assim a vida continua.

O fato é que, notoriamente, o mercado de motos sofreu uma considerável alta nos preços, comparando-se o que se pagava em meados de 2020, para o que se paga hoje, no início de

Fig. 1. Preço dos combustíveis é um dos fortes fatores na procura por
motos.
2022. Em alguns casos, houve aumentos de mais de 30% nos preços de certos modelos de motos. Por outro lado, a procura por veículos de duas rodas também tem aumentado, principalmente, na categoria urbana (ou City, como é atualmente chamada), graças aos aumentos abusivos, pra dizer o mínimo, nos preços dos combustíveis.

Para citar um exemplo, há pouco mais de um ano, encontrava-se uma Honda Shadow 600 ano 2000 com seus acessórios por cerca de R$ 14 mil (preço de Goiânia-GO). Há alguns dias, por curiosidade, ao ver uma ano 1999, “depenada” e mal cuidada, perguntei ao proprietário quanto ele pediria nela, se fosse vender: “Uns 18 mil...” Quase perguntei se ele estava bem ou com Covid... Mas, tudo bem, é o valor que ele dá nela, mesmo não cuidando tão bem, e o fato é que, sim, motos estão bem valorizadas, nestes últimos meses.

Por isso, fiz uma cotação a nível nacional e trago, aqui, a lista das 10 motos e scooters mais baratas que encontrei, separadas por categorias, e algumas informações a respeito delas, para você pensar no que compensa mais, em termos de custo x benefícios, ok?

As 5 ‘Low Price’ Scooters


1. Honda Pop110i

Nem scooter, nem moto, podemos dizer que a Pop 110i, da Honda, é um avanço módico das Garellis dos anos 70/80, claro, com motor bem mais potente e com a mesma capacidade econômica.

É uma motinha feita exclusivamente para uso urbano – não vá querer se aventurar em BRs, porque é besteira, a não ser que você conheça e saiba muito bem o que está fazendo.

Fig. 2. A Pop 110i da Honda é tida como a mais econômica das motos.

Ela faz entre 55 e 61 km/l, ou seja, uma média de 58 km/l na cidade, segundo o fabricante, e tem sido uma das campeãs de economia entre os usuários de motos. Capacidade do tanque: 4,2 litros e é a gasolina.

O preço de uma nova sai por volta de R$ 8.550,00 com frete incluído e, pasme, em um ano, seu preço paga praticamente o consumo de combustível de um carro médio.

2. Shineray Jet 125

A Shineray veio pra ficar, ao contrário do que muitos pensavam. Com uma gama grande de modelos, é fácil ver suas scooters e motos pelas ruas, não só por ter exemplares a preços acessíveis, como também manutenção barata e economia.

Sua scooter Jet 125 é um dos modelos mais baratos atualmente no mercado, sendo vendido em torno dos R$ 8.990,00, com o frete incluído.

Com capacidade de apenas 3 litros de gasolina no tanque, ela possui autonomia de cerca 127 km, ou seja, faz uma média de 42,5 km/l na cidade.

Fig. 3. Shineray Jet 125: 42,5 km/l na cidade, em média.

3. Honda Biz 110i

Entre as pequenas scooters, a Honda Biz 110i está incomparavelmente na frente, primeiro, devido à sua história, segundo devido ao custo x benefício, que é um dos melhores, sem sombra de dúvida.

Pelo preço partindo de R$ R$ 9.260,00 e chegando aos R$ 10.530,00, é possível possuir uma Biz 110i e viver de perto a palavra economia. A Honda Biz já tem um mercado consolidado há bastante tempo e isso a favorece em muitos pontos.

Fig; 4. A Honda Biz já tem uma história com o brasileiro, e suas
variantes não ficam para trás, como a 110i.


Com capacidade para 5,1 litros de gasolina, seu tanque dá uma autonomia média de 245 km dentro da cidade, o que é, para a maioria, uns cinco dias de rodagem. Na dura realidade do início de 2022, custo de apenas R$ 40,00 de gasolina por semana! Isso é uma maravilha!! [rsrs]

4. Honda Elite 125

A Elite 125 vem angariando uma boa fatia no mercado das pequenas scooters, dado principalmente à razão economia x design que ela proporciona. Caiu no gosto e coube no bolso do brasileiro.

Fig. 5. A Honda se deu bem com sua Elite 125: boa aceitação no mercado.

Com preço sugerido de R$ 10.120,00 ela chega ao consumidor final, neste início de 2022, aos R$ 11.700,00, com frete incluído. Se for comparar com uma moto com motor um pouco maior e as vantagens que esta última possui, é de se pensar em pagar este valor na scooter.

5. Yamaha Neo 125 UBS

Olha a Yamaha aí, gente!! A marca não tem fama de ser barateira, mas entre as scooters mais populares, ela acabou ganhando um lugar ao sol.

Sua Neo 125 é também bastante comum nos centros urbanos, pois além de ser altamente confiável, a marca Yamaha tem seu terreno já bem demarcado no coração tupiniquim, afinal, é a marca mais antiga a se instalar no país (se eu estiver errado, por favor, me corrijam, sim?).

Fig. 6. Com visual arrojado, a Neo 125 conquistou o coração de muita gente.

Com o tanque para capacidade de 6,4 litros de gasolina, a Neozinha pode chegar aos 345 km de autonomia. A economia gerada em relação a outras motos e carros, é gigantesca.

Em termos de economia, baixo custo de manutenção e agilidade, as scooters têm se mostrado uma alternativa ideal para o brasileiro que deseja, realmente, economizar no trânsito para o trabalho e afazeres mais simples, que exigem mobilidade.

As 5 Motos ‘Low Price’

As motos de baixa cilindrada, por outro lado, competem em preço e podem oferecer um pouco mais do que scooters, mesmo que não sejam tão econômicas. Mas, resolvem a vida de muita gente, principalmente, de quem depende da moto para trabalhar. Vamos aos cinco modelos mais baratos do país, atualmente:

1. ShinerayWorker 125

Sem dúvida, a moto mais, digamos, diferente da lista das mais baratas. A Shineray meio que trouxe um pouco do visual Cafe Racer para uma moto que nos remete, sinceramente, à II Guerra Mundial – pode ser só impressão minha, também, quem sabe?

Mas há quem curte o estilo e, se ainda quiser economia no meio, eis a moto perfeita. Sem contar os impostos, a moto é oferecida pela fábrica ao módico preço de R$ 7.990,00, o que faz o modelo mais barato de todos os citados neste artigo.

Com um tanque com capacidade para 14 litros, a exclusiva Worker faz em média 45 km/l, gerando autonomia de 630 km.  Não se vê muito facilmente nas ruas, mas há vários motivos para isso, e um deles pode ser a aceitação em garal.

Fig. 7. A Shineray Worker não é para todos: seletiva, ela tem um ar retrô e potência de
7,2 cv, o que pode não agradar a muita gente.


2. Shineray Jef 150

Modelo não é muito conhecido, mas além de estar presente (apesar do status “esgotado”) no site oficial da marca, é com certeza um dos mais baratos do país, levando-se em conta a mobilidade.

Seu tanque de combustível tem capacidade para 12 litros e, levando-se em consideração seu consumo médio de 45 km/l, tem autonomia de 540 km. Para o trajeto do casa-trabalho-casa é outra das boas alternativas para se economizar.

Seu preço sem impostos é de R$ 8.800,00, contudo, pode atingir a casa dos R$ 10 mil, no final das contas.

Fig. 8. A Shineray Jef 150: para a cidade, pode ser a salvação de muitos.


3. Honda CG 160 Start

Provadamente feita de guerreiras, a família CG vem arrasando o mercado desde meados da década de 1970, quando surgiu no Brasil, com seus modelos de 125 cc. Contra as primeiras de apenas 11 cv de potência, as de hoje geram 14,9 cv e, claro, somados aos avanços nos motores, mais torque e melhor resultado nas saídas e finais.

As CGs evoluíram e a família ganhou novos membros, mas a 160 Start é uma campeã de vendas, pelo seu preço e razão de utilidade, pois muitos são aqueles que a têm como instrumento de trabalho, gerando por volta de dois salários mínimos ou mais com ela.

Fig. 9. Honda CG 160 Start, a queridinha das ruas.


Com tanque de 16,1 litros de capacidade, ela é bicombustível e tem médias de consumo registradas em torno de 35 km/l no etanol e 41 km/l na gasolina. No final, em média, temos aí uma autonomia de 611,8 km!!!

O preço sugerido (de fábrica, sem impostos ou frete) é de R$ 11.570,00, mas na real, no mercado você poderá pagar em torno de 13.700 a 14.000 reais por uma zero km.

4. Yamaha Factor 125 UBS

A Yamaha não podia deixar a Honda sozinha nessa, portanto, tem no mercado disponível a Factor 125 UBS, uma pequena cilindrada que também dá seu ar da graça com louvor nas cidades brasukas.

Em termos de autonomia, só perde para a CG 160 por causa da capacidade do tanque, que é de 15,7 litros. Mas, faz uma boa média de 46,8 km/l na gasolina, maior que a da Honda. Esse é um dos maiores atrativos na Factor, sem dúvida.

O preço sugerido da Yamaha para a Factor é de R$ 11.790,00, sem os impostos, porém, no mercado é encontrada por até R$ 12.810,00. Lembrando que estamos em janeiro de 2022, galera.

Fig. 10. A Factor 125, da Yamaha, também caiu no gosto da moçada que trampa o dia inteiro em motos.
Leve, confortável, econômica e ágil.


5. Dafra Horizon 150

A brasileira Dafra acabou ganhando uma pequena, mas considerável, fatia de mercado, e um dos modelos que a favoreceram foi a pequena custom, Horizon, em suas duas versões: 150 e 250 cc. Como estamos falando das motos mais baratas, vamos comentar a respeito da versão menor.

Caiu no gosto de muitos brasileiros a pequena que, com muito pouco, se vai longe. A Horizon 125 cc possui uma autonomia de mais de 400 km, com seu tanque de 14 litros de gasolina.

O preço sugerido de fábrica é de R$ 12.190,00 mais R$ 500,00 de frete. Encara?

Fig. 11. A Dafra Horizon tem uma pegada meio HD 883, não acha? Sim, foi intencional 
e a Dafra não está nem aí, desde que venda. 😅


No final das contas...

Quem sai pagando, mas com certa economia, é o consumidor, de um jeito ou de outro. Mesmo que nossos salários não consigam acompanhar as frequentes altas, contamos com o jeito insistente de ser do brasileiro, lutador, mas vamos atrás de nossos objetivos. E isso é o que importa, afinal.

De qualquer forma, no final, estaremos economizando dinheiro, ao usarmos de forma correta essas pequenas guerreiras. Não pensando em passear, na maioria das vezes, mas para nos deslocarmos até o trabalho e voltarmos pra casa em meio a um trânsito cada vez pior nas médias e grandes cidades, ganhando tempo e economizando bastante no orçamento de casa.

O sugerido é que, antes de adquirir uma dessas motos muito baratas, saiba mais sobre reposição de peças, preços e frequência nas oficinas, enfim, conheça o histórico da moto que irá comprar, para depois não se arrepender, pois expectativa frustrada é comum. 

Mas a regra é básica: moto requer mais cuidados por parte dos seus usuários. Pilotar uma moto requer atenção redobrada, ou mais até, porque, na prática, somos nós quem levamos a pior em situações de risco. Não adianta negar. As ruas estão cada vez mais perigosas, com tantos motoristas - e motoqueiros também, por que não dizer? - irresponsáveis na direção. 

Economizar é bom demais, mas sua vida não tem preço. Lembre-se disso! No mais, divirtam-se, pois a vida não é só trabalhar e trabalhar e trabalhar...

Motoabraço!

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